História Teach Me || Sterek - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Brett Talbot, Cora Hale, Decaulion, Derek Hale, Hayden Romero, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Jennifer Blake, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Melissa McCall, Peter Hale, Scott McCall, Sheriff John Stilinski, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Tags Sterek, Steter
Exibições 349
Palavras 1.677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Cap veio pra assustar, mas terá uma ótima continuação <3

Capítulo 21 - °•° Blood Phobia •°•


Fanfic / Fanfiction Teach Me || Sterek - Capítulo 21 - °•° Blood Phobia •°•

O final de semana acabou, a rotina voltou, e Derek e Stiles estavam finalmente se encontrando para mais uma aula, mas não uma aula normal, uma aula no laboratório.

Os alunos teriam aula com o professor Stilinski e com a Legista Martin. E Stiles não pode negar que trabalhar com a amiga era uma aventura.

Derek, Brett, Liam e outros alunos, prestavam atenção na explicação da ruiva, e Stiles procurava por seus óculos já que dera o azar de perder uma de suas lentes.

Depois de pôr o jaleco, o menino andou até Lydia, que mexia secamente naquele cadáver que fazia Stiles suar frio, mas pelo menos cadáveres não sangravam, isso já o mantinha tranquilo, se não a situação seris realmente desesperadora, não havia feito biologia para isso.

A ruiva mexia na pele que já se desfazia em meio aos seus dedos, Stiles baixou o olhar, Derek lhe encarou curioso, vendo o mesmo empalidecer. Ele explicou tudo evitando olhar para o cadáver, os alunos quase rindo da situação e da voz embargada do garoto.

— Stiles? — Lydia chamou baixinho, atraindo o olhar do garoto para si. — Você quer continuar?

— Pode continuar, eu posso lidar com as fobias estranhas que me rondam. — disse em um tom cômico, fazendo a garota soltar um riso simpático.

Derek olhava para seu professor esporadicamente, e sempre via a mesma expressão, que era até um pouco hilária, e até previsível para Stiles.

Ele voltou a prestar atenção na explicação da legista, que sempre mantinha o tom firme e sério, mesmo que soltasse algumas piadas de vez em quando. O vestido de cor salmão soltinho tinha um decote solto, em seu pescoço um lindo cordão prateado enfeitava o "look", mas tudo era quebrado pelo jaleco branco. Por mais linda que a mulher ficasse linda com o mesmo.

Lydia, já no final da explicação, voltou a mexer no homem, que havia uma aparência horrível, Stiles presumiu que já estava morto há tempos, mas mudou de ideia ao ver um filete de sangue saindo da boca do mesmo, sua respiração se alterou, agora ele ofegava quase nervoso. Lydia, percebendo o nervosismo do garoto, olhou para o cadáver, e viu o sangue, pondo a mão em cima já hora, mas Stiles já estava alterado.

Derek o encarou de lado, notou as pernas e os olhos revirando, rindo internamente. Ele se aproximou a segurou seu professor, mesmo que o garoto ainda estivesse de pé. Stiles o encarou com a vista bagunçada.

— Hemofobia? — perguntou o barbado um tanto sarcástico — Jura?

— Meio previsível, não? — disse Stiles, a visão voltando ao normal, mas embaçando de novo quando viu o cadáver sangrando de maneira considerável. — Ai, meu Deus...

Stiles agora realmente perdeu o equilíbrio, seu corpo até pesou. Todos na sala se assustaram ao ver Derek se esforçando para conseguir segurar o garoto, que apertou seus braços. O barbado pediu licença com os olhos e saiu da sala com Stiles apoiando-se nele.

Já no corredor, ele ajeitou seu jaleco e sentou Stiles em uma cadeira que havia ali perto, acariciou seu rosto, não tão brutalmente, mas também não sendo um exemplo de sensibilidade.

A visão do menino foi voltando ao normal aos poucos, e ele quase sorriu ao ver o rosto fino e covinha no queixo.

— Ei... — Derek sussurrou, dessa vez, preocupado. — Você está bem?

Stiles assentiu.

— Mas eu acho que eu quero vomitar... — disse, e sentiu seu estômago revirar — Eu quero vomitar...

O garoto saiu correndo e entrou no banheiro; o outro apenas se levantou e andou calmamente até onde ele estava. O barulho era um pouco estranho, Derek se encostou ao lado da cabine que Stiles estava e esperou, então o garoto saiu, pálido e cansado.

— Se sente melhor? — Derek perguntou, e o outro assentiu, encostando-se na porta da cabine que estava, que não estava fechada, então sentiu seu corpo ir para trás com tudo, mas algo o puxou de volta, e logo ele se viu com o rosto encostado no peito de Derek. O cheiro inebriante que ele exalava fez Stiles relaxar.

— Seja mais cuidadoso da próxima vez... — sussurrou.

— Serei...

°°°

— Há quanto tempo aquele cara estava morto? — Stiles perguntou enquanto ele e Lydia andavam até seus carros. Quando chegaram a universidade, o estacionamento estava cheio, o que fez com que eles estacionassem em uma rua perto dali. Já era noite, tudo estava vazio e terrífico, mas isso não os incomodou.

— Há umas seis horas... Tipo, antes da aula... — disse a menina, fazendo Stiles gargalhar.

Eles andaram calmamente até os carros, Lydia havia deixado sua bolsa dentro do seu mais cedo, então segurava o celular enquanto era abraçada por Stiles. Os dois pararam em frente ao jipe, pois ambas chaves estavam com o garoto, então ela esperou enquanto seu amigo apalpava os bolsos.

Stiles finalmente achou as chaves, e as tirou do bolso, mas estranhou o silêncio de Lydia, olhando de lado para a garota e vendo seus lábios tremerem enquanto a mesma segurava  choro. Ele olhou para trás, e viu um homem de casaco preto e capuz, o cano da arma encostada na cabeça de Lydia, fazendo com que a mesma se segurasse para não entrar em pânico.

— Calma... — disse o menino, tentando conter a vontade de reagir — Leve o que quiser, mas por favor, não faça nada...

— Eu vou levar.

Stiles se virou lentamente, segurando a mão de Lydia o tempo todo. Sentia a a garota tremer, e tudo piorou quando ela se virou, pois ficou cara a cara com aquela pistola 99. Apertou os olhos desesperada, e Stiles encarou o homem cautelosamente.

— Por favor... — pediu — Por favor, baixa a arma.

O homem analisou Lydia da cabeça aos pés, era realmente bonita, se sentiu atraído, talvez de forma boa para ele, mas não para ela. A ruiva apertou a mão de Stiles quando o menino tentou se soltar, não queria que fizesse uma besteira, não a besteira que queria fazer. Mas ele se soltou.

— Acho que isso não vai ser mais um assalto... — o homem quase sussurrou, apontando a arma agora para a Stiles, que não se intimidou.

O menino, já havia pego as chaves de Lydia, e sem que o homem percebesse, entregou para ela enquanto estavam de mãos dadas, isso daria uma chance para a garota. Então, enquanto ela respirava fundo por Stiles agora ser alvo — de um certo modo —, Stiles só esperava um momento de distração do homem, e quando viu, agarrou seu braço e seu pescoço ao mesmo tempo, logo jogando-o contra as janelas do jipe.

— Lydia, entra no carro! — gritou enquanto tentava segurar a mão do homem para o lado contrário da ruiva.

Stiles já havia ficado de frente a alguém armado antes, mas a única pessoa em perigo fora ele, e agora, Lydia estava ali, e ele precisava protegê-la.

Olhou para ela por um momento, já estava dentro do carro ligando para a polícia e o encarava aterrorizada.

Stiles voltou sua atenção para o homem, girando e levantando o cotovelo, que acertou em cheio o rosto do mesmo. Enquanto o outro tentava se equilibrar e focar sua visão, recebeu um outro soco, agora com mais força, seu rosto de encontro ao chão.

— Me dê um motivo para não quebrar o seu pescoço agora.  — disse o menino, suas bochechas quentes e vermelhas, raiva na corrente sanguínea.

O homem gargalhou, se levantando lentamente, e levando um chute. Bateu com as costas no jipe, mas ainda ria.

Stiles respirou fundo para não avançar, mas não hesitou em se defender quando o ser pulou em cima de si com os punhos cerrados. Sem que o menino visse, o homem pôs algo pontudo e afiado entre os dedos, cortando seu peito de forma violenta. Lydia gritou pelo nome de seu amigo, a polícia já estava chegando, mas ela não sabia se havia tempo.

A ruiva viu a pistola perto do carro, mas ainda estava a uma boa distância. Não dava para pensa distância, Stiles já estava de pé novamente, e fechou a cara ao ver a porta do carro se abrindo.

  —  Lydia, não! —  gritou quando viu o homem correr até a arma, ela fez o mesmo, e Stiles também.

Por sorte, o menino chegou antes de sua amiga, e agarrou o ser que ia levantar a arma, fazendo-o atirar do outro lado. Lydia caiu sentada no chão, o barulho intensamente alto a assustou. Infelizmente, em volta do campus não havia casas, era quase uma reserva, era uma surpresa para eles alguém ter entrado.

Stiles segurava a mão do homem, seu peito queimava enquanto sujava seu jaleco e moletom púrpura favorito. Talvez, o único moletom púrpura que ele gostava. 

Lydia ofegava enquanto assistia a cena, a arma em meio aos dois, os gemidos de dor de Stiles, estava entrando em pânico, queria gritar. Mas ao longe, ouviu as sirenes, suspirando. Os dois também ouviram, e enquanto o homem tentava se soltar, era impedido pelo garoto, então, ficou mais violento. Os movimentos mais rápidos e bruscos.

Era como um jogo onde Stiles tinha que disputar com o player quem conseguia pressionar o botão mais rápido, porém, parecia pior. Não brigava há um tempo, e não era assaltado há muito também, mas sempre soube que reagir era a pior alternativa. 

Lydia viu as luzes das sirenes entre as árvores, olhou para o lado e quase sorriu, vendo o brilho ficar mais forte. Então, um estrondo voltou sua atenção para os homens à sua frente. Ela viu os dois ajoelharem juntos, estava escuro demais perceber muita coisa.

  —  Stiles! —  gritou com lágrimas no rosto, então, tremendo, seu amigo a encarou, deixando o corpo do homem cair no chão.

A ruiva correu até seu encontro, e sem ligar para o sangue em seu peito, o abraçou forte.

—  Está tudo bem... Eu estou aqui... Nada vai acontecer com você. —  o menino sussurrou —  Está tudo bem. 

 


Notas Finais


Só pensem no Derek... Só nele u.u
Como vocês acham que ele vai ficar?


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