História Teacher — T.O.P - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Aluna, Bigbang, Professor, Top
Visualizações 160
Palavras 2.339
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


PENÚLTIMO!

Capítulo 19 - Fotos para mamãe


— Quem diria que a menina que fica apenas de blusa e calcinha na minha casa veste um pijama comportado aqui. — Lá estava ele, com uma calça moletom cinza e uma blusa de manga branca pura encostado na porta da cozinha.

— Pensei que estivesse dormindo, eu só vim aqui beber leite. — Eu sorri de um jeito nervoso mostrando para ele o copo com bastante leite, "Ele não seria louco de tentar alguma coisa ali mesmo comigo? Seria?" Era isso que corroía minha mente.

— Posso te dar um tipo de leite melhor que esse. — Ele sorriu malicioso se aproximando, eu apenas engoli seco tomando um pouco de leite rápido demais e acabei derramando na blusa. — Ya! Você é bem desastrada também, acho que se fosse o que eu estou te oferecendo você teria cuidado. — Quando percebi eu já estava encostada no balcão da pia e ele olhava fundo nos meus olhos me deixando intacta ali, o copo de leite que estava em minha mão foi para dentro da pia desperdiçando todo aquele leite.

— A-acho que você não devia ter feito isso com meu leite. — Eu dizia procurando alguma forma de sair do corpo de Choi, suas mãos foram colocadas em minha cintura me deixando sentada em cima do balcão. Ele era bem rápido quando se tratava de algo picante.

— Eu já disse que posso te dar outro melhor, basta você querer. — Ele sussurrou em meu ouvido ameaçando adentrar sua mão por dentro da minha calça de pijama.

— C-choi aqui não. — eu tentava de alguma forma colocar na mente dele que estávamos na cozinha da minha casa e minha mãe poderia aparecer. — Não podemos fazer isso aqui, estamos na minha casa e eu não m-moro sozinha. — Já era tarde de mais, seus dedos massageavam meu clitóris eu me contorcia devagar e fazia força para não soltar nenhum gemido, minha íntima pulsava porque eu queria impedí-lo mas queria aquilo.

— Já está molhada e eu nem comecei a brincar com você, não sei dizer se isso é bom ou ruim. — Ele penetrou um dedo rapidamente me fazendo segurar em seus braços e apertar com um pouco de força e lentamente o dedo de Seunghyun se mexia dentro de mim, eu fechava os olhos com força tentando não reproduzir nenhum som. — Será que eu vou ter que acrescentar outro dedo?

— Não! Vamos sair daqui, quer ir para meu quarto? Ou para o que você está dormindo?— Eu dizia ofegante sentindo seu dedo apenas parado dentro de mim, ele fazia uma cara pensativa com seu lábio inferior entre os dentes. Quando ele se virou para me encarar eu não consegui identificar sua resposta.

— Quando eubterminar o que comecei aqui, vamos para o seu quarto, você mesma disse que sua mãe tem o sono pesado, ela não vai acordar. Eu sei muito bem o que você quer eu só não irei te dar agora, no momento você precisa ser castigada. — Ele penetrou o segundo dedo estocando forte, naquele momento eu queria colocar qualquer coisa na minha boca para abafar meus gemidos, a única coisa que vinha na minha cabeça era os lábios de Seunghyun.

— O q-que eu fiz para merecer isso?

— Está usando esse pijama irritante, gosto quando você está com alguma roupa minha, de camisola, apenas de roupa íntima ou pelada. — Com uma de suas mãos vagas ele abaixou a calça junto com a calcinha deixando-os em meus pés, seus olhos admiravam o entra e sai dos seus dedos em minha intimidade enquanto eu puxava sem força seus fios soltando gemidos baixos em seu ouvido. Eu já sentia os espasmos estava quase na hora de explodir, mas Choi tirou seus dedos colocando um deles em sua boca soltando uma risada maldosa, o outro veio para a minha que eu chupei com todo prazer do mundo mas eu estava irritada porque ele parou quando eu já estava quase.

— Não quer que eu goze?

— Ainda não, pode se segurar até chegarmos no seu quarto?

— Posso sim, mas o que você vai fazer antes de irmos para lá? — Ele não disse nada, apenas sorriu usando suas mãos para separar meus lábios, quando percebi que ele estava se abaixando eu fechei os olhos jogando a cabeça para trás já sentindo um beijo gelado em minha íntima, naquele momento eu soltei um gemido por acidente, o maior em reprovação apertou minha coxa com força começando a penetrar sua língua. Eu não tenho controle quando ele começa com aquilo mas dessa vez eu me surpreendi com a calma que eu estava tendo. Infelizmente não durou muito já que ele tinha em mente que com aquilo eu iria gozar rapidamente, Choi me tirou de cima do balcão e me vesti sem dizer nada, ficamos em silêncio até ele me puxar e me beijar, nos beijamos até perder certo fôlego e eu acabei soltando uma risada.

— Do que você riu?

— Você não tem um pingo de vergonha né!

— Acho que não — Ele sorriu mordendo o lábio. — Vai me dizer que isso é ruim, eu ser sem vergonha. — ele sussurrou em meu ouvido dando um leve tapa com um aperto em minha bunda.

— Já pensou se minha mãe aparece, estaríamos mortos!

— Vamos parar de falar da sua mãe antes que o amiguinho lá em baixo desanime, quero conhecer seu quarto. — Respirei fundo e assenti dando a mão ao menor seguindo para meu quarto. Engraçado, não me lembro da luz do corredor de cima estar acesa quando desci.

— Bem vindo! — eu sorri deixando o maior entrar primeiro, ele observava bem cada canto, cada detalhe e cada móvel que lá tinha e também nos pôsters coreanos.

— A quanto tempo você curte esse tipo de música?

— K-pop? Sei lá, 3 anos acho.

— Bem antes de me conhecer. Não encha nosso quarto com isso quando estivermos juntos tudo bem? — Eu ri da sua cara de desespero, eu realmente tinha muitos posters nem eu percebia.

— Não posso te prometer isso. — Eu sorri fofo me aproximando do mesmo brincando com a gola de sua camisa

— Você vai ter um lugar especial só para eles na nossa casa, pode ser? — Suas mãos foram depositadas em minha cintura e eu ganhei um beijo caloroso na testa.

— Tudo bem!

— Agora que já estamos aqui e falamos um pouco sobre seu quarto, quero experimentar sua cama. — Ele se aproximou da cama de casal se sentando, depois de um breve momento tirou os chinelos e se deitou ficando esparramado na cama, aproveitei que seus olhos estavam fechados e tirei a calça ficando apenas com a calcinha vermelha me sentando em cima do membro do maior.

— Nunca pensei que a gente ia poder ficar assim dentro da minha casa. — Eu dei um sorriso de canto e ele abriu os olhos segurando minha cintura.

— Eu nunca arrisquei tanto em algo como estou arriscando hoje, eu sou mesmo um louco.

— Sim você é! Vai ficar aí só experimentando minha cama?

— Ela faz algum tipo de ruído?

— Não, mas se você fizer as coisas com força ela vai bater na parede que é justamente o quarto da minha mãe.

— Tudo bem, vou pegar leve. — Ele inverteu nossa posição começando a morder levemente meu pescoço e seus dedos acariciavam minha íntima por cima da calcinha, seu membro já estava ereto e unica coisa que ele fez foi colocar a calcinha de lado e me penetrar fundo, segurei firme em suas costas enquanto recebia suas estocadas fortes e fundas, eu queria tanto gemer mas o nível de perigo era tanto que me impedia até de chamar seu nome, eu apenas gemia pelos pensamentos na esperança de que Choi ouvisse e gostasse. Eu não consegui me segurar por muito tempo, algumas penetrações depois eu já estava gozando intensamente, eu mordia o ombro de Seunghyun e cravava minhas unhas em suas costas para abafar meus gemidos, ele não parava de me penetrar até que fizesse o mesmo só que fora de mim, o maior se jogou ao meu lado ofegante, euno abracei deitando a cabeça em seu peito enquanto ele acariciava meus fios calmamente.

— Adivinha que horas são? — perguntou o maior com uma voz rouca e arrepiante.

— Hmm, 4 da manhã?

— Errou, 5 da manhã, eu preciso ir. — Não resisti em fazer um bico quando ele disse que tinha que ir embora, mas eu tinha que aceitar sem reclamar já que estávamos em minha casa. Pegamos as coisas que ele comprou para mim no carro e deixarmos na sala antes dele ir embora, aquela partida estava sendo tão estranha, meu coração estava apertado como se ele fosse embora para sempre, nunca tive uma sensação igual aquela.

— Até daqui a pouco. — Dei um sorriso fraco abraçando o maior que me virava bem colocava entre o carro iniciando um beijo calmo e demorado, até perdermos o ar.

— E-eu não vou poder dar aula hoje, nem na escola e nem as nossas aulas particulares.

— Porque?

— Tenho que resolver algumas coisas, principalmente sobre a prisão de Seungri. — Respirei fundo e apenas assenti o abraçando forte, porquê algo me diz que eu não devia soltá-lo? O que está acontecendo? AAAAAAAAH!

[...]

Realmente a escola estava chata, eu estava sozinha, Seunghyun não respondia minhas mensagens, minha mãe não conversou comigo na vinda para a escola sendo que é uma coisa que ela sempre fazia, o dia está completamente estranho e ainda por cima o tempo está fechado, meu corpo não está se dando bem com isso tudo.

[...]

Com o tempo nublado eu não consegui identificar que horas eram, quando eu peguei o celular vi que já eram 17 horas da tarde, a casa estavam um completo silêncio já que minha mãe provavelmente estava fazendo faxina em algum lugar ou sei lá o que.

— S/NTODO! — Meu nome nunca ecoou pela casa desse jeito foi a coisa mais assustadora que já aconteceu em todos os capítulos, quer dizer, semanas, estou pegando a mania de Seunghyun.

— O que foi mãe? — soltei um sorriso inocente para a mais velha que tremia com algumas nas coisas na mão.

— Me diga que o que eu estou vendo aqui seja apenas loucura minha. — dei de ombros e fui até ela pegando as coisas que estavam em sua mão, eram fotos e não eram nada bonitas.

Todos os momentos que passei com Seunghyun estavam novamente em minha frente como fotografias, a primeira vez que fomos a praia, nosso primeiro final de semana juntos, nós dois brincando com lunar, as várias posições que fazíamos na sala e novamente no quarto, ver aquelas fotos me fotos me paralisou, Sui Hee não iria acabar com a minha vida mesmo dizendo a ela que eu ficaria com Choi, tentei dizer isso para nela mas mesmo assim continuar com ele sem que ela descobrisse.

— ME EXPLIQUE ISSO!

— Mãe, calma! Eu vou explicar tudo!

— Eu não acredito que isso acontecia pelas minhas costas e eu realmente não conseguia acreditar. O-ontem! Na cozinha, no seu quarto. Olha só no que você transformou! — Numa completa pervertida. — Tudo culpa de um professor pedófilo...

— Mãe ele não é pedófilo!

— ELE É SIM! Não tente defende-lô, por mais que você tenha caído em tudo que ele disse ou te prometeu, ele é um pedofilo e tirou a inocência da minha filha. — Minha mãe começou a chorar, vai ser difícil convencer a ela de tudo que aconteceu nesse tempo todo. — O que ele te dava em troca? Notas altas? Dinheiro? O que ele te dava?

— Amor.

— Ele te iludiu tanto assim para você conseguir dizer isso?

— Mãe ele não me iludiu, ele foi mais verdadeiro que qualquer menino da minha idade.

— Filha, um homem como ele não faz juras de amor à uma pequena criança como você, entenda isso, ele só te usou.

— Ele não me usou! Ele me amava, ele cuidava de mim, ele me dava carinho até atenção, ele não queria só me usar. Olhe só! Ele me pediu em casamento. — Quando eu mostrei o anel para minha mãe ela ficou mais chocada ainda, sacodia a cabeça dizendo baixo que aquilo não era real. Desculpe mãe, infelizmente era.

— Então quer dizer que você pretendia se casar com um Pedófilo? Você não pensa S/n?

— Ele não é um pedófilo, quantas vezes terei que dizer isso?

— ELE É UM PEDÓFILO! EU TE CRIEI TÃO BEM A VIDA TODA, TEM ENSINEI TUDO QUE DEVIA SABER, AGORA VOCE ME APARECE TODA SEDUZIDA POR UM HOMEM 14 ANOS VELHO QUE VOCÊ

— QUAL É O PROBLEMA? SÓ POR CAUSA DA IDADE DELE? EU FAZIA TUDO ISSO POR CONTRA PRÓPRIA, PORQUE EU QUERIA, NAO FUI OBRIGADA A NADA!

— S/n, olha só como você está agindo, você não era assim, isso é tudo culpa daquele homem.

— Não é culpa de ninguém, eu mudei porque quis, eu já tenho 16 anos não acha que já estava na hora da sua filha amadurecer?

— Achar que um homem como seu professor te ama não é amadurecer.

— ELE ME AMA!

— AMA? AMA MAIS QUE SUA MÃE? QUE QUER SEU BEM ANTES QUE VOCÊ FAÇA ALGUMA LOUCURA?

—EU ACHO QUE ELE ME AMA MAIS QUE VOCÊ SIM! SE VOCE REALMENTE ME AMASSE ESTARIA ACEITANDO E NÃO CRITICANDO E CHAMANDO ELE DE ALGO QUE ELE NÃO É!

— O que você disse? Se tem certeza de que ele te ama assim porquê ainda não foi viver com ele?

— Não acha que eu já pensei nisso? — E foi nesse instante que eu descobri uma coisa, os piores tapas são os que uma mãe dá no filho.

Eu fiquei sem rumo depois de receber um tapa da minha mãe bem no meu rosto, percorri toda a cidade chorando ao me lembrar da cena, não acredito que tudo chegaria a esse ponto e minha mãe de maneira alguma acreditaria em mim. O lugar onde eu iria me consolar e esquecer de tudo estava apagado, ele não voltou para casa? Me aproximei da porta e estranhamente ela estava fechada.

Eu não devia ter saído daquele abraço de manhã.


Notas Finais


FALTA APENAS UM! UM CAPÍTULO PARA FINALMENTE DESCOBRIREM SE ELES FICARAM JUNTOS OU NÃO! MAUAHAHAHAHHAHAHAHA.

Teorias? Me mandem teorias! Comentem, adoro quando vocês fazem isso. Acho que vou fazer algo antes do último capítulo sair então se preparem.

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