História Teen Complications - 1° temporada - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Contos, Drama, Escola, Fanfic, Ficção, Ficçãogeral, Juvenil, Lésbica, Mistério, Popular, Romance, Selenagomez, Suspense, Teen
Exibições 1
Palavras 2.781
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Décimo primeiro episódio.

Capítulo 11 - Luta pela vida/Filme da Vida (Fighting For Life/The Life's)


Kezya (narração): "Quem não gosta de assistir um bom filme? Eu adoro. Principalmente se for filme de ação, comédia, terror. Bem, terror não faz muito meu tipo. Mas... E se você assistisse ao filme de sua própria vida? Iria mudar alguma coisa? Faria algo melhor do que deveria ter feito? Acho que provavelmente sim. Sabe, eu achava que a morte só chegava pra nós quando estávamos velhos. Mas me enganei profundamente dessa minha teoria "Kezyólica" de pensar".

Kezya estava indo bem com o propósito de parar de se drogar. Ela e Leo estavam seguindo firmes no relacionamento. Mas aí... Do nada... Uma tentação chega até eles. Claro que, por não terem procurado nenhum centro de apoio, Leo e Kezya estavam muito propensos e voltar a consumir. Eles estão arrumando a velha casa de Leo, quando acabam achando vários pacotinhos de drogas, além das drogas injetáveis e outros tipos. Eles se olham e então pegam os pacotinhos.

Eu estava realmente chateada com o comportamento de David na noite anterior. Ele estava muito agressivo e a maior vítima dele era Edu. Seja verbal como fisicamente. Estou sentada a mesa da escola com Gabi, Daniel, Less e Werlley. David chega e se senta ao meu lado.

Lívia: Gente... Eu vou beber água tá. - Me levanto, nao querendo a companhia dele.

Ele se levanta também e me segue. Ele puxa o meu braço.

David: Vem cá... Até quando você vai ficar assim?

Lívia: Até você aprender a ser homem o suficiente pra confiar em mim.

Sou grossa com ele mesmo e o deixo plantado no meio do pátio.

Quando Vivian, que é irmã de Leo, chega em casa para ajudar o irmão e Kezya, se depara com uma cena forte. Há drogas espalhadas por todo canto e Kezya e Leo estão tendo uma overdose, os dois juntos, tremem e babam no chão.

Vivian: Oh, meu Deus...

Teen Complications

Created by Junior Pereira

Participação especial de alguns personagens da 2° temporada: Jeff, Vinícius, Alexia, Kathleen, April e Tereza.

A sorte de Leo e Kezya é que eles moram bem próximo a escola, e lá tem um hospital filiado, o Brian Shepherd Hospital, que foi um grande feito realizado entre os irmãos Christian, Brian e Sander Shepherd. Vocês conhecerão os personagens da 2° temporada na 2° temporada, mas vou adiantar algumas coisas por aqui.

Lilian: E então garota, o que foi que você viu?

Vivian: Eles estavam os dois no chão, se revirando todos, e estavam babando... Uma coisa horrível.

Lilian: Ai, doutora, diga... Minha filha vai sobreviver?

Alexia: Bem, como o caso da sua filha foi descoberto logo, vamos fazer o possível. A maioria dos casos de overdose acontece pouco depois da pessoa misturar duas ou mais drogas ou ingerir em excesso. E as mortes acontecem porque a pessoa esta sozinha. Não tem alguém pra socorrer como a senhorita Vivian fez.

Victória: Ai... Eu não quero que a minha irmã morra....

Jeff: Ei, ei... Calma... Ela não vai morrer, a doutora Alexia é uma ótima infectologista. Ela não vai deixar que nada aconteça. Me acompanhe.

Paul: E você quem é?

Jeff: Jefferson Klum Evigan. Pediatra, quer dizer, residindo em pediatria. E então, mocinha... Vamos?

Victória: Tá.

Ele e Victória vão para um outro cômodo do hospital.

Alexia: Agora eu vou falar todo o processo que sua filha e o namorado dela vão passar. Bem, primeiro nós teremos que fazer uma lavagem estomacal, ja que a substância vazou para o estômago.

Paul: Espera... Você está me dizendo que a droga atravessou a parede estomacal da Kez?

Alexia: Sim. Ainda não sabemos ao certo quais substâncias ela misturou, mas a parede estomacal foi rompida. Logo depois, termos que desintoxicar os pulmões e os rins dela. Realmente será uma tarefa difícil e cansativa, mas faremos o possível para que sua filha fique bem. Ela terá de lutar pela vida.

Jeff: Tome este calmante. Vai te ajudar a se sentir melhor.

Victória: Obrigada. Mas... Porque me trouxe aqui?

Jeff: Bem é que...

Vinícius: Klum, temos um caso de pneumonia em um bebê. Ah, desculpe. Não percebi.

Jeff: Tudo bem. Como eu ia dizendo, eu trouxe você aqui para que se acalme. Você está nervosa e eu como ninguém sei cuidar de pessoas nervosas. Pense que vai dar tudo certo e sua irmã sairá bem dessa.

Tereza: Klum, vá logo. O caso do bebê está esperando.

Logo, Lilian, Paul e Vivian se juntam a ela na salinha.

Jeff: Pense no que te falei, Victória. Até logo. Depois eu volto pra ver como está o caso. Vamos, Vini.

Vinícius: Vamos.

Tereza: Ah... Desculpem, nem me apresentei. Tereza Berlusconi, clínica geral e professora desses residentes. Como estão? O caso de vocês é aquele dos garotos intoxicados não é?

*REALIDADE PARALELA DE KEZYA*

Acordo jogada em um corredor de hospital. Não há ninguém em lugar algum. Sinto como se o mundo tivesse desaparecido e estivesse só eu no hospital.

Kezya: Oi... Tem alguém aí? Oi? Fala comigo? Oi?

Como não obtenho resposta... Vou andando para os corredores seguintes. De repente, ouço choro de bebê.

Kezya: Meu Deus, será que tem alguem aqui?

Corro em direção de onde está vindo o choro de bebê. Me assusto ao chegar em um dos quartos do hospital e ver minha mãe e meu pai ainda jovens. No colo de minha mãe está um bebê. Eles choram amargamente... Ah, já sei... Esse bebê devia ser Carl, filho biológico falecido dos meus pais. Ele morreu 4 horas depois de ter nascido. Corro para perto deles, mas eles somem instantaneamente. Começo a chorar.

Kezya: O que está acontecendo? Onde estou? Porque estou sozinha aqui?

*PAUSA NA REALIDADE PARALELA DE KEZYA*

Kezya está sendo levada as pressas para a sala de cirurgia. Como puderam ver... A situação dela é complicada. Mas as coisas ficaram difíceis pra mim também. Chego ao hospital. Logo vejo na sala de espera a família de Kezya e uma mulher baixinha, magra e com um jaleco branco. Deve ser a médica. Abraço Lilian, que está em pé. E ouço as palavras da médica.

Tereza: Bem, eu vou lá para a sala de cirurgia agora. Vamos fazer a lavagem estomacal e operar sua filha o quanto antes.

Lívia: O que? Kezya será operada? Como assim?

Tereza: Com licença.

Lilian: Ah, Lívia... Que bom que está aqui. Kezya vai ser operada sim. As drogas que ela consumia romperam a parede estomacal dela, através do pulmão, e agora ela vai ter que ser operada por que se alastrou para os rins. Se ela não for operada com urgência, ela morrerá. - Lilian me diz, já com lágrimas.

Lívia: E o Leo?

Paul: Também vai passar pelo mesmo processo. Isso vai levar horas.

Victória está dormindo. Deve ser efeito do calmante.

Lívia: Vou ficar aqui com vocês. Querem água?

Lilian e Paul dizem que sim e vou pegar os copos de água no bebedouro. Ao chegar lá... Vejo April e mais um garoto, ele deve ter uns 17 anos, e está usando um jaleco branco também. Fico surpresa. O hospital fica em conjunto com o terceiro bloco da escola, que fica ao lado do bloco onde nós estudamos normalmente. Finjo que não vi April, mas ela logo vem até o bebedouro para provocar.

April: Você aqui? O que foi? É faxineira?

Lívia: April, agora não tá legal. Eu não estou bem.

April: Ah... O que foi? Terminou com o namoradinho?

Lívia: Não, a minha melhor amiga está em uma sala de cirurgia e pode morrer. Tá bom pra você? Então cala essa boca e me deixa em paz. - acabo perdendo o controle e grito com April, na ultima parte da frase empurro ela, que quase cai. Todos olham pra nós.

April: Ah, sua desgraçada... - April vem pra cima de mim, mas é impedida pelo rapaz.

Jeff: Para com isso, April. Chega! Vamos, vai pra lá... - Diz o rapaz, apontando para a praça de alimentação.

April: Você vai ver só... Vai ver só... - ela fala, antes de sumir em uma das salas.

Noto que no jaleco do rapaz está escrito "Jefferson Klum Evigan - Pediatria (Residência)". Pelo Klum, ele deve ser algum parente da April.

Jeff: Me desculpa pela minha irmã, ela é... impulsiva.

Lívia: Tudo bem... Com licença.

Jeff: Claro.

*REALIDADE PARALELA DE KEZYA*

Saio do hospital e começo a andar sem rumo. É incrível como a cidade toda está... deserta! Me sinto como se estivesse na série The Walking Dead, mas sem pessoas e sem zumbis, somente o vazio e o barulho do vento. Engraçado porque... Seattle é uma cidade tão movimentada, não é a toa que é uma cidade populosa. Mas é incrível ver ruas e mais ruas vazias. Chego ao orfanato... Ah... O orfanato"Richard Grabber" onde passei minha infância... Junto com Victória. Eu tinha 9 anos e ela tinha 3. Cheguei lá quando tinha 8 anos. Minha mãe tinha falecido e eu estava fugindo do meu padrasto, que era um pedófilo assumido. Trouxe comigo Vick, que na época tinha 2 anos. Ate que vejo um casal muito simpático me levar embora junto com minha irmãzinha. O carro desaparece e eu fico sozinha novamente. Não sei porque isso está acontecendo comigo. Porque eu estou sozinha aqui, porque estou vendo essas coisas... O que aconteceu?

*PAUSA DA REALIDADE PARALELA*

Na sala de cirurgia, Leo e Kezya estavam sendo submetidos a uma cirurgia de alto risco, que envolveria mexer com os órgãos vitais de ambos. A residente Alexia Dixon, que estava cursando para infectologista, estava operando Kezya, que já estava ligada aos aparelhos e com a barriga toda aberta.

Tereza: E então, Dixon... Já está conseguindo fazer a lavagem?

Alexia: Sim. Até agora a paciente não apresentou queda de pressão, o que é ótimo.

Kathleen: Eu temo pelo próximo estágio da cirurgia. - Kathleen estava residindo para cardiologia.

Tereza: E porque diz isso, Mendez? - pergunta a doutora, se preparando para começar a operar Leo.

Kathleen: A cirurgia por si só já é complicada, temo que ela não resista a tanta exposição dos seus órgãos vitais. Teremos que dar choques no coração dela durante a segunda parte da cirurgia.

Alexia: Pronto... A lavagem estomacal já foi concluída... Agora... Vamos ao segundo estágio.

*REALIDADE PARALELA DE KEZYA*

Já tinha andado mais um pouco, até que cheguei a praça. Chegando lá, me sentei em um banco. Comecei a ter vários flashbacks da minha infância, do meu início de adolescência e de quando fui morar com Lilian e Paul. Tudo veio a minha mente... Até que me vi com Leo, usando drogas de novo, e de repente, ele começa a ter uma convulsão, vou ajudá-lo... e sinto uma coisa esquisita, minha lingua começa a enrolar, sinto falta de ar e... não lembro de mais nada. Baixo minha cabeça e começo a chorar. Eu ainda não estava entendendo nada. O que eu estava fazendo ali sozinha? Como eu pude me lembrar de tudo isso se não havia ninguém ali? O que está acontecendo? De repente, percebo que começa a escurecer, me assusto, com a beleza da cidade sendo destruída pela escuridão.

**

O monitor com os batimentos cardíacos de Kezya começa a cair, fazendo bips muito rápidos.

Alexia: Ah, não... Droga... Kathleen...

Kathleen: Droga. Eu sabia que isso poderia acontecer...

Ela liga o desfibrilador e esfrega um no outro.

Kathleen: Afastem-se.

*REALIDADE PARALELA DE KEZYA*

Conforme a escuridão vai avançando, ouço vozes dizendo"Afastem-se", "Oh, não ela não está reagindo"... "Mais rápido"... Fico ainda mais confusa e com medo

**

A máquina parece não estar dando jeito e a residente Kathleen decide fazer massagem cardíaca em Kezya. O monitor dela fica ainda mais rápido e os batimentos cardíacos parecem cair mais.

Sons de batimentos cardíacos ecoam, e Lilian, Paul e eu oramos e rezamos muito por Kezya. Mas... Os batimentos cardíacos param. Kezya morre.

*REALIDADE PARALELA DE KEZYA*

A escuridão para... e vejo um homem ao meu lado. Ele é velho, esta vestindo uma camisa branca, com uma calça branca.

Deus: Parece que você não está entendendo nada aqui, nao é jovem?

Kezya: Quem é o senhor? Como apareceu aqui?

Deus: Eu sou... a vida.

Kezya: A vida? Como assim... a vida?

Deus: Você está morta minha jovem.

Kezya: O que? Mas... como eu estou morta se estou tão bem aqui? O senhor é um louco.

Deus: Posso lhe provar que está morta.

Kezya: Essa eu quero ver... Escuta aqui seu velho mendigo descarado... - de repente... estou na sala de cirurgia, há vários médicos tentando me ressuscitar, e eu não respiro. Vejo outra doutora cuidando de Leo em uma maca não muito longe da minha. - O... O que é isso?

Deus: É você... Não acabou de se lembrar que teve uma convulsão quando foi ajudar seu namorado? Quando vocês estavam usando drogas?

As palavras do homem me fazem relembrar tudo outra vez. Começo a chorar...

Kezya: Minha nossa... estou morta... O que foi que eu fiz? Minha irmã, meus pais, minha família... Oh, meu Deus... Me perdoe...

Deus: Sim... Eu perdôo.

Kezya: O que disse?

Deus: Disse que sim. Que te perdôo, filha.

Kezya: Você... É...

Deus: Sou... Você me conhece muito bem... Você sempre pedia pra mim no orfanato pra te mandar uma família todas as noites lembra?

Kezya (criança): Deus, você sabe o quanto eu quero ter uma família... Me dê um pai, uma mãe... Dê uma família que dê amor pra mim e pra minha irmã... Por favor... Não quero mais sofrer, Deus, não deixa...

Me lembro da oração que fazia todas as noites no orfanato... Aquilo me atinge mais ainda e eu choro ainda mais.

Deus: Não chores, filha... Estou disposto a te dar uma segunda chance.

Kezya: Segunda chance?

Deus: Sim... Basta você... Escolher.

Me levanto e ele aponta para trás de mim. Me viro e vejo muito ouro, ouro puro mesmo... Vejo também muitos diamantes, esmeraldas, enfim... Todas as riquezas que sempre sonhei parecem estar ali, bem atrás de mim... Quando olho de volta para Deus, vejo que ele está de braços abertos, em sinal de abraçar.

Deus: Você pode escolher... Se for para lá... Irá perder sua família, e tudo que conseguiu. Vai se sentir sozinha, mas terá tudo o que sempre quis. Agora, se me abraçar, terá de volta sua vida, e eu farei você muito feliz... Mas você vai ter que viver uma vida diferente da que tinha antes. E então?

Confesso que fico tentada a ir pra trás, viro de costas pra Deus e dou alguns passos, mas logo me arrependo e o abraço.

Deus: Sábia escolha, filha...

De repente, tudo fica branco e eu simplesmente durmo.

**

Alexia, Kathleen, Tereza e mais um médico ainda tentam reanimar Kezya, quando ela reage e volta a respirar.

Alexia: Nós quase perdemos ela... Mas, não foi dessa vez.

Kathleen: Vamos continuar com a cirurgia e torcer para que ela não tenha outra parada cardíaca.

4 longas horas se passam. A corrente de rezas e orações para Kezya e Leo aumenta, todos vem ao hospital - David, Eduardo, Werlley, Alessandra, Robert... enfim, todos os nossos amigos estão lá... Dando força para Lilian, Paul, Vick e Vivian.

Lilian se levanta ao ver o Jeff Klum.

Lilian: Até que enfim... E então doutor como está minha filha?

Jeff: Desculpe, mas eu não sou o responsável pela cirurgia de sua filha, sou pediatra, lembra? Vim ver como está a Victória.

Lilian: Me desculpe... Estou muito nervosa.

Jeff: Se acalme... Venha, Sente-se. Tenho certeza de que sua filha está bem.

Agora sim, a residente Alexia vem, acompanhada de Tereza e Kathleen.

Lívia: Gente... Aquela é a médica responsável.

Lilian e Paul se levantam e o clima de ansiedade está em todos nós.

Lilian: Ah... Doutora... Diga que tem uma boa notícia.

Alexia: Sim. E não.

Lilian: Como está a nossa filha? - pergunta ela, pegando na mão de Paul.

Kathleen: A filha de vocês está ótima. A cirurgia correu muito bem e ela sobreviveu.

Alexia: Mas nós temos que lhe dizer que... Ela teve uma parada cardíaca antes disso, ela acabou falecendo por alguns segundos. Mas ela já está bem. Nós conseguimos reanimá-la.

Victória: E quando é que nós vamos poder visitar ela?

Alexia: Amanhã. A paciente precisa de repouso absoluto e vocês também. Estão aqui a horas. Vão descansar, e amanhã podem vir visitar a paciente.

Vivian: E quanto ao meu irmão, doutora?

Tereza: Bem, com o seu irmão a cirurgia também foi boa. Mas o problema é que ele entrou em coma.

A notícia cai como uma bomba em Vivian. Ela começa a chorar e nós a apoiamos.

Alexia: Vamos ter que deixá-lo em observação.

Começa a tocar a música"Good Enough", do Lifehouse.

Kezya (narração): "Fé. Uma palavra pequena, mas com muita grandeza. Nós não sabemos se somos bons o bastante para continuar vivendo. E se, caso nós tivéssemos a oportunidade de ver o filme de nossa vida depois que morremos?".

No dia seguinte, Lilian e Paul visitam Kezya. Ela sorri pra eles.

"E se tivessemos a oportunidade de uma segunda chance, será que faríamos tudo novo? Bem, eu com certeza, farei. Sabe... As pessoas deveriam ter mais fé. Ter fé de aue vamos conseguir, de que vamos chegar lá... Ou ter simplesmente a fé de que mais um dia vai surgir amanhã. Viva, ame, curta cada momento. Porque você nunca sabe quando vai ter que assistir ao filme da sua vida em uma maca de hospital, estou errada?".

O episódio termina com Kezya olhando para Leo. Eles estão no mesmo quarto.

Kezya: Acorda logo, meu amor... volta logo pra mim...

Uma lágrima cai dos olhos de Leo


Notas Finais


#LutaPelaVida/FilmedaVida postado. Espero que tenham gostado.


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