História Tell Me It's Real (HIATUS) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Howard Stark, James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Peggy Carter, Personagens Originais, Sam Wilson (Falcão), Sharon Carter (Agente 13), Steve Rogers
Tags Bucky Barnes, Capitão América, Guerra Civil, Howard Stark, Peggy Carter, Soldado Invernal, Steve Rogers, Tony Stark
Visualizações 430
Palavras 2.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi pessoal, tudo bem?

Primeiro de tudo quero agradecer de montão os lindos comentários que recebi no prólogo. Não sabem a felicidade que fiquei ao ler cada um. Fiquei muito contente em ver que minha fic deu certo, que o Prólogo agradou bastante e agora espero que esse primeiro capítulo como a própria fic agrade a todos mais ainda. Espero não decepciona-los.

Agora vou deixar vocês lerem o primeiro capítulo.

Até as notas finais <3

Capítulo 2 - Capitão América


Fanfic / Fanfiction Tell Me It's Real (HIATUS) - Capítulo 2 - Capitão América

ÁRTICO, 02hrs 50mim.

 

Não deve ser novidade nenhuma o estado climático que se encontra o Ártico nesse momento. Já me falaram que o tempo aqui é louco, mas não achei que fosse tanto. Precisei me agasalhar muito bem. Com várias roupas por baixo, bota especifica para andar na neve e uma jaqueta bem grossa. Além da touca e do cachecol.

Vim acompanhada por mais três soldados da tropa. Um deles que não era soldados da SHIELD dirigia o carro. Ele era o único que tinha condições para dirigir nessa nevasca. Eu que estava no banco da frente não conseguia ver absolutamente nada. Tudo estava tomado pelo nevoeiro forte e pela escuridão. Perguntava-me como o outro sabia para onde estávamos indo.

Do nada, entre todo aquele nevoeiro, pude ver um pequeno ponto vermelho.

Ao se aproximar mais o veículo pude reconhecer um homem caminhando em nossa direção fazendo sinal.

— São de Washington? — disse o homem na nossa frente em voz alta, assim que o carro foi parado, ainda com as luzes acessa.

Cobrindo a cabeça com a toca da jaqueta, sai do carro indo em direção ao homem, retribuindo o aperto de mão.

— Sim, eu sou a Agente Carter — digo.

— Sou o Comandante Taylor — disse ele em seguida.

— Há quanto tempo está no local? — perguntei em voz alta, enquanto acompanhava o Comandante pela nevasca.

— Desde de manhã — ele respondeu. — Uma equipe russa de petróleo ligou há 18 horas.

— O que exatamente foi encontrado? — perguntei. — Como ninguém nunca viu antes?

— O tempo aqui muda o tempo todo, senhorita.

Os homens da tropa me acompanhavam nesse momento.

Puxei mais o cachecol para o rosto, protegendo meus lábios da friagem e a touca grande para proteger meus olhos, mas que também conseguisse olhar o comandante.

— Ninguém soube dizer o que é exatamente — explicou o comandante. — Talvez um balão meteorológico, mas não seria possível.

— E porque não?

— Não temos equipamento para isso.

— Porque não usaram um guindaste?

— Moça, acho que a senhorita não entendeu. Um guindaste não é suficiente para isso — e ele apontou para uma montanha de neve.

Meu queixo caiu ao ver o tamanho daquele objeto desconhecido.

A metade estava completamente coberta por uma grossa camada de neve, já as outras partes que acreditei ser asas estava para o lado de fora e em cima havia alguns homens trabalhando.

Caminhei para mais perto da suposta nave. Dei uma boa volta nela chegando onde imaginei que estaria o resto da nave. Dei uma batida de leve no local e percebi que não estava tão firme.

— Quero que façam uma abertura — pedi para o comandante Taylor. — Quero dar uma olhada dentro dessa nave.

Ele assentiu e foi pedir para os homens que estavam com as máquinas para fazer o que pedi.

Em poucos minutos o buraco foi feito. Agachei para ver dentro e a única coisa que podia ver era um verdadeiro breu.

Pedi uma lanterna.

Iluminei o local e pude ver que se tratava de uma cabine. Ao insinuar que aquela tal cabine era de uma nave antiga. Meu coração bateu muito mais forte e minha esperança de ter encontrado o queria, só aumentava.

— Tem certeza que quer fazer isso? — perguntou o comandante, me passando a corda para prender na minha cintura.

— Acredite, eu já estive em situações bem piores — disse, prendendo a corda na cintura. — Vou aceitar um acompanhante até lá embaixo.

Já com arma e lanterna em mãos, desci pelo buraco e me dei conta o quanto aquilo era alto. Ao chegar no chão, abaixei a toca da jaqueta, soltei a corda e fiz um sinal para que viesse o próximo. Enquanto isso fiquei iluminando cada canto daquela cabine que estava congelada. E só pela aparência me comprovava mais ainda que aquilo era uma nave antiga; ainda por cima não era uma nave americana.

— Já tem em mente do que se trata tudo isso? — ouvi a voz do comandante que havia decido no mesmo momento. — Parece uma nave.

— E é uma nave, disso eu não tenho dúvida, comandante — digo.

Iluminei aparte da frente que tinha algo que parecia ser a área de controle — havia uma poltrona branca por causa da neve, porém, antes deveria ser preto (ou alguma cor escura).

— Também sei que isso não é uma nave do exército americano — continuei, me aproximando aos poucos da poltrona em passos lentos, já que o chão estava um tanto escorregadio. — Tenho a leve impressão que encontramos uma relíquia. Se é que esse seria o nome certo.

— Aonde a senhorita está querendo chegar com isso? — perguntou o comandante curioso.

Antes de responde-lo uma grande camada de gelo me chamou atenção. Se encontrava bem ao lado da poltrona. Tive uma leve impressão que vi algo diferente — uma cor — no meio desse branco.

— Será? — perguntei mais a mim mesma.

O comandante se aproximou mais, eu me agachei e comecei a passar a mão em todo o suposto bloco de gelo. Quanto mais afastava aquela neve, mais ficava nítido de quem se tratava a suposta cor. Meu coração acelerou no mesmo instante. Além de um sorriso de satisfação ter se formado.

— Enfim, eu o encontrei, não acredito — murmurei.

— Agente Carter, o que encontrou... — olhei o comandante por trás do ombro que olhava abismado para o escudo vermelho, prateado e azul. — Não acredito... é ele mesmo?

Balancei a cabeça.

Levantei-me para dar mais uma olhada na cabine e disse:

— Acredito que não só encontramos o Capitão América como também encontramos o avião que pertenceu à Johann Schmidt, mais conhecido como Caveira Vermelha.

       

×××

 

— Base, quero mande minha comunicação para Washington, agora — disse pelo comunicador em minhas mãos.

— Mas senhorita é madrugada — ouvi uma voz vindo do comunicador.

— Não importa — disse olhando o relógio com a foto de minha avó que havia encontrado na nave. — Isso daqui esperou por muito mais tempo.

Enquanto esperava minha transferia para Washington, fiquei observando atentamente o relógio que deveria ser do próprio Capitão e me sentia muito feliz em ver aquilo. Era uma satisfação enorme em ver que pude completar a missão de meu avô. Ele ficou por tantos anos, não só ele, minha avó também ficou procurando pelo Capitão.

Infelizmente durante esses anos nenhum dos dois conseguiram encontrar nada. Meu avô por exemplo, não se teve mais tempo já que em 1991 eu o perdi em um acidente de carro, junto com sua esposa, Maria Stark. Já a minha avó não tem mais condições de procura-lo com seus 93 anos. Por isso que eu era a única alternativa para solucionar essa busca. Fiz isso sem reclamar ou achar ruim, afinal de contas é pelos meus avós e principalmente pela minha vó que o ama tanto.

— Carter! Será que pode me explicar o motivo dessa ligação?

 Era Nick Fury gritando do outro lado da linha. Foi preciso afastar o comunicador do meu ouvi por causa da gritaria do meu chefe.        

— Já parou com sua crise, senhor? — perguntei.

Coloquei o comunicador um pouco perto da orelha e o ouvi responder:

— Espero que seja muito importante o que tem a me dizer.

Sorri. Aquilo era mais importante do que tudo nesse momento.

— Claro que é importante — disse, colocando o comunicador no ouvido. — Você sabe que quando eu ligo é importante.

— Carter... — ele resmungou.

— Ok! Ok. Vou dizer o que tenho que dizer — revirei os olhos.

Encostada na parede gelada do laboratório, olhando a porta branca fechada da sala onde se encontrava o Capitão, suspirei.

— Senhor, o Capitão Rogers foi encontrado e pelo que tudo indica, ele está vivo — digo.

Ouve-se um silêncio torturante do outro lado da linha, por um momento fiquei preocupe, mas logo suspirei aliviada ao ouvir um palavrão saindo da boca de Nick Fury.

— Olha o palavreado...

— Foi mal — disse Fury — a emoção foi mais forte.

Ri.

— Perdoada pela ligação?

— Dessa vez o motivo da ligação foi excelente — ele respondeu. — Aonde você está nesse momento? Irei agora mesmo aí.

Ao dizer minha localização, me despedi e desliguei. Segundos depois apareceu um dos medicos que estava ajudando a descongelar o Capitão. Dizendo que o mesmo estava realmente vivo, mas ainda desacordado e sem um tempo especifico para acorda.

O corpo já descongelado de Steve Rogers foi levado para a base da SHIELD em Nova York. Até o momento ele não havia acordado e como pedido do Sr. Fury, foi feito um quarto de hospital especialmente a ele: todo modificado lembrando os anos 40. Isso era justamente para não o assustar. Eu achei uma péssima ideia. Claro que ele iria suspeitar do quartinho feito para ele.

Enquanto a Agente Grey ia cuidar dele assim que acorda, eu ia ficar na monitoria, caso acontece-se algo o que não duvido muito.

Levantei para colocar um pouco de café, assim que voltei a me sentar, visualizei algo interessante, mais interessante que o café forte: Steve Rogers estava acordando. Ele abriu os olhos com dificuldade, depois de abri-los por completo, olhou para o quarto.

— Agente Grey — chamei-a pelo microfone na mesa, apertando em um dos botões para levar minha chamada até o comunicador dela. — O Capitão acabou de acorda. Já sabe o que é para fazer, não o assuste e aja naturalmente.

— Sim, senhorita — disse ela em voz baixa.

O Capitão havia se sentado na cama, pareci bem pensativo e não demorou muito para olhar a porta se abrindo. Grey entrou no quarto vestida com o uniforme da SSR.

— Bom dia. Ou devo dizer, “boa tarde” — disse ela sorrindo e olhando o relógio em seu pulso.

— Onde estou? — o Capitão perguntou.

— Num quarto de hospital em NY.

Se teve uma pausa, ele olhou com o cenho franzido para o rádio e depois voltou a dizer:

— Onde estou de verdade?

Grey, sorriu nervosa.

— Acho que não entendi.

— A partida — disse ele se referindo ao jogo que tinham colocado para passar na rádio. — É de maio de 1941. Eu sei porque estava lá.

Preciso me lembrar em dizer ao Fury: eu disse que não ia dar certo.

Naquele mesmo momento o Capitão se levantou da cama, parecia bem sério e mesmo sabendo que não ia fazer nada, pedi para uns policiais entrarem no quarto para dar apoio para Grey que tinha perdido completamente a postura.

— Todos os agentes, código 13! — falei pelo comunicador, assim que vi o Capitão quebrando a parede do quarto improvisado e saindo correndo pelos corredores da SHIELD. — Repetindo! Agentes, código 13!

Finalizando o aviso, levantei e fui em direção aos carros junto com alguns agentes para ir atrás do Capitão que havia conseguido sair do prédio. Estávamos em direções opostas, então seria fácil cerca-lo.

Conseguimos cerca o Capitão no centro de Nova York — uma das bases da SHIELD era vizinha com o centro de NY —, vários carros ficaram em volta dele e antes que fizessem alguma besteira, sai do carro e disse para um capitão muito desnorteado:

— Capitão Rogers, está tudo bem, não iremos fazer nada com você.

Seu olhar parou em mim, o mesmo observava cada passo meu se aproximando dele e respirei fundo. Devo concorda que ele era um homem muito bonito, minha avó não exagerou quando disse o quanto ele era belo: ombros largos, loiro, olhos azuis e alto. Mesmo eu sabendo que antes ele era apenas uma lombriga, se é que essa é a definição certa, já que todo essa massa muscular dele é graças ao soro do Super Soldado.

— Abaixem essas armas — ordenei irritada para alguns idiotas, apontando para ele. — Ele não é nosso inimigo.

Os idiotas abaixaram, melhorando a situação e depois só pedi para não deixar os civis se aproximarem para não piorar e assustar o Capitão mais ainda.

— Quem é você? Onde estou? O que houve?

— Eu sei que tem muitas perguntas, Capitão, e todas elas vão ser muito bem respondidas — falei tranquilamente. — Desculpe por todo esse showzinho, mas segundo meu chefe ele achou melhor fazer tudo aquilo para não te assustador. Achamos melhor te contar aos poucos.

— Contar o que?

Dei mais uns dois passos ficando mais próxima dele.

Era nítido a grande diferença de altura entre nós dois.

— Capitão, você andou dormindo — respondi sem tirar os olhos dele. — Por pelo menos 70 anos.

Ele me olhou um pouco surpreso, olhava a rua, os prédios e os civis, provavelmente achando tudo diferente. Não o crítico e nem nada, afinal de contas, muita coisa mudou.

— Se sente bem? — perguntei ao ver uma expressão preocupante.

Capitão me olhou, balançando a cabeça e dizendo:

— Eu estou bem, só que... acabei me lembrando que tinha marcado um encontro.

Sorri ao saber de qual encontro ele se referia.

— Sei bem disso — falei ainda sorrindo. — Ela também está aguardando pela dança.

— C-como você...? — ele arregalou os olhos, me olhando bem surpreso.

— Meu nome é Claire Carter, mas pode chamar apenas de Claire — disse, esticando o braço para cumprimentar. — Sou a neta de Peggy Carter. Devo dizer que é um enorme prazer em conhece-lo, Capitão Rogers.

— Igualmente, Claire — ele falou retribuindo o aperto. — E me chame apenas de Steve.

— Ok, Steve.


Notas Finais


- Roupa da Claire (no Ártico): http://www.polyvore.com/tell_me_its_real/set?id=198127804

E ai, o que acharam? Finalmente o Steve apareceu. \o/

Quanto ao próximo capítulo eu não sei quando vou posta-lo. Ele está digamos que 70% escrito, mas não sei quando vou arranjar tempo para continuar, pois estou entrando na minha semana de provas na facul e vou que tirar meu tempo para estudar e terminar meus trabalhos.

É isso que tenho a dizer, até uma próxima e beijinhoos <3


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