História Teclas Preta - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Romance
Exibições 15
Palavras 3.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Lemon, Poesias, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sadomasoquismo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


oii ^^ essa é minha primeira fic aqui e espero que gostem, a história em si é um pouco longa, mas não será monótona. Espero que gostem.
Obs: *R* - significa que o personagem Rasa esta narrando ou que se trata dele e *S* é relativo ao Sanny, e **** é narração do autor.

Capítulo 1 - Um encontro diferente.


Fanfic / Fanfiction Teclas Preta - Capítulo 1 - Um encontro diferente.

Dó...Re..Mi..

 

Fá..Sol..

 

Lá..Si...

 

Dó.

Esses são os sons que Sanny escuta todos os dias, as vezes em boa harmonia e quase sempre fora de tom ou sintonia. O jovem de 23 anos que trabalhava em uma escola primaria no centro da cidade, dava aulas de música para as crianças de 5 a 8 série. Amava seu trabalho, suas turmas e seus pequenos músicos, mas faltava alguma coisa, talvez fossem férias, ou dinheiro para o aluguel, mas era bem mais que isso, ele ainda só não sabia o que era.

                                                                                  * R *

Ultimata...

Agora tai-otosho..

Mais firmeza nesse harai-goshi

De dia essas eram as obrigações de Rasa, um futuro médico de 24 anos que também dava duro para ser um excelente lutador de judô. Ele vivia na zona central da cidade, de manhã treinava duro e das 8:00 até 22:00h ia para faculdade, também trabalhava no hospital universitário e ia até de manhã quando tinha que fazer plantão.

- Vamos Rasa! – Sua amiga falou empolgada.

-Desculpe Angel, eu acho melhor eu ficar em casa, quero descansar um pouco. Preciso treinar amanhã.

-A! - Exclamou Angel- Por favor, eu não quero ir sozinha e além disso você precisa sair um pouco, ver gente nova.

-Eu não preciso conhecer gente nova eu já tenho pessoas especiais na vida.

-Rasa- Angel fez uma pausa- Eu sou sua única amiga.

-Eu sei. Isso já é o suficiente.

-Se você não for não vamos no cinema.

Ver filmes no cinema era algo que Angel e Rasa faziam todos os domingos, quando eles eram crianças seus país sempre os levavam no cinema para ver qualquer filme que estivesse passando, quando os pais de Rasa morreram Angel ficou ao lado dele e até chegaram a morar juntos por um tempo para que ele não ficasse sozinho e mais triste do que estava, Rasa conseguiu seguir em frente quando conseguiu sua vaga na universidade. Angel entrou junto com ele no curso de ciência tecnológica. Ela sem dúvida era seu porto seguro.

-Por favor! - Implorou Angel.

- Por que você quer tanto ir? Se você for encontrar algum rapaz eu prefiro não ir.

-Eu só quero ir para me divertir, Rasa, vamos você também precisa.

-Tudo bem. Eu quero beber um drink. E você vai pagar.

-O que?!- Se espantou e deu uma gargalhada- Tudo bem.

Angel teve que voltar para a sala, Enquanto Rasa a via se afastando, pensou em como ela tinha o ajudado e como ela era especial para ele. Só que as vezes ele não fazia ela feliz o suficiente.

        

                                                                          * S *

Eu olhava para o céu, anunciava que iria chover, ainda estava no trabalho e depois de lá iria para casa ver qualquer coisa que estivesse passando na TV, no intervalo da turma do 7º ano que também era o meu intervalo antes de ir para última turma, meu celular tocou e vi que minha prima estava me ligando, era raro isso acontecer já que eu e meus parentes não nos dávamos muito bem, mas ela era uma exceção.

- Alô- Falei simplesmente.                                                

-Oi priminho! - Ela falara com muito entusiasmos.

-Oi Ana, como você estar?

-Eu estou ótima, então para onde vamos sair essa noite?

-Como? - Falei com dúvida, nós nunca saiamos muito.

-SANNY! - Ela gritara no telefone.

-Por que você estar gritando Ana? O que tem de especial hoje?

-Como assim? - Ela pareceu triste e preocupada- Hoje é seu aniversário.

Ah...Meu aniversário, uma data da qual eu sempre me esquecia, não via um motivo para comemorar menos um ano de vida, ao contrário do que as pessoas falam “mais um ano de vida”, não fazia sentido isso, pelo menos não na mina cabeça, ou talvez eu só tivesse uma visão errada disso.

-Eu não estou muito afim de sair hoje Ana, sei que é meu aniversário- Na verdade tinha esquecido desse fato- Mas eu quero ir para casa e descansar, eu não ligo para essas coisas.

-Ah não! - Falou Ana em desaprovação- Vamos sair hoje e sem desculpas, comprei um presente para você e quero lhe dar ele, então apenas vamos, eu passo para te pegar as 22:00h. Beijos.

-Ana eu nã..- Ela desligou.

Eu havia esquecido de como Ana era, há algum tempo não a vejo e de certa forma pode ser divertido sair com ela hoje, embora eu não esteja muito afim de ir para lugares barulhentos essa noite.

Quando o sinal tocou eu me dirigir para a sala de aula, seria minha última aula e depois estaria livre pelo resto da tarde.

Resolvi ir no shopping depois que sai do trabalho, andei a procura de uma roupa para sair essa noite, já que era meu aniversário e eu ia sair com Ana, ao menos eu queria estar bem vestido, encontrei em uma loja uma blusa social branca se ajustou perfeitamente a minha silhueta, e uma jaqueta jeans preta com alguns detalhes em azul. Eu gostava de calças jeans, achei uma bonita que serviu e seus detalhes rasgados nos joelhos dariam um ar mais moderno, agora só faltava um sapato, era meio difícil achar sapatos legais e que combinariam com o que eu pretendia vestir hoje, mas, depois de muita procura acabei encontrando um par de botas cano médio e preta, combinaria com a jaqueta, estava, enfim, acabado meu dia de compras.

Ainda no shopping fui para a praça de alimentação para poder tomar um sorvete ou algo do gênero. Com meu milk-shake em mãos sentei em frente a uma loja de esportes. Eu nunca fora bom em esportes ou em alguma coisa que se exigia muito esforço físico, preferia ler ou exercitar meu intelecto. Mas ali naquela loja algo me chamava atenção, não era um tênis de corrida ou um saco de box, havia naquela loja um homem que aparentava ter minha idade, seu cabelo era negro e ele era bem alto, não sabia seu nome nem quem era, só não conseguia parar de olhá-lo, estava vestindo uma bermuda com camiseta, o que o deixava ainda mais atraente já que seus músculos ficavam de fora. De alguma maneira eu queria ir lá e perguntar seu nome, ou de onde era, mas ele não devia ser gay, muito pelo contrário, ele tinha uma expressão séria, e uma postura dominante demais. Parei de fita-lo quando vi que ele estava saindo da loja. Por algum motivo me ocorreu um frio na barriga, só de olhar por um breve momento seu rosto quando passou por mim. E depois de vê-lo se afastando me levantei e fui embora.

                               

                                                                           * R *

Hoje eu estava de folga da faculdade e do hospital, acordei e fui para o treino, disso eu não tenho folga, e de certa forma é bom não ter, nunca se deve tirar folga daquilo que lhe mantem lucido.

Depois do treino eu fui ao shopping, precisava de faixas para as mãos e de um kimono novo, e como eu sou muito perfeccionista eu procurei em quase todo o shopping por um kimono adequado e isso levou mais de horas, até que conseguir achar uma ótima loja perto da praça de alimentação, logo de cara eu vi um que estava na vitrine esperando por mim, eu pedi para experimentar a peça e logo em seguida foi para o balcão para pagar e pegar as faixas.

Saindo da loja eu sentir que alguém me olhava e não dei muita importância, porém, passando perto de um banco na praça, vi que havia alguém que possivelmente era meu admirador, isso deveria me preocupar, um homem me olhando, mais ele não era apenas um entre outros naquele local, talvez fosse especial, eu não o vi de rosto apenas lembro de sua pele alva, eu não sabia seu nome, nem de onde ele era.

Continuei seguindo em frente, parei para olhar para trás, e quando olhei ele já não estava mais lá. Como um fantasma ele sumiu da minha visão, do meu encontro. “Quem era ele? ”- pensei- “aquele homem de pele alva. ”

 

                                                                         ****

Rasa saiu do shopping e foi para seu apartamento, devia ser arrumar pois já era bem tarde e ele precisava sair com Angel, chegando em seu apartamento deixou as coisas em cima do sofá e foi para o quarto tomar banho, em seu box começou a tirar suas roupas, peça por peça, no chuveiro a água caia nos seus ombros, descia até suas costas largas e com covinhas no fim. Parando finalmente no chão.

Quando saiu do box o vapor embaçou o espelho que havia ao lado, limpou para tirar a barba e começou a fazer o procedimento, em seguida saiu do banheiro e foi para seu guarda roupas, pegou uma blusa vermelha de botões e mangas compridas, uma jeans preta, e por fim um sapato branco com alguns detalhes em vermelho, faltava algo para deixar o visual perfeito. “Ah! Uma gravata”- pensou ele- pegou uma gravata em sua gaveta e a colocou sem deixar o nó apertado. Esperou a ligação de Angel que não demorou muito. Pegou as chaves do carro e foi ao seu encontro.

No outro lado da cidade um jovem entrara em seu banheiro, sua roupa estava em cima da cama, passada e seus acessórios em ordem. O barulho da água o tocando soava como uma sinfonia, e em seu banho as notas eram seus pensamentos que ainda se encontravam no homem que saíra da loja de esportes. “Que idiotice”- pensou Sanny- “tenho que me apresar daqui a pouco Ana chega e--” – o barulho da campainha cortou seus pensamentos e ele já sabia quem estava lá fora. Sairá de toalha e foi até a porta, abriu e sua prima o fitou de cima a baixo.

-Nossa, você já foi mais forte, anda se alimentando direito?

-Boa noite Ana. Entre.

-Chato, vai logo se arrumar.

Sanny entrou no quarto e começou a colocar suas roupas, quando acabou examinou sua carteira para ver se não havia esquecido e nada. Pegou suas chaves, saindo do seu apartamento Ana o indagou.

-Por que você não se muda daqui e compra um apartamento para você?

-Se meu salário desse para fazer isso, eu já o teria feito.

Ana se sentiu um pouco desconfortável com a situação do seu primo, ele tinha se formado há mais de 3 anos e saiu de casa muito cedo, seus pais o mandaram embora quando tinha 19 anos, por verem ele se beijar com um garoto da vizinhança. Isso os abalou e não souberam lidar com a situação, logo de início ele chegou a morar na casa de Ana, porém sua família não era muito a favor de homossexuais, e ele sabia disso, sentia também, e quando conseguiu um emprego alugou um apartamento na cidade, o aluguel não era caro, mas também ele não ganhava muito, muitas vezes atrasou o pagamento, mas sua senhoria era uma aposentada de 73 anos, que adorava a companhia de Sanny e não ligava quando ele atrasava o pagamento.

Chegando na garagem entraram no carro de Ana e seguiram cidade a dentro.

-Onde nós vamos? - Perguntou Sanny olhando através da janela.

-Vamos em uma boate nova que está inaugurando hoje.

-Sério? – Encarou.

-É e você vai gostar, se anima, vamos dançar muito lá.

-Mal posso esperar. – Sanny falou sarcasticamente.

No caminho até a boate onde Ana estava levando seu primo, Sanny indagou.

-Por que está na cidade? Você não vivia com seu namorado?

-Vivia, mas andamos brigando um pouco e eu queria esfriar a cabeça, e como seu aniversário estava chegando eu resolvi fazer as duas coisas ao mesmo tempo. E você, como anda sua vida amorosa?

-Não tenho tempo para isso, tenho meu trabalho, minhas coisas, amor só iria me atrapalhar agora.

-Aí credo Sanny – falou Ana com uma expressão de desgosto- Não fale assim, sei que um dia vai arranjar alguém que te entenda.

-Hum.- foi o último som da conversa.

Chegando ao local Ana foi estacionar o carro enquanto Sanny ficava na fila de entrada. Ele chegou já querendo ir embora, não gostava de lugares barulhentos com muita gente, preferia ficar em casa, ou sair para jantar em algum restaurante perto da praia.

Pensou em como Ana ficaria se ele fosse embora e a deixasse na noite.

Após mais de meia hora na fila eles entraram na boate, era um local bem grande, havia uma pista de dança com muitas luzes e ótimas mesas em torno dela. Ana e Sanny se sentaram em uma mesa um pouco afastada, porém com visão para todo o local. Conversaram muito sobre todos os assuntos e depois de um tempo Ana foi convidada para dançar por um homem que aparentava ter seus 35 anos.

 

                                                                         * S *

Depois que tiraram Ana para dançar eu fiquei na mesa sem muito o que fazer, estava um pouco entediado, a música alta não deixava eu me concentrar em alguma coisa fixa, aquilo tudo era muito para mim, estava me sentindo sufocado, queria sair dali e ir ver o mar.

Fiquei sentado por um tempo até sentir vontade de beber algo, me levantei e fui em direção ao balcão.

-Uma vodca por favor.

- Uma dose? – Perguntou o barman que sorria ao mesmo tempo.

-Não, na verdade pode me dar uma garrafa.

Ele sorriu e logo entregou o meu pedido, voltei para a minha mesa e chegando lá percebi que havia esquecido minha carteira no balcão.

Levantei com um copo na mão e fui novamente no balcão.

-Com licença eu.- Minha voz foi interrompida.

-Esqueceu sua carteira. – Falou o barman com um sorriso no rosto.

-Ah é, foi isso, obrigado. – Peguei minha carteira e seguir para o meu lugar.

As pessoas estavam dançando e eu quase não conseguir passar, tive que empurrar com cuidado algumas, esperar outras saírem do caminho, isso estava me tirando do sério, andei mais dois passos e uma mulher que dançava com seu companheiro esbarrou em mim, fazendo com que eu me desequilibrasse, tombei para o lado perto de uma mesa onde estavam sentados um homem e uma mulher, fiquei sem jeito pois derramei um pouco do conteúdo do copo na blusa do que estava sentado. Ele me olhou e eu vi que era o mesmo homem do shopping, da loja de esportes, o mesmo rapaz que eu admirei mais cedo, agora eu derramei bebida nele, me sentir um completo idiota, meu rosto já estava queimando e se eu tivesse um espelho poderia ver que estava totalmente vermelho. No meio dessa situação a única coisa que saiu da minha foi um pedido de desculpas.

 

                                                          

 

                                                                         * R *

Quando chegamos na balada onde Angel queria ir, eu já queria voltar para casa, não era muito fã de lugares barulhentos. Entramos e logo fomos para uma mesa que ficava perto da pista de dança, Angel foi pegar umas bebidas enquanto eu esperava, vi que havia uma mesa onde estava sentado um rapaz, era só um estranho obviamente, mas sentir que havia algo nele que eu conhecia, só não sabia o que era, já que ele estava relativamente longe de onde eu me encontrava.

A noite ainda estava no seu ápice, até que as músicas me agradavam e eu queria dançar um pouco, tirei Angel para a pista e fomos dançar. As luzes me agoniavam um pouco por causa do meu problema de visão, mas era algo irrelevante a noite. Depois de quatro músicas em sequência Angel estava cansada e eu com cede, peguei duas garrafas de ice no balcão da boate, e me sentei junto à Angel.

Após eu ter me sentado um jovem cambaleou para cima de mim e derramou um pouco de bebida em minha blusa, o que me deixou completamente zangado, mas, quando ele olhou para mim, pode ver que era o mesmo homem de pele alva que eu vira no shopping, o mesmo homem misterioso cujo rosto eu não havia visto de perto, mas agora ele estava ali, bem na minha frente, e com um tom sem jeito e meio desconfortável ele pronunciou algo que não pude escutar, pedir que repetisse.

-Como?

-Me desculpe. – Ele falou como se estivesse com medo e muito nervoso.

-Ah... Tudo bem.

-Não! – Ele fez uma pousa. – Me desculpe, eu posso limpar para você.

Eu soltei uma gargalha e fiquei olhando a expressão no rosto do homem que tanto queria conhecer. Ainda rindo falei.

-Você pode limpar bebida de blusas assim do nada, nossa você é incrível.

-Não...Quis dizer, eu posso ajudá-lo a se secar.

-Creio que posso fazer isso sozinho. – Fiz uma pausa – Mas pode me acompanhar até o banheiro.

Ele apenas assentiu com a cabeça, olhei para Angel que estava alheia a tudo que estava acontecendo ali, disse que iria no banheiro. Ela assentiu e seguir para o banheiro da boate para me secar.

Chegando lá, não havia muitos homens ali, os que tinham saíram quando chegamos, eu fui para frente do espelho e comecei a tirar minha blusa, após fazer isso peguei algumas toalhas de papel para tirar o excesso de liquido da peça de roupa.

Lavei minhas mãos e olhei no espelho, ele estava me encarando, mas quando percebeu que eu o olhei desviou o olhar. Estava um clima pesado lá dentro então resolvi quebrar o silêncio.

-Qual o seu nome?

-Sanny. – Falou simplesmente.

-Eu me chamo Rasa, é um prazer conhece-lo Sanny.

-Igualmente. Aquela mulher que estar com você é sua namorada?

-Não – dei uma risada- Ela é minha amiga. Se chama Angel.

-Que nome bonito. Acho melhor eu ir.

-Não! – Falei sem pensar duas vezes. – Digo, você gostaria de se sentar com a gente?

-Eu estou com a minha prima. Ela me trouxe aqui – ele resmungou- forçadamente.

-Por quê?

-Eh! – Se espantou. -Hoje é meu aniversário.

Ele falou com um pouco de tristeza, embora eu não o conhecesse, nem soubesse nada sobre ele, eu queria ele perto de mim, o seu olhar e seu cheiro me faziam ficar calmo. Ele era realmente alguém especial. Vi ele se aproximar tirando sua jaqueta, fiquei paralisado, seus olhos estavam serenos e seus movimentos eram lentos, ele chegava cada vez mais perto. Eu não sabia o que fazer, apenas esperei para ver sua ação. Ele tirou sua jaqueta e a colocou em mim. Meu coração ainda estava acelerado, seus olhos estavam baixos e ele abotoava lentamente a peça de roupa. Quando terminou ele apenas sorriu e seguiu em direção a porta do banheiro.

“O que eu faço? ” – Pensei – ele ia saindo do banheiro e eu só sabia o seu nome.

-Espere. – O chamei.

-Sim?

-Você não parece gostar de lugares barulhentos. – Falei me sentindo um idiota, o que eu acabara de dizer era estupido demais.

-Realmente não gosto.

Falou e sorriu, em seguida saiu do banheiro, por impulso sai correndo e o peguei pelo braço, não sabia o que estava fazendo nem o porquê. Só não podia deixa-lo ir assim tão facilmente.

-Você não gosta de lugares barulhentos né? E hoje é seu aniversário certo? Então venha comigo. Vamos sair daqui e...- Eu não tinha ideia do que falar.

-Ir ver o mar. – Falou sorrindo.

Assentir, o puxei pelo braço e caminhei em direção à saída, o olhei rapidamente, sua expressão era de surpresa e confusão, mas isso não importava, eu não sabia o que estava fazendo, só sabia que precisava fazer. 


Notas Finais


E ai gostaram? espero que sim, deixem seus comentários para que eu tenha noção da gratificação de vocês. bjs <3


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