História Tele- - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 4
Palavras 304
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Poesias, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Uma história homossexual pq sim, de hetero o mundo 'tá cheio ne
A professora de português passou um trabalho sobre prefixo, sufixo e radical (oi, morfologia!) e quando eu vi o "sentido" do prefixo tele- e o exemplo usado eu pirei. A idéia p fic chegou e 'tamo aí

Capítulo 1 - Capítulo Único


Toda noite eu ligo a televisão para assistir o telejornal, porque lá é o único lugar que eu posso te ver; te amar.

Na morfologia o tele- significa distância, e o exemplo de tele- é televisão. Nada mais adequado a nossa "relação", certo? O visão significa... bom, visão. E a melhor visão que eu tenho todas as noites é a de você desejando-me boa noite e noticiando me dos bons - e maus - acontecimentos sobre nosso país.

Vem noite, vai noite, no telejornal vejo você dar a notícia de mais um grupo homofóbico que espancou e matou um gay; outro gay.

Quando o telejornal acaba, trato de te ver nas minhas redes sociais. No Instagram você postou uma foto com um cara bonito; seu cara bonito. Na legenda da foto você está se assumindo gay, e na mesma rapidez que meu sorriso se forma ao saber dessa maravilhosa notícia, ele se esvai ao perceber que o cara bonito que te faz companhia na foto, faz-te companhia na vida; no amor.

Sei que é estúpido, mas é amor. Eu te amo e essa tela de televisão só dá a ilusão da sua companhia. É um programa gravado, você não me deseja boa noite. A televisão com a sua imagem está na minha casa, mas você está na sua, com outro, quilômetros e quilômetros de distância daqui.

Leia essa carta no verbo passado, por favor, mesmo que está esteja sendo escrita no presente. O presente de agora já é passado, e o eu-vivo de agora já está morto.

Consigo imaginar você abrindo o telejornal da televisão ainda assustado com a notícia que anunciará: "jovem estudante de jornalismo é encontrado enforcado em seu apartamento. Consigo é encontrada, também, uma carta de despedida à um apresentador desconhecido no momento". Desconhecido para os outros telespectadores, porque você sabe que é você, não é mesmo?


Notas Finais


Socorro o que foi isso mds
'Tô tão louca quanto estava quando escrevi "maníaco das canetas" rs de nervoso


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...