História Teen Spirits (Luke Hemmings) - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags Drama, Drogas, Fanfic, Novela, Ocean, Romance, Sexo, Starry, Storm
Exibições 119
Palavras 2.389
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu não tenho certeza, mas acho que nunca agradeci vocês por lerem... ENTÃO MUITO OBRIGADA MEUS BOLINHOS DELICIOSOS SZSZ

Capítulo 10 - Like Trash


[Starry's P.O.V]

Depois que todos os desafios foram feitos, copos de vodka e tequila foram virados e a brincadeira acabou, Mike ainda olhava para Andy com uma cara feia. Ciúmes.
Ok, eu também iria morrer de ciúmes.

- Sério, eu não tô aguentando. - Letty reclamou ao meu ouvido mais uma vez. - Se continuar assim, eu vou embora.

- Não se deixe levar por isso. - Nós estávamos encarando o casal – Mike e Calum – dançando. Eles eram realmente fofos.

Letty só revirou os olhos para mim. Ela bebeu os líquidos misturados em seu copo, e se levantou, indo para a pista. Deixando só eu e Luke na mesa.

A situação seria menos constrangedora se ele parasse de me encarar, ao menos. Mas lá estava aqueles azuis incríveis examinando todo o meu rosto.

Beber. Eu preciso beber.

E como se ele tivesse lido minha mente, ele encheu meu copo com tequila e vodka misturados. E bem, como eu queria, apenas bebi. E céus, aquilo era horrível. Desceu basicamente rasgando minha garganta, deixando aquela mesma ardência - só que duas vezes pior - em minha boca.
[...]

Dançando.

É, era isso o que eu eatava fazendo. Estava junta à corpos suados e com cheiros de bebidas. Tocava uma música que eu não estava reconhecendo, mas era agitada. Ou lenta de mais.

Sinto alguém segurar meus pulsos e me arrastar para fora daquela multidão.

- Argh! O que foi, Luke?

Aqueles olhos azuis encarando os meus verdes.

- Que tal... deixar esse pessoal, e ficar comigo?

- Você já não tem a Arzylian? - Erro o nome dela propositalmente.

Ele revira os olhos, mas continua me arrastando. Eu não sabia aonde ele me levaria, mas não era junto com aqueles corpos suados.

Eu não sei ao certo quando ele pegou potes de tinta neon, e foi para o corredor de armários. Nós só estávamos lá, andando pelo corredor basicamente vazio - exceto pelos casais que se pegavam -, e paramos em frente ao um de número 11016. Era o meu.

Então, com movimentos rápidos, ele começa a desenhar.

Primeiro foram os olhos; verdes, depois a boca um tanto carnuda e avermelhada, depois foi o restante do rosto, junto aos cabelos caindo sobre a pele.

Não era um desenho realista, era apenas um desenho com uma menina de cabelos azuis, olhos verdes, traços rosados, e aparência juvenil.

- O desenho é incrível, Luke. 

- É você. - Ele limpa as mãos nos seus jeans rasgados na altura dos joelhos. - O desenho é lindo, porque é você alí.

Meu coração dispara, meu rosto esquenta, e a única coisa que eu consigo pensar e processar, é sobre aqueles azuis.

- Luke, estamos bêbados.

Ele não respondeu, apenas revirou seus lindos azuis e nos conduziu até fora da escola, onde seu carro estava estacionado.

- Que tal irmos para a minha casa? - Ele perguntou me colando no carro, e ficando muito próximo de mim.

- Bem, Hemmings, lembre-se que não passará de beijos. - Levantei uma sobrancelha enquanto falava, e ri de sua expressão.

- É, talvez não passe de beijos...

Ele aproximou mais nossos rostos, e encarou meus olhos, logo desceu seu olhar para meus lábios.

Meu coração disparou.

E então, seus lábios macios tocaram os meus, um misto de sentimentos me invadiu, deixando-me inerte aos meus pensamentos. Ele levou suas mãos até minha cintura, apertando-a. Logo sua língua estava explorando minha boca, e assim, massageando minha língua, que clamava pela aproximação.

Seus lábios e seu hálito estava com cheiro e gosto de bebidas, ele estava bêbado, isso era fato. E talvez, eu também. Mas aquele momento foi sim, incrível.

Era incrível como todos os sentimentos bons invadiram meu corpo, incrível como ele fazia aquela cena ficar apaixonante.

- Sabe, - Ele disse quando nos separamos do beijo. - eu acho que você gosta de mim.

- Talvez você esteja convencido de mais.

- Não, apenas vejo tudo isso. Starry, suas atitudes e seus olhos te denunciam. Completamente.

Fico quieto, não por falta de respostas, porque isso escapole pela minha boca com uma tremenda facilidade, mas sim, porque talvez seja verdade.

- Bem, seus olhos não transmitem emoções, ou suas atitudes. - Retiro suas mãos de minha cintura. - E sinceramente, me pergunto se você ainda as tem. Mas talvez você só seja movido pelo desejo, não é?

- Você está bêbada, Starry Edwards. Definitivamente bêbada.

- Só porque falo a verdade, significa que estou bêbada?

Ele solta um suspiro longo e pesado, dando a volta no seu conversível preto, e me deixando alí, refletindo em minhas próprias palavras.

Não, não estou bêbada. Nem perto.

- Não vai entrar? - A janela ao meu lado estava abaixada, e a porta do carro estava destrancada.

- Para onde vamos?

Ele dá de ombros, apenas abre a porta, e volta a sua posição normal. Seus olhos mostravam frieza.

Mas, diferente do que minha mente me fala para fazer, eu entro no carro, e fecho a porta. Logo ecuto o barulho das travas sendo acionadas por ele.

- Posso escolher uma música? - Pergunto olhando para ele, que estava concentrado na estrada e na direção do carro.

Ele apenas murmura um "sim" e olha para mim rapidamente. Ligo o rádio, e começo a vascular os CDs que estavam jogados pelo carro. Encontro um do All Time Low, e claro, o ponho.

[...]

A casa de Luke era realmente um luxo, a sala principal era enorme, e pelas paredes, quadros com fotos de família estavam pendurados.

- Essa é sua mãe? - Pergunto ao ver uma mulher loira, aparentava já ser mais velha, mas ainda era bonita.

- Ahn, é. - Ele, pela primeira vez na noite, demonstra um sorriso. Mas infelizmente, é triste. - Ela faleceu há anos, mas ainda é a ferida, sabe? - Ele trinca o maxilar e desvia o olhar para outra fotografia. - Câncer nos pulmões. E nisso, eu estou morando com meu pai. Ele é um merda, e me faz querer ir para onde ela tá.

- Desculpe por falar dela... Hm, eu sinto muito. - Ele me olha, e assente. - Mas se você sabe que tem riscos de também ter câncer, por que fuma?

- Para aliviar, Starry.

Ele se aproximou de mim com uma certa brutalidade, e me puxa pela cintura. Ele começa um beijo, mas não bom quanto o do estacionamento.

Ele ignorou tudo, todos os meus resmungos pelo piercing estar me incomodando, e pelo baque das minhas costas na parede. Ele nos separa apenas para respirar, e depois volta ao beijo. Empurro seua ombros, fazendo-o se afastar um pouco de mim.

- Luke, par- Ele volta com o beijo, cortando a minha fala.

Ele segura o meu corpo, fazendo colidir contra o dele. Envolvo minhas pernas em sua cintura, e ele passa a caminhar, com dificuldade por estar batendo em tudo, e nos leva até a cozinha. Ele me põe no chão novamente, mas segura uma de minhas coxas, e começa a puxar meu shorts.

O celular em seu bolso toca, fazendo-o resmungar e separ-nos do beijo e consequentemente, soltar minha perna. Quando ele vê o nome na tela, sua expressão fica séria, e a marcação de seu maxilar fica visível quando ele o trinca.

- Oi, Matt. - Ele fala com uma certa rispidez e ignorância. - Porra, calma! Fale devagar.

Eu tentei escutar o que a pessoa do outro lado falava, mas só ouvia chiados e murmúrios.

- Espera, como assim "roubada"? - Ele se exaspera, elevando sua voz e cerrando seu punho. - Quem fez isso, caralho?! - Ele socou a parede ao meu lado com brutalidade, e isso fez com que eu desse um pulinho pelo susto.

- Aquele filho da puta! - Luke gritou, sua expressão era pura fúria. E com mais murmúrios, seu olhar se direciona à mim. Seus olhos só demonstravam frieza. E do nada, ele soltou uma gargalhada. Não por ser engraçado, sua risada foi sarcástica.

- Oh, eu tenho um brilhante plano, então. Irei falar com ele, Matthew, não se preocupe. Eu tenho a arma certa. - Ele cerra os olhos, ainda me encarando. - E se ele fez isso pelo seu brinquedinho, fará o que eu mandar, porque estou com ele. E bem, se necessário, irei usá-lo da melhor forma possível. - Ele finalizou a ligação.

- O que foi isso, Luke? - Falei desconfortável com todo aquele olhar - macabro - que ele dirigiu à mim.

- Tarry, você gosta de jogos, hu? - Ele riu. - Tenho um ótimo. Perguntas e respostas. Eu pergunto, e você responde.

- Luke, fale logo. - Me assustei com seu modo de falar.

- Bem, primeiro, onde está seu celular? - Ele foi até a bancada, e tirou do pequeno armário abaixo dela, uma garrafa de whisky.

- Por quê?

- Só me responda. - Ele bebeu o líquido diretamente da garrafa. E depois, sorriu ao que mostrei meu celular a ele. - Ótimo. - Ele disse o pegando.

Seu celular tocou novamente, e sem ver quem era, atendeu. E começou os murmúrios novamente, as únicas coisas que diferenciavam era o grito e a música ao fundo.

- É, Mike. Eu tô sabendo. - Ele fez outra pausa. - Sim, eu já tenho coisas estritamente planejadas. Deixe comigo, já te decepicionei alguma vez? - Pausa. - Eu sei que não.

A ligação finalizou e eu pude ver ele com sua atenção voltada ao meu celular em suas mãos. Ele procurou algo, e sorriu para si quando encontrou. Um dos piores sorrisos já presenciado por mim.

- Oh, olá Ryan. - Ele sorriu com sarcasmo. - Você está com uma coisa que é minha, e eu estou com algo que é seu. - Seu olhar se direcionou para mim, e meu coração congelou. - Eu quero-a de volta, e se você fizer tudo o que eu lhe disser, Starry Edwards será sua novamente.

Nojo.

Tudo o que eu pensava envolvia nojo de Luke Hemmings. Nojo por ele ser tão superficial.

- Mas não pense que será só a minha carga, não. Eu quero... juros. - Risadas. - Você me roubou, e bem, sua menina está em minhas mãos, quem garante que não vou fodê-la?

Repulsa.

- Ótimo fazer negócios com você, Cullen. - A ligação finalizou. - Então, querida Starry, seu namoradinho está a sua espera.

- L-Luke, não faça isso, por favor! - Já sentia as lágrimas escorrerem por minhas bochechas. - Por que você fez isso?!

- Simples, ele está com algo meu, e eu dele. - Ele deu de ombros. Seu olhar, frio. - Mas vocês estão juntos, por que isso tudo, afinal?

- Não, não, não... - Comecei a sussurrar para mim, escorregando minhas costas pela parede, e sentando-me no chão. - Que coisa é essa?!

- Porra, Starry! Eu não lhe devo satisfações, nunca lhe devi. - Ele começa a gritar. - E bem, eu não sei em que caralho de mundo você vive.

A companhia ecoou pelo cômodo, assustando-me.

- Luke, cadê ela?! - Hemmings riu. E que merda de sorriso.

- Oh, querido Ryan. Chegou! - Escárnio, sarcasmo, ironia. - Bem, ela está aqui, na cozinha.

Ryan apareceu, ele deixou seus olhos percorrerem todo o lugar, até me ver em prantos, e sorriu. Simplesmente sorriu.

- Amor, o que faz aqui? - Falsidade, mentira. - Luke, suas drogas estão lá fora.

- D-drogas? - Solucei, levando meu olhar até o loiro, que estava sério. Olhar sem sentimentos.

- É, Star. Drogas. Luke é envolvido com o tráfico. - Ryan revirou suas orbes castanhas, andando até mim. - Agora, vamos?

- Você me trocou pelas malditas drogas?! - Era eu quem estava gritando agora. - Você é a porra de um traficante, e me trocou, por drogas?! Você é um lixo, Hemmings. Não passa de um lixo.

- Starry, você não pode falar nada. É simplesmente uma puta. - Ele falou, e sim, meu coração se quebrou. - Uma puta que quer a porra de atenção. Você fode com o Ryan e tem a porra de um relacionamento com ele. E olha só, quase fodeu comigo. - Ele passou a língua entre os sábios. - Você não tem o que falar de mim, Starry. Você é tão repugnante quanto eu, tão estúpida quanto qualquer um. E o que você ganha com isso? Ser tratada como objeto. Deixar ser... ser tratada como lixo, como mercadoria. - Ele se virou para o balcão, e depois negou com a cabeça. - Starry, você também não passa de um lixo.

[Narradora' P.O.V]

Tudo o que a pequena Starry sentia, era repulsa e nojo.

"Ser tratada como mercadoria." Essa frase ecoou pelos pensamentos de Starry.

- Você... - Lágrimas escorriam por seu rosto. Qualquer um que visse essa cena, se comoveria. - Vá se foder, Luke!

- Starry, vamos. Deixa o traficantezinho aí. - Ryan fez descaso com toda aquela cena. Bem, nem todos têm um coração.

- Ryan, espera lá fora. - Starry basicamente gritou. - Você... não deveria estar aqui. E se quer saber de uma coisa, vá de foder também. Agora, sai!

Ryan riu e negou com a cabeça. É tão repugnante. Tudo isso. - Starry, eu não deve te obedecer. Mas, como eu sou um ótimo namorado... - Ele saiu da cozinha, e segundos depois o barulho da porta foi ouvido.

- Você não sabe de nada que acontece na minha vida, então não tem a porra do direito de me chamar de puta, e muito menos, de falar qualquer merda à mim. - Starry começou. Suas mãos estavam trêmulas, assim como suas pernas, quando se pôs de pé. - Saiba, Luke, que eu... eu não estou com Ryan, porque eu quero, ok? - Seus lábios tremiam, e ameaçava chorar de novo. - Eu não gosto de ser obrigada a transar com ele. Não gosto de... ter que perder aulas apenas por aquele filha de uma... Luke, eu não estou com ele porque eu simplesmente quero estar. - Ele escutava tudo o que a menina dizia, mas não teve a decência de se virar para ela. - Mas como você também disse, eu não lhe devo satisfações. Então, que se foda tudo.

Quando a menina estava prestes a sair daquele cômodo, Luke pronunciou-se.

- Espero que tenho uma boa foda, Starry.


Notas Finais


Então, eu pensei em MILHARES de formas para escrever esse cap, e até pensei em adiá-lo, mmmaaas, não vou PORQUE EU QUERO TRETA NO MEIO da história.
(Eu ua fazer uma short fic, mas aí, eu pensei melhor e resolvi fazer normal msm)

Um beijo no mamilo e na bunda, sz


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