História Teen Complications - 1° temporada - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Contos, Drama, Escola, Fanfic, Ficção, Ficçãogeral, Juvenil, Lésbica, Mistério, Popular, Romance, Selenagomez, Suspense, Teen
Exibições 12
Palavras 2.710
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Primeiro capítulo de uma história muito interessante.

Capítulo 1 - Ponto de Partida (Starting Point - Season Première)


Lívia (Narração): "Sempre começamos do ponto de partida. O ponto de partida é essencial para qualquer jornada. Acho que a minha também começou assim. Sempre que começamos uma jornada do ponto de partida, nunca imaginamos nem sequer sonhamos com o que virá adiante. E foi assim que tudo que eu tenho vivido ultimamente refletiu nisso, no meu ponto de partida, onde eu deveria ter ido, ter feito, etc."

Anna: E então, filha? Feliz com a nossa nova casa? - pergunta minha mãe, se vangloriando por ter comprado a casa mais bonita de Seattle.

Lívia: Tanto faz. A casa é sua, não minha.

Anna: Não acredito que você ainda está assim porque nós nos mudamos.

Lívia: Sim, ainda estou. E vou ficar por um bom tempo! Até logo. - Fui até meu quarto e me tranquei. Eu realmente estava cansada de ter que morar em um lugar assim. Já estava cansada e não fazia nem dois dias que estávamos ali.

Eu realmente gostava de onde eu morava antes, mas senti que tudo foi por água abaixo quando vim morar aqui.

No dia seguinte, fui para a escola Christian Sheppard, que era bem grande, era quase do tamanho de um estádio inteiro de futebol, incluindo o estacionamento. Era um prédio bem bonito, aliás, vários prédios bem bonitos, enfileirados, com escadas e elevadores, era tudo muito chique. Agora entendo porque só 5% dos bolsistas que se matam fazendo o teste para estudar lá conseguem entrar. Logo de cara sou olhada de cima abaixo, já que uso um jeans velho e surrado, uma camiseta quase que fora de moda do Nirvana, um all star riscado com o nome dos amigos que deixei para trás, e com uma jaqueta de couro semi-nova.

Percebo que todos os olhares e burburinhos se voltam para mim, mas entro com o pé esquerdo porque não estou nem aí pro que vão falar ou pensar de mim.

Chego na minha sala e sou recebida pela senhorita Phillips, Agatha Phillips, professora de história.

Agatha: Olá, seja bem-vinda!

Lívia: Obrigada, professora.

Agatha: Bem, é bom que saiba meu nome, sou Agatha, Agatha Phillips, sua professora de história. Muito bem, meus queridos alunos, - ela começa a falar mais alto, até que todos prestam atenção nela - devo lhes apresentar a nossa nova aluna, senhorita...

Lívia: Lívia Monteiro.

Agatha: Ela se mudou para Seattle e agora estudará aqui conosco. Sente-se ali, querida.

Lívia: Obrigada.

A aula foi interessante, Agatha falou sobre as conquistas americanas. Na hora do intervalo, sou surpreendida por uma gangue que senta ao meu lado na mesa do refeitório.

Kezya: E aí, novata? Tudo beleza?

Lívia: Sim... Você quem é? É da minha sala, não é?

Kezya: Sim, eu sou... E aí, fale mais de você... Nós queremos te conhecer, não é galera...

Todos: Sim.

Lívia: Bem, como a Agatha já disse, sou aluna nova, acabei de me mudar para cá, mas não estou muito satisfeita. Mas me acostumo.

Kezya: Nossa, você é igualzinha a mim, quando cheguei aqui, tive a mesma reação.

Lívia: Sério? Que bom que não sou a única.

Kezya: Com o tempo você se acostuma. Olha vou te apresentar, esse aqui é o Daniel.

Daniel: Daniel Morrez, prazer. - Daniel era loiro, tinha cabelos enroladinhos, como de um anjinho, e tinha olhos azuis esverdeados. Ele era forte, não gordo nem cheinho.

Kezya: Essa aqui é a Gabriela. - Gabriela era morena, tinha a pele bronzeada, seus cabelos eram longos e sedosos.

Gabriela: Olá, Gabriela Barros. - ela estende a mão e eu a aperto.

Kezya: E esses aqui são minha irmã Victória e o Werlley. - Victória era mediana, era bem sorridente e falante, tanto que Agatha chamou sua atenção várias vezes para que ela parasse de falar, já Werlley era daquele tipo de nerd que não fala com quase ninguém e presta atenção em tudo na aula, ele era moreno e fortinho, pois fazia academia, até me surpreendi, pois ele era bonito, não igual aos nerds que eu conhecia antes de morar aqui, já que eles usavam os típicos óculos e aparelhos.

Victória: Oi, querida... Você é bem... Estilosa... - ela me abraça e faz pausas enquanto fala.

Werlley: E aí - Ele apenas estende a mão e nós batemos.

Kezya: Eu sou Kezya. Kezya Yang, essa pessoa maravilhosa que está aqui agora, não é pessoal? Não, não, não.. Nem precisa falar, não mereço tantos elogios... - Todos riem - E tá faltando a Alessandra, ela é igual a mim no jeito, ela sempre some na hora do intervalo, nem sei onde ela se meteu.

Alessandra era a moça que Kezya estava falando. Ela aparece indo a diretoria. Ela é parda, com lindos cabelos longos e um corpão.

Alessandra: Oi, você nem me ligou. Tava preocupada, amor. - ela entra na sala do diretor e tranca, depois da um beijo de cinema nele.

Robert: Minha esposa chegou em casa mais cedo ontem, não deu para nós nos vermos. Me desculpe, Less.

Alessandra: Calma, aqui a gente se resolve... - ela volta novamente até a porta, checa se não há ninguém do lado de fora e a tranca.

Eles se beijam ardentemente, e o clima começa a esquentar. Ele passa a mão pelas costas dela e a faz carinhos com as mãos. Alessandra sussurra safadezas no ouvido deles e começa a tirar a roupa. Eles começam a transar, no meio do expediente dele na escola.

O sinal toca. Todos nós voltamos para a sala. Eu já estava bem enturmada com meus novos amigos. Descobri que Kezya tinha o sobrenome Yang devido ela ser adotada por um casal fanático por Grey's Anatomy, que adorava a Cristina Yang, e a registrou com esse sobrenome para homenageá-la. Mas eu percebi durante a aula do professor Richard Noah, professor de matemática, os olhares de um garoto extremamente bonito, tinha um corpo atlético e origens japonesas. O nome dele era Eduardo, Eduardo Grabber. A tal Alessandra apareceu atrasadíssima no meio da aula.

Richard: E então, nós subtraímos o total do radicando...

Alessandra: Com licença? Será que eu... posso entrar? - perguntava Alessandra com cara de quem acabou de fazer sexo, seu cabelo ainda estava meio desarrumado, notei isso.

Richard: Será que eu deveria deixar você entrar? Já se passaram 20 minutos da minha aula... Olha bem como você se porta. Tudo bem, pode entrar, mas compareça a diretoria comigo no final do turno.

Richard continuou com a aula, enquanto alguns burburinhos sobre Alessandra enchiam a sala.

Enquanto isso, minha mãe Anna, estava acabando de lidar com sua separação do meu pai, Phillip. Ela se mudou para Seattle para esquecê-lo. Ela está louca para fazer com que eu me acostume com essa nova vida, mas eu realmente, estou muito estressada desde que tudo isso começou. Ela está em seu quarto, terminando de desencaixar as coisas da casa nova, quando acha uma caixa de sapatos repleta de fitas cassete. No título da fita está escrito:

"Lembrança de casamento de Anna e Phillip Monteiro. 15 de Agosto de 1989."

Minha mãe não acredita ao ver a fita e decide rever seus momentos felizes. Ela coloca a fita no aparelho de fita cassete que usa para restaurar filmes antigos e assiste ao vídeo de casamento. Ela aparece deslumbrante no seu vestido branco cheio de pedrinhas. Meu pai também é um jovem muito bonito, confesso que se não fosse meu pai... Ui! Mas enfim, ele está lindo usando um terno marfim. Eles dançam a uma música lenta e se beijam de dez em dez segundos. Anna começa a sorrir e lagrimar ao ver aquilo. De repente, alguém bate na porta, atrapalhando a nostalgia dela. Voltando ao normal, ela abre a porta e tem uma surpresa ao ver meu pai. Ele ainda é bonito, apesar de ter 42 anos.

Phillip: Desculpe, Anna, vim até aqui porque a Liv esqueceu o casaco preferido dela. Tudo bem? parece que você estava chorando.

Anna: Está tudo bem, Phillip, obrigada e não, eu não estava chorando. Só estava... Ocupada.

Phillip: Tudo bem então, mas só me diga uma coisa, como está sendo a sua estadia na casa nova? E a Liv, já se acostumou?

Anna: Bem, Phillip, você conhece a nossa filha, em meio a tanta doçura de repente ela virou um limão. Agora não quer ficar aqui e vive enfurnada no quarto. Mas é uma questão de tempo até que ela se acostume.

Phillip: É... Tudo bem então, é.... então tchau.

Anna: Mas já? Quer dizer, você, não quer entrar e conhecer a casa, tomar um café?

Phillip: Não, não, eu só vim devolver o casaco da Liv mesmo. Estou muito ocupado. Então já estou indo.

Anna: Tudo bem. Até logo.

Phillip: Até.

Eles quase se beijam, mas acabam trocando beijos na bochecha. Esses dois ainda são muito apaixonados. Mas né, vamos ver como eles vão lidar com essa separação. De volta a escola, o sinal toca e finalmente chegamos ao fim das aulas. Como sou muito desastrada, acabo derrubando todas as minhas coisas no chão. Quando me abaixo para pegar, vejo que mais alguém se junta a mim para me ajudar a pegar as coisas, quando vejo, me surpreendo. É um garoto mais bonito da sala, David Everest, que está me ajudando. Fico admirando-o, e quando volto ao normal, percebo que ele já juntou todas as coisas e esta falando comigo há minutos.

David: Ei... Terra chamando... Ei!

Lívia: Oi... É... Desculpa, estava distraída.

David: Então, você é a aluna nova, Lívia Monteiro?

Lívia: É o que dizem né...

Ele ri. OMG!!! Mds... Consegui fazer ele rir...

David: Então, eu estava falando sobre a festa que vou dar na minha casa hoje à noite... Você poderia ir... Agora que estou aqui perto de você, estou vendo que você é bem bonita...

Ele me elogiou... Espera aí, Brasil, não espera, Brasil não, Seattle, será que estou sonhando?

Lívia: Festa? An... Sabe o que é... É que eu não poss...

Kezya: Ela vai sim...

Lívia: Mas o quê?

Kezya: Isso mesmo, faço questão de levar ela... As 5, né?

David: Isso, as 5.

Ele pisca pra mim enquanto sai da sala.

Lívia: Kezya, você está louca?

Kezya: Claro que não, querida... Hello... Ele te chamou pra uma festa na casa dele, você seria muito burra e otária se não fosse.

Lívia: É, querida, eu sei, mas é que como é que eu vou pra uma festa em que eu não conheço ninguém?

Kezya: Isso, a gente resolve lá. E você vai. Dá um jeito de contar alguma coisa pra sua mãe e me encontra antes das 5 na esquina da sua rua. Eu tenho carro, posso te levar e te trazer.

Lívia: Tá, tá... Vou dar um jeito de ir. Agora, não me culpe se não der.

Gabriela: E aí? Vocês vão pra festa do David?

Lívia: Vamos!

Werlley: Eu não vou poder ir. Tenho que estudar pra física.

Gabriela: Ai, garoto, deixa de ser nerd pelo menos uma vez na vida. Vai se divertir.

Werlley: Não, não posso. Nos vemos amanhã!

Gabriela: Bem, eu já vou indo. Quero ficar linda pra essa festa.

Me despedi de Kezya e fui para casa. Enquanto isso, o diretor recebia Alessandra em sua sala.

Robert: Bem, você chegou atrasada na aula de matemática?

Alessandra: Sim, mas nós dois sabemos o porquê!

Robert: Sim, sabemos, mas, Less, você sabe o quanto isso é perigoso. Sem falar que isso pode nos trazer consequências imprevisíveis!

Alessandra: Por você, estou disposta a tudo. Eu te amo!

Eles se olham e trocam mais um beijo ardente. Após isso, Alessandra sai da sala e vai para seu carro, um Volkswagen lindo, daqueles de patricinha. Mas ela não era patricinha, era uma vadia que tinha um caso romântico com o diretor, e melhor, tinha um apartamento lindo comprado com o dinheiro dele! Ele sustentava ela e escondia isso de todos. Ao chegar em casa, Alessandra recebe uma mensagem no celular:

"Seu 'castigo' vai ser me esperar na cama, porque hoje irei acabar com você."

Ela apenas ri. E vira-se para um lado da cama.

Alessandra: Me desculpe, mas hoje à noite, quem vai esperar é você!

Cheguei em casa. Minha mãe já tinha terminado de arrumar tudo. Estava tudo impecável. Quando eu entrei, achei que tinha errado de casa, mas não, era a minha casa mesmo! OMG... Meu quarto então, acho que era o melhor quarto do mundo.. Minha mãe tinha saído. Escreveu um bilhete dizendo que ia até a casa de Amélia, uma amiga dela dos tempos de escola. Eu começo a escolher a roupa que vou usar na festa de David. Isso leva um tempo, mas escolho a roupa ideal. Não sou muito de usar vestidos, e não usei mesmo, até pensei em ir com o que tinha separado, mas preferi ser eu mesma e ir de blusa de manga comprida e botões, com minha calça preta meia rasgada e meus sapatos de couro que vão até o tornozelo. Ainda aproveitei pra usar um chapeuzinho descolado.

A casa de Kezya era muito bonita. Tinha uma decoração toda baseada em flores. O jardim era bem florido. E eles tinham coelhos! Eram as coisas mais fofas. Victória queria muito ir a festa, mas não podia, por ser considerada caçula.

Victória: Eu vou sim!

Kezya: Não vai não, Victória, você está me estressando!

Lilian: Mas o que está acontecendo aqui? Dá pra ouvir os gritos de vocês do outro lado da rua.

Kezya: A Victória quer ir a festa na casa do David.

Victória: E a Kezya não quer me deixar ir. Diz pra ela, mãe. Diz pra ela que eu vou.

Lilian: Filha, desculpa, mas você não vai.

Victória: O quê?

Kezya: Haha, eu disse!

Lilian: A sua irmã sabe agir se acontecer alguma coisa. Já você não. Você é frágil, mocinha, acho melhor não ir a essa festa.

Victória: Não acredito, mas tudo bem... Não vou nem discutir porque sei que não vai adiantar. Ai, odeio ser a caçula... odeio.

Kezya: Bem, eu já vou indo, beijo mãe.

Lilian: Beijo. Cuidado filha.

D. Anna está demorando muito pra vir, até que eu escrevo um bilhete para ela e aviso que vou estudar na casa de uma amiga. Saio de casa às 16h45, e espero por Kezya na esquina da rua de casa. De repente, vejo um garoto vindo de skate, quando ele chega mais perto, vejo Eduardo. Ele para e fala comigo.

Eduardo: Nossa, você está... gata.

Lívia: Obrigada. Você vai pra festa na casa do David Everest Hawark?

Eduardo: Acho que não. Você vai?

Lívia: Sim, eu vou. Já estou até pronta, só estou esperando minha amiga... que a propósito, acaba de chegar.

Kezya chega em seu fusca branco e preto, atrapalhando a conversa.

Kezya: E aí, Edu? Beleza. Vamos Lívia.

Eduardo: Beleza.

Lívia: Vamos... A gente se vê, Edu.

Eduardo: A gente se vê.

Entro no carro de Kezya e vamos até a casa de David conversando sobre nossas vidas. Descobri que Kezya já havia usado um pênis de mentira para assustar uma garota que ela detestava. E até que chegamos ao Edu.

Kezya: Ah, e o que você e o Edu faziam conversando na esquina? Ele estava te cantando?

Lívia: Não, claro que não... Ele estava apenas passando. E nós trocamos duas ou três palavras.

O som na casa de David já estava alto, e estava estrondando David Guetta, com "She Wolf". Realmente amava essa música e logo que desci do carro fui dançar, apesar da minha roupa não estar muito adequada, mas dancei assim mesmo.

Minha mãe chega em casa.

Anna: Lívia? Filha? Já cheguei, o que quer de jantar?

Ela encontra o bilhete e lê.

Anna: Hum, que bom que ela já fez amigos. Bem, vou fazer macarronada. Sei que ela adora.

Na festa, encontrei com os meus amigos, menos Werlley, e dançamos todos juntos, a música "Beautiful Now", do Zedd. David acaba se aproximando de mim e nós começamos a dançar juntos a música "People Like Us", da Kelly Clarkson, e é com essa música que encerra o episódio.

Lívia (narração): "Como eu dizia, tudo tem um ponto de partida, e o meu novo ponto de partida, que tinha sido rompido quando me mudei para Seattle, já começava a aparecer novamente. Mas não só o meu. Acho que existem muitos outros pontos a ser traçados, como o da diversão - referente a Kezya - , o da atração - referente a David e Eduardo, que acaba por chegar na festa de repente -, o da azaração - referente a Gabriela e Daniel, que se olham diferente, e Kezya, que conhece um garoto chamado Leo -, e o da luxúria - referente a Alessandra -, que andam todos interligados pelas pessoas que nos rodeiam. Faça você mesmo seu ponto de partida, sua iniciação, crie suas próprias regras, seja você mesmo, é isso que vale no final das contas. Mas, posso dizer, no início, no meio e no final das contas"

O episódio termina com os olhares cruzados entre Lívia, David e Eduardo.


Notas Finais


#StartingPoint postado. Espero que tenham gostado.


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