História Techno Mutants: A Invasão Kaleniana - Capítulo 33


Escrita por: ~

Postado
Categorias As Tartarugas Ninja, Caminhos do Coração, Comando Estelar Flashman (Choushinsei Flashman), Hikari Sentai Maskman (Esquadrão da Luz Maskman), Transformers
Personagens Akira (Blue Mask), Anton "Bebop" Zeck, April O'Neil, Baxter Stockman, Bulkhead, Bumblebee, Chris "Dogpound" Bradford, Donatello, Hamato "Karai" Miwa, Hamato "Mestre Splinter" Yoshi, Jazz, Keiko (Pink Mask), Kenta (Black Mask), Kirby O'Neil, Leonardo, Megatron, Michelangelo, Optimus Prime, Oroku "Destruidor" Saki, Personagens Originais, Prowl, Raphael, Ratchet, Samira Mayer, Sayaka (Yellow Mask), Stasrcream, Takeo (Red Mask)
Exibições 4
Palavras 2.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mecha, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Sentai, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ois pessoal como estão? Aqui está mais um capítulo da nossa fanfic. Desculpe-me pela semana sem posts, pois estava muito focada em outra fic que terminou semana passada jejeje. Mas agora, estamos de volta e com mais um capítulo. Espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 33 - Contos dos Elementais Parte VI: A Placa do Amanhecer


Chegavam mais três pessoas para se juntarem a mesa de onde Fredo reclamava tanto da comida. E agora com esta chegada, podem se preparar para inúmeros insultos. As pessoas mencionadas eram Samira, melhor amiga de Marta, seu novo amigo Daniel Avelar e Azuka, com uma aparência totalmente mudada.

Samira cumprimentou a todos, menos Fredo que nem quis saber. Quando foi para cumprimentar Beto, os dois se estranharam um pouco. Pareciam velhos amigos que não se viam há muito tempo, ou um ex-casal que se reencontra pela primeira vez depois de um divórcio conturbado. Mas no fim, era somente um simples aperto de mão.

– Achei que não viria mais. – Disse Marta – Estava ficando até preocupada.

– Seria melhor que não viessem. – Disse Fredo – Não é mesmo Adolfo? – Ele viu que seu parceiro nem estava aí para seus delírios – ADOLFO! – No mesmo momento, Adolfo deixa de comer pelo susto que tomou com o grito estridente de Fredo que logo após isso, jogou seu prato para longe o deixando somente com o garfo de plástico nas mãos. Fredo o pegou pela gola da camisa e o encarou – Quando eu estiver falando com alguém, é para olhar em meus olhos. Entendido? – Adolfo assentiu rapidamente e com muito medo. Fredo o soltou.

– Tivemos alguns problemas no caminho. – Explica Samira virando seus olhos sempre para Fredo – Mas tudo foi resolvido e aqui estamos.

– E onde está a Azuka? – Pergunta Marta.

– Estou aqui dona Marta.

Todos olharam para a garota que disse aquelas palavras. No começo, ninguém acreditou que aquela jovem de quase 18 anos parecia ser mesmo a pequena Azuka, mas na verdade era. O tom era quase o mesmo de quando era criança, só que mais grave e responsável. Todos ficaram de boca quando finalmente viram que essa mocinha era a pequena e fofa Azuka.

– Mas..., mas..., mas você era uma pirralha! – Disse Fredo.

– Ela era. Isso se chama “Envelhecimento Precoce”. – Explica Daniel – É um tipo de erro na genética mutante e isso cria o distúrbio. Ele afeta a tireoide fazendo com que o hormônio do crescimento seja mais intenso e a faça ter constantes transformações. É como a lagarta se transforma em borboleta.

– Legal. Assim será mais fácil de matar.

Fredo se levanta e aponta sua pistola prata para Azuka que se assusta e dá um passo para trás, enquanto os outros tentam acalmá-lo. Marta segura suas mãos, e conseguindo retirar a arma de suas mãos, Samira apontava sua espada para ele o tempo todo e Adolfo não fazia nada. Continuava sentado sem se mexer e querendo de volta a sua comida que Fredo havia jogado.

– Pode se sentar aí! – Grita Beto para Fredo, o que fez cara feia logo depois.

– O que é isso? – Dizia ele se sentando novamente – Você não manda em mim!

– Não mando? Esquece que fui eu que voltei com o DEPECOM junto com meu irmão que voltou para a Amazônia, já que não suportava seu comportamento rude e temperamental. – Ele apontou seu dedo para Fredo – Eu já estou por aqui com seus comportamentos indisciplinares. Falta só um pouquinho para eu não te mandar na rua.

– Já deveria ter mandado esse imbecil bipolar há muito tempo para o colo do capeta. – Diz Samira – Porque esse é o lugar dele. No inferno.

– Está me ameaçando, mutante? – Disse Fredo.

– Não seja idiota. Eu te ameaço todos os dias. Se ninguém te matar antes, pode ter certeza que eu mesma farei isso. E terei o maior prazer em ver você pedir clemência por tudo que fez e ainda faz. Eu quero ver seu sangue no chão, esparramado junto com suas entranhas.

– Samira... eu acho que o Fredo entendeu seu recado. – Disse Marta que parecia se sentir enojada com a descrição de como Samira iria matar Fredo – Não precisa detalhar essas coisas.

Fredo parecia não se intimidar muito, já que se acostumara com as ameaças constantes de Samira em cortar seu pescoço. Agora, seus olhares se voltam para Daniel Avelar que se sentava bem ao seu lada, para azar do mesmo.

– E você? É mutante também?

– É-é melhor que você não saiba.

– Então porque é? – Dizia olhando para Adolfo – Veja isso Adolfo. O mutante que não quer se confessar. Pobrezinho. Seria melhor você dizer se é mutante. Não vou te fazer mal. Olha. Estou sem minha arma. A Marta pegou. Pode falar.

– Eu sou sim. E sei muito bem de sua fama... caçador de mutantes.

– Caçador de mutantes é? – Fredo começou a se sentir o poderoso quando ouviu essas três palavras – Estou começando a gostar deste mutante. – Disse ele para Adolfo – Mas me conte mutante: quais são os seus poderes? 

– Como eu disse... é melhor que você não saiba. Não quero causar euforia entre seus subornados, incluindo o senhor.  

Fredo ficou com uma pulga atrás da orelha. Porque Daniel não quer falar sobre seus poderes. O que tens este mutante a esconder? pensava ele. Seria ele mais uma bomba relógio? 

E bem atrás deles, mas bem distante. Quase próximo ao banco que tinha no outro lado da rua chegavam os Autobots. Percebendo que Fredo estava lá, eles preferiam ficar a uma certa distância, para não chamar a atenção.  

Aqueles que não eram robôs, saíram dos veículos que no caso eram só Splinter, Sari e Professor Sumdac. Eles não quiseram se aproximar muito.  

– Merda. O Fredo está lá. – Disse Bumblebee – Puta... esse cara parece que persegue a gente por todos os lugares.  

– Eles foram convidados, Bumblebee. – Disse Optimus – Eles têm o direito de aparecer por aqui, principalmente por Omnitron estar por aqui. Estamos sem a escuta, mas sinto a presença dele por aqui. E está muito perto.  

– Também sinto Prime. – Diz Ratchet – Precisamos ir depressa. Ele está já dentro do terminal procurando os meninos.  

– Eu só ainda não entendi porque Raphael e Michelangelo precisam ir para o lado de trás do terminal enquanto nós ficamos aqui, espionando esse assassino. – Diz Splinter confuso.  

– É melhor que vocês três fiquem aqui, caso Fredo ou Omnitron resolvam fazer um ataque direto na rua. – Diz Optimus – E sobre os dois, achei melhor eles ficarem perto dos dois, só para não assustar as pessoas.  

– E também o senhor é outra bomba relógio, igual o Ratchet. – Diz Bumblebee – Melhor ficar.  

Os cinco robôs se afastam para vigiar o lado esquerdo do terminal. Splinter não fica nada feliz com o comentário de Bumblebee.  

– Eu? Bomba relógio? Vou mostrar para este insolente a bomba relógio.  

Sari o consolou e os três foram direto para o restaurante de frutos do mar, mas ficaram na região da cúpula de vidro na entrada do local. E lá ficaram vigiando Fredo e companhia.  

E Marta, como não era boba, percebeu que eles estavam lá. E o pior: Fredo estava se levantando para comprar uma garrafa de água. 

– Onde vai Fredo? 

– Vou comprar água. Essa comida aqui me deixou com uma sede do diabo. 

– Err... deixa que eu vou para você. – Disse o impedindo de se levantar – Não precisa ir. Eu vou. 

Fredo assentiu e continuou a ficar sentado, mesmo estranhando a atitude de sua companheira. Ela então se levanta e vai comprar a água, mas este não é o seu objetivo. O que queria mesmo era falar com aquele pequeno grupo de mutantes.  

Splinter por meio de sua sensibilidade sentiu que ela se aproximava para falar com eles. Ele até chuta que sabia dessa pequena visita da delegada. A mesa era pequena. Havia só quatro cadeiras. Uma estava vaga. Marta aproveitou e a puxou para se sentar e falar com eles. 

– O que estão fazendo aqui? – Pergunta – Se o Fredo vê que vocês estão aqui... 

– Viemos resgatar meus filhos. – Explica Splinter – E eu não vou sair daqui enquanto não tiver meus meninos comigo.  

– É que... tem um cara dentro do terminal que quer pegar eles. Os dois em questão, são aqueles que vão apresentar o trem movido a ar. – Explica Sari. 

– Espere. Donatello e Leonardo Hamato são seus filhos? – Pergunta ainda com muitas dúvidas e também impressões – Nossa... me desculpe, mas realmente estou muito surpresa. 

– Ninguém acreditaria que um rato é pai de quatro tartarugas. – Disse o professor. 

– Eles são meus filhos adotivos. – Explica – Mas não é isso que vou dizer. Lá dentro, tem um homem querendo matar meus filhos. O nome dele é Omnitron. Ele é o comandante da frota Kaleniana. 

– Kaleniana? São os alienígenas donos dos trípodes? 

– Sim. – Explica Sari – Foi ele o responsável pelo grande ataque a cidade. 

– Se vocês conseguirem pegá-lo, podem até arrancar dele quais serão os próximos ataques. – Splinter por clemência, segura a mão de Marta – Por favor, nós não somos o perigo. É ele que quer acabar com tudo. Só estamos aqui para salvar meus filhos. 

– Tudo bem. Mas, me digam mais sobre ele.  

Enquanto o pequeno grupo contava mais sobre Omnitron para Marta, vamos explorar agora o que há dentro do terminal. Os quartos eram de puro luxo. Cada andar tinha 10 quartos por corredor. Os corredores eram maravilhosos.  

De um lado oposto, ficava um elevador e virado para si, uma escada de serviço. As paredes do corredor tinham um papel de cor amarelo claro com listras grossas de cor branca, junto com o carpete de cor vermelho vinho. O teto era branco com lustres maravilhosos nele. Para um hotel de estadia a 10 reais o lugar era maravilhoso demais até para acreditar.  

Em um dos quartos do quarto andar, ficavam Donatello e Leonardo. O quarto tinha as paredes e chão da mesma cor que o corredor. A janela ficava do lado direito olhando para a porta de cor carmesim, a cama era de casal e a parede oposta da cama havia um grande espelho. Do outro lado, tinha uma pequena cômoda de cor amarelo claro sem importância. 

– Estou um pouco nervoso Donnie. – Disse Leonardo que se encontrava sentado a cama – Não deveríamos estar aqui. A gente deveria estar procurando o sensei e os nossos irmãos. E não aqui esbanjando luxuria e dormindo nos melhores cobertores enquanto nossos familiares estão dormindo em um chão frio de padaria.  

– Relaxa Léo. – Disse Donnie arrumando sua gravata para daqui a pouco no discurso – Tenho certeza que eles apareceram hoje para nos encontrar. Pode ficar tranquilo. – Ele vira-se mostrando seu visual para o irmão – Como estou? 

– Tá bonito, Donnie.  

– Sabe agora que você falou do sensei, dos nossos irmãos... queria muito saber onde a April e o senhor O'Neil estão.  

– Pois é. Depois temos que encontrá-los. 

– É. – Alguém bate na porta – Entre.  

Um homem abriu a porta e entrou na sala. Ele era de origem oriental, tinha os cabelos curtos e virados para o lado e com um sorriso muito suspeito. Leonardo não gostou muito dele.  

– Com licença senhores, eu só vim avisá-los que o discurso começa daqui a alguns minutos. 

– Obrigado por nos avisar. – Agradeceu Donatello. 

– Ei. – Disse Leonardo chamando o homem que já iria se retirar – Eu... já vi você em algum lugar. Já nos vimos antes? 

– Creio que não, senhor. – Disse – Há de concordar que não é muito comum ver um garoto tartaruga na rua, principalmente com essa onda de ódio pelos mutantes, não é? Hehe. – Ele se explicou, mas Leonardo pareceu não acreditar – Mas agora eu preciso ir. – O homem se retira e dá um sorriso malicioso, mas os dois não veem por conta de ele estar por trás. Leonardo comenta com o irmão sobre isso.  

– Donnie. Eu não gostei nada desse cara. Eu não sei. Ele não me pareceu passar confiança.  

– Ah Léo. Relaxa cara. Ele só nos passou informação. Você está muito nervoso meu irmão.  

– Acho que tem razão. Devo estar ficando paranoico. 

Pobre Leonardo. Nem sabe que realmente estava certo. Aquele homem não era coisa boa. Ele na verdade, era nosso querido "amado" Omnitron.

Voltando para o lado de fora do terminal, Raphael e Michelangelo subiam as escadas de trás do terminal. Como ordena o plano de Optimus. No meio da subida, o garoto esquentado reclama da atual situação dos irmãos enquanto que o irmão inocente parece estar distraído com outra coisa.

– Que merda. Enquanto aqueles dois imbecis estão lá dormindo no melhor cobertor de cetim do mundo, a gente tá aqui nessa sofrência. Só mesmo o Donnie para criar algo tão retardado assim.

– Eu acho que tudo isso foi sorte. – Diz Michelangelo – Nós dois sempre fomos os mais pés rapados e que sempre se dão mal.

– Sorte o caralho. Vamos logo entrar dentro dessa merda e explodir a bunda do Destruidor 2.0.

– Eu só espero que o sensei esteja bem.

Splinter e os outros continuaram observando Fredo de longe enquanto que Marta voltara do restaurante com uma garrafa transparente de água nas mãos. Pedido de Fredo. Ela chega na mesa e entrega a garrafa. Ela é ainda questionada pelo mesmo.

– Porque demorou tanto?

– A fila para pagar estava cheia. – Explica – Mas não é hora de falar disso. Fiquei sabendo de certas coisas que podem nos ajudar muito a saber os próximos ataques dos alienígenas.

– Ué. Então fala logo. Não enrola Marta! – Diz Fredo.

– Eu descobri que o nome da raça deles se chama Kalenia, ou Kaleniano. O comandante deles chamado Omnitron está lá dentro para cometer um atentado contra os meninos que vão apresentar o trem. Eu não sei explicar, mas ele quer a genética deles para fazer alguma poção maluca. Nós temos que pegar esse cara. Ele é o nosso inimigo.

– Mas como a senhora ficou sabendo de tudo isso? – Questiona Adolfo.

– Não importa como eu consegui essa informação. Vidas estão em jogo aqui. Esse Omnitron é o verdadeiro problema.

– E como vamos reconhecer esse Omnitron? – Pergunta Beto – Ele como alienígena, com certeza está com um disfarce humano para não levantar suspeitas.

– Pelas informações que recebi, ele é oriental mais precisamente japonês, tem o cabelo castanho, a sobrancelha bem fina e os olhos bem expressivos. E notem no sorriso. É debochado e medonho. Então prestem a atenção no sorriso.

– Aqueles idiotas do seu grupo estão lá dentro? – Pergunta Samira.

– Ei! Não fale deles assim. Eles podem até ser um pouco debochados, mas não são incompetentes.

– Então já que tem um alienígena lá dentro, vamos pegá-lo né. – Diz Fredo.

– Sim. Mas sem execução. Entendido, Fredo? Pode ser nossa chance de saber quais serão os próximos ataques deles.

– Eu também posso ajudar. – Disse Daniel – Meus poderes podem ser úteis para a captura desse alienígena.

– Também quero ir. – Diz Azuka.

– Vamos todos então. – Diz Fredo um pouco mal-humorado.

O grupo parte em direção ao terminal tentar impedir Omnitron. Será que eles chegaram a tempo?


Notas Finais


E agora, hein gente? O que irá acontecer com eles. O Omnitron vai conseguir pegá-los? Comentem aqui em baixo.
Obrigada a todos que curtiram e mais uma vez, desculpe a demora.
Bjs da tia Raffy


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...