História Tell Me It's Real (HIATUS) - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Howard Stark, James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Peggy Carter, Personagens Originais, Sam Wilson (Falcão), Sharon Carter (Agente 13), Steve Rogers
Tags Bucky Barnes, Capitão América, Guerra Civil, Howard Stark, Peggy Carter, Soldado Invernal, Steve Rogers, Tony Stark
Visualizações 368
Palavras 3.515
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi pessoa, tudo bem?
É eu sei, não precisem me tacar pedra pela demora do capítulo novo... sinto muito por isso... ç.ç
Acontece que sofri um terrível bloqueio, teve um momento nesse capítulo que simplesmente travei e não conseguia mais continuar. Mas graças a uma alma muito bondosa chamada Agent Nalla, eu consegui continuar com o capítulo, e o resultado foi esse. Espero que gostem... até as notas finais.

Capítulo 4 - 1944


Fanfic / Fanfiction Tell Me It's Real (HIATUS) - Capítulo 4 - 1944

No último minuto do meu expediente, sai o mais rápido da base e fui para meu apartamento me trocar. Tirar o uniforme, tomar um banho e beliscar alguma coisa. Não ia de jeito nenhum para casa do meu tio com a roupa da SHIELD, além de não ser legal, ele ia falar que tinha coisa do Nick Fury para eu ter ido daquele jeito. Outra, meu tio Ed merece coisa melhor.

Finalizando meu banho, vesti uma roupa básica: calça jeans azul clara, blusa de linha manga comprida na cor bege e calcei uma bota marrom de cano alto. Lá fora estava com um vento gelado. Coloquei alguns acessórios como relógio, colar, brinco e meu anel favorito. Fiz minha básica maquiagem com um gloss em uma tonalidade bem clara de rosa.

Comprovando que não faltava mais nada — cabelo já havia secado com o secador — peguei minha bolsa, celular e minha jaqueta. Claro que não poderia esquecer a chave do meu carro que antes de vim para o apartamento, passei no mecânico para pega-lo e assim não precisando do táxi.

Não tinha dúvidas, aquela era com certeza a maior torre de Nova York e a mais bela. Assim que coloquei os pés dentro do hall fui recebida por J.A.V.I.S, o mordomo.

— Seja muito bem-vinda, srta. Stark — disse ele quando apertei o botão do elevador.

Dificilmente ele me chama de Carter como a maioria me chama. Eu não achava nenhum pouco ruim, afinal de contas eu era uma Stark e meu sobrenome é Carter-Stark. Assim como o do meu pai que é Jonathan Carter-Stark, ou como é chamado na maioria das vezes, Jon Stark.

— Obrigada, J.A.R.V.I.S.

As portas do elevador logo se abriram me permitindo passar.

— Meu tio está, não é mesmo?

— Sim, senhorita, e está lhe esperando na sala junto com a senhorita Potts.

Não demorou muito para chegar no andar desejado. Assim que a porta abriu, a imagem linda da sala enorme que ocupava um andar todo, ficou visível junto com uma ruiva sorridente.

— Olá Claire.

— Pepper — disse indo até ela e abraçando. — Que saudades!

— Eu estava com mais saudades ainda — disse ela retribuindo o abraço.

Ouvi um resmungo ao meu lado que só quando me soltei de Pepper que vi meu tio.

— O certo não seria eu receber o abraço? — falou ele em seu tom sarcástico de sempre. — Afinal de contas o parente de sangue sou eu.

Revirei os braços, sorrindo e caminhando até meu tio.

— Hum... até onde sei não se tem nenhum regulamento dizendo que primeiro tenho abraçar o meu tio de sangue — dizia no mesmo tom que ele — e depois minha mais nova tia de consideração.

Sim, Pepper é a minha tia de consideração já que está comprometida com meu tio.

Mesmo ela se tornando minha tia, eu nunca vou consegui chama-la assim, até porque ela é mais minha amiga. Sempre me dei super bem com ela. Nossa convivência sempre foi mais como de duas grandes amigas. E isso vai continuar mesmo ela agora sendo minha tia.

— Ouviu essa titia Pepper — brincou tio Ed.

Ela apenas revirou os olhos, rindo.

Depois de ter dado um forte abraço em Tony Stark, dei uma breve olhada no apartamento semi-pronto. Ainda se tinha algumas coisas fora do lugar, mas que logo ficariam organizadas. Já faz um tempinho que a Torre Stark está em andamento. Infelizmente não pude acompanhar o andamento por perto. Motivo? Meu trabalho que era bem puxado.

Lembro quando contei ao meu tio Tony que havia me alistado. Ele ficou abismado, não acreditando que uma mulher estaria entrando em um “mundo” de homens. Mas não demorou muito para que ele me parabenizasse. Ficou feliz quando passei no teste para entrar na SHIELD, me deu um coldre muito bonito de presente e apenas se sentiu orgulhoso por ter conseguido o que sempre quis. Diferente dos meus pais que não ficaram tão felizes com meu alistamento. Só que isso não é assunto para comentar nesse momento.

— Então você finalmente vai passar um tempo aqui em Nova York? — perguntei, sentada no sofá beliscando as batatas Pringles, enquanto a comida não chegava.

Tio Ed fez questão de pedir um dos meus pratos favoritos: comida tailandesa.

— Vou até finalizar a torre por completo — respondeu ele sentado ao meu lado. — Mas por que a pergunta, não gosta mais da Califórnia? Por isso não vai me visitar.

Ele fez uma falsa cara de magoado que me fez revirar os olhos.

— Claro que eu gosto — disse, colocando a batata na boca. — Acontece que não tenho mais tempo para ficar viajando. Fury adora encurta meu tempo vago. Inclusive essa semana vou ter que viajar a pedido dele.

— Se tivesse aceitado ficar nas Industrias Stark — dizia meu tio cantarolando. — Nada disso estaria acontecendo.

— Tony não começa de novo com essa história — pediu Pepper.

— Vou contar essa história quantas vezes for preciso — disse ele fazendo careta.

Um dos motivos que meu tio não curtiu minha ida para SHIELD — mesmo ele aprovando eu ter seguido o que eu queria — era o fato de não ter escolhido trabalhar nas Industrias Stark.

— Se ela tivesse aceitado, estaria agora mesmo passando suas férias em Cannes pela quarta vez.

Graças a chegada da nossa janta ele não continuou com o papo. O resto da minha noite foi maravilhosa, conversei com eles sobre outros assuntos, inclusive contei sobre o Steve. Que meu tio nem comentou muitas coisas, apenas perguntou como o encontrei e outras perguntas bem rasas. Ele nunca foi muito fã do Capitão América.

Quando vi meia-noite no relógio do meu celular, me dei conta que precisava ir embora, pois amanhã ainda era sexta-feira e é um dia normal de trabalho. Fui meio que persuadida para dormir aqui mesmo, porém, eu dizia e repetia que não poderia ficar. Além de que voltaria um outro dia.

Logo na manhã de sexta me encontrei com Steve tomando café na mesma cafeteria que fomos a primeira vez. Antes mesmo dele dizer algo, me sentei na cadeira e pedi para garçonete um café. Era loirinha, ficou de cara fechada quando atrapalhei o momento da fisga dela — nesse caso o peixão dela seria o Steve que de fato estava boiando. Ele riu quando viu a garçonete saindo furiosa.

— Se fizer mais uma vez a cara feia vou contar para o seu gerente — disse em um tom provocativo quando ouvi ela bufando no caminho.

Depois que desfiz o meu sorriso vitorioso, dei uma olhada no Capitão e vi que ele estava desenhando algo.

— Não sabia que desenhava — comentei sem tirar os olhos dos prédios daqui do centro que ele havia feito desenhado.

— Quando não tinha nada para fazer, passava o meu tempo rabiscando e até que peguei o jeito.

— E pegou muito bem — falei sorrindo. — Soube que você achou um apartamento.

— É, mais ou menos isso — disse ele soltando o lápis na mesa para pegar a xicara de café ao seu lado e tomando um gole.

Saquei na hora o que ele quis dizer com o mais ou menos. É provável que o Fury “ajudou” a encontrar um lugar para ele ficar.

Finalmente meu café havia chegado e fiquei batendo um papo bem descontraído com Steve. Era incrível como nós dois tínhamos criado um ótimo vinculo em pouquíssimos dias. Steve é uma pessoa maravilhosa para se conversa. Riamos sobre assuntos bobos que eu dizia, ou até mesmo ele, quando comentava que algo do seu tempo. Durante esse tempo a garçonete vivia aparecendo com o café para encher a xicara de Steve. É uma safada mesmo. Não era por palavras, mas vi-a como ele começou a ficar desconfortável com os atrevimentos da loira.

— Amor — disse com a voz dengosa — vamos embora?

Estiquei a mão para tocar a mão de Steve na mesa e sorrindo para o mesmo. Ele ficou me olhando com o cenho um pouco franzido, mas ainda mantive minha cena.

— Queridinha, não precisa mais colocar café, já estamos de saída — digo.

A garçonete me olhou com uma cara de tacho que precisei me segurar para não rir.

Pagamos a nossa conta e saímos, coloquei a mão em volta do braço de Steve e saímos da cafeteria com a garota ainda olhando. Quando vi que estávamos com uma boa distância, me soltei dele e comecei a rir.

— Desculpe por isso — falei entre os risos. — Foi a primeira coisa que pensei para distanciar ela de você.

— Tudo bem — dizia ele também rindo um pouco sem jeito. — Acho que devo agradecer, não é? Obrigado.

Nos separamos apenas quando chegamos na SHIELD ele ia continuar sua caminhada por Nova York e eu ia seguir meu caminho até a sala de Fury, receber novas ordens.

 

+++

 

— Como assim você vai para Washington? — indaguei um tanto insegura para Brock.

— Transferência — ele respondeu simplesmente. — Você sabe como é isso.

Apenas balancei a cabeça, ainda me sentindo bem mal por termos que ficar tão afastados um do outro. Eu não queria aquilo. Agora para gente se ver vai ser uma tortura. Nem quero imaginar como vai ser tudo isso.

— Bonequinha, não precisa fazer biquinho — ele beijou meu ombro direito descoberto pela minha blusa. — A gente não acabar só por causa de uma transferência.

Virei-me para ele me apoiando na bancada (estava cortando cenoura) da minha cozinha.

— Eu sei que não, mas é que... — mordi meu lábio com força para não chorar na frente dele.

— É que nada, Claire — ele beijou minha testa e depois minha bochecha.

Mais uma vez fiz o um biquinho quando ficava mal com alguma coisa; que ficava mais nítido quando ia começar minha crise choro.

— Ei, bonequinha — Brock levantou meu rosto devagar para encara-lo —, eu amo você.

Meu coração acelerou naquele momento, meu peito se encheu de alegria e não pude impedir as lágrimas caírem.

— Eu também — disse sorrindo feito uma boba lhe beijando em seguida.

A cenoura foi completamente esquecida, sendo substituída pela cama do meu quarto em que nós fizemos muito, mais muito sexo. Fomos dormi com um aroma bem sutil de uma boa transa. Deixando a minha tristeza de minutos atrás ir para os ares. Voltando apenas dois dias depois quando Brock foi oficialmente embora de Nova York. Que para infelicidade eu não estava para me despedir porque Nick Fury decidiu colocar minha viagem para um dia antes. Maldito!

Conforme os dias foram se passando, vários acontecimentos surgiram no caminho que inclui um ataque alienígena. Quando havia voltado da Alemanha, assim que passei no meu apartamento para deixar minha bagagem, fui para casa do meu tio, mas desde encontrar ele ou a Pepper encontrei um cara chamado Loki que insistia em dizer que era um Deus. O que duvidei um pouco já que eu tinha uma visão bem diferente de Deus. Até onde me lembro Deus não usava cortina nas gostas na cor verde. Não demorou muito para o tio Ed aparecer; em seguida os Vingadores que continha Steve, Natasha, Clint, o Dr. Banner que é nada mais que o Hulk (nunca o conheci cara a cara, me senti muito honrada em conhece-lo pessoalmente) e obviamente que meu tio também fazia parte do time, além desses surgiu um novo membro que não fazia ideia de quem era. Só descobri bem depois que o nome dele é Thor, irmão do Loki.

Após o ocorrido dos alienígenas, acabei me mudando para Washington não só por causa do trabalho como estava afim de ficar mais perto de Brock. Infelizmente não pude levar minha vó comigo, mas eu prometi que iria ligar todos os dias e Sharon acabou ficando no meu lugar por um tempo. Digo isso porque não demorou para vim a mesma cidade. Engraçado que foi no mesmo dia que o Steve veio, ainda por cima estava no mesmo prédio e andar do apartamento dele.

Segundo minha prima é uma missão que foi posta a ela em ficar vigiando o Capitão. Eu achei aquilo ridículo, mas ela disse que eram ordens e não poderia fazer nada.

— Ordens são ordens, Claire — Sharon voltou a dizer. — Você mais do que ninguém sabe disso. Certo?

— De qualquer essa ordem não deixa de ser ridícula.

Ela sorriu de canto, parecendo compreensiva com minha indignação.

— Sabe o que isso parece? — disse a ela que negou. — Que o Steve é um criminoso.

— Infelizmente não posso contrariar uma ordem de um superior meu.

— Sei disso, sei disso... — suspirei cansada.

Parando o carro em frente ao apartamento dela, Sharon mexeu na sua bolsa para pegar a cache e me abraçou.

— Obrigada pela carona — diz ela depois que nos separamos.

— De nada, Kate — dei uma grande ênfase no Kate que era seu nome falso. Steve mesmo a conhece apenas como Kate, não como Sharon. — A gente vai se falando por mensagem.

Sharon riu, revirando olhos e saiu do carro. Deu um aceno antes de entrar no prédio, retribui e segui caminho para a casa.

Antes mesmo de entrar no meu apartamento, vejo um monte de cartas na minha caixa de correio. Não sei se eu mesma só uma atração em pessoa para receber trilhões de cartas quase todos os dias. Fui logo ignorando as que eram de contas, só em uma que me chamou que era mais um convite sobre para o museu do Capitão América.

 Primeiro entrei no apartamento, tirei os sapatos e coloquei a bolsa no sofá. O suposto cartão deixei na bancada para colocar um pouco de suco no copo. Já que eu estava morta de sede e precisava tomar algo, só não peguei vinho, pois não estava a fim de tomar bebida alcoólica a essa hora da noite. Enchendo o copo com suco natural de laranja, retirei o cartão do balcão e me sentei no sofá.

No cartão não se tinha nada de mais só havia uma imagem ampla de Steve com o uniforme do Capitão América, o nome do museu e gostei da pitada “anos 40” que se tinha no cartão. Junto se tinha uma mensagem junto com meu nome, justamente me convidado para ir conhecer o museu.

Sorri. Claro que eu iria, desde início achei essa ideia fantástica, não sei como não tinham feito bem antes do Steve ter sido descongelado. Desde pequena eu sempre nutri um grande respeito pelo Capitão América. Minha avó contou muitas histórias sobre o que ele próprio fez pelo nosso país e a pessoa maravilhosa que Steve Rogers era. Agora que o conheço, meu respeito só aumentou mais ainda, minha admiração por ele só aumentou mais ainda.

A primeira pessoa que me veio em mente para me acompanhar no museu era o próprio Steve Rogers. Ia até chamar Brock, só que me lembrei que ele não curtia museus e provavelmente ia dizer. De qualquer forma mandei uma mensagem perguntando mesmo já sabendo a resposta dele. Enquanto isso fui tomar um banho bem relaxante e demorado. O que deu tempo para receber o não de Brock sobre amanhã. É, não tem jeito vou com o Steve mesmo.

Ainda com roupão, sentei na cama e disquei o número do celular de Steve. Deixei no viva voz, enquanto chamava, fiquei passando o hidratante na perna. Precisei ligar uma segunda vez porque na primeira não foi.

— Alô! — ouço Steve do outro lado da linha.

— Olá Steve! Até enfim atendeu...

— Desculpe ter cancelado a ligação — ele disse meio sem graça — eu ainda estou praticando a usar esses aparelhos.

Ri.

— Isso é questão de costume, entende?

— Acho que sim.

— Uma super dica para você é sempre ficar mexendo no aparelho. Assim você pega pratica e conhece tudo o que tem no aparelho. Entendeu?

Steve riu.

— Claro, obrigado pela dica — dizia ele rindo.

— Enfim, falando o motivo da minha ligação a essa hora — disse assim que olhei o relógio ao lado da minha cama marcando nove horas e quarenta e seis minutos. — Gostaria de te convidar para visitar o museu do Capitão América.

— Museu do Capitão América?

— Sim, o seu museu — respondi tranquilamente, agora passando o hidratante no meu ombro e braços. — Lembra que lhe falei um dia desses que estavam montando um museu em sua homenagem?

— Sim.

— Então ele já está pronto. E queria saber se não quer ir comigo amanhã. Topa?

Steve ficou um tempo pensando e disse:

— Tudo bem, eu vou junto, não tenho nada para fazer mesmo.

— Ótimo! Amanhã de manhã estarei aí.

Depois de combinar tudo direitinho com Steve sobre amanhã, fui fazer algo para comer e fiquei assistindo Netflix o resto da noite.

 

+++

 

Quem me conhece sabe perfeitamente que sou muito fiel aos horários. A prova disso é que eu coloco sempre faço deixo uma longa diferença do horário que acordo para o horário do meu compromisso. Assim terei um tempo tranquilo para me arrumar e tomar meu café tranquilamente. Só que infelizmente não foi isso que aconteceu hoje. A merda do despertador não tocou, fui acorda bem em cima da hora que iria me encontrar com Steve.

Precisei me apressar na hora de me arrumar. Felizmente logo de primeira consegui uma ótima roupa para hoje que fora uma saia branca com estampas de flores coloridas, uma blusinha regata na cor rosa e calcei uma sandália rasteira. Como não havia muito tempo fiz uma maquiagem bem simples, passando apenas o delineador e rímel nos olhos e um batom na cor rosa em uma tonalidade bem clara. Peguei alguns acessórios como minhas pulseiras, relógio e meu óculos escuro. Penteei o cabelo fazendo um penteado bem básico. Já com a bolsa sai do apartamento em direção ao apartamento de Steve me esperando do lado de fora do prédio.

— Perdoe-me pela demora — disse a ele, assim que entrou no carro.

— Que isso, você nem demorou tanto assim — diz Steve.

— Diz isso porque é muito educado — Steve riu, balançando a cabeça. — Enfim, pronto para ver seu próprio museu?

— Acho que sim — respondeu ele um tanto inseguro. — Só estou pensando que o convite deveria ser ao contrário.

— Como assim?

Dei uma breve olhada para ele, rindo, depois voltando minha atenção na rua.

— Até onde me lembro é o homem que convida a mulher para sair e é ele que vai buscar a convidada.

— Isso era nos anos 40 — disse rindo. — Hoje em dia não tem mais disso. E sem esquecer que você não tem carro, mesmo se você tivesse me convidado, eu teria vindo te buscar.

— Bom, eu iria te buscar de moto — diz ele.

O papo até o museu foi maravilhoso, ficamos conversando sobre muitos assuntos variados, incluindo a listinha que ele havia feito do que teria de ver ou escutar. Até dei algumas sugestões de seriados. Quando menos esperamos já havíamos chegado no local. Estacionei e saímos, guardei óculos na bolsa e seguimos rumo a entrada.

— Se escondendo dos holofotes? — brinquei ao ver Steve colocando o boné.

— Não quero chamar atenção, sabe... — rimos.

Steve até que estava muito bonito. Usava uma camisa branca, calça jeans e o boné azul. Os óculos escuros que ele estava usando agora pouco, ele guardou na gola da camisa, assim que passamos pela porta automática.

Era um lugar grande, mas como a exposição do Steve não era a única, então deveríamos subir umas escadas rolante até a área dele. Havia várias crianças fantasiadas ou com a própria camisa do Capitão América, adultos e adolescente não ficaram de fora. Na subida se tinha dois enormes pôsteres do Steve de cada lado das duas escadas rolante. Mais acima se tinha uma faixa escrita Capitão América. No patamar de cima, o chão fora coberto por um longo tapete azul escuro indo em direção ao um túnel que logo na entrada havia uma televisão com a imagem da bandeira dos Estados Unidos escrito em cima: Bem-Vindo de volta, Capitão.

Conformo fomos entrando e olhando tudo atentamente, uma voz masculina narrava a história do Capitão.

“Um símbolo para a nação.

Um herói para o mundo.

A história do Capitão América trata-se de honra, coragem e sacrifício. Teve o alistamento negado devi às condições de saúde, Steve Rogers foi escolhido para um programa único, nos anais dos conflitos bélicos dos Estados Unidos. Um programa que o transformava no primeiro super-soldado do mundo...”

Steve foi me explicando melhor sobre ele mesmo. Até para ver se ele era realmente baixinho fui ao lado da imagem dele antes receber o soro. Fiquei ao lado, medi e balancei a cabeça, dizendo:

— Você era mesmo uma lombriga — digo.

Olhando as fotos dele antes e dele pôs-soro era notável a enorme mudança.

Entramos em uma nova parte na qual se tinha vídeos, imagens e vestes usadas pelos outros soldados que o acompanharam. Ao me virar para o lado oposto dos uniformes, algo me chamou muito atenção que fora a imagem de um homem muito bonito por sinal.

“... Barnes foi o único comandante que deu sua vida à serviço deste país. ”

Ao lado da foto se tinha um breve resumo de sua vida com Steve e como morreu, abaixo o seu nome, nascimento e morte. Da foto olhei para as breves cenas dele com Steve que só comprovou o quanto ele era belo. Me sentia muito estranha, minha respiração acelerou e meu olhar não desviou dele por um segundo se quer.

— Tão lindo — murmurei, ainda olhando agora bem atento o sorriso dele.

Levantei o olhar para seu nome.

Bucky Barnes

1917 - 1944


Notas Finais


- Roupa (Stark): http://www.polyvore.com/tell_me_its_real/set?id=201420312
- Roupa (museu): http://www.polyvore.com/tell_me_its_real/set?id=202066261

E ai, o que acharam? Gente me desculpe se tiver algum erro, mas escrevi esse final com minha cabeça preste a explodir. Então não prestei muito atenção nos erros, até dei uma olhada, só que por causa da dor de cabeça eu devo ter deixado algo passar. e.e

Enfim, quero muito saber se curtiram e até o próximo capítulo. Beijos <3


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