História Teclomiose - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~cpf

Postado
Categorias Liam Payne, One Direction
Personagens Liam Payne, Personagens Originais
Visualizações 55
Palavras 1.277
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá olá people, como vocês estão? espero que bem rs
esperamos também que gostem desse capítulo oka? uma ótima leitura sz

Capítulo 5 - .será difícil lidar com você


Fanfic / Fanfiction Teclomiose - Capítulo 5 - .será difícil lidar com você

O vento congelante toma conta de meu corpo assim que desligo o chuveiro e tremo com rapidez. Puxo a toalha, enrolo-me nela e caminho atrás das peças que já estão separadas sobre minha casa. Visto meu traje íntimo, duas blusas ― uma fina e uma grossa ―, calça legging e botas. Ajeito meus cabelos em um rabo-de-cavalo forte e para não perder um pouco de minha vaidade, passo um batom bem fraco em meus lábios.

Desço após pegar minha bolsa e na cozinha, alimento-me de torradas e um copo de leite com café. Saio de casa e caminho para meu emprego. É tão bom poder dizer essa frase e pensar que consegui logo de primeiro me traz um orgulho inexplicável. Pela cara de Payne, jurava que seria escorraçada e humilhada, mas até que ele foi um tanto brincalhão comigo. Tenho certeza de que é um homem bem-educado, ou apenas deve ter feito aquilo por não dar uma má impressão nessa primeira vez e iludir-me com a idéia de um ser humano justo. Pessoas que possuem dinheiro tendem a serem assim.

Avisto o edifício de Liam e adentro com um enorme sorriso. Além de já ter chegado um pouco antes do horário que deveria, o ambiente está quente e confortável, era o que meu espírito precisava para um primeiro dia.

Cumprimento o porteiro do dia e dou-lhe as devidas explicações para que ele não pense que sou uma doida que quer invadir os apartamentos alheios. Ele aponta para um outro canto do hall sem ânimo e volta seus olhos a revista. Apesar de minha felicidade matinal, parece que ele apenas se importa com modelos de carros.

Caminho para o elevador e rumo para a cobertura com aquele mesmo sorriso. Eu não consigo conter nenhum pouco da minha animação porque agora poderei quitar boa parte de minhas dividas e ter um empurrãozinho para a vida que sempre quis.

As portas abrem e ando para fora, passando os olhos por cada canto a procura de Payne. Não encontrando-o, sigo meu caminho para a cozinha. Liam não disse nada, mas acho uma boa idéia preparar um belo café-da-manhã para ele.

Deixo minha bolsa sobre a pequena mesa e vasculho os armários e a geladeira, atrás de algo que tenha a cara dele e agrade o seu paladar. Por fim, faço uma torta de limão, vitamina de abacate com mel e salada de frutas vermelhas. Ajeito tudo em uma bandeja e uma dúvida paira sobre minha mente: devo ir atrás de Liam ou espero-o descer?

Após passar certos minutos pensando, decido ir. Pego a bandeja e caminho em direção a escada que leva para o segundo andar. Assim que piso no primeiro degrau, escuto o barulho da maçaneta e viro para a porta. A mesma abre-se e posso ver Liam.

― O que faz aqui? ― questiona e franzo o cenho. Será que esqueceu-se de que agora trabalho para ele?

― Vim trabalhar. ― sorrio de forma aberta.

― Tão cedo?

― Combinamos esse horário, ou esqueceu? Até deixou a porta aberta para mim. ― Liam não responde-me. ― Fiz seu café-da-manhã. ― ergo a bandeja.

― Por quê? ― aproxima-se e desço o degrau.

― Porque achei que o Senhor estaria com fome. ― seu olhar repreende-me e praguejo-me em um murmúrio. ― Desculpe-me pelo Senhor.

― Será difícil lidar com você. ― balança a cabeça de forma negativa e anda sentido a cozinha. Sigo-o e vejo-o sentar sobre a mesa onde está minha bolsa. ― Mas daremos um jeito.

― Prometo que irei parar com isso. ― sirvo-o. ― Bom apetite.

― Espero que sim. Agora, vá e faça o que tiver que fazer.

Assinto e procuro por onde começar. Apesar de Liam ter contratado sua casa, ela não é tão suja quanto deveria ser. Com certeza é pelo fato de ser apenas ele que reside aqui.

Vou para a sala e lá inicio meu trabalho, tirando o pó dos móveis e em seguida, passando a vassoura e pano. Faço isso em todos os outros cômodos do andar inferior, como a cozinha, o depósito dos produtos de limpeza, um banheiro e uma sala de jogos e só paro para fazer o almoço.

Como não tenho idéia do que fazer, procuro por Payne e mesmo com receio de subir as escadas, pois é algo que soa-me um pouco invasivo, faço-o. Ando pelo enorme corredor cheio de quadros e observo as portas que já encontram-se abertas, na esperança de vê-lo rapidamente. Porém, em nenhuma delas é possível ver a figura de meu patrão.

Paro em frente de uma que está fechada e quando dirijo minha mão para bater na madeira, posso ouvir uma música vinda do outro lado. Seguro-me e passo a escutá-la. Não é algo que eu conheço, mas tenho quase certeza de que é um piano. Nada soa tão bonito e clássico quanto um piano. Encosto-me mais a porta e assusto-me quando a mesma abre-se, levando meu corpo ao chão.

Olho para cima e avisto Liam sentado sobre um banco a frente de um belo piano preto. Seu olhar contem tanta raiva que fico ruborizada de vergonha e medo.

― Desculpe-me. ― levanto, recompondo-me com pressa. ― Eu estava a sua procura.

― Por que não bateu na porta? ― sua voz eleva-se e minhas pernas bambeiam.

― Eu iria bater, mas escutei a musica e não quis interrompê-lo.

― E mesmo assim o fez! ― Liam ergue-se e vem até mim. ― Você não tem um pingo de educação.

― Perdoe-me. ― meu olhar baixa. ― Não tive a intenção de causar problemas para nós, apenas queria saber o que deseja para almoçar.

― Nada. ― silaba. ― Agora, saía daqui, antes que eu te demita. Enxerida.

Caminho para trás ainda com o olhar no chão e sinto a porta bater quando um vento é produzido em meu rosto. O barulho assusta-me um pouco e produz uma enorme tristeza que enche meus olhos de água. Liam não precisava ser tão grosso assim, eu só descuidei-me um pouco e não fora nada demais ouvir sua bela melodia. Aparentemente, ele não pensa da mesma forma que eu.

...

Olho para o relógio e avisto as horas. 17h:12m. Faltam apenas três minutos para eu voltar para casa e nesse tempo que permaneci sob o teto de Payne, sinto-me estranha por retornar ao trabalho como se nada tivesse acontecido. Talvez, o desespero por ser demitida tenha falado mais alto, ou eu estou conformando-me de que errei em escutá-lo tocar. Qualquer opção que seja, espero poder acordar com um trabalho na manhã seguinte.

Novamente, verifico o horário e já está em minha hora. Levanto-me da mesa da cozinha e caminho para a saída, porém, ao chegar à sala, enxergo Liam no sofá. Subitamente, paro e ele vira-se em minha direção. Agora, ele aparenta estar mais calmo, mas aquela mesma face de abatimento do primeiro dia ainda deixa-me extremamente intrigada. Por que será que ele vive dessa forma? Será que trabalha demais? Não, com certeza não. Se Payne trabalhasse tanto assim, não nos encontraríamos em casa e eu não levaria algumas broncas ― que tendem a aumentar.

― Deu o meu horário. ― aviso-o.

― Sim, eu sei. ― levanta-se enquanto esfrega suas mãos nos braços. Liam parece sentir frio, mesmo com o ar-condicionado no quente e as roupas contra a baixa temperatura que veste. Abro um pouco do braço como se pedisse por mais algumas palavras e ele encara-me.

― Liam? ― seu corpo não está estável, pois observo-o balançar um pouco para os lados.

― Oi?

― Você está bem? ― aproximo-me com certa pressa e ele desaba sobre meus braços. ― Liam!


Notas Finais


payne já começou com os problemas jesus, quero cuidar dele
esperamos que tenham gostado, voltamos em breve oka? bjks sz


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