História Telepathy - Capítulo 6


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Categorias Originais
Tags Ação, Colegial, Drama, Mistério, Poderosos, Romance, Super Poderes, Telepatia
Exibições 26
Palavras 1.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi, não iria postar hoje. Mas, como estava inspirada decidi deixar esse capítulo hoje logo.

E ah, tem uma explicaçãozinha nas notas finas, deem uma olhada.

Capítulo 6 - Quinto capítulo - Brincadeira de mau gosto.


Não prestei atenção em algumas aulas — o que é super ruim, já que pretendo continuar minhas notas excelentes, como sempre foram —.

Luna veio até mim no final da última aula, falar o quanto ela está afim de um garoto e que tinha quase certeza de que era recíproco. O engraçado em Luna é que ela age como se fôssemos as melhores amigas, mas na realidade, a conheço há um dia e meio. O que é adorável, pois é difícil as pessoas conversarem umas com as outros hoje em dia. Eu, por exemplo, nunca tive amigas. Sempre fui a nerd esquisita que gostava de flores e que ninguém se aproximava. Os garotos zombavam de mim. E as garotas fingiam que eu era invisível. Nunca fui boa em conversar, em ter amigos, socializar e todas essas coisas que adolescentes normais fazem.

A minha vida toda, o único garoto que olhou para mim foi o Aiden, meu primeiro e único namorado. E foi pensado nele que peguei meu celular e chequei as mensagens. Sorri ao ver que tinha uma mensagem do Aiden.

“Bom dia! Desculpe a ausência. As coisas estão difíceis na faculdade. Irei te ver na sexta

xx” — dizia na mensagem.

Essa seria a primeira vez que ele iria me ver desde que me mudei. Sentia a sua falta, mas não tanto quanto imaginava.

 

Ouço o sinal bater, e guardo meu celular no bolso traseiro da minha calça e vou andando rumo ao refeitório. Minhas mãos soavam

— Você precisa relaxar. — murmurou uma voz atrás de mim.

Me viro rapidamente e dou de cara com Marvin; ele tinha um olhar relaxado, e seus lábios estavam levemente levantados, formando um singelo sorriso, o que o deixava mais lindo ainda.

— E-eu estou relaxada — digo com a voz baixa, passando por meio da aglomeração de alunos.

 

Pego apenas uma maçã no balcão de lanche e sigo em direção à uma mesa vazia. Marvin me segue.

Dou uma mordida em minha maçã e observo Marvin me olhar daquele jeito estranho.

— Por quê está me olhando desse jeito? — perguntei, quebrando o silêncio. O senhor-estressado-do-corredor continua a me olhar, como se não tivesse escutado nenhuma palavra que eu disse.

— É insuportável não saber o que se passa na sua cabeça. — respondeu, enquanto bagunçava — ainda mais —, os cabelos.

Acho que seus cabelos curtos, lisos, pretos e bagunçados era um charme dele. Mas, pensando bem, tudo em Marvin Diggore era um charme.

 

Não entendi o que ele quis dizer com “É insuportável não saber o que se passa na sua cabeça”, decidi ficar em silêncio e falar mais nada.

Onde estava Claire, afinal?

— Cadê sua amiga? — digo, mudando de assunto.

— Não quer conversar comigo, Valentina ? — levantou uma sobrancelha e me encarava de um jeito que me deixava sem jeito.

— N-não, não é isso — comecei. — Você foi super rude comigo ontem, duas vezes, e ainda disse que tenho esquizofrenia. Isso não foi nem um pouco gentil, acho que você sabe, né?

Nem sei de onde tirei coragem para falar tudo isso de uma só vez. Só sei que só tive coragem de levantar meu olhar para Marvin quando acabei de dizer tudo.

Timidez é uma droga.

— Eu… — murmurou Marvin, mas foi interrompido por uma Claire que tinha um sorriso irritantemente grande no rosto.

— Cheguei um pouquinho atrasada, amiguinhos — cantarolou — Mas acho que Marvin já te contou tudo né, Tina?

Claire se sentou em cima da mesa — o que era proibido pelas normas do colégio —, e ficou balançando as pernas.

Marvin não parava de me olhar, o que me deixou um pouco envergonhada e desviei meu olhar para minhas sapatilhas.

— Não é a hora, Claire — disse Marvin, calmamente.

Claire revirou os olhos, e eu mordi levemente meu lábio inferior.

— Vocês poderiam parar de falar de mim como se eu não estivesse aqui? — esbravejei, levemente irritada — Eu só estou com vocês aqui agora, porque me disseram que sabiam algo a meu respeito. Então, por favor, falem!

Toda essa enrolação me deixava irritada, Marvin e Claire não eram as pessoas mais simpáticas do mundo. Rezei para que o sinal tocasse logo.

— Tina, minha florzinha — Claire continuou a cantarolar e balançar as pernas, senti vontade de empurrar ela.

— Claire. — esbravejou Marvin.

— Você é uma telepata, assim como Marvin. Meus parabéns, florzinha — Ela ria como se tivesse contado a piada mais engraçada do mundo.

Marvin colocou a mão na testa e fuzilava Claire com os olhos, enquanto ela parecia não ligar.

E eu, deveria estar com uma cara de lesada, pois não havia entendido nada, uma telepata? Piada. Não estamos num filme dos xmen.

Revirei meus olhos e bufei, não estava com a menor paciência para brincadeiras.

Fui salva pelo sinal, que indicava o fim do intervalo.

— Vocês são uns idiotas. — digo e saio em direção a sala de aula.


 

Não falei com Marvin e muito menos com Claire o restante da aula toda. Depois de terem me feito ficar igual uma idiota, achando que eles tinham algo revelador para me contar e na realidade era só uma piada estúpida. Marvin tentou falar comigo na hora da saída, mas o ignorei e sai andando.

Telepata

Eu mal sei o que isso significa, e eles também não devem saber. Fiquei tão irritada com a brincadeira sem graça que ignorei completamente a mensagem que Aiden tinha me mandado.

Entrei em casa como um furacão, bati a porta e tudo.

— Mãe! — grito, e não obtive nenhuma resposta.

Sozinha em casa, até que era algo bom.

Joguei minha mochila no sofá e fui em direção a cozinha, beber água, pensando em quanto eu odeio Marvin e Claire. Eram dois idiotas compradores de professores.

Foi pensando na imensa raiva que eu sentia de Marvin e Claire, que ouvi um dos vasos da minha mãe estourar. O barulho foi tão alto que me assustou, dei um pulo pra trás.

— Droga. — murmurei.

Peguei a vassoura e limpei tudo rapidamente, antes que minha mãe chegue.

Assim que terminei, tomei um banho, fiz algo rápido para comer e fui para o meu quarto descansar um pouco.

A curiosidade estava me matando. Fui até minha escrivaninha e peguei o notebook, esperei o mesmo ligar e assim que ligou, abri o navegador e escrevi a seguinte palavra: telepata.

 


Notas Finais


Sabemos que um telepata não quebra coisas e nem nada do tipo. Mas, não seria um spoiler se eu dissesse que Tina é mais que uma telepata, né? Shiiiu.
E talvez os primeiros capítulos estejam sendo meio fraquinhos, mas peço, por favor, não abandonem Telephaty. Os próximos capítulos serão incríveis! Estou louca pra postar logo.
E ah, já tenho até o capítulo 10 pronto! Ajudaria muito, muito mesmo se vocês comentassem - eu dou mais valor a comentários do que tudo. Não tem coisa melhor do que ler que alguem gostou ou está acompanhando sua história.

Beijos, e nos vemos na próxima.


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