História Teen Madness - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Kriss Ambers, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, May Singer, Personagens Originais
Tags Amexon, Asperica
Exibições 80
Palavras 1.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey, cheguei
Obrigada pelos favoritos e comentários no capítulo anterior ❤
Bem, vamos ao capítulo. Boa leitura 💕🍃

Capítulo 3 - Hipóteses.


America.

Se passaram horas. Já eram quase sete da noite, e eu não tirava as palavras de Maxon da minha cabeça.

Dúvidas demais. Não vai ser fácil como eu pensei. Talvez Marlee e Celeste tivessem superestimado a personalidade de Maxon.

Ele não é apenas um nerd.

Havia um dever de Biologia para eu fazer. Mas cadê a concentração? Por que ela está na minha conversa com Maxon, se é que isso pode ser chamado de uma conversa.

Resolvi fechar o livro e o caderno, irritada. Por que a voz dele estava ecoando na minha mente e me fazendo ter medo de enfrentar as coisas?

America não é assim. E ela nunca vai ser.

A porta do meu quarto é praticamente derrubada quando um furacão ruivo, o mesmo que o meu, entra no quarto sorrindo. May é a melhor irmã do mundo.

- Papai está chamando. -ela diz.

- Diga a ele que já vou. -falo, lhe lançando uma piscadela.

May tasca um beijo na minha bochecha e sai do meu quarto, saltitando e descendo as escadas.

Arrumo minha cama enquanto penso em minha família. Meu pai nunca foi muito de falar da nossa mãe. Na verdade, nunca tive convívio com ela. Meu pai se separou da minha mãe quando eu era nova, e não entendia muito bem as coisas.

E então eu e May ficamos com papai. Eu posso ter outros irmãos, quem sabe. Mas por enquanto quero priorizar minha irmã, que todos falam que se parece comigo.

Deixo meu quarto com um sorriso ao pensar em May, e desço as escadas cantarolando. Sempre tive um fraco por tudo o que tem a ver com música.

É tão lindo esse universo.

Encontro meu pai abraçando May no sofá. Os dois assistiam a um filme que passava esse horário na TV.

- Olá, gatinha. -meu pai diz, abrindo um sorriso.

- Me chamou, pai? -vou andando na sua direção, e me sento ao seu lado.

- Não é nada de importante. -ele me puxa pelo ombro. Encosto minha cabeça na sua.- Apenas queria ficar com vocês duas, meus amores.

Não foram mais precisas as palavras. Nossa presença, nós três juntos, compensava qualquer fala amorosa.

Eu amo eles. Não tenho o que reclamar. E nem nunca terei.

(***)

Maxon.

Viro mais um copo de bebida e o deixo no balcão, fazendo uma careta ao sentir o líquido descer queimando pela minha garganta.

Essa ideia do Aspen... E Carter. Não sei qual é o próximo buraco que esses dois vão me meter.

- Mais uma dose, príncipe nerd? -Carter brinca. Reviro os olhos, mesmo entendendo sua brincadeira.

- Cale a boca, Woodwork. Cadê o Aspen? -pergunto, assim que olho para os lados e não o vejo por perto.

Olhamos ao redor. Por que Aspen tem essa de sumir quando ninguém está o vendo?

- Vamos deixar ele pra lá, Maxon. -Carter sorri. À essa altura, ele já estava bêbado. E não duvido nada de que eu também esteja.- Vamos conversar sobre America.

- Não tenho nada que falar sobre ela.

- Tem sim. A gente viu como você falou com ela no refeitório. -ele vira mais um copo, que o bar man deixou do nosso lado.- Parece que vocês não se deram muito bem. Por que aquilo tudo?

Na verdade, bem eu sabia muito bem o porquê. Eu fiquei irritado com ela do nada. Eu poderia muito bem ter achado coisas onde não tem nada.

Talvez America não ache que eu sou só isso. Um nerd. Talvez não.

- Estamos levantando hipóteses. -Carter diz, cortando e silêncio já que percebeu que eu não iria responder.- America pode apenas querer ser sua amiga.

Essa ideia de amizade me deu uma despertada. Se ela queria ser uma amiga, era uma chance de eu finalmente me aproximar mais dela.

- É. Pode ser. -dou de ombros.- Mas estou mais preocupado com onde Aspen se meteu.

Eu e Carter olhamos para o lado ao tempo de ver Aspen com uma garota, dançando ao som da música animada que estava tocando no momento. Às vezes eu penso que poderia estar assim com America e...

Por que eu estou pensando essas coisas? Não quero mais ter essa queda por America. Não quero mais mesmo.

Aspen olha para nós dois e pisca. Reviro os olhos. Aspen é bem pior do que alguns garotos do nosso colégio.

- Aspen não sai daqui tão cedo. -falo.

- Concordo, cara. -Carter diz.

Dei risada. Enquanto Carter era convidado por uma garota para dançar, eu virava mais alguns copos com bebida. Uma noite só voltando pra casa bêbado não deve ser tão ruim assim.

(***)

Ainda bem que Aspen me trouxe. Ele era o menos bêbado de nós três, e me levou até a porta de casa.

Minha mãe abriu a porta após Aspen tocar a campainha. Ao vê-la de pijama rosa e com bolinhas rosas, comecei a rir.

É, meu estado estava bem crítico.

- Não sei mais o que faço com esse menino. -a voz de Amberly chega aos meus ouvidos.- Eu coloco ele na cama.

Aspen e ela trocam algumas palavras, que não faço a mínima questão de ouvir. E mesmo se eu quisesse, não ia conseguir.

Eu estava tendo ataque de risos. Não sei se isso começou quando vi minha mãe com pijama ou se é porque eu sou idiota.

- Quem diria, um filho tão estudioso chegando em casa uma da amanhã e bêbado. -minha mãe sussurra.

- Eu... Eu sei que você me ama. -abro um sorriso na sua direção.

Ela vira o rosto para o lado com uma careta. Isso me fez rir ainda mais.

- Quieto, Maxon. Esse bafo de bebida...

Ela abre a porta do meu quarto e me coloca na cama. Tirando meu tênis e tirando minha camisa, ela suspira.

- Não vou fazer isso outra vez.

Vejo pelo canto dos olhos que ela sorriu. Mesmo assim, parecia preocupada com algo.

- Durma. Você tem aula amanhã cedo. -ela diz.- E, de manhã quando acordar, leia uma carta que vai estar em cima da sua cômoda.

Ela me cobre e se direciona à porta.

- Mãe... Mãe... Ei...

Ela se vira para mim de novo antes de sair do meu quarto.

- De quem... De quem é a carta?

Não sei se ela sorriu pela minha voz de sono, ou de quem me mandou tal carta.

- Quem mandou foi seu pai, Maxon.

Depois dessa resposta, tive a certeza de que ela sorriu pela minha voz. Amberly não sorriria por ter uma noticia do meu pai.

A partir do momento que ela fechou a porta e o quarto ficou no completo escuro, meus olhos se fecharam de instantâneo.

E caí num sono bom, e pesado demais. Eu precisava disso.

(***)

America.

Cheguei no colégio somente com Celeste. Não sei onde Marlee se meteu.

- Sabe se ela vai vir? -Celeste me pergunta.

- Pra falar a verdade, eu não faço ideia.

E eu não fazia mesmo. Marlee não era de faltar, ainda mais nos primeiros dias. Mesmo que ela tivesse um namorado, ela gostava de ver os garotos novos. Nada de mais, na minha opinião.

- Vou procurar ela por aí. Te vejo na sala. -Celeste diz, já se distanciando.

Assinto e sorrio. Vou em direção ao meu armário para pegar meu material da primeira aula, e quando abro, milhões de folhas caem dele.

Bufo e fecho os olhos. Não sei por que eu deixo tanta coisa amontoada aqui.

Me agacho no chão para pegar todo aqueles papéis. Vi que não estava sozinha quando uma mão se aproximou da minha pra me ajudar.

Olhei para ver quem era. E Maxon estava lá, com uma careta e a outra mão na cabeça.

- Maxon? Não preci... -franzo o cenho ao observá-lo melhor.- Está tudo bem?

- Sim. Só um pouco de dor de cabeça, mas...

Ele faz o mesmo que eu, franze o cenho ao ver um papel. Não me lembro de te-lo guardado no meu armário e...

Ah, não.

Quando Maxon levantou o papel, vi atrás que quem escreveu era Marlee. Congelei na mesma hora.

- "Algumas regras que eu e Celeste esquecemos de dizer para o seu desafio". -Maxon lê em voz alta.- America...

Marlee só me mete em confusão. O que eu posso responder agora?

Maxon não acreditaria em nada do que eu dissesse, então... É algo sem saída. Não tem mais jeito.

Meu plano foi por água abaixo.



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