História Tell Me That You Love Me - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~ninasz_

Postado
Categorias Magcon, Nash Grier, Victoria Justice, Victorious
Personagens Nash Grier, Victória Justice
Tags Drama, Nash Grier
Exibições 51
Palavras 1.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Só reforçando:
*¹ Olá para você que viu a notificação de Tell Me That You Love Me no primeiro capítulo de novo e ficou todo lelé da cuca e perdido aqui vai a explicação (acho que já estão carecas de saber né, masok). Estamos reescrevendo esse amor de história porque amamos ela nível 10000, e por termos a postado um pouco, talvez muito, precipitadamente, tmtylm estava indo ao rumo não desejado por nós. Só isso mesmo, amamos vocês e muito obrigada por terem paciência com a gente!

Oi gente, bom espero que curtam esse capítulo :)
NOTAS FINAIS: Não é nada tão importante, maaaas se ficarem curiosas leiam :)

Capítulo 2 - Reencontros


                                                                                                Victoria Dallas
 

 Larguei minhas coisas no chão assim que parei em frente à porta com o número 650. Dali para frente ali seria minha nova casa. A chave estará embaixo do tapete. Lembrei das palavras do meu pai quando me passava todas as instruções de como viver aqui. Acredite se quiser, mas foram 3 horas o ouvindo falar que já tinha decorado tudo quando veio aqui alguns meses antes e sobre o cuidado que eu deveria tomar e usar conscientemente meus remédios, sem nenhum tipo exagero. 

  E não, não entrou por um ouvido e saiu pelo outro. Eu realmente tento ouvir os meus pais, eles querem, geralmente, o melhor para mim.
 

Entrei e encarei a decoração atual do meu apartamento, era lindo. A sala tinha a cor cinza e os móveis eram claros, e havia uma janela que dava para ver parte da cidade. A vista dali também era linda. Ao andar mais um pouco, já era possível ver o balcão da cozinha aberta. A cozinha seguia o mesmo estilo de decoração, e bem sofisticada e os armários nem estavam tão no alto assim. Ali no primeiro andar – sim, havia dois andares no meu apartamento, era apenas a sala, cozinha, um quarto de hóspedes e um banheiro. No segundo andar tinha um segundo banheiro social, uma suíte e mais dois quartos.
   

Ia me jogar na cama quando o bip do meu celular fez eu levantar e procurá-lo dentro da bagunça da minha bolsa e ver quem me chamava. Havia três mensagens: uma de Sierra, uma do meu pai e a terceira era de Becky, meu melhor amigo que estava no Brasil.
   

"[4:15p.m Sierra Maninha]: Não durma. Não deite. Não faça nada. Só se arrume, acabei de descer do táxi na sua rua. Vamos sair."
   

"[4:17p.m Tori]: Ok."
   

"[3:30p.m Pai]: Victoria, já está em casa? Gostou das coisas? Está tudo bem? ME MANTEM INFORMADO MOCINHA!"
   

"[4:18p.m Tori]: Calma pai, amei tudo aqui e está tudo em ordem! Qualquer te mando mensagem ou ligo. Te amo."
   

"[2:00p.m Becky Meu Amô]: Te amo coisa, vê se fica bem aí, viu. Qualquer coisa eu vou voando para aí e te ajudo ein!"
   

"[4:20p.m Tori]: Também te amo garotão! Sei que posso sempre contar com você!"
   

Depois de responder as mensagens fui fazer o que a Sierra pediu. Vesti um short jeans de lavagem clara, uma regata cinza e uma jaqueta jeans, calcei meu vans preto e fui procurar algum óculos na minha mala, não sabia onde estavam as lentes, já que eu não tinha arrumado minhas coisas. Depois de pronta fui esperá-la no hall do prédio.

– Oi amor. – ela falou assim que mudou. – Você está diferente!

– Você também! – sorri. – Sei que nos falamos pelo Skype, mas aqui, pessoalmente, é totalmente diferente!

 – Verdade! Seu cabelo tá mais liso, teu corpo tá perfeito… Caraca! Tu tá digna de modelo, Tori. – Sierra, sorriu e passou a mão no meu cabelo. – Vamos, não temos tempo a perder.

– Para onde?

– Casa da mamãe!

(...)

Depois de uma caminhada exaustiva de dez minutos, estávamos parada em frente à casa cor de pastel da mamãe. Por fora, a casa continuava do mesmo jeitinho que era quando fui embora. 

– Sierra? Por que não avisou que estava vindo… – Gina, pronta para dar um sermão na Sierra, mas ficou seu olhar em mim. – para cá…

– Oi mãe… – falei.

Minha mãe ficou parada e assustada por alguns segundos, olhando-me de cima a baixo até abrir um sorriso feliz e surpreso. 

– Meu Deus Victoria! Você está linda! – os braços fortes da minha mãe me puxaram para um abraço apertado e quente, daqueles que só mães sabem dar. – Como eu senti sua falta, seu pai soube muito bem dar conta do recado! 

– Verdade, ele soube muito bem… – falei, baixinho e já até um pouco sem graça.

– Então, vamos? – Sierra, chamou nossas atenções confusas. Iríamos para onde? – A mamãe conhece bem esse lugar, você vai conhecer agora. 

 – Que lugar? 

– Você já vai saber. – Sierra piscou para mim e se virou à dona Gina. – Podemos ir no seu carro? 

 – Claro. Entre e troque de roupa enquanto eu preparo o carro para podermos ir.

– IR PARA ONDE, GENTE? – praticamente gritei e as duas me olharam rindo. – Chatas. 

– Mais respeito Victoria Justice Dallas. – Mamãe, falou séria e abriu um sorriso assim que viu que realmente me assustou. – Vá com Sierra lá para dentro. 

Entrei na casa e encontrei minha irmã já com um vestido mais simples, longo e largo, e uma sandália, muito diferente da roupa social que usava ao chegar lá no meu apartamento.

– Que isso hein mana, ta causando. – falei e ela sorriu, revirando os olhos.

 – Para de graça Victoria, vamos logo.

– Mas vamos para onde? – Eu disse com uma certa irritação, pois eu odeio ser a última a saber das coisas.

– Coisas boas vem para quem tem paciência. – disse Sierra, se concentrando tirar o penteado sofisticado do cabelo.

– Sierra eu te reencontrei não fazem nem uma hora e já tô querendo te socar. – falei, recebendo de resposta o dedo do meio.

– Eu também te amo Victoria! Agora vamos logo porque não podemos nos atrasar.

Então fomos rumo a um lugar que até então desconhecido por mim. Após alguns minutos minha mãe parou o carro em frente à um muro grande e cinza, e assim que saímos nos dirigimos para o grande portão que tinha ali. 

– Sierra, você sabe onde ele guarda a chave? – dona Gina continuou com o mistério e Sierra foi até a planta do lado do portão, voltando com um controle.

– Tori, vamos entrar enquanto mamãe guarda o carro.

Minha irmã seguiu até uma porta marrom e tocou a campainha. Foi cerca de alguns minutos, e após uma gritaria dentro da casa, um menino alto abriu a porta e sorriu. 

– Oi Nash! – minha irmã disse, senti meu corpo gelar e meu sorriso murchar. 

– Oi Sierra e… oi? – olhou para mim com a testa enrugada. – Amiga nova, Si?

– Ih garoto, não pira. Essa é a Victoria, não reconheceu ela não? – riu e entrou na casa. 

O olhar do garoto de olhos azuis foi da minha cabeça ao meu pé, nós dois ficamos em pé por alguns segundos, nos olhando. 

– Minha irmã voltou e nem vem falar comigo?! – desviei meu olhar dos olhos profundos azuis olhando para o meu irmão. 

– Cam!

Corri até estar envolta pelos braços do meu irmão, eu e Cameron rodamos e rimos em meio ao abraço. Era a primeira vez que nos víamos pessoalmente desde de que saí daqui de Los Angeles. 

A puberdade havia feito muito bem à Cameron! Mesmo antes desse fato ele não era feio.

– Você está muito diferente! – falou Cameron, passando a mão no meu rosto, ele ria como se não acreditasse. – Meu Deus! Por que não me contou que vinha?

– Porque eu tinha combinado com a Sierra de fazer surpresa para todo mundo, só que não contava que a surpresa seria hoje. – falei, olhando mais ao redor. 

– Você pretendia demorar mais para vir me ver? – fingiu estar bravo. – Não creio. Se lembra do Nash? 

Aquela pergunta me pegou de surpresa, não pelo fato de eu não lembrar, mas sim por ele saber que eu lembro e ainda perguntar. Assenti, com uma certa timidez, e ele chamou o menino, que se encontrava fazendo algo na cozinha. Nash vestia uma calça de moletom e uma regata, seu rosto estava vermelho, talvez fosse pelo esforço de fazer algo.

– Por que me chamam? – falou e passou um olhar rápido em mim. – Estou fazendo bolo.

– Falou com a minha irmã? – o menino de olhos azuis assentiu e voltou para cozinha alegando ter mais o que fazer. 

Ok. Eu não gosto dele mesmo. Né? É.

– Onde você está morando? – mamãe perguntou. 

– O papai comprou um flat para mim e eu vou ficar por lá. – falei.

– Morando sozinha? – questionou Cameron e eu assenti. – Não quer morar aqui não?

– Sinceramente? Não. Você sabe né, por causa das circunstâncias e também porque eu prefiro ficar morando sozinha. 

– Você está bem? – Sierra perguntou. 

Todos nos calamos, principalmente eu. Todos ali presentes sabiam que a pergunta se tratava mais do que se eu estava bem no momento e sim no geral, já que um dos motivos de ter me afastado foi às férias dos problemas que estavam presentes na minha vida. Erraram muito ao pensar que uma nova cidade seria melhor para mim, quando, na verdade, foi quase fatal. 

 – Onde é o banheiro?
 


Notas Finais


Então gente, primeiramente desculpa pela demora, mas sabem como é né! Provas
Bom, a notícia que eu queria dar aqui é que.......... A FANFIC GANHOU UM TRAILER (UHUUUL)
Era só isso mesmo.
Até logo povo!
Um beijo e um panda para todos
Love, Malu :3


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