História Techno Mutants: A Invasão Kaleniana - Capítulo 34


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Categorias As Tartarugas Ninja, Caminhos do Coração, Comando Estelar Flashman (Choushinsei Flashman), Hikari Sentai Maskman (Esquadrão da Luz Maskman), Transformers
Personagens Akira (Blue Mask), Anton "Bebop" Zeck, April O'Neil, Baxter Stockman, Bulkhead, Bumblebee, Chris "Dogpound" Bradford, Donatello, Hamato "Karai" Miwa, Hamato "Mestre Splinter" Yoshi, Jazz, Keiko (Pink Mask), Kenta (Black Mask), Kirby O'Neil, Leonardo, Megatron, Michelangelo, Optimus Prime, Oroku "Destruidor" Saki, Personagens Originais, Prowl, Raphael, Ratchet, Samira Mayer, Sayaka (Yellow Mask), Shinigami, Stasrcream, Takeo (Red Mask)
Visualizações 9
Palavras 2.756
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mecha, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Sentai, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OIS pessoas como estão? Espero que bem. Aqui está o penúltimo capítulo do especial "Contos dos Elementais" e semana que vem, é o último. Então, espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 34 - Contos dos Elementais Parte VII: O Ar


Donatello sentia sua confiança vencer o seu medo de multidão. Já Leonardo era o oposto. O garoto dominante dos ventos sentia uma energia negativa por todo aquele terraço. Ele olhava cada detalhe daquele local, verificando se tudo estava em completa ordem.

As barracas dos representantes da segurança pareciam ok. O fio que servia como condutor de energia para o microfone também estava bem, mas aquele pedaço de plástico coberto por correntes elétricas se encontrava próximo a fonte do terraço principal. Isso, poderia ser um sinal.

Um estilo desposado, terno de cor roxo cheio de brilho e glitter juntamente com um chapéu com as mesmas características, Donatello o dominante das placas terrestres se preparava para o discurso. Leonardo já preferiu um visual mais básico e menos exibicionista. Seu traje normal: carapaça e katanas.

Havia uma quantidade considerável de pessoas esperando pela inauguração. O trem já estava pronto para uma pequena partida. Pessoas acumulavam estradas, escadas, estabelecimentos e entre outros locais públicos. A imprensa local também estava lá. Todos querem ver “O Milagre da Ciência Mutante”.

Donatello suspirou e se aproximou do microfone. Ele o agarrou com suas mãos de três dedos longos e sutis o objeto de som. As pessoas já aguardavam seu discurso oficial.

– Queridos amigos de São Paulo. – Ainda um pouco inseguro de suas palavras, ele respirou fundo e encarou aquelas pessoas que o esperavam. Leonardo viu o irmão tenso, mas preocupava-se mais com seu desconforto quanto a segurança. Donatello criou coragem e voltou a falar seu discurso que demorara horas decorando – É muito bom estar aqui neste evento tão maravilhoso. – Agora, ele sente mais confiança em suas palavras que ecoavam pelos quatro cantos das ruas – Com muito esforço, determinação e acima de tudo, amor, conseguimos concluir essa maravilhosa e exuberante obra da engenharia dos seres terrestres: o primeiro trem bala da América Latina, movido a ar!

Palmas estonteantes foram se espalhando juntamente com os ecos finais das palavras do microfone, fazendo assim uma grande dança entre os átomos sonoros. Donatello se sentia radiante. Depois de tempos, sua inteligência foi reconhecida. E ainda para ajudar as pessoas. Leonardo ao seu lado, não demonstrava nenhuma emoção... até o momento.

Quando se virou, para dar mais uma verificada, ele se vê frente a frente com o próprio Omnitron. Aquele sorriso de deboche e medonho – no qual seria seu único caractere diferente de Destruidor – o gelava a espinha dorsal. Vendo mais perto, olhou que o mesmo segurava uma arma.

Mas não era uma arma comum. Na verdade, sua origem era desconhecida. O garoto, pelo menos, nunca vira uma arma daquilo. Sua cor era branca e em vez de um cilindro com a haste para a saída da bala, havia uma lâmina de tamanho médio e que brilhava quando os raios de sol lhe tocavam.

Mesmo escondido entre vários homens de terno que aplaudiam embaixo dos barracões brancos, ele conseguia ser notado. Leonardo queria gritar, mas o sorriso medonho do alienígena lhe fazia o cérebro parar. Com lentidão, ele levantava a arma para seu queixo e ainda com aquele sorriso estranho estampado no rosto.

Foi quando que finalmente, Leonardo conseguiu se mexer.

– TERRORISTA! – Essa claro, não foi a melhor palavra para se dizer, mas foi a única coisa que pensou depois do congelamento.

Todos olharam para Leonardo, inclusive o próprio Donatello, que por dentro se moía de raiva do irmão. Mas aquilo era somente uma distração arquitetada para que Omnitron fará em seguida.

Com um movimento rápido, o comandante agarrou por trás o primeiro humano que viu em seu campo ótico. O homem que agarrou pelo pescoço era já um senhor veterano de cabelos grisalhos, já chegando nos seus quase 60 anos. Mas não iria nem saber o que é isso.

Foi só um corte. Um simples corte que fez toda a diferença. Omnitron pegou aquela sua arma do começo e simplesmente a passou com toda a força no pescoço do senhor fazendo um exuberante corte. As artérias principais foram rompidas, causando uma hemorragia na área cortada.

Jatos de sangue foram expelidos no rosto de Leonardo e também no de Omnitron que achou divertido – e nojento – ver aquela coisa brilhante vermelha se esvaziando para frente e sujando seu lindo rosto roubado do passado do verdadeiro Saki. Leonardo entra em choque.

Logo após a execução bárbara, o alienígena o joga no chão como se fosse um nada. O senhor, morto com os olhos arregrados e com as pupilas dilatadas, teve todo seu sangue escorrido até a pequena fonte. A água foi manchada com o líquido vermelho, mas as maldades deste comandante continuavam.

Com isto, as pessoas começam a correr para um lugar seguro. Gritos abafados e altos se misturavam com o que restou dos átomos sonoros do microfone e das palmas. Enquanto que todos corriam, Donatello e Leonardo precisavam deter Omnitron que se encontrava em um estado de total loucura. 

– Eu não disse que ele era suspeito? – Diz Leonardo para o irmão – Olha só o que ele fez com o primeiro ministro? 

– É... a-acho que você t-tinha razão... 

Omnitron mesmo encarando os dois continuou a surpreender a todos. Um homem do comitê também já de idade, corria para se salvar, porém o comandante colocou seus pés sobre o caminho fazendo o homem tropeçar. Ele caiu bem em cima do corpo do primeiro ministro, dentro da fonte que continha o sangue do senhor misturando-se a água. Mas ninguém viu que o microfone que Donatello havia feito o discurso – ou quase – caiu bem na água.

Logo, ele tomou um choque imenso e acabou morrendo ali mesmo.

Leonardo em um tom desesperado lançou uma onda de vento para cima de Omnitron que largou sua arma manchada de sangue e foi prensado na parede. Mas nem isso era páreo para deter aquele ser sedento pela essência dos meninos para criar a tal Poção do Século. Quando se deu conta, os dois já haviam sumido. Seus olhos se esbugalharam e seus dentes rangeram.

Raphael e Michelangelo chegaram ao terraço. Eles vieram correndo depois que os primeiros gritos foram ouvidos. No campo de visão não tinha mais Leonardo e Donatello. Somente o comandante com mais dois corpos sem vida por lá.

– DESTRUIDOR! – Não era bem isso que Raphael deveria falar, já que ele só tem a aparência jovem do seu antigo inimigo. Omnitron como não era nada bobo, olhou para eles logo depois que agarrou sua pistola com a lamina manchada de sangue do chão.

– Raph... não deveria ser... seu alienígena?

– Não seja débil mental, Mikey. – Diz o irmão pegando seu sai – Esse viado aí é igual ao Destruidor. Nem tira e nem põe.

– Está me comparando com tamanho ser deplorável e subsequente, mutante? – Disse o comandante respondendo do longe, já que não queria chegar perto dos dois para conversar – Deveria enrolar essa sua língua. Acha mesmo que queria pegar aquele rosto horrendo para ser minha forma terrestre? Vocês são mesmo muito ignorantes. Nós só pegamos humanos mortos. E este Saki, – ele acariciava seu rosto – está morto!

– Cadê os meus irmãos? – Gritava o garoto esquentado.

– Fugiram! Eu admito. Falhei. Eu vou voltar para meu planeta. Não é isso que querem? Paz? Pois conseguiram. – Raphael percebeu o blefe quando apontou a arma para os dois – Mas eu não disse que vocês dois estavam em paz.

A arma de Omnitron do nada, some com a lamina suja por um cilindro normal de uma arma. Pelo estilo do projetil, era uma arma laser. Ele dá aquele sorriso que todos conhecemos e logo começa a atirar nos dois. Sorte que eles saem antes que as balas os atingissem.

Michelangelo sobe em uma das barracas e com as mãos faz um pequeno gesto. A barraca na qual ele estava ficava mais ou menos 10 centímetros de longitude da atual localização de Omnitron. Estava quase encostando seus pés em cima da cabeça do indivíduo. O comandante já não tinha tanto tempo. Ele com certeza sabia a localização daqueles meninos.

O garoto ingênuo, fez alguns movimentos com as mãos. Ele fez com os dedos o movimento como se fosse chamar alguém, mas na verdade, iria chamar o elemento que controla. A água. Lembram-se da pequena fonte onde agora se tornou um poço de morte e sangue? Mikey usou essa pequena quantidade de água para transformá-la em um grande jato.

O movimento seguinte foi de “expulsão”. Ele movimentos os braços para o lado direito, fazendo aquele grande jato de água atingir Omnitron em cheio. De repente a pequena seca se transformou em um grande tsunami, levando aquele ser para bem longe. Ele acabou batendo as costas em uma das hastes que sustentavam as barracas. E aqueles sustentos eram bem finos. Ele sentiu os seus ossos se estalarem quando aquela coisa lhe encostou com tanta brutalidade. Mas claro, ele logo se recompôs. Tecnologia Kaleniana.

Ele se levanta, mas Raphael foi bem rápido e o colocou no chão novamente. Com um movimento usando seus sais – junto com algumas labaredas de fogo em volta. Uma habilidade especial do garoto esquentado – a base da arma é colocava sobre os braços de Omnitron e puxou a arma para seu lado. O braço do alienígena se quebrou e Raphael pode ouvir o barulho dos ossos estralando. O comandante ficou no chão e o garoto chutou sua arma para bem longe de sua posição. Michelangelo se aproximou do irmão que logo começou a implicar.

– Você só tem essa habilidade, né? – Ele dá uma batida na cabeça do irmão – Seu burro! Só sabe levantar água e derrubar água. Deveria aprender a controlar o elemento junto com sua arma, assim como todos nós fazemos.

– Eu sei fazer isso, está bem? É que... com minhas armas não consigo fazer um golpe certo.

– E desde quando você sabe fazer algum golpe? Ah, esquece. Vamos entrar dentro do terminal e achar nossos irmãos.

Os dois correram direto para a entrada do terminal. Mas antes, deram uma última olhada em Omnitron, verificando se o mesmo continuava no chão. Nada se mexeu até o momento em que entraram no prédio. Porém, alguns minutos depois, o corpo do alienígena, já não se encontrava por lá.

E já que falamos no terminal, em um dos inúmeros quartos, Donatello e Leonardo se escondiam depois de tudo aquilo. O garoto de bandana roxa encontrava-se em um estado de nervosismo, enquanto seu irmão não acreditava no que havia ocorrido. Ele passava a mão em seu rosto e notava pequenas gotas de sangue, originadas daquela tragédia que não sai de sua cabeça. Enquanto que Donatello se estressava e tentava pensar em algum plano para concertar isso.

– Eu sabia Léo. Sabia que tudo iria dar errado. Não deveríamos ter vindo aqui e ter criado essa coisa. Do que adianta ter tudo isso, se não conseguimos proteger a nós mesmos? Eu sabia! Eu sabia!

– Fez a coisa errada Donnie. Deveríamos ter procurando o Raph e Mikey. Mas só se focava neste projeto de trem. E agora, tem um maluco querendo nossas cabeças. E ele, não vai desistir até nos ter.

– Mutantes idiotas! – De repente, uma voz pairou sobre o quarto deles. Os dois miraram os olhares para a porta, onde nela estava Fredo, parado, apontando sua arma e se aproximando dos dois – Vocês estão realmente certos. Não deveriam ter voltado aqui. Seres assim, merecem a morte. Querem assumir o lugar dos humanos, não é? E depois disso, vão nos escravizar. É isso que irão fazer. Mas eu, o Caçador de Mutantes – Ele saca a arma e aponta para os dois – Não deixarei isso se espalhar.

Fredo começa a disparar sem parar em frente aos garotos que tentavam desviar das balas. Projeteis acertaram vários objetos. O espelho do quarto se quebrou em mil pedaços. A cama foi totalmente dizimada com os tiros junto com um monte de penas que se espalhou. Os cômodos ficaram com vários buracos, assim como as paredes. Todos naquele andar, ouviram os disparos e começaram a sair de seus quartos e fugiram para um lugar seguro.

E foi neste momento que Splinter chegou. Mas, você irá se perguntar como ele chegou aqui. Nosso querido mestre, vendo o tumulto que se iniciou no começo, não perdeu tempo e agiu como um pai faria por seus filhos. Com seus poderes, resolveu seguir Fredo até descobrir este lugar. Conclua-se que, então, ele sabia quem disparava. E isto, não era nada bom.

Chegando no quarto, Splinter se depara com a pior das cenas: Fredo atirando para lá e cá tentando assassinar seus filhos. Claro que não ficou parado. Ele avançou contra esse assassino. O seu tamanho ajudava, já que era maior que seu inimigo. Splinter agarrou os braços de Fredo e tentou tirar a arma de suas mãos, enquanto que o mesmo ainda tentava atirar para acertá-lo.

– Solte esta arma Fredo!

– Larga-me mutante desprezível! – Gritava, enquanto que Splinter quase estava arrancando sua arma – Mutante bom, é mutante morto! – Sua icônica frase de efeito. Sua marca no mundo de policiais corruptos – Se não me soltar, será morto!

– Eu não me importo de morrer. Só deixe meus filhos em paz.

– NÃO! TODO MUTANTE DEVE MORRER! MUTANTE BOM, É MUTANTE MORTO!

Já não aguentando mais aquela situação, Fredo resolve dar a última catada. Splinter fazia de tudo para tentar arrancar aquele objeto de suas mãos, mas nada parece dar certo. Fredo era um cabeça dura teimoso, mesmo estando derrotado. Os dois ficam frente a frente e olhando um para si. Quando...

Ouve um disparo.

Este, estremeceu todo o quarto. Leonardo e Donatello ficaram em silêncio com os olhos arregalados. Splinter e Fredo também. Todos estavam em choque. Este foi o tiro mais simbólico até agora. Ninguém sabia a quem ele atingiu. Fredo ou Splinter. E a resposta veio no olhar sarcástico de Fredo que não perdoou e ainda deu uma grande gargalhada.

É exatamente o que estão pensando: o baleado foi Splinter.

Ele se afasta devagar de Fredo que ainda tinha a arma nas mãos. Splinter tocou em seu corpo e viu que seu grande roupão estava encharcado. Suas mãos estavam repletas de sangue. O tiro atingiu abaixo de seu abdômen, próximo a pélvis. Por causa da dor, acaba caindo no chão, mas não desmaia. Donatello corre para socorrê-lo enquanto Leonardo foi para encarar aquele humano desprezível.

– Porque fez isso? O sensei só queria nos proteger contra você! 

– Acho que a afirmação correta seria: porque não correram antes que eu atirasse? Ninguém escapa das balas de Fredo Cavalcanti. Mutante bom, é mutante morto! 

– Como queria que você fosse um de nós. Um mutante. E não químico, e sim um físico. Sentiria o preconceito de perto e nunca mais iria repetir essa frase tão nojenta. 

– CALE-SE! EU NUNCA SEREI IGUAL VOCÊS! 

Fredo tenta dar uma coronhada em Leonardo, mas o garoto foi mais esperto e conseguiu tirá-lo de dentro do quarto com sua manobra aérea. Fredo bate as costas e fica fraco desde então. 

Raphael e Michelangelo viram Fredo naquele estado, mas não desmaiado. Os dois perceberam que uma tragédia havia ocorrido e correram para aquele quarto. Eles presenciaram a cena mais horripilante que poderiam ver. 

O quarto estava todo bagunçado. Havia pingos de sangue pelo carpete e também nas cobertas da cama. E o mais horrível: Splinter no chão, cheio de sangue junto com seus outros irmãos que tinham manchas sanguíneas nas mãos. 

– NÃO! – Michelangelo entra em estado de choque. O menino corre em direção a seu pai, empurrando Donatello. Lágrimas caem sobre seus olhos e todos se desesperam – Sensei! Não! O senhor não pode morrer. Quem fez isso? 

– Foi o Fredo, Mikey. – Diz Donatello com um tom de voz melancólico – O sensei... veio para nos proteger e... acabou sendo baleado. – Donatello chora e nem consegue completar a frase. Já Raphael, sente ódio dentro de si. 

– SEU DESGRAÇADO! – Disse o garoto indo em direção ao caçador que havia se recuperado. Raphael o pressionou na parede – Eu juro que meu pai morrer, vou te caçar até o fim. Humanos como você merecem a morte! 

– Não tente me intimidar. – Dizia, cuspindo sangue logo após a batida – Posso até morrer, mas meu legado ficará para sempre. 

– Você não merece nem a morte, seu resto de aborto. – Raphael larga Fredo com um certo nojo e até limpou as mãos logo após que tocou. 

Mas Fredo não iria desistir assim tão fácil. Sua arma ainda estava perto e tinha mais algumas balas. Era a chance certa de matar o garoto. Ele se levantou e apontou a arma. Raphael ouviu o barulho do gatilho e não se moveu desde então.  

Um tiro novamente é ouvido. Os outros já se desesperaram. Seria mais uma vítima de Fredo Cavalcanti? Será que Raphael foi atingido? Ou algo mais aconteceu?


Notas Finais


GENTE! O QUE ACONTECEU AQUI????
E agora? O que vai ocorrer? Obrigada a todos que acompanharam o capítulo e nos vemos semana que vem.
Bjs da tia Raffy


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