História Teenage Dream - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Tom Holland
Tags Personagens Originais, Romance, Tom Holland
Exibições 101
Palavras 1.037
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI gatinhos desculpem a demora
A HORRIVEL DEMORA
aconteceram umas coisinhas ai e prefiro nao falar butttt
volteiii

Capítulo 8 - Coisas a fazer antes de pirar


 

— Como foi hoje? – largou a tigela da cadela no chão e encheu de ração.

— Er..rrr – foi bom.

— Por que está gaguejando, Allison? Tudo bem?

— Eu não estou me sentindo muito bem mesmo... É melhor eu me deitar – levantou

—  Quer um remédio?

— Não precisa – começou a subir as escadas.

Allison era acostumada a viver em um estado de não sentir nada além da própria tristeza, mas ultimamente estava sendo diferente. Era óbvio que ela já sentia algo por Thomas, e não fazia questão de demonstrar para ele, porém isso se tornou inevitável. Ela não conseguiria olhar para ele e não agir conforme os sentimentos. Não conseguiria olhar para aquele rosto e sentir vontade de chorar. Não conseguiria não perceber que é uma fracassada.

E por isso, deveria evita-lo a todo custo. E faria isso. Não aceitaria nem mais um convite para sair, nem mais uma ligação ou sequer chegar perto dele. Seria uma espécie de ordem de restrição, mas feita pelo seu próprio coração. Tudo daria certo desse jeito; era o plano perfeito.

Ou não.

 

2 Semanas depois.

 

Flashback On

2000.

 

O sol fraco da manhã penetrou as janelas, clareando tudo em sua volta. As cortinas balançavam com a brisa de verão que entrava  e mexiam os pequenos fios de cabelo da garotinha, que dormia  enrolada em uma coberta de corações. Ela tinha cabelos longos e lisos em cima, cachos se formavam nas pontas e estavam por todo o seu rosto.

O cheiro de café entrou no quarto, fazendo-a despertar.

 

— Mamãe? – desceu da cama, colocou os dois pés pequenos e gordinhos no chão, sentindo o mesmo gelado. Foi em direção as escadas e apoiou as mãos fofinhas no corrimão, desceu degrau por degrau, tinha medo de cair e se machucar. Passou pelo corredor e viu Dolly, a cadela de estimação, deitada – Mamãe? – uma voz apareceu da cozinha e o cheiro se intensificou.

— Allison, o que eu te falei sobre descer sozinha? Não pode! – a pequena fez um muxoxo e baixou a cabeça, arrependida – Mas bom dia minha princesinha – pegou a mesma no colo e sentou a garotinha no balcão, ajeitando a calça do pijama que caia – Ansiosa para hoje? Eu fiz um café que você gosta: panquecas!

— Mamãe, o que tem hoje mesmo? Eu esqueci – deu uma risadinha e corou logo em seguida. Ela sabia o que tinha hoje, só queria que  a mãe reafirmasse.

— Tem festinha do seu amiguinho, lembra? O filho da tia Marina.

— O tom? Mas ele é chato, fica me incomodando! Não quero ir – cruzou os braços, brava.

— Você precisa ir, ele é seu amigo desde que você era uma sementinha aqui ó – apontou para a barriga e Crystal franziu a testa, pensando. Ela não gostava muito do amigo, mas
às vezes ele defendia-a e isso era bem legal.

 — Tá bom. Mas só se a senhora também for – deu seus termos e fez um bico. E eu quero chocolate antes do almoço.

— Você ganhou. Termine seu café e suba, vou achar suas roupas e vai tomar banho – largou a xicara das princesas  preenchida até a metade com leite na mesa e subiu as escadas

— Mas tá frio pra tomar banho – resmungou

— Nem vem porquinha, hoje vai tomar! – gritou do andar acima.

(...)

 

A casa era a última da esquina e tinha uma cerquinha vermelha. Era um bairro com casinhas todas iguais, só de cores diferentes. Todas as gramas aparadas e as arvores podadas.  Cristine estacionou o carro em frente e abriu a porta, a garotinha desceu e ajeitou o vestido azul, o top na cabeça e pegou o pacote com um presente. Atravessaram a rua e uma mulher loira veio abrir o portão.

— Cristine, você veio. E a minha princesinha também, Crystal, que saudades! Como você tá bonita! Tomou chá de fermento, cresce a cada dia – fechou a grade e pegou a sua mão – Vem, o Tom já está com os amiguinhos.

O quintal era grande e espaçoso. Tinha uma cama elástica e uma piscina de bolinhas. Um grupo de crianças brincava em uma rodinha e alguns adultos estavam sentados em uma mesa grande. Hamburguers grelhavam e eles riam. Era um momento feliz. Allison grudou-se ao braço da mãe; ela tinha muita vergonha de socializar. Juntou as mãos da filha e foi até lá.

— Olhem quem chegou!!!  - Marina disse, animada – Thomas, da oi pra ela – cutucou o filho

— Oi – estendeu as pequenas mãozinhas e pegou as dela

— Oi – disse, acanhada.

— Olha, se você continuar assim, vão ficar com medo de falar contigo – cochichou no ouvido de Allison – Filha, tenta se enturmar, tá bom? Tenho certeza que vão te amar!

— Sim, mamãe.

E todos eles amaram ela, principalmente Thomas.

Flashback Off

 

 

— Allison, você está escutando o que eu estou falando?! – gritou

— Ah? Ah, sim – disse, tentando focar seus pensamentos na mãe furiosa na sua frente.

— Por que está fazendo isso?

— O quê?

— Você sabe muito bem do que eu estou falando – pôs as mãos na cintura

— Eu não fiz nada – reafirmou

— Quer saber? Eu desisto. Nunca te obriguei a ser amiga de todos, mas pelo menos seja simpática. Coisa que está bem difícil, não é mesmo? Allison, faça o que quiser. Eu lavei as mãos.

— Não há nada para se preocupar. Eu estou ótima.

— Isso é o que diz, mas sinceramente, duvido que acredite nisso

— É uma possibilidade

— Só espero que seja simpática hoje à noite – interrompeu – Se não for, pode cortar muitas relações comigo - saiu

 

 

Alli estava extremamente encrencada. Ignorara todos os convites propostos por Thomas e fora extremamente grossa com ele. Certo dia da última semana, ele a convidara para ir ao cinema e ela disse que não, alegando que fãs-loucas-e-taradas perseguiriam os dois. Outra vez, simplesmente foi convidada para tomar um sorvete. A resposta foi a mesma. Na última vez, o convite foi feito para visitar Pepe e mesmo assim, negado.

Bem, conforme o seu plano , ela estava conseguindo se livrar dele. Ótimo, pensou.

Só mais hoje.

 

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— Você se comporte, hein? – ajeitou a camisa do filho – Não tenta chegar perto da desequilibrada júnior, entendeu? – acrescentou Marina

— Certo – afirmou Thomas, com um sorriso diabólico no rosto. Óbvio que ele não ia fazer isso, seus planos para a noite eram completamente diferentes.

 

E eles iam dar certo.

Ah, se iam.


Notas Finais


Gostaram?
Pira não Alli, eu acho que vc está certíssima.

comentem


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