História Tears of Blood - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jihope, Jungkook, Taegguk, Taehyung, Taekook, Tawesug, Vkook, Yoonseok
Exibições 455
Palavras 2.705
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - 0.4 - Suas Dóceis Mãos


Fanfic / Fanfiction Tears of Blood - Capítulo 5 - 0.4 - Suas Dóceis Mãos

 

O dia raiou e com ele a preguiça e de levantar da cama quentinha. Jeongguk quis se aninhar mais ainda àqueles lençóis que, mesmo ásperos, eram confortáveis para seu corpo cansado. Quando observou o quarto, só notou a presença de Jeonghan, que lia um livro em silêncio em sua cama.

— Que bom que acordou. Não faz ideia do quanto estou entediado. Já faz uma semana que estou nessa cama. — O rapaz de cabelos longos lhe falou. Jeongguk já calçava os sapatos.

— O senhor Taehyung não falou quando vai poder andar? — Indagou o pequeno garoto, levantando-se e suspirando ao falar o nome do homem do dia anterior, aquele que lhe foi tão gentil. Observou a rosa apoiada em cima da mesinha que havia encostada à parede, ainda tão viva. Lembrou-se de que ela logo morreria se não fosse colocada em água, sendo assim, pegou um copo e encheu com o líquido que estava em uma jarra, banhando a flor com a vida novamente.

— Dentro de uma semana, talvez. Aliás, foi ele quem te deu isso? — Jeonghan comentou, um sorriso em sua face. Jeongguk corou mais do que já havia se lembrado, e acenou lenta e timidamente. — Jimin não dormiu aqui ontem. — O garoto falou, chamando a atenção do moreno.

— Por que não? — Indagou.

— Não sei. Ele escapuliu no meio da noite e sabe lá para onde ele foi. Yoongi saiu cedinho pra adiantar umas coisas, pediu para você esperar ele quando acordasse. — Jeongguk assentiu, voltando a se sentar em sua cama.

Observou o curativo em sua mão, ainda estava limpo e branco, não iria precisar trocar ainda naquele dia, esperava ele. Sorriu ao lembrar-se do toque sutil do homem mais velho, um toque tão acolhedor que ele jamais achou que sentiria novamente. O sorriso foi espontâneo, leve, fazia tempo que não sorria assim, sozinho, com lembranças. Ultimamente elas eram carregadas de dor e sofrimento e, com certeza, não são sorrisos que elas acarretam. Por sorte, na noite passada Jeongguk não dormiu em prantos. Muito pelo contrário. Estranhamente ele caiu no sono rápida e gradativamente. Dormiu a noite inteira e acordou se sentindo renovado. Não sabia o motivo da mudança repentina, contudo, agradeceu a qualquer divindade por aquilo.

Se passaram alguns poucos minutos desde que acordou, quando ouviu a porta se abrir e dela surgir uma figura pálida e, se Jeongguk estivesse enxergando bem, com lágrimas nos olhos.

— Jeongguk, vem, vou te mostrar seu trabalho. — Falou breve e saiu, nem ao menos estendeu a mão para que o rapaz a segurasse como de costume.

Jeongguk tentou acompanhar os passos do outro, mas este andava rápido e sem olhar para trás. Por sorte, Yoongi tinha pernas tão curtas quanto as suas, por isso ele conseguiu, assim que correu um pouco, alcançá-lo. Respirou fundo, não estava acostumado a correr e a andar tão rápido.

— Algum problema? — Perguntou Jeongguk. Estava preocupado com o outro, mesmo que o conhecesse há pouquíssimo tempo, ele já havia percebido que aquele não era o comportamento comum que o acastanhado exercia.

— É só… Alergia. Não se preocupe. — Mais do que ninguém, Jeon sabia quando alguém disfarçava choro. Olhe para ele, melhor ator em esconder seus sentimentos do que Jeon Jeongguk? Ainda não haviam criado. Contudo, sabia que falar sobre o ocorrido, ao contrário do que muitos diziam, não ajudava e sim só tornava o problema mais doloroso, então decidiu aceitar a escolha do mais velho de se manter em silêncio.

Chegaram a um local que parecia ser o estábulo. Havia alguns amontoados de feno em todos os locais, junto com baldes de água e o que pareciam sacos de ração. O moreno se encantou com a beleza dos animais presos em cada qual sua cabine. Havia cavalos de todas as cores; preto, branco, caramelo, mestiços. Jeongguk sempre foi um grande fã de animais e só o pensamento de que poderia trabalhar com eles lhe dava certa alegria.

— Você vai ter que cuidar dos cavalos. O nosso antigo cuidador ficou muito doente e teve que parar as atividades assim como Jeonghan. Você só vai precisar alimentá-los e dar banho neles, limpar as cabines e tudo mais. Tudo bem? — Yoongi falava rápido, mas deu para o menor acompanhar direitinho e entender o que ele quis dizer.

— Tudo bem. — Assentiu e Yoongi lhe mandou um sorriso amarelo.

— Eu tenho trabalho agora. Você tem tudo o que precisa aqui. Dentro de algumas horas eu volto pra te levar pra comer. — O moreno maneou a cabeça positivamente. Não sentiu falta do café da manhã, o que lhe foi estranho, mas preferiu ignorar.

Quando Yoongi saiu, Jeongguk suspirou e olhou tudo em volta. Pás, sacos de ração, feno… Pelo que seu falecido pai lhe contou, cavalos deveriam comer primeiro a ração que lhes era dada e depois o feno, que servia mais como um “aperitivo” do que qualquer outra coisa.

Com muita dificuldade, conseguiu colocar ração em todos os recipientes que havia dentro de cada cabine dos animais, vendo-os contentes pela comida dada. Chegou, então à última cabine do estábulo.

Um belo e imponente cavalo de pelos negros estava lá. Jeongguk podia ver seus músculos e o porte luxuoso do animal. Deveria ser do Senhor Jisoo, com toda certeza. A pelagem do cavalo era tão brilhosa e cintilante que dava gosto de olhá-lo. O pequeno garoto sorriu, pois pequenas coisas lhe faziam feliz. Ao depositar o alimento do animal, contudo, diferente dos outros, ele não correu para devorar a ração. Ficou com a cabeça baixa o tempo inteiro, fazendo barulhos desgostosos, como quem chorava. Jeongguk, então, abriu a pequena portinha da cabine, adentrando o espaço e se aproximando do animal.

Jeongguk se assustou um pouco quando, no canto da cabine, pôde ver o que parecia ser um filhote envolto em líquidos viscosos e sangue. Tirou a conclusão de que o cavalo, então, era uma égua, e que aquele pequeno filhote morto lhe pertencia. Jeongguk sentiu sua dor. Perdeu alguém importante para si assim como ele, podia sentir o quão triste ela deveria estar, mesmo muitos falando que animais eram desprovidos de sentimentos.

O Jeon chegou mais perto da égua, levando suas pequenas mãos até a crina igualmente negra do animal, acariciando seus pelos com sentimentos.

— Sinto muito pela sua perda… — Sussurrou, ainda acariciando sua crina. — Eu também perdi muitas pessoas importantes para mim, eu sei como você se sente. — Conversava com o animal como conversava com um humano e realmente não via diferença, pois os animais eram tão ou talvez mais inteligentes que os seres humanos. — Você pelo menos pode ter outros filhotinhos, já eu… — Encostou a testa no pescoço da égua, fechando os olhos e se permitindo o silêncio em respeito a ela. Continuava com o carinho em seu pelo, percebendo que aquilo a acalmava.

— Podia me ensinar sua técnica. — Jeongguk se assustou com a voz repentina que apareceu no ambiente. Abriu os olhos de repente e olhou na direção da voz, podendo ver o senhor Taehyung parado em frente a porta. Um chapéu em sua cabeça, uma calça de brim e uma camisa de linho com os três primeiros botões abertos, assim como no dia anterior. — Bao não me deixa acariciá-la… Poderia me ajudar com isso. — Cruzou os braços e sorriu para Jeongguk, que se separou da égua e olhou para o chão, mastigando o interior das bochechas, envergonhado.

— Ela estava triste, eu só quis consolá-la. — Falou, indicando o pequeno filhote no canto. Taehyung adentrou a cabine e observou mais de perto o filhote morto.

— Quando eu parti ela já estava prenha, é uma pena que ele não tenha resistido. — Taehyun lamentou.

— Ela vai poder ter outros. — O Jeon falou, tentando ver o lado positivo.

— Vai sim, Jeongguk. É muito bom que seja otimista. — Taehyung lhe sorriu bondoso e o menor retribuiu. — Posso ver? — indicou sua mão enfaixada e Jeongguk estendeu para o maior, que a analisou por alguns instante, gentilmente. — Ótimo. Depois eu vou até o alojamento de vocês trocar os curativos do Jeonghan e troco os seus. — Sorriu e quebrou o contato com a mão alheia.

— Minha rosa ainda está viva, eu a coloquei na água. — Jeongguk falou, um sorriso em seus lábios ao lembrar do presente.

— Mesmo? Fico feliz que tenha gostado. — Taehyun retribuiu o gesto igualmente feliz.

— Ela é muito linda e cheirosa. — Kim Taehyung gostaria de soltar um galanteio como “igual a você”, mas se segurou. O menino parecia ainda muito criança para ouvir flerts de um homem mais velho.

— Jeongguk, pode arrumar Bao amanhã para mim? Eu vou precisar dela amanhã, quero caminhar um pouco perto do rio e como seu caminho é pela floresta, acho melhor ir à cavalo. — Explicou o mais velho e Jeongguk assentiu.

— O rio? Ele é muito bonito. — Jeongguk afirmou. O rio em que a floresta dava era realmente magnífico. Havia uma cachoeira gigantesca e várias árvores e pedras ao seu redor.

— É verdade. Você costumava ir até lá? — Indagou o maior e Jeongguk riu, negando. O sorriso estava ficando comum em seus lábios quando estava diante de Kim Taehyung.

— Não. Minha mãe me levou uma vez quando eu era pequeno. — Ele falou e Taehyung assentiu.

— Gostaria de ir comigo até lá? Deve ser chato ir sozinho para um lugar tão lindo. — Sorriu bonito, aquele conjunto de dentes brancos que formavam um sorrir retangular.

— Está falando sério? — Jeongguk arregalou os olhos, realmente impressionado com o convite.

— Claro. Papai nem lhe dará falta, voltaremos logo. — Jeongguk mostrou os dentinhos salientes que ele possuía em seu sorriso. Taehyung sentiu um quentinho em seu coração diante daquele sorriso retangular.

— Obrigado, senhor. — Ele se curvou em uma reverência, porém Taehyung segurou em seus ombros e lhe colocou na posição anterior. Não admitiria nem em mil anos um menino lindo como aquele se curvando para si.

— Taehyung. Me chame de Taehyung, Jeongguk. — O mais velho falou e o pequeno garoto sorriu e corou.

— Me desculpe. — Pediu, olhando para os pés.

— Não se desculpe. — Sorriu e acariciou de forma efêmera sua bochecha vermelha. — Eu vim apenas ver se Bao estava bem alimentada e matar um pouco a saudade dela, apesar desta garota insolente não me deixar acariciá-la. — Taehyung disse. — Nos vemos amanhã, Jeongguk? — Taehyung estendeu sua mão para o menor, que estendeu a sua própria para ele que, ao invés de apertá-la, a levou até os lábios e deu um selar nas costas da mão pequena, que só contribuiu para que Jeongguk sentisse suas bochechas cada vez mais quentes.

— C-claro… — Engoliu em seco e quebrou o contato das peles.

— Até lá então. — O Kim falou e virou em seus calcanhares para ir embora, não sem antes tentar tocar o pelo negro de Bao, que relinchou feroz para ele, que lhe mostrou a língua. — Grossa. — E saiu do estábulo, deixando Jeongguk a suspirar e ainda com as bochechas tão quentes quanto fogo.

                                                                                                    (...)

— Eu já falei que não foi nada! — O tom era grave, irado. Jeongguk até se assustou um pouco quando entrou no quarto já findado o dia e encontrou Jimin e Yoongi se encarando sérios. O rapaz de pele pálida tinha os olhos cheios de lágrimas, Jeongguk se lembrava de tê-lo visto assim pela manhã.

— Você não está com essa cara o dia inteiro por nada, Min Yoongi. Foi o senhor Jisoo? Ele…

— Não! Mas que droga, Jimin! — Jeongguk entrou de fininho e sentou-se em sua cama, tirando os sapatos e encostando-se à parede, ele e Jeonghan apenas observando a pseudo discussão que ali nascia.

— Você não estava com alergia? — O moreno decidiu se pronunciar, péssima escolha.

— Até você?! — Yoongi exclamou.

— Então me fala o que aconteceu. Você nunca fica desse jeito. Tá assim desde que o senhor Taehyung e o Hoseok chegaram. — E talvez, só talvez, Yoongi tenha sentido todas as lágrimas que haviam em seu corpo desceram pela linha lacrimal e escorrerem por  bochechas. Ele ainda tentava manter a pose centrada, mas as lágrimas salgadas insistiam em cair.

— Vai dormir, Jimin. — Yoongi falou e se virou, mas Jimin segurou em seu ombro e lhe forçou a olhar em seus olhos.

— Não até você me contar.

— Você não vai querer saber. — Ele secou as lágrimas.

— Yoongi… — Jimin pede, contudo o acastanhado se levanta e, com roupas de dormir (que se baseavam em uma camiseta grande demais para si e um short) ele deixa o quarto com determinação.

Os três garotos se mantiveram em silêncio pelos minutos que se seguiram, apenas ouvindo o eco da porta batendo com força.

Yoongi andava a passos largos, sem se importar se arrastava terra ou não em seus chinelos. Ele sentia o vento frio daquele fim de tarde, já noite, bater em suas bochechas e secar as lágrimas, contudo andava sem rumo pelas dependências, apenas olhando para os pés.

— Ei, calma… — Sentiu seu corpo se chocar com um outro, o que o fez parar sua trajetória. Olhou um pouco para cima pela visível diferença de altura, podendo constatar o motivo de estar andando sem rumo por ai. Jung Hoseok.

— Me deixa passar. — Yoongi pediu, tentando empurrar o outro que lhe segurava pelos ombros.

— Por que a pressa? — Hoseok falou. Yoongi podia sentir o macio de sua camisa preta encostando em sua pele. — Ei… Por que está chorando? — Voltou a perguntar, desta vez, ganhando um olhar mortal do garoto pálido.

— Me. Deixa. Passar. — Falou entre dentes, quase soletrando as palavras por conta de sua eminente raiva.

— O que eu te fiz, Yoongi? — O moreno perguntou com o cenho franzido. — Ainda está magoado por conta daquilo?

— Você é muito cretino por me perguntar isso. Aliás, o que está fazendo a essa hora andando por ai? Ah, já sei! Vai atrás do Jimin de novo. Você sabe pelo menos a idade dele? O Jimin tem dezessete anos e você já tem quase vinte e cinco nas costas! Deveria tomar vergonha e parar de… — Suas palavras foram cortadas por braços fortes circundando sua cintura em meio ao breu que se encontrava o caminho em que se esbarraram. Parecia coisa do destino colocar o causador de suas lágrimas bem a sua frente quando queria fugir dele. Quis espancá-lo quando sentiu seus lábios pressionados aos seus, o calando de seu monólogo.

O ósculo não durou o bastante para ser aprofundado. Yoongi reuniu as forças que tinha em seu pequeno corpo e empurrou o peito do moreno, fazendo-o cambalear um pouco para trás.

— O que pensa que está fazendo? — Ele falava alto, sem se importar dos outros empregados que moravam ali próximo poderiam ouvir.

— Só estava tentando te acalmar. — O outro falou, sarcástico. Limpou o canto da boca de uma maneira sedutora e Yoongi quis, mais do que nunca, lhe dar um soco.

— Eu não acredito que está fazendo isso. O que pensa que somos? Seus brinquedos? — Hoseok olhava para ele sério. — Eu queria poder avisar ao Jimin o canalha que você é, mas ele nunca vai acreditar em mim, afinal, eu sou o Hyung chato que sempre pega no pé dele. — Fungou e continuou em seguida. — Eu só espero, Jung Hoseok, que você não faça um terço do que fez comigo com ele, porque ao contrário de mim, o Jimim ainda é muito novo pra entender que nem tudo que cafajestes como vocês nos prometem é real. — Ergueu o nariz e apontou o dedo indicador em seu rosto, lhe afrontando. — Agora segue seu rumo e me deixa em paz. E se encostar em mim de novo, eu chuto o que você tem no meio das pernas pra aprender a não mexer com Min Yoongi. — Bufou e deixou o moreno ali, estático, sem expressão e sem saber o que fazer ou falar.

Ele realmente havia esquecido o quão atrevido aquele baixinho era, além da sua forte personalidade. Estaria mentindo se dissesse que havia se ofendido com os insultos proferidos pelo mesmo, afinal, estava acostumado com aquilo. Óbvio, preferia os insultos saindo de sua boca em momentos mais íntimos, mas não iria se tocar com os nomes feios dirigidos a ele, pois sabia que merecia. Não era nenhum anjo, tinha ciência de seus atos e não se arrependia de nenhum deles, aliás, ficou muito feliz quando Taehyung lhe convidou para passar esta temporada na fazenda, sendo assim, podendo encontrar pessoas do passado e novas para o futuro.

É, definitivamente Hoseok não era nenhum anjo, mas Min Yoongi, ah… Para ele estava faltando apenas as asas.


Notas Finais


Esse capítulo ficou um pouco menor que os demais, mas eu achei ele bem necessário, então, se estiverem gostando, deixem um comentário para eu saber <3
Um beijo, até semana que vem.


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