História Teenage Dream - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Tom Holland
Tags Personagens Originais, Romance, Tom Holland
Exibições 95
Palavras 1.527
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ooiiiiiiiiiiii
to de volta p alegria de vcs e -ainda- com um capítulo-continuação do cap de ontem


*nao pude perder de postar junto esse gif do meu bebezinho e personagem favorita <3

Capítulo 9 - All Of Me


Fanfic / Fanfiction Teenage Dream - Capítulo 9 - All Of Me

 

 

Dê tudo de você para mim

Eu te darei meu tudo

Você é o meu fim e meu começo

John Legend - All Of Me

 

 

 

— É bom mesmo, ou você perderia muitos pontos comigo – tocou a campainha

— Eu não suportaria perder os seus preciosos pontos, mamãe.

Thomas usava dessa estratégia de confirmar tudo que ela quiser, sempre funcionava. Quando tinha 15 anos e saiu para beber pela primeira vez e voltou bêbado, ele simplesmente concordou com todo o sermão que ela deu. E adivinhem, funcionou. Só há algo que as mães gostem mais do que estarem certas: os filhos admitindo isso.

— Você é o meu bebê – a porta abriu e ele arregalou os olhos. Droga. Pensou. Era ela. Allison, bem ali na sua frente. E pior que uma Allison na sua frente, era a Allison linda na sua frente. Era o caos. A perturbação da paz que tinha dentro dele, por mais que fosse pequena. Era como se colocar na frente de uma arma e apertar o gatilho. Era como se atirar em sua própria destruição. E ela era uma destruição magnífica.

Vestia uma saia xadrez e camiseta preta, com algum tipo de símbolo na frente, provavelmente de fotografia. Os cabelos estavam presos num rabo de cavalo e estava sem maquiagem. A luz que refletia da sala de estar entrava nos olhos dela, deixando-os mais harmoniosos.

Ela abriu a boca em um perfeito ‘o’, desviou o olhar do dele e os fixou no chão. Depois, passou para o lado e os deixou passar. Cumprimentou Marina, mas nenhuma saudação foi feita a Thomas. Ótimo, isso era o bastante para se sentir um lixo na frente de uma garota. Justo ele, que nunca sentia isso. Justo ele que as meninas se jogariam aos seus pés por uma observada, por um oi ou um beijo. Mas não, ele fora castigado desse jeito. Tom deveria ser o maior dos pecadores.

— Oi, que bom que vocês vieram! – Cristine largou a taça de vinho que tomava no balcão e estendeu as mãos para ele – Oh, mas está muito bonito hoje, Tom.

— O-o-obrigada.

— Não há de que.

— Sua casa está muito bonita, Cristine. E esse cheiro de comidinha caseira está me matando, confesso – riu.

— Ah, essa casa continua como sempre foi... Sim, até eu estou me torturando com esse cheiro – colocou as mãos no queijo e pareceu pensar – Bom, aceitaria uma taça? – balançou a que estava no balcão – Esse vinho é ótimo.

— Por gentileza – seguiu para a cozinha

 

 

As duas sumiram e deixaram os dois ali, parados, olhando um para a cara do outro. O ar ficou mais pesado em segundos, Thomas sentiu seu corpo estremecer e as pernas ficarem bambas. Começou a suar e passou as mãos pela nuca. Pigarreou  e se virou na frente dela.

— Será que podemos conversar?

— Já não estamos?

— Não... Quer dizer, sim. Mas não do jeito que eu preciso falar com você.

— Precisa por quê? Nem íntimos somos e...

— Olha – interrompeu-a – Eu não ligo se for grossa comigo, mas, por favor, vamos subir e conversar. Eu gosto muito da sua amizade e eu sei que está me evitando – Ela respirou fundo, cruzou os braços na barriga e assentiu. Eles subiram as escadas e foram para o quarto dela.

— Fala – disse, firmemente  e fechou a porta

— Eu queria saber o por que de me ignorar nas últimas semanas – foi direto e se sentiu orgulhoso por isso.

— Não estou te evitando.

— Está sim.

— Não estou.

— Sim.

—Não.

— Sim.

— Não.

—Sim.

— Não.

— JÁ CHEGA – aumentou o tom de voz – Cansei. Thomas, eu não estou de ignorando.

— Está sim.

— Nem te responderia se o estivesse ignorando, pra começo de conversa. Eu apenas acho que não precisamos ser tão amigos assim, afinal, você não sabe nada sobre mim e eu não sei nada sobre você. E não gostaria de me aproximar mais porque nossas mães querem e...

— Nossas mães – ironizou – aposto que sua mãe – murmurou

— O que você disse?

— Nada, prossiga.

— Era só isso.

— Ótimo. Deixa eu ver se entendi: você não quer ser minha amiga? Por quê? O que eu te fiz, Allison?

— Não fez nada... É que, ah, deixa pra lá. Não é importante.

—Hm. Seja o que for, eu gostaria de resolver. Você é muito importante pra mim.

 

O coração dela pareceu sair pela boca. Cruzou os dedos e começou a brincar com as mãos, então ergueu os olhos e encarou-o. Thomas estava um tanto cansado, os olhos meio baixos e umas olheiras ao redor deles. Pegou-se mordendo os lábios e numa fração de segundo, num instante para o outro, estava com os lábios grudados nos dele.

Tom massageava os lábios de leve nos dela, como se procurasse permissão para entrar. Quando ela abriu-os, ele percorreu toda a boca, de um canto ao outro, com a língua, de leve. Ela não estava retribuindo os beijos, até que ele exigiu mais dela. E ai, ah meu leitor, ai sim ela suspirou. Suspirou quando ele mordeu o lábio inferior e desmoronou quando Thomas segurou a nuca dela.

O beijo ficava mais quente e ele puxou-a pela cintura, colando os dois corpos. Allison grudou as unhas na nuca dele e o fez suspirar. Passou a outra mão pelo tórax que parecia definido em cima da blusa azul marinho que ele colava. Ah, aquele corpo fora feito para as mãos dela.

A boca dele passou para o pescoço dela e Alli suspirou de novo. Ele mordeu o lóbulo da orelha esquerda dela e depois deixou  beijos corridos por toda a extensão, até de volta a boca.

 

— Você é tão cheirosa... Tão doce – Continuou com a boca a centímetros do ouvido dela – Céus, Allison, você é tão linda.

— Eu... Eu...

— Shhh- calou-a com outro beijo.

Dessa vez foi mais feroz; Ele avançou com a língua, sem dar chances de defesa dela. Pressionou uma das mãos na curva do seio dela e Allison pareceu se afastar.

— Não – murmurou – Eu quero muito você. Por favor, não se afaste.

E ela não o fez. Não queria fazer isso, embora todos os seus milhões de neurônios apitassem uma única mensagem: saia daí. Alli agarrou mais ainda as costas dele, colocando as pernas por cima das dele e ficando praticamente em seu colo.

— Hum... – riu- Eu adoro isso, sabia? – pegou os quadris dela e encheu as mãos. Colocou-a mais para cima -  Nossa, você tem coxas maravilhosas – apertou-as de leve – Combinam perfeitamente com as minhas.

— Você sempre fala tanto em um beijo? – indagou ela, com a boca no pescoço dele, envergonhada.

— Não. Mas hoje é diferente. Tudo é diferente. Quando eu estou com você, sei lá, parece que fico hiperativo e preciso falar, preciso me comunicar de várias formas com você – ela estremeceu.

As duas bocas continuaram juntas, pareciam encaixar perfeitamente. Allison se movimentava devagar por cima dele, devido a um calor que sentira por dentro. E quando ela fez isso, ele gemeu. A cada movimento que sua boca recebia, o calor aumentava muito.

— Você quer?

—  O quê?

— Sabe, aquilo...?

— Está perguntando se eu quero transar com você?

— Não queria ser tão direto, mas, se prefere assim, está ótimo. Então, quer?

— Agora?

— Sim. Não tem nada que nos impeça.

— A não ser duas mães corujas lá embaixo em estágio de quase embriagues.

— E daí? Já fiz coisas piores.

— É?

— Sim. Vai por mim. Dá certo.

— Você é tão ridículo assim ou se faz? – saiu do colo dele e parou na frente, em pé – Droga, por que você sempre estraga tudo? – arrumou os cabelos

— Estragar o que? Alli, não faz assim – levantou-se e agarrou o braço dela – Eu não tive a intenção de te machucar, me desculpa.

—Não teve, mas machucou – soltou-se.

— Diabos, Allison. Credo. Era só uma proposta, não precisava desse chilique todo.

— Chilique? Está chamando isso de c-h-i-l-i-q-u-e?

— Estou. Foi só...

— Escuta aqui, seu garotinho arrogante de merda – interrompeu-o – Você não pode vir aqui, me insinuar uma coisa dessas e ainda se gabar por ser o comedor.

— Eu não me gabei por ser comedor nenhum, droga! E não estou me achando, inclusive, vim aqui te pedir desculpas por algo que nem fiz.

— Até porque é perfeito, né?

— O quê? Meu Deus garota, você não tá falando coisa com coisa, nem argumentos tem. Sabe que eu estou certo.

— Não. Ser egocêntrico virou razão agora?

— Egocêntrico? Não tenho culpa se até um minuto atrás você estava rebolando e gemendo no meu colo.

— E agora faz questão de jogar isso na minha cara, né? Por que não coloca em um outdoor logo e expõe a trouxa que eu sou?

— Não é trouxa, só insegura, talvez. Entendo o fato de não querer transar comigo pelo fato das nossas mães, mas não de ficar brava porque expus a realidade. Você não é do tipo virgem santinha, ah não.

— Saia daqui – disse, calmamente.

— Eu não vou sair até terminar e...

— SAIA DAQUI – explodiu – SAI, ANDA! SAI – empurrou- o em direção a porta – SAI, SEU CANALHA, MIMADO, SER HUMANO HORRÍVEL, VAZA COM ESSE TEU EGO ENORME, NÃO CABE NÓS TRÊS AQUI.

— Tem razão. Talvez meu ego seja muito grande pra esse quarto mesmo – saiu, mas parou na porta – Só espero que pense direito Allison.

 

Ela fechou a porta e atirou-se na cama.

Estava destruída, destroçada, acabada.


Notas Finais


comentem.


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