História Techno Mutants: A Invasão Kaleniana - Capítulo 24


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Categorias As Tartarugas Ninja, Caminhos do Coração, Comando Estelar Flashman (Choushinsei Flashman), Hikari Sentai Maskman (Esquadrão da Luz Maskman), Transformers
Personagens Akira (Blue Mask), Anton "Bebop" Zeck, April O'Neil, Baxter Stockman, Bulkhead, Bumblebee, Chris "Dogpound" Bradford, Donatello, Hamato "Karai" Miwa, Hamato "Mestre Splinter" Yoshi, Jazz, Keiko (Pink Mask), Kenta (Black Mask), Kirby O'Neil, Leonardo, Megatron, Michelangelo, Optimus Prime, Oroku "Destruidor" Saki, Personagens Originais, Prowl, Raphael, Ratchet, Samira Mayer, Sayaka (Yellow Mask), Stasrcream, Takeo (Red Mask)
Exibições 7
Palavras 2.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mecha, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Sentai, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oooi pessoal como estão? Espero que bem. Desculpe por não ter tido capítulo na quinta. Semana passada estive meio doentinha e não consegui escrever quase nada. Mas já estou bem e agora, preparem-se para grandes emoções que virá neste capítulo. Espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 24 - O Diamante, o Espinho e a Evolução Parte I


Passara já duas horas depois do ocorrido com o grupo de felinas. No caminho de volta ao DEPECOM, Fredo ficara com a cabeça atormentada. Ele disse que não tinha medo das ameaças do senhor Merlin de ir até a corregedoria, mas na real ele tem sim. Todos sabem de seu comportamento extremamente violento e repulsivo. A maioria não o apoia – só o louco do Adolfo – e isso pode lhe causar muitos problemas.

Era melhor ele se cuidar, caso não queira ser expulso da corporação. Marta estava de olho nele e com certeza, não iria defende-lo caso fosse a um júri popular pelos seus atos. Mas voltemos para o agora, quando eles acabam de chegar no prédio do QG. Marta foi primeiro subindo as escadas principais seguida por Fredo e Adolfo que estavam atrás, cochichando sobre algo. Ouvimos um pouco esse sussurro entre os dois.

– Adolfo... por quê está encharcado dessa maneira?

– Perdoe-me doutor Fredo. Foi aquela felina a tal princesa lá. Ela conseguiu encantar a minha cabeça. Deve ser algum feitiço mutante. – Feitiço mutante? – Eu não sei mais o que fazer doutor. Eu acho que vou sucumbir.

– Mutantes não praticam feitiçaria. Claro, tirando alguns casos. Mas pare de falar bobagens. Isso não existe. E outra coisa: trate se de colocar uma farda mais seca. Você molhado desse jeito me dá calafrios.

Voltemos agora a Marta. Ela parecia confiante. Mas ela sentia que algo bom iria aparecer. Apesar do tamanho estresse que tinha com Fredo nas missões. Ela preferia sair sozinha com a sua equipe, porém ele era o delegado principal e precisava estar presente sempre. Mas teve uma surpresa inesperada quando abriu as portas de vidro da segunda entrada.

Estava sentada em um pequeno sofá de couro que ficava ao lado da porta para os escritórios, sua melhor amiga e ex companheira de batalha Samira. A mutante que acabou saindo por motivos fortes. Não poderia manter sua filha Azuka dentro do prédio e acabou se demitindo. Então o porquê da volta?

Os motivos não importam para Marta que correu para abraçar a amiga. Já Fredo não teve a mesma emoção ao vê-la, já que Samira era uma mutante. Ouvimos agora um pouco do diálogo entre elas.

– Ai Samira. Fico muito feliz pela sua volta minha amiga. Agora é para ficar, não é? Não quero ter de me separar de você outra vez.

– Não se preocupe. Eu não vou embora tão cedo. Eu consegui uma babá para a Azuka. É um cara que estava todo machucado que bateu na porta de casa. Eu fiz um acordo com ele e parece surtir efeito. Dou comida e casa para ele e em troca, ele cuida da Azuka.

– E você o conhece direito. Por favor, Samira... tome cuidado. Ele pode ser um perigo para você e a menina. Ele é um mutante?

– Sim. Um telepata. Um mutante muito forte. Mas não precisa se preocupar. Caso ele seja um farsante, eu acabo com ele. Eu também tenho poderes telecineticos, lembra? Só não me poderei deixar minha raiva se aumentar por certos tipinhos que existem por aqui. – Samira disse, olhando direto para Fredo que estava parado na frente das portas cristalinas. Ele logo percebeu que a provocação era para si e foi direto para ela.

– Vejo que a mutante retornou. – Dizia com cinismo – O que está fazendo aqui? Achei que havia lhe expulsado daqui.

– Primeiramente, você nunca me expulsou. Eu saí por vontade própria, pois você havia expulsado minha filha aos berros. E agora, estou de volta. Consegui alguém para cuidar dela, e te aviso uma coisa: – Ela aponta sua grande espada para o queixo de Fredo que ficou imóvel não expressando nenhum sentimento – Se tentar algo comigo ou com qualquer mutante, você sentirá o ardor que minha espada pode causar em alguém.

Samira recua a espada e a guarda de volta nas suas costas. Ela e Marta se retiram para conversarem melhor. Enquanto que Fredo e Adolfo as observavam. O chefe da corporação bufava de raiva enquanto seu lacaio não fazia nada mais que lhe bajular.

– Mutante abusada hein doutor Fredo? Por que não a pegamos e levamos ela para algum lugar? Assim ninguém perceberia. Será uma ótima ideia, não?

– Mas é claro que não Adolfo. Ela é forte demais. Até para mim. E também, eu só não a matei por ela ser a protegida de Marta. Mas não se preocupe. Nossas pesquisas com os destroços das máquinas dos alienígenas estão quase completas. Em breve, teremos nossos próprios trípodes. Agora vamos que há muita tarefa a se cumprir.

Deixamos Fredo e Adolfo com suas tarefas para focarmos em um lugar um pouco distante da cidade. Tratava-se da zona leste da floresta de pedras. Uma das mais bonitas perto da imensidão dos prédios da poluição. Enfim, vê-se um grande parque cheio de árvores lindas e verdes. Ao meio havia-se uma fonte gigantesca, flamejante do puro líquido que conhecemos muito bem. Ao meio dessa fonte, ficava um grande monumento na qual, mostrava o globo do planeta, simbolizando paz entre as nações existentes.

Na zona verde, existia vários bancos de praça para aqueles que querem se sentar para descansar e admirar a fonte ou simplesmente fazer outra coisa, como ler um livro ou jornal. Em um dos inúmeros bancos, estavam Azuka e Daniel Avelar, o protetor da pequena enquanto Samira trabalhava, mas antes conhecemos um pouco do motivo pelo qual eles estão lá.

Azuka, como não ia para a escola não gostava nada de ficar o dia todo presa dentro de casa. E vendo as reclamações da menina Daniel resolveu leva-la para o Parque das Nações, um dos mais bonitos da cidade e um dos mais visitados. E depois de um bom tempo andando para lá e cá como duas formiguinhas, eles resolvem descansar. E com isso, uma conversa entre os dois se inicia.

– Eu não gosto que a Samira vá naquele lugar. – Exclama a menina.

– Ué e por quê? Algo no trabalho dela lhe incomoda?

– Tem um cara lá. Ele não gosta da gente. Dos mutantes. Eu tenho medo que ele faça algum mal para ela.

– Ora garota não se preocupe. A sua mãe sabe se defender. E outra: Se caso acontecer, eu posso ficar e cuidar de você. Eu tinha uma esposa e uma filha, assim como você. Mas elas foram mortas pelo Cravo Encarnado. E mesmo com tudo isso, aquele maldito ainda me persegue. Eu não sei porque ele ainda insiste nisso...

– É a mesma coisa quando o monstro queria perseguir um cara. Ele havia retirado tudo desse moço, mas mesmo tirando tudo ele ainda queria matar o moço. Ele era muito ruim.

– Você nunca me disse quem é esse monstro? Como ele é?

De repente, gritos repentinos vindos do outro lado da grande fonte pairaram sobre os dois. Pessoas corriam aos berros tentando se salvar de uma possível ameaça ainda desconhecida. Daniel e Azuka não entenderam nada. Somente ficaram recuados esperando o perigo passar. Mas ele só estava começando.

Do nada, algo veio em direção dos dois, exatamente bem próximo aos olhos de Daniel. Por sorte, ele percebeu a tempo e conseguiu se abaixar antes que o objeto lhe acertasse. Por fim, acabou acertando uma árvore que ficara bem próximo ao banco deles. Daniel se levanta para analisar o que era aquele objeto. Quando o viu, começou a se tremer de nervosismo.

Ele pega o objeto com muita força e o tira da pobre criação da natureza que não tem culpa alguma. O objeto era de cor de madeira, era pontiagudo e havia manchas de sangue ainda frescas neste pedaço em si. Daniel sabia de onde veio isso.

– Tio Daniel! – Gritava Azuka – O que é?

– É... um pedaço de espinho. Ele está por aqui.

Daniel então percebeu que tudo isto era mais grave do que ele imaginou. Bem no horizonte, quase perto de onde eles estavam esperando de pé na estradinha a figura de um ser horrendo. Era o tão singelo Cravo Encarnado. Ele usava os mesmos trajes da última vez que viu Daniel, somente adicionando o espinho sangrento gigantesco que estava em suas mãos.

Azuka correu e se escondeu em um lugar seguro da luta futura que iria acontecer. A pequena foi para a fonte e se escondeu nas barras de concreto que cobriam a fonte para que espertinhos não fossem nela e a pulassem. Ela teve que observar toda a luta que iria ter daqui a alguns segundos. Enquanto que Daniel e Cravo Encarnado se encaravam o tempo todo.

– Daniel Avelar... – Dizia – Eu sabia que estaria aqui. Como vem passado? Faz um tempinho que não o via. Só queria dar boas-vindas. Claro, um comitê estilo a la Cravo Encarnado.

– Eu ainda não sei o que quer de mim. Você já conseguiu tudo o que eu tinha. Ou melhor, destruir tudo o que eu tinha. Família, casa, emprego, tudo. O que mais quer? A minha dignidade? Quer que eu ajoelhe e lhe suplique para que me deixe em paz? Quer me ver humilhado por tudo e todos? Fala Cravo... o que eu tenho que fazer para que você me deixe em paz?

– Ai ai Daniel Avelar... como é ingênuo. Realmente, eu queria que você fosse o meu escravo particular. Mas não posso deixar vivo um mutante que eu simplesmente poderia vende-lo sem menores problemas e ser rico. Se quer mesmo saber o motivo, é só olhar para seu corpo.

– O que?! – Parece que Daniel entendeu (ou quase) o motivo pelo qual houve tantas perseguições – Você... você destruiu minha vida porque desejava A MINHA PELE DE DIAMANTE?

– Você é muito esperto. E foi aí que eu vi que o único jeito de conseguir a sua pele é te matando. Desculpe Daniel Avelar, mas minha cobiça é bem mais forte que seu bem-estar particular. Terei que mata-lo. É uma pena. Mas tranquilo. O espinho que lhe ceifará será grande e nem sentirá nada.

A luta parecia que iria começar. Daniel viu o absurdo que seu rival de anos quer para lhe deixar em paz. Sua pele de diamante. Para aqueles que não estão entendendo, explicarei o porquê Orion não poderá dar o que Cravo Encarnado tanto deseja.

A pele de diamante é um efeito genético de sua mutação e só pode ser invocada com a vontade do mesmo, assim como a telepatia. Porém, como a pele está ligada inteiramente com a força, as células e o cérebro entendem que a pele é um segundo poder, assim sendo, bloqueava os poderes mentais de Orion o deixando só com a força do diamante. E ele também não poderia retirar “lascas” da pele, já que o diamante é a pedra mais dura do mundo.

Daniel sabia que esse poder seria cobiçado e que ele iria sofrer perseguições, mas não ao ponto que chegou até agora. Ele estava sem chão com a confissão meia boca de Cravo Encarnado. Mas ele tinha a certeza de que iria vencê-lo sem muitos problemas. E era isso que ele precisava fazer. Acabar com isso de uma vez por todas.

E assim se inicia a luta. Cravo estava com o espinho nas mãos e o arremessou direto para Daniel que logo abriu um campo de força com as mãos impedindo o objeto de chegar até ele e lhe perfurasse. Ele lhe deu o contra-ataque, usando seu campo de força para poder arremessar o objeto de volta. Cravo conseguiu desviar do objeto, mas logo já foi formando mais um espinho de suas mãos.

Já com outro espinho, ele correu e foi para cima de Daniel que abaixou seu campo e colocou a tão cobiçada pele de diamante. Cravo correu e levantou sua mão para acertar o espinho direto na cabeça de Daniel, mas não adiantou de nada. No momento em que o espinho tocou a cabeça com brutalidade se quebrou em dois, impressionando Cravo Encarnado no mesmo momento.

Daniel aproveitou isso e agarrou o seu braço. Ele o ergueu, já que tinha forças para tal e o jogou para direto na fonte, onde o mesmo bateu as costas no grande globo e logo após isso, caiu sobre as águas, levantando-as e fazendo um espirro que o molhou pouco. Mas e o resto? Será que Cravo Encarnado está morto depois de um golpe desses?


Notas Finais


Gente! Descobrimos finalmente porque Cravo Encarnado persegue nosso querido Orion. Ele quer a pele de diamante.
Pô. Que sacanagem isso, não? Agora, só temos a luta que ficará para esta quinta.
E agora vou meus queridos, desculpem a demora novamente, mas foi por uma boa causa. Espero que tenham gostado. Muito obrigada pelo comentário e fiquem com os Deuses.
Bjs da tia Raffy


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