História Teacher - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Miley Cyrus
Personagens Demi Lovato, Miley Cyrus
Tags Diley, Memi
Exibições 175
Palavras 2.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


rsrsrs
amo semi gente, amo

Capítulo 35 - Capítulo 3.3


Então, Selena entrou, e, de forma consideravelmente resumida, me contou partes sobre sua estória até chegar aqui. Até estar comigo. Sentada no sofá da minha sala. Meus pais e Miley, ainda se encontravam na cozinha, juntos a Maddie. De fato, Eddie não reconheceu Selena. Muito menos os demais, pois, a cozinha é aberta, separada do sofá apenas por uma bancada. Moderna, por assim dizer.  Eu mal prestava atenção em Marie, que estava em meu colo, apenas captando todas as palavras que, da boca de Selena, saía. Eram coisas tão absurdas como “Patrick me fez ter que ficar escondida durante anos” ou “eu precisava desse tempo para pensar e prender esse desgraçado”. De fato, eu não conseguia captar o que ela dizia, e suas mãos gesticulando junto às suas falas não me ajudavam. Minha quase completa atenção toda se resumia no quão linda ela estava, e a quantidade de massa corporal que ela ganhara nesses anos. Ela não me parecia uma morta, até porque, ela não estava e nunca esteve. Selena estava deslumbrante, como sempre. Seus lábios rosados, e sua pele morena, deixavam-na radiante. E, contudo, eu estava pouco assustada com a quantidade de “Patrick” que ela dizia em suas frases.

— Fique calma Gomez, repita o que você disse — minha fala saiu, após segundos observando suas mudanças corporais e a mudança da sua voz, ela evoluiu, e para o bem. —, pois eu não estou entendendo nada. Fale com mais calma, por favorzinho. — Pedi de mãos juntas, com meu típico biquinho em lábios. Marie dormia serenamente, sua respiração calma, me trazia paz também, e, agora, após ver alguns detalhes de Selena, pude, de fato, prestar atenção no que ela pronunciava.

— Desculpe, sweetheart. — Sua voz saiu divertida, ela, ao meu lado, abriu aquele sorriso fofo, que só ela tinha. — Então, Patrick, como todos sabem, não gostava nem um pouco de mim. Depois de anos que se passaram, eu, porém sobrevivi ao acidente de carro. Tirei tempo para me recuperar, ninguém sabe que eu ainda estou viva, a não ser uma amiga distante minha, ela que me ajudou. Por mais que eu seja uns... — suas mãos se puseram a gesticular movimentos de conta. Ela contava enquanto alguns sussurros saíam por seus lábios entre abertos, então, ela chegou a sua conclusão: — sou sete anos mais velha que ela. Na época do acidente, Wanessa tinha apenas treze, todavia, era inteligente, e uma garota prodígio. Ela conseguiu me ajudar, pois, dizia ter lido muitos livros de ação, então, ela sabia cuidar de pessoas, e seus ferimentos físicos e psicológicos. Enfim, Demi, Patrick nunca gostou de mim.

“Ele nunca gostou de mim, nunca quis saber de minha existência, pois eu sou filha de Robert Stark. Você sabe Demi, eu não sou filha dele, o Stark me criou, e é uma pessoa maravilhosa, não via motivo de tanta baderna apenas por pesquisas inúteis. Mais tarde, recebi uma carta, era para ser enviada à mim antes do acidente. Nela, meu pai dizia que as pesquisas são mais do que “simples folhas de papel”, elas faziam parte de muito dinheiro. Corrupção, no caso. Seu pai, Patrick, é uma pessoa inteligente, mas ele vende pesquisas dele à hospitais. Descobri que as autoridades, digo, hospitais, médicos, doutores, políticos, tem cura de muitas doenças, e mesmo assim, eles mantém pesquisas guardadas. Tudo isso para venderem mais remédios. Demi, isso é/foi horrível! Saber que seu pai é corrupto, e muitas pessoas morrem por causa dele, é um absurdo! De jeito nenhum quis me aproximar do meu pai, e eu fiquei ferida por saber que ele mentia para mim”.

“E, Patrick, mandou alguém capotar nosso carro, ele sabia de Marie. Demi, ele sabia que você tinha um filho. Eu fui saber que você tivera muitos sangramentos, quando uma enfermeira do hospital que você estava abriu a boca para conversar com a outra sobre você, e disse que você era uma guerreira. Você é, saiba disso. Enfim, eu não tive coragem de entrar no seu quarto por inúmeros motivos como 1) queria tempo para destruir seu pai, e prender o meu, mas sabia que isso não seria possível, então optei por trabalhar junto à jornalistas, eles não sabem coisas sobre mim, eles sabem sobre a Alex Russo; 2) eu sabia que você poderia perder o bebê, e eu não teria coragem de te ver chorando por isso, eu não aguentaria ver você sofrer, e sei que isso pode ter sido apenas cogitado, mas foi o que, na época, eu pensei. Eu só queria dizer que eu te amo, Demi. Alex Russo foi a personagem criada por mim para Selena Marie Gomez não passar de um corpo enterrado a sete palmos da terra. E, se você estiver brava comigo, peço que me perdoe, eu não quis te magoar”.

Existe alguém mais fofo que a Selena na Terra? Com certeza, só minha Miley pode ser mais fofa que a Sel. Ela estava tão madura, e, contudo, mais harmônica. Me fazia esquecer daquela garota meio tímida e insegura que eu conheci. Ela, quando ninguém conseguia entender minhas ideias e dúvidas, conseguiu me ouvir e me aceitar... No meu jeito meio psicopata-fofa de ser. E, sua única música, composta — exatamente letra por letra, cada grafite que fora usado no papel que ela escreveu — fora para mim. A música se chamava “Who Says”, e eu gravei ela toda (na cabeça) quando ela pequena, algumas frases passam brevemente em minha cabeça, mas não ela inteira. Talvez Selena ainda tenha o manuscrito, mas, perdi as esperanças. Minhas memórias de antigamente voltaram — algumas —, e, senti meu coração fervendo, talvez de tanto amor ao pensar naquela época de fazer amizades e conhecer pessoas que realmente me amavam.

— Então quer dizer que seu novo nome é Alex Russo? — caçoei. Marie se remexeu em meu colo, então coloquei-a no sofá, e levantei, com os olhos de Selena grudados nos meus, esperando alguma resposta ou reação minha para o que ela tinha me contado. Mas eu, por partes, não estava muito surpresa. Minha mente realmente surreal criava tantas coisas, e, tudo que Selena disse, tinha passado por ela. Menos a parte do “Alex Russo” da qual eu achei genial e criativo. Barroco, eu diria. — Olha Sel, não é novidade para mim — tornei a dizer, e seus olhos se arregalaram. —, digo, eu já tinha criado teorias em minha mente. Por mais que eu tivesse visto seu caixão, eu não vi seu corpo, e não nos permitiram. Você foi inteligente, confesso.

 — Que susto, Demetria! — Levou sua mão ao peito, deixando o ar de seus pulmões saírem por sua boca coberta de gloss labial. — Você quase me matou. Pensei que eu tivesse sido descuidadosa. Nunca mais faça isso!

— Desculpe — sorri e peguei sua mão, levantando-a do sofá. — precisamos falar com Dianna e Eddie. Eu tenho uma novidade a te contar. O nome da minha filha é Selena Marie De La Garza. Selena Marie em sua homenagem, já que você era minha paixão, e talvez ainda seja. Talvez você seja meu Grande Talvez. Isso soou romântico demais, não? — perguntei, entortando meus lábios em um bico, e voltando a pensar. Selena foi o motivo da minha recuperação no passado. Miley é o motivo de eu me manter sóbria hoje, e Marie, minha filha, é o motivo de eu ainda estar viva. Talvez meus “Grandes Talvez” sejam elas. — Desculpe Sel, fiquei horas lendo e relendo o livro do John Green, Quem é você, Alasca?, então eu tirei muitas conclusões de biografias e palavras finais das pessoas. Enfim, podemos conversar com minha mãe?

Então Selena assentiu. Fomos à cozinha, e, meu pai e Miley tinham saído de lá. Maddie e minha mãe faziam uma espécie de macarrão com queijo. Que não levava queijo, e, sim, requeijão. Às vezes comíamos com torrada junto a ketchup, isso, quando eu e Maddie éramos mais novas e não tínhamos vontade de fazer café de tarde, então corríamos ao quintal e eu, Maddie e minha irmã Dallas comíamos àquilo. Dallas sempre foi afastada, quase não mantenho contato com ela, então, ela mais me parece uma desconhecida do que uma irmã minha. Ela tomou rumos diferentes dos meus. Eu, preferi me ferir a ferir outra pessoa — quando faziam bullying comigo, Dallas sofria disso também. Ela, por sua vez, preferiu me ferir e largar a família para virar médica em uma cidadezinha do sudeste da Inglaterra. Parece que as pessoas amam esse país, tantas sonham em ir para lá. Se bem que no atual momento político dos Estados Unidos não é muito saciável estar aqui.  Selena e eu conversamos com minha mãe e Maddie. Suas reações foram mais aceitáveis que a minha, elas agiram como se fosse só mais um “mero detalhe”, mas para mim, Selena estar viva, era motivo de comemoração prolongada. Então, Selena e eu fomos à sala novamente, deixando minha mãe e irmã em paz, já que elas reclamavam de nós estarmos tirando concentração delas.

— Eu não acredito que você me homenageou pondo meu nome em sua filha — comentou, e eu me aproximei dela, sentando em suas coxas. Ela, sentada no sofá, passou a acariciar meus cabelos, então tornou a dizer: —, digo, isso é muito gay. Você é muito gay, babe.

— Sou muito gay, isso é inevitável. Mas, essa homenagem foi algo natural, e eu senti que precisava fazer isso. Essa garotinha dos olhos verdes e cabelo loiro, com sardinhas em suas bochechas me fez querer viver de novo — enunciei, deitando minha cabeça em seu ombro.

— Ela parece com você. É preguiçosa. Está dormindo há quanto tempo?

— Umas... — olhei meu relógio de pulso. Eu nem sabia o motivo de colocá-lo hoje, mas minha vontade foi muita. — três horas.

Passamos um tempo daquele jeito. Eu tentando relembrar de como era quando Selena me abraçava quando eu tinha um pesadelo durante a noite, ou como quando nós dormíamos na grama do quintal de minha mãe. Abraçadas, unidas, e, agora que ela voltou, sempre será assim. Amo Selena com todas as minhas forças, e, sou apaixonada por essa menina. Na realidade, agora, Selena é uma mulher. Uma mulher com seus 27 anos de idade. Sim, sou 2 anos mais velha que Selena, mas idade nunca foi uma preocupação minha.

— Atrapalho? — Ouvi a voz de Eddie. Estava grossa. Coisa que acontece quando ele passa muito tempo falando, provavelmente ele e Miley conversavam alguma coisa. Sobre mim, talvez, mas não quero ser muito egoísta ou “me achar” demais.

— Não pai.

Então Miley apareceu. E eles dois se sentaram no sofá. A minha frente. Querendo explicações. E o discurso começou. Selena explicou sua estória para eles, que, ficaram surpresos, inclusive Miley, que me fuzilava com o olhar desde que me percebeu fazendo carinho nos cabelos ondulados e macios de Selena. É engraçado como ela diz que não é ciumenta, e nega de todas as formas, mas, às vezes tem suas recaídas, e quando isso acontece, não é muito bom para meu lado. Ou é. Porque quase sempre acaba em sexo selvagem, no qual ela desconta toda, digo e repito, TODA sua raiva dentro de mim. E eu nunca me esqueci, até hoje, de quando ela teve ciúmes. Nosso almoço seguiu normal. Eu nem precisava dizer que Selena era da família, pois ela era super modesta — para ser irônica — e disse: “não precisam se preocupar, sou de casa, sei disso”. E, a partir desse momento, tudo voltou a ser como era antes. Tirando o fato de Miley apertar minha coxa com força debaixo da mesa, e eu soltei um gemido vez ou outra, mas nada que não pudesse ser despistado. Minha incrível Marie acordara alegando que seria apenas para comer, já que sua preguiça era tanta que ela só queria dormir.

Pensei: ela realmente é a minha filha.

Pensei: se bem que eu me motivo para outras coisas também.

E a malícia voltava aos poucos.

Quando deram seis da tarde, Miley disse que iria embora, e, assim, fomos para sua casa. De taxi. Porque, dizia Miley que eu não podia dirigir. E eu não sou desobediente, chamei o taxi. Mas continuei de cara emburrada durante a viagem. Eu gosto de dirigir. Tirar coisas de mim é querer uma Demetria insuportável te enchendo o saco.

— Então quer dizer que aquela sua amiguinha te chama de “babe” — ela imitou a voz de Selena tão ridiculamente que eu me pus a rir. Selena não tinha uma voz tão fina, mas pude dizer que saiu quase de forma perfeita. — Demetria?

— Hum... É... Ela me chama de babe. — Parei de rir. Lembrando que eu tinha problemas.

Eles eram: 1) eu sou apaixonada por Selena; 2) sou apaixonada por Miley e 3) ambas são irresistíveis. Mas Miley, com certeza, é o amor da minha vida. Bom, não com tanta certeza, pois, ora! Nunca temos certeza de nada! Por mais que seja um amor intenso, não podemos ter certeza de nada. Amamos e ponto. É um sentimento imprevisível.

— Se você quiser me fazer ciúmes Demetria, sabia que... — ela segurou meu rosto com força. Era notável sua mudança de humor e conceitos repentina. — eu vou te foder tanto, mas tanto, que você vai ter que usar cadeira de rodas.

Engoli a seco. Miley falava sério, e quando ela dizia naquele tom, eu tinha medo dela. Espero que o universo conspire a meu favor, se não, estou completamente perdida.

 

 


Notas Finais


estou inspirando-me na escrita do John Green. Ele me fez sofrer, confesso, porém era de se imaginar que aquilo aconteceria com a Alasca.
Enfim, o que acharam da estorinha da Selena?
comentem :)
PQ EM BABYGIRL VCS NON FAZEM ISSO, parei agora, hum... Vou nessa (lembrei do nome Vanessa KKKKKK, DELETA)
fic DILEY abaixo :)
https://spiritfanfics.com/historia/babygirl-6638056


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