História Telepathy - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Ação, Colegial, Drama, Mistério, Poderosos, Romance, Super Poderes, Telepatia
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Palavras 1.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi, se gostou não esqueça de deixar um comentário. Me deixaria muito, muito feliz. E me animaria a escrever mais :)

Capítulo 1 - Epílogo


Fanfic / Fanfiction Telepathy - Capítulo 1 - Epílogo

Telepatia: capacidade de ler os pensamentos de outros ou mentalmente se comunicar com eles. 

Telecinese: capacidade de levitar, quebrar e mover objetos e pessoas somente com a força mental.

Controle mental: Capacidade de controlar os pensamentos e ações dos outros.

Rajada psiônica: capacidade de projetar rajadas de força psiônica que afetem a mente da vítima sem efeitos físicos, causando dor, deixar a vítima inconsciente ou até mesmo matando-a. 

Resistência Mental: possui grande resistência a ataques mentais, sendo dificilmente vencida ou dominada por este tipo de ataque, os quais englobam a manipulação da memória e ilusões telepáticas.

Aerocinese: é a habilidade de manipular o elemento ar, podendo fazer ventos,redemoínhos ou tornados.

Pirocinese: é capaz de criar e controlar o fogo.

Mimetismo Vulcânico: habilidade de transformar o seu corpo em fogo.

Duplicação: capacidade de criar clones de si mesmo.

Ilusão telepática: habilidade de criar ilusões telepáticas realísticas e fazer as pessoas vivenciarem eventos que não estão realmente acontecendo.

Manipulação da memória: habilidade de manipular a memória de seres vivos, chegando ao ponto de fazê-las esquecer tudo ou parte de suas memórias, dar mais importância a algumas memórias, ou criar memórias falsas.

Empatia: Capacidade de ler ou sentir sentimentos e emoções.

Era um dia ensolarado, o sol estava estava brilhante e radiante como nunca, crianças brincavam no parque acompanhadas de seus pais, casais faziam piquenique. Mas ele, nosso jovem garoto de olhos nublados estava naquele parque apenas á trabalho, vestindo roupas pretas, mesmo no calor. Seu olhar confiante e sorriso debochado. Ele poderia ter todas aos seus pés, e sabia disso. E não estamos falando simplesmente porque ele pode entrar na mente de qualquer pessoa e controlar todas as suas emoções e ações, e nem sobre seu poder de ler mentes. Nosso jovem garoto conseguia ter toda garota que quisesse apenas por sua aparência, seu porte musculoso e esguio, quase 2 metros de altura e um sorriso que derreteria o sol, se bobear, e obviamente, todo o seu charme e lábia. Mas ele sempre preferiu estar sozinho. Sem alguém ao lado, sem problemas. Ele sabia que quando você gosta de alguém, se preocupar e se machucar vem no pacote. E preocupação nos faz ficar impulsivos e irresponsáveis. E no final, tudo acaba virando uma bola de neve de que destrói tudo. E por isso, o jovem garoto de roupas negras e olhos cinzentos nunca se envolveu emocionalmente com ninguém. — apenas com seu irmão mais novo.

O dono dos olhos cinzas estava sentado em um banco de praça, os braços atrás do pescoço, postura relaxada, óculos escuros e seus cabelos negros estavam charmosamente desarrumados.

— Vejo que pela primeira o senhor não está atrasado, rapazinho. — disse um homem de terno preto.

O rapaz se levantou, com seu típico sorriso debochado nos lábios.

— É um bonito dia, meu caro Carlos. Ao que devo a honra? E por favor, nunca, nunca me chame pelo diminutivo novamente. 

Carlos, um homem de meia idade, não tinha nenhum cabelo em sua cabeça, era um pouco baixo demais e parecia soar bastante naquele terno negro.

— Não seja irônico e ranzinza, garoto. A coisa é importante. A missão é importante. — Carlos olhou ao redor, para se certificar que ninguém estava a ouvir.

O garoto revirou os olhos e cruzou os braços sobre o peito.

— Que vida vou destruir hoje? — disse, o tédio notável em sua voz.

Carlos balançou a cabeça negativamente, repreendendo as palavras do garoto sentado no banco em sua frente, a falta de boas maneiras do garoto incomodava Carlos.

— Você devia saber que sua raça é uma ameaça a minha raça.

O jovem rapaz deu uma risada alta, sem o menor humor.

— O que te faz trabalhar comigo? Eu sou uma ameaça, não sou?

O baixinho aparentava nervosismo, não parecia ser um daqueles caras maus que aprisionam pessoas apenas para se manter no controle. Apenas por se acharem superiores, apenas por medo do desconhecido. Apenas por poder.

— Amigos por perto, inimigos mais perto ainda. Já ouviu isso, garoto?

O outro bufou. Odiava frases prontas.

— O que tenho que fazer hoje? — perguntou, impaciente.

Carlos mexeu nos bolsos do seu terno e retirou algo parecido com um envelope, um documento e o entregou para o garoto parado em sua frente.

— O nome dela é Valentina Rose. Filha de Helena Rose e Johnathan Reynold. Sofreu uma pequena lavagem cerebral da mãe quando criança. Não faz a menor noção do que é capaz. Presa fácil, mas precisamos de você para capturá-la, mas, para isso você terá que se disfarçar e conquistar a confiança da garota, ou não. Você pode usar esses seus truques e trazê-la. Não queremos vê-la estressada.

 O outro olhou para Carlos, uma certa desconfiança presente em seu olhar e abriu o envelope e retirou de lá algo que parecia ser a ficha completa da garota. Ao lado tinha uma foto e ele se permitiu olhar a garota. Ela tinha pele pálida, cabelos castanhos meio vermelho, que o fez achar que fossem ruivos. Grandes olhos verdes, como duas esmeraldas. Lábios rosados que sorriam abertamente para a foto. Ela parecia ser tão inocente, o garoto se perguntou que tipo de monstro ele era por aceitar esse tipo de trabalho sujo. Destruir vidas, destruir sonhos. Os olhos da menina na foto brilhavam. E ele não queria ser o responsável por apagar todo aquele brilho.

— Passo. — disse o menino, dando as costas para Carlos. E andando em direção a sua moto.

— Ei, ei! — Carlos o puxou pela manga da jaqueta. — Eu te disse o quanto você vai receber? A garota é importante. Você vai ser bem recompensado.

— Não estou interessado no dinheiro. Desculpe.

Carlos massageou as têmporas, sabendo que o rapaz era certamente era um elemento muito importante para a corporação, com ele, eles tinham tudo. E nunca admitiriam isso, mas o garoto lhes dava poder. Com ele em mãos, eles podiam fazer o que quiserem, controlar quem quiserem.

— Temos um acordo, garoto. Caso tenha se esquecido. Você trabalha para nós, e o esquentadinho do seu irmão fica livre. Ouvi dizer que na academia, os esquentadinhos costumam dormir no gelo. Sabe, aprender a se controlar. — o dono dos olhos cinzentos cerrou os punhos, pronto para socar Carlos: mas não podia fazer, não agora.

— Eu aceito. Vou trazer a garota. — disse ele, cedendo. Não podia arriscar a vida de seu irmão, a única família que tem.

O jovem rapaz fez uma promessa silenciosa a si mesmo, um dia mataria Carlos com suas próprias mãos. E destruiria todos do governo. Um por um. Ou todos juntos.

 


Notas Finais


Espero que gostem


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