História Tell Me It's Real - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Howard Stark, James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Peggy Carter, Personagens Originais, Sam Wilson (Falcão), Sharon Carter (Agente 13), Steve Rogers
Tags Bucky Barnes, Capitão América, Guerra Civil, Howard Stark, Peggy Carter, Soldado Invernal, Steve Rogers, Tony Stark
Exibições 370
Palavras 3.234
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi pessoal, tudo bem?

Depois de uns dias sem postar, estou de volta com mais um capítulo que ficou maravilhoso e que inclusive tentei fazer algo decente em um certo momento. Que já vou logo avisando que é uma cena "quentinha", caso algo não queira ler é só pular o sinalzinho de +, pois a cena estará entre esse sinal, ele é o aviso de quando começa e de quando termina. Não se preocupem que se caso forem pular essa cena, ela não irá comprometer seu entendimento. :D

É isso que tenho a dizer, espero que gostem e muito obrigada pelos comentários lindos, eu amei todos eles. Vocês são demais <3

Até as notas finais!

Capítulo 3 - Eu odeio Trovões


Fanfic / Fanfiction Tell Me It's Real - Capítulo 3 - Eu odeio Trovões

— Fico feliz em saber que Peggy tenha montado uma família — diz Steve.

Seu tom parecia ser sincero.

Depois daquele pequeno show no centro, consegui voltar com o Capitão para a base e durante o caminho dei uma explicação bem resumida sobre a SHIELD. Chegando lá, lhe entreguei algumas roupas e mostrei o seu quarto provisório. Já que depois ia ver aonde ele iria querer morar. Vai que ele queira voltar para o Brooklyn. Afinal de contas ele é de lá. Certo?

No final do meu expediente e da conversa que tive com Nicky, sai com Steve para tomar um café. Vi o quanto ele estava perdido nesse novo ano. Então decidi chama-lo para tomar um café e conversa, tanto sobre os dias atuais como a minha avó. Ela foi o primeiro assunto que ele quis tocar.

— Família grande por sinal — comentei. — Quatro filhos no total.

— Uau! Quatro filhos?

Balancei a cabeça rindo.

— Isso é contando com meu pai que é o mais velho — dizia lembrando da minha família. — Depois vem...

— Licença — disse uma das garçonetes da cafeteria com uma bandeja trazendo nosso café. — Café? Cappuccino?

— Café é dele — disse me referindo ao Steve. — E o cappuccino é meu.

Ao deixar as nossas bebidas quentes, juntos com os nossos acompanhantes: dois pedaços de bolo. Agradecemos e a garçonete se retirou.

— Bem, voltando ao que estava dizendo, antes da mocinha me atrapalhar — dizia, abrindo o saché de açúcar e colocando na minha bebida. — Entre os quatro irmãos o meu pai é o mais.

Soprei e tomei um gole daquela deliciosa bebida quente.

A melhor bebida para se tomar em um dia frio e chuvoso como o de hoje.

— Depois do meu pai, vem meu tio Frankie, David e por fim minha tia Rose.

— Então não tem só você de neto ou neta?

— Eu sempre digo que fui muito privilegia tanto por parte da minha avó como o do meu avô — disse sorrindo. — Porque o meu pai foi o único que deu neto aos dois.

— Jura?

— Quase todos já estão casados como o meu Frankie e minha tia Rose, meu tio David é o único solteiro e o meu tio Ed estou com esperança que dessa vez ele consiga ter um namoro firme; se Deus quiser dessa vez ele casa.

— Esse tal de Ed é também filho da Peggy?

— Não, o tio Ed é filho do meu vô apenas — respondi.

Steve ficou um pouco sem entender.

— Steve, lembra que no início eu disse que minha história é um tanto confusa? — ele assentiu. — Então essa confusão toda começou a partir do surgimento do meu pai.

— Ainda eu não estou entendendo — disse ele tomando um gole do café.

— É que assim, meu pai e o tio Ed são irmãos, mas apenas do mesmo pai e os meus outros tios são filhos de outro homem que não é o meu avô. Entendeu?

— Acho que sim... — ele disse um pouco incerto.

— Não. Você não entendeu o que disse...

— Na verdade o que eu entendi é que a Peggy teve um caso com um outro homem antes desse Daniel. Não é mesmo?

— Exatamente — confirmei.

Coloquei um pedaço do bolo na boca, sem deixar de observa-lo e confirmar mais ainda os elogios de minha vó.

— Como eu disse é um pouco confuso o surgimento do meu pai — disse com um pouco de sarcasmo na voz. — Só que de qualquer forma, todos são minha família e fui a sortuda em ser a única neta.

A conversa rendeu boas horas na cafeteira, aponto de continuar no caminho até a casa provisória dele (prédio da SHIELD). Depois de minha avó, veio o assunto dos amigos dele, infelizmente, todos já estavam mortos. Chegando na entrada do prédio da SHIELD, Steve me agradeceu pela conversa e antes de sair me fez uma pergunta que pela primeira vez vi a felicidade estampado em seu rosto.

— A Peggy por acaso está... hum... ainda viva?

— Sim, ela está viva — respondi tranquilamente. — Muito viva por sinal, aproveitando bem seus 93 anos, só a parte mental dela que está falhando um pouco. Ela esquece muito fácil das coisas. E está sempre me contado a mesma história sobre a época dela.

— Compreendo — falou Steve com um sorriso sem graça.

— Se quiser um dia desses eu te levo para vê-la — disse. — Tenho certeza que ela iria adorar te ver de novo. Principalmente, saber que você está vivo, ela ia ficar muito feliz.

— Então ela não sabe que eu...

 — Não — respondi antes mesmo dele terminar. — Não contei nada para ela.

Ele apenas assentiu.

O tempo que já estava estranho desde manhã, decidiu mostrar a verdadeira face e fortes pingos começaram a cair. Isso era um sinal que precisava voltar logo para casa. Até porque estava sem carro, já que o mesmo está no mecânico e precisaria pegar um táxi.

— Nem para chuva esperar eu chegar em casa — resmunguei, vendo a rua ficando toda molhada e várias pessoas apressando o passo para escapar da chuva. — Se ao menos o Brock estivesse aqui.

— Disse alguma coisa? — perguntou Steve do nada.

Ao me dar conta que estava pensando alto, disse ao Steve que não era nada e me despedi do mesmo. Precisa sair rápido daqui. Ele não me disse, apenas retribui o tchau e sai correndo por de baixo da chuva tentando chamar o táxi que estava se aproximando. Entrando no táxi, acenei de dentro para Steve que devolveu o aceno e pude vê-lo se virando, logo passando pela porta de vidro automática que abriu para o mesmo.

— Para aonde quer que eu a leve, senhorita? — perguntou o taxista.

Naturalmente ia dizer o meu apartamento, mas ao presenciar toda aquela chuva e os estrondosos trovões, decidi ir para o apartamento de Brock. Posso ser uma Agente de nível alto, entro sem problema em lugares escuro e suspeitos, mas não durmo sozinha em época de chuva. Pode parecer bizarro, mas eu tenho muito medo de trovões e raios. Em temporais não consigo ficar sozinha no meu apartamento, então sempre peço para minha prima ir dormi comigo, ou dependendo como for e onde estiver, vou o mais rápido para a casa do meu tio Ed. Se existe um lugar muito seguro é a casa dele.

Infelizmente no momento não poderei ir atrás do meu tio, nem mesmo da minha prima que está viajando e a clínica onde minha vó está é muito longe. Então o único que sobra é o meu namorado.

Disse ao taxista para me levar ao lugar desejado.

No caminho para me distrair peguei meu celular e o fone de ouvido. Música era sem dúvida o melhor remédio para esses momentos, principalmente quando se trata de Backstreet Boys, minha boyband favorita. Queria deixar no volume mais alto, porém seria muita falta de consideração ficar com o volume alto e não ouvir o taxista (caso ele queira dizer\perguntar algo). Então deixei o volume em 60%... não… melhor baixar para 50%... 45%... muito baixo… 50% está razoável.

Estava no meio da música Straight Through My Hear quando o táxi parou em frente a entrada do prédio. Pausei a música, tirei o fone do ouvido e guardei tanto o celular como o fone, mas antes de uma olhada na hora: 20:03.

— Pode ficar com o troco — disse ao taxista dando a nota.

Ele apenas agradeceu.

— É agora ou nunca — falei a mim mesma, respirando fundo e contando até três.

Sai do táxi mais rápido que o papa-léguas. Infelizmente foi impossível não se molhar com a distância nenhum pouco pequena entre a guia até a entrada do prédio. Minha meia e meu sapato estavam todo molhado. Hoje como não havia uma missão fora, usei uma roupa social normal que uso quando o meu trabalho é dentro da SHIELD e hoje como se tratava do Steve, então achei melhor ir com uma roupa melhor apresentável do que ir com meu uniforme.

O prédio era bem simples e um tanto estranho — ou talvez a melhor definição seja a palavra suspeito. Já que é o típico lugar que não frequento com muita frequência. Esse bairro também não é aquelas coisas, mas eu venho aqui só por causa do Brock e nada mais.

Como não se tinha elevador precisei subir as escadas até o terceiro andar, durante esse percurso consegui ouvir uma bela discussão vindo de um casal e vários xingamentos de um outro apartamento por causa da partida de beisebol.

— Já vai — ouvi a voz de Brock do outro lado da porta, logo depois que bati na mesma.

Ouvi seus passos se aproximando parando na porta. Levou um tempinho para abri-la, provavelmente olhou primeiro pelo olho-magico, só depois que ele abriu com um sorriso de lado.

— Bonequinha — falou ainda com o sorriso sacana. — Está fazendo o que aqui? Não sabia que vinha.

— Bem, acontece que… ah! — soltei o grito e um pulo ao ouvir o estrondo do trovão. — Esse motivo serve?

Ele começou a rir, balançando a cabeça e disse:

— Esse outro também serve.

Brock esticou a mão para a gola da minha blusa branca molhando.

— Seu bobo — murmurei sem graça tirando a mão dele. — Quer dizer se eu não aparecesse molhada, você não ia me deixar entrar?

Fingi estar ofendida o que fez ele rir. Enquanto passava pela porta, retribuía o riso, me aproximei de Brock e lhe beijei.

— Só lamento dizer que não vai ter tolha — ele sussurrou bem próximo de minha boca. — Vai ter que se secar em mim.

Meu corpo todo tremeu, ele mordeu meu lábio inferior e sorriu malicioso.

Retribui o sorriso e voltei a beija-lo, mas dessa vez foi algo mais intenso cheio de desejo, deixando nossas línguas entrar em contato uma com a outra. Como a porta ainda estava aberta eu empurrei a msma com o meu pé, fechando-a. Brock me puxava mais para si pela cintura, seus lábios percorram um caminho da minha boca, queixo e indo para o pescoço. Suspirava. Mordia o lábio de excitação ao sentir sua mão no meu busto — desabotoando os três primeiros botões.

— Bro-brock… — disse entre suspiros e beijos, quando ele desceu a boca até meu busto, antes deixar mais amostra meu sutiã.

— Hum? — ele apenas resmungou.

— Eu… quero… me… enxugar… primeiro… antes da gente…

Brock apenas subiu até meus lábios, dizendo em seguida:

— Ora, você sabe que não acho ruim ver você toda molhada ao meu lado. Lembrando que é nos dois sentidos da palavra.

Ri timidamente.

— Eu sei disso — disse entre os beijos que ele distribuía na meu rosto e pescoço.

Tenho a leve sensação que meu pescoço amanhã vai estar uma coisa linda. Lotado de hematomas.

— Mesmo assim eu quero. — Dessa vez consegui me afastar dele. — Prometo que depois de estar seca, a gente faz o que sempre fazemos em quatro paredes, tudo bem?

Com muito contragosto ele permitiu só que antes não perdeu a chance de dar tapa na minha bunda. O que me fez soltar um gritinho. Mesmo não gostando desses tapas eu gostei dele naquele momento em que ocorreu o trovão.  Esse tapa distraiu minha atenção.

Dificilmente vinha até o apartamento do Brock, mas isso não significa que não encontre algo para vestir. Como por exemplo uma regata branca que ele tinha.

Me vesti apenas com ela que era uma regata comprida. Na verdade, no meu corpo ela era comprida, pois se tinha uma diferença enorme do físico de Brock para o meu.

Ele é musculoso, possuí ombros largos e braços que me deixam louca.

Se tem algo que amo em homem é braço, bunda e tórax.  Para minha felicidade o meu homem tinha os três tópicos. Além de vim com um extra que não dou muita importância, ou dou, só não deixo explícito que é ser bom de cama. Brock além de ter um belo porte físico, ele era maravilhoso no sexo.

A tempestade não acabaria tão cedo como queria. Isso significou que foi preciso ficar mais algumas horas no apartamento de Brock. Dependendo como for o caminho da chuva, eu irei passar a noite com ele, o que não seria ruim.

Mesmo eu não gostando, pedimos uma pizza, não é meu prato favorito, mas quando estou sem opções: aceito.

— Amanhã vou ter que passar um bom tempo na academia — comentei depois que terminei meu pedaço da pizza. Só havia comido um pedaço que me fez ficar estufada.

— Mesmo já sabendo a resposta e tendo a minha já em mente. Vou perguntar de qualquer jeito. Por quê?

Era Brock sentado ao meu lado com a garrafa de cerveja em mãos.

— Por que não quero ficar gorda — respondi naturalmente. — Vou precisar tirar também a cerveja. — Tomei o ultimo gole que havia na minha garrafa.

Brock me deu um selinho.

— Gorda? Só se for para tirar dessa bundinha maravilhosa — falou ele com excitação. —Ou dos seus peitos que são do tamanho ideal para que eu possa apalpar sem problemas.

 

+

 

A voz dele sendo sussurrada em meu ouvido, fez meu corpo todo tremer e esquentar mais ainda quando sua mão percorreu meu corpo. Movimentos circulares foram feitos no bico do meu seio esquerdo coberto apenas pela regata. Mordi meu lábio inferior. Minha respiração estava ofegante; sentia um pequeno formigamento em meu íntimo. Sabia perfeitamente o que significava tudo aquilo... me fazendo desejar por mais intensidade.

Ao deixar minha garrafa na mesinha de centro, sentei-me apoiada no braço do sofá, esperando por ele que não demorou muito e logo veio até mim. Nos beijávamos loucamente. Acompanhado por nossos toques em nossos corpos.

Não demorou muito para ficar apenas com a fina calcinha. Sem delongas ele abocanhou meus seios sem pudor; sugando e dando pequenas mordias no bico. O que me deixava mais excitada. Gemia com muita satisfação. A mão direita de Brock percorreu a lateral do meu corpo, indo até minha intimida coberta, fazendo caricias de leve; minutos depois a calcinha estava em algum canto da sala.

Foi impossível não sentir sua ereção com uma das minhas pernas entre. Era de seu costume quando fica em casa, usar apenas calça moletom sem cueca, e isso era o que mais deixava nítido o volume ativo. Nesse caso Brock usava uma calça de moletom cinza claro. Desfiz o laço da calça, deixando folgada e coloquei minha mão dentro, massageando seu pênis com delicadeza.

Em questão de minutos estávamos completamente nus naquele sofá marrom. Distribuindo toques mais profundos como a mão de Bock me torturando em meu clitóris. Ou acariciando cada canto de minha vagina completamente molhada. Depois dos dedos foi sua língua me levando até a lua.

— Delicia... — Minha voz saiu franca entre os meus gemidos. — Hum... isso é tão bom... continua... assim... isso...

Se tinha algo que amava era sexo oral, principalmente se for feito pelo meu homem, que tinha um talento incrível com a língua e o dedo penetrando minha entrada. Enquanto distribuía lambidas e fazia pequenas sugadas no clitóris, o dedo médio fazia o trabalho interno com movimentos vaivém. Não demorou muito para que eu chegasse no meu ápice com direito a dois dedos.

Minha vez.

Brock se sentou no sofá, fiquei de joelhos em cima da almofada para não me machucar e comecei o meu trabalho. Ouvi seus gemidos roucos é uma grande satisfação, não só ele estava doido, eu também estava louca com o formigamento. Chupava, lambia e massageava seus testículos com vontade.

— Vêm bonequinha — disse Brock com uma certa urgência na voz.

Ele esticou os braços até uma mesinha ao lado do sofá, abriu a gaveta, retirando de lá uma camisinha lacrada.

— Cavalga com gosto — pediu Brock, assim que rasgou a embalagem e colocou em seu membro.

Me coloquei no meio de suas pernas, abaixei até sentir seu sexo de encontro com o meu e deixei entrar, me movimentando.

Gemíamos alto, sem nos importa com os vizinhos se caso escutem, afinal de contas, não estávamos cometendo nenhum crime. Estávamos apenas fazendo o que um homem e uma mulher fazem para procriar. Só que nesse caso não seria para reproduzir nada e sim para satisfazer.

Do colo fui para o encosto do sofá, ficando de costas e deixando ser penetrada.

Do encosto do sofá, me deitei no sofá, deixando ser penetrada com força.

Impossível não deixar escapar palavras explicitas, eu sempre deixava escapar alguns bem sugestivos, assim como ele que demostrava mais seus gestos em tapas, aperto e beijos.

— Fala princesinha — dizia Brock bem próximo da minha boca. — Fala para mim o que quer?

— Forte... mais... forte... — gemia descontroladamente.

Senti meu corpo contraindo, elevei um pouco o quadril, quando senti meu orgasmo. Recebendo com mais intensidade as estocadas de Brock que não demorou muito para chegar no seu limite.

Pode parecer nojento para alguns, mas eu amava quando sentia seus líquidos em contato com minha pele e foi isso que ele fez. Tirou a camisinha, se masturbou e logo jorrou seu esperma em minha barriga.

 

+

 

Como o esperado eu dormi no apartamento de Brock.

Depois daquela transa dos deuses, não tive coragem para sair de lá, principalmente quando fomos deitar e ficamos nos tocando — obviamente com moderação. Como não havia trazido roupa, só tinha a roupa que vim, fui dormi do jeito que vim ao mundo. Brock também dormiu sem roupa alguma.

Infelizmente não poderia fazer o mesmo para trabalhar. Então foi preciso voltar ao meu apartamento para me trocar: vesti meu uniforme e seguir rumo a SHIELD com Brock que também iria trabalhar.

— Por mais atrevida que seja — Nick Fury começou a falar, assim que entrei na sala para entregar o relatório da minha missão ao Ártico — não posso negar que os resultados de suas missões são sempre impecáveis, Carter.

— Obrigada, senhor — disse sem esconder o sorriso gratificante.

— É por isso que vou te passar mais uma missão — falou ele. — Depois eu te dou férias.

Férias?

O que é férias?

Nunca vi isso na minha vida, ou só a vejo de vez e nunca, trabalho tanto que não consigo férias. Sinto que isso de só trabalhar, trabalhar e ganhar alguns dias de folga tem dedada do Fury.

Abri a boca para perguntar sobre a missão e nesse exato momento o telefone tocou.

— Um minuto — pediu Fury.

Assenti.

Ele pegou o telefone e disse:

— Diga.

Já de minha própria natureza não prestei tanto atenção no que ele dizia, mas pela cara parecia algo um tanto sério, ou eu estava viajando. Fury falou mais alguma coisa para o Agente Coulson e desligou. Em seguida chamou Hill para vim até sua sala, assim que ela entrou, Fury comentou sobre um objeto desconhecido encontrado no Novo México. Algo que ele já havia suspeitado a muito tempo de que existia outros seres em nosso mundo. Só que dessa vez parece que se tratava de um Deus.

Nick Fury disse que já poderia me retirar e que iria me querer em outra missão, não a do Novo México, mas que antes encontrasse Clint que iria no meu lugar na ida para o Novo México. Hill continuou na sala, seguindo outras instruções de Fury e eu fui atrás do Gavião.

Andando pelos corredores da SHIELD, senti uma vibração no meu bolso e se tratava do meu celular.

Nova Mensagem

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Moranguinho, cheguei em NY.

Espero receber sua visita ainda hoje.

Não seja cruel com o tio Ed, ok?

Até breve. ”

Uma felicidade imensa surgiu em meu peito. Não demorei um segundo se quer para responde-lo. Já fazia quase um mês que não via meu tio Ed. Saudade estava chegando no limite.

“Tio Ed!!!

Hoje à noite estarei aí na Torre.

Muitíssimos beijos. ”


Notas Finais


- Roupa Claire: http://www.polyvore.com/tell_me_its_real/set?id=200321322

E ai, o que acharam?

Desculpem se essa cena quente não ficou lá aquelas coisas, mas acontece que estou muito enferrujada com esse tipo de cena. Faz muito tempo que não escrevo uma cena de sexo, a última foi em uma fic minha do TWD que já excluí faz tempo, então... perdão se não saiu muito boa... :(

É isso gente, espero que tenham gostado e ah, quero saber se vocês tem em mente que é o Tio Ed... quero ver se vocês entenderam a referencia. rs

Até a próxima <3


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