História Te suporto ou amo? - Capítulo 23


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Categorias Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Personagens Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Tags Pagossi
Visualizações 126
Palavras 478
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Palhaçada


Fanfic / Fanfiction Te suporto ou amo? - Capítulo 23 - Palhaçada

Paolla

Rogério foi embora, ou seja não tivemos que atura-lo.

As cenas eram quentes e para botar meu lado profissional jogando seria difícil, todas as horas ficava tentada a fazer uma bela pornografia real, bom era isso que aconteceria se não nos controlássemos diante da produção. Marco ficava com o olhar irritado por não poder fazer mais, seu controle iria por água a baixo em qualquer instante.

Então quando estávamos dando uma pequena pausa,  minha cabeça ainda viajava em outro mundo.

-Prometo te recompensar, mas vamos fazer as cenas, lembra somos Jeiza e Zeca aqui!

Falei enquanto tomava água.

-Difícil, porque estou muito excitado, depois da cena de hoje cedo que atormenta meu psicológico!

Fala sério.

-Também, mal tivemos uma noite juntos, seria óbvio você estar atormentado. Marco pra mim também não está nada fácil, a gente pega fogo juntos!

Falo sorrindo desejando uma situação diferente.

- Posso dizer por mim mesmo, tenho desejo carnal por você! Droga! É algo sem descrição. 

Perdemos a batalha quando nos vimos sozinhos. Ele me puxa para um beijo, que era cruel, o desejo estava aflorado e eu sabia que se não me afastasse faríamos sexo em cena e fora de cena. Tento empurrar Marco, sem nenhum sucesso pois o negócio era beijar mais e mais até nos vermos encurralados em um desejo sem fim.

Lá estava eu no pequeno intervalo com Marco trancados em uma pequena sala de limpeza se nos pegassem estariamos fritos! O lugar era escuro, somente viamos a sombra um do outro, Marco apenas arrancou o roupão que me cobria e afastou minha calcinha para o lado me penetrando, meu corpo arqueou para trás com o alívio de  senti-lo, meu coração estava acelerado, minha voz embargada falando seu nome, nossos corpos ligeiros no ritmo sexual perfeito.

Uns minutos desaparecidos e várias pessoas nos procurando, as broncas foram inevitáveis, mas na gravação haviamos diminuído a tensão.

Depois de finalmente terminarmos de gravar fui ao camarim trocar de roupa, Isis ainda estava no projac e quando me via sorria como uma psicopata, exatamente igual às de filmes americanos. Entendia bem o sorriso era de contentamento por Rogério ser somente dela e eu agradecia a Deus cada instante por ter me livrado disso.

Peguei meu celular e havia mensagem da Juh, parece que o grupo sairia hoje de noite, bom o grupo bacana, sem Rogério e Isis, por isso glória aleluia amém! 

Respondi que iríamos.

Marco e eu fomos até o estacionamento e bom como havia vindo com ele eu também voltaria, mas era ótimo o que estava acontecendo, os quatros pneus de seu carro estavam furados propositalmente e já sabiamos quem poderia ter sido, atitude infantil, sorrisos da Isis no corredor.

Palhaçada!

Marco virou o cão, mas não deixei com que ele fosse atrás de satisfação, sabia que aquilo teria muitas mais vezes. Afinal seria idiota pensar que ficaríamos em paz.

Emílio falou que nos levava e que amanhã Marco resolvia a situação dos peneus.


Notas Finais


Me adiantando, pois acho que vou sair.


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