História Tell Me What Is Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Chanbaek, Kaisoo, Robô, Sookai, Sulay, Xiuchen, Yaoi
Visualizações 104
Palavras 2.536
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Talvez Não Seja Ruim


 

Através da vidraça, observava atentamente o mundo afora. Tudo parecia extremamente encantador, cada nuvem, jardim, flor, animal...absolutamente tudo! Seus olhos, em momento algum deixava escapar os detalhes. Não conseguia compreender o porquê de terem privado ele de desfrutar coisas assim. O mundo era melhor quando visto fora daquele laboratório. Não se arrependia nenhum pouco de ter fugido, mesmo desobedecendo seu mestre e indo contra o sistema. Queria ao menos, uma vez, tentar ser humano.

 

Em pé, diante da grande janela de vidro, o robô resolveu encarar o humano que ainda dormia profundamente na cama. Faltava pouco para as dez horas, mas não sabia se deveria acordá-lo. O garoto possuía uma expressão tão serena que temia despertá-lo e receber um olhar severo. Não queria perturbar, porém tinha tantas dúvidas sobre como conseguiria viver ou arranjar um trabalho. Se sentia tão inexperiente em relação a tudo, mesmo com inúmeros aprimoramentos e funções diversas, sua vontade era ser considerado humano. Apesar de saber tudo e ao mesmo tempo nada — em relação ao mundo exterior —, queria tentar. 

 

Distraído com a bela vista da janela, nem se deu conta que KyungSoo havia acordado. 
 

— Hum? Quem é você? — assustou-se ao ouvir a voz e se virou rapidamente para olhá-lo. 

 

— Bom dia — disse sorridente.

 

— Bom dia — KyungSoo coçou os olhos.— Você fala coreano?

 

— Sim — assentiu e continuou.— Coreano, Japonês, Chinês, Mandarim e entre outra línguas.

 

KyungSoo não deixou de se surpreender, mas ao se dar conta da enorme dor de cabeça, resolveu levantar para procurar algum remédio. 

 

— Está tudo bem? — questionou ao notar a expressão de dor na face do KyungSoo.

 

— Sim. Somente preciso de um remédio para...— antes que pudesse terminar, percebeu que estava somente de boxe diante do estranho. KyungSoo olhou para as suas roupas jogadas no pequeno sofá e imediatamente voltou para a cama e cobriu seu corpo com um lençol. Sentia-se envergonhado. Nunca tinha ficado sem as roupas nem perto do irmão mais velho ou amigos íntimos.

 

— Você está... vermelho? — o robô, em pequenos passos, se aproximou da cama.

 

— Fique longe! — gritou em estado de alerta.— Aliás, o que faz aqui? Você é algum tipo de pervertido? O que fez comigo ontem? 

 

— Hã? Do que está falando? — perguntou o olhando torto.— Você desmaiou e depois acordou no meio da noite para vomitar. Ficou todo sujo, então tive que tirar suas roupas. Pensei em lavá-las, mas não queria ser intruso demais mexendo em seus pertences.

 

KyungSoo piscou os olhos negros tentando se recordar da noite passada, entretanto, apenas alguns flashes vinham à mente.

 

— E por que ainda está aqui? — a desconfiança de KyungSoo parecia falar mais alto.

 

 — Não tenho lugar para ficar porque fugi do laboratório — explicou, abaixando a cabeça.

 

— Laboratório? — perguntou arregalando os olhos.

 

 — Pensei que soubesse — notando a confusão nas expressões do humano, resolveu se apresentar.— Projeto 101. Fui criado especialmente para servir as necessidades do meu mestre e mantê-lo feliz. Meu sistema não está 100% completo, mas isso não significa que sou inútil. Posso fazer o que desejar contanto que me ensine as manias humanas e...

 

— Espera, espera! — interrompeu levantando-se da cama sem se importar mais com roupas.— Você é um robô? 

 

— Sim — afirmou com os olhos fixados em KyungSoo.

 

— Por isso sua postura e forma de falar são estranhas! E eu me perguntando o porquê de você mencionar sobre mestres e se comportar assim — concluía andando de um lado para o outro.— Agora faz sentido.

 

 — O que quer dizer? 

 

— Quero dizer que jamais iria imaginar que você é uma máquina. — KyungSoo o encarou dos pés a cabeça.– Aliás, como se chama?

 

— Projeto 101. 

 

— Não! — suspirou.— O meu nome é Do KyungSoo, entende? Nomes, não números.

 

— Ohh, você quis dizer o nome escolhido pelo meu mestre — sorriu.— Kim JongIn.

 

 — Kim JongIn? — o outro assentiu e KyungSoo se pegou olhando fixamente para o rosto dele.

 

Não compreendia como era possível uma máquina ter a aparência de um ser humano e agir como um. Ao contrário dos filmes, Kim JongIn não possuía voz robótica e muito menos parecia querer lhe destruir. Sentia que era inofensivo.  

 

— Do KyungSoo? — chamou, percebendo o olhar dele sobre si.

 

O fato era que, KyungSoo ainda não conseguia acreditar na aparência incrivelmente realista do Kim. A tecnologia, com certeza havia feito grandes avanços. Mas a princípio, não imaginou que chegariam a este ponto mais cedo do que o previsto. 

 

A beleza dele não parecia algo convencional, estava longe disso. JongIn possuía uma pele morena e cabelos castanhos naturalmente bagunçados. Os olhos emitiam um brilho inexplicável, enquanto a sua estrutura, exalava um bom porte físico. 

 

— Kim...— KyungSoo deixou de encara-lo e caminhou até a sua mala procurando roupas e toalha limpa. Naquele momento, desejava tomar um bom banho.— Pode esperar mais um pouco para podermos continuarmos a conversa?

 

— Tudo bem — sem opções, concordou com um sorriso.— Não tenho pressa.

 

Por um momento, KyungSoo quis deixar a ideia do banho para trás, porque não conseguia negar seu interesse em saber mais sobre o Kim. Claro, logo desistiu e correu para o banheiro, afinal, o cheiro de bebida ainda prevalecia em seu corpo.

 

Após sair do banheiro, automaticamente seu perfume invadiu o quarto. Agora, sentia-se melhor. A sensação de mal estar parecia ter indo embora junto com a sua dor de cabeça. Mas, na realidade, apenas havia tomado o remédio antes de entrar no chuveiro — a qual demorou para sair. JongIn, que se encontrava sentado na cama pensativo, voltou a encarar o mais baixo com um sorriso. Sim, mais baixo. KyungSoo havia notado a diferença de tamanho desde que saiu da cama, porém não quis dizer nada. Mesmo assim, isso lhe incomodou de alguma forma. 

 

— Estava pensando...— KyungSoo passou a mão pelos curtos fios molhados e sentou ao lado de JongIn.— Por que fugiu do laboratório?

 

De repente, JongIn desfez o sorriso e ganhou uma expressão triste no rosto.

 

— Apesar de gostar muito do meu mestre, não consegui entender o porquê de estar sendo aprisionado no laboratório por anos.

 

— Anos? 

 

— Sim — JongIn desviou o olhar voltando a encarar um ponto qualquer.— Fui criado em 2012. No inicio não tive uma boa aparência como agora, mas ao longo dos anos, começaram os testes para me tornar cada vez mais semelhante a uma pessoa. Logo pude sentir, falar e atender aos seus desejos. Claro, isso tudo parecia pouco para eles, inclusive para o meu criador. Quanto mais eu aprendia, mais ele estava insatisfeito. 

 

— Mas e o seu mestre?

 

— Meu mestre é o criador — disse rindo.

 

— Faz sentido — KyungSoo deixou um sorriso escapar.

 

 — O motivo da minha fuga foi o desejo. Desejo de conhecer o mundo. — JongIn se levantou da cama e se pôs de frente para o outro — Por isso, quero sua ajuda. Não sei o que fazer com tanto lugar para explorar e principalmente, não sei onde arranjar dinheiro. 

 

 — Ajudar? — KyungSoo levou a mão até a nuca.— Pra falar a verdade, isso tudo é tão louco. 

 

 — Por favor, me ajude e em troca, eu irei serví-lo — JongIn ajoelhou-se diante de KyungSoo.

 

— E-ei! Não precisa fazer isso! — KyungSoo se levantou da cama e tentou forçar JongIn a se levantar. Agora, estava nervoso.— Eu vou te ajudar, não se preocupe. 

 

— Sério? — encarou o mais baixo com grande felicidade. 

 

KyungSoo assentiu rapidamente.

 

 — Ahh, eu realmente vou fazer o meu melhor para serví-lo. Farei o que desejar para agradecer — deixando se levar pela emoção, JongIn abraçou KyungSoo.

 

Agora, o mais baixo encontrava-se com um sorriso bobo no rosto se questionando onde havia se metido.
                                                                          
                                                                           

◈ ━━━━━━━━━━━ ⸙ ━━━━━━━━━━━ ◈

 

Os dois, após saírem do hotel e receber olhares estranhos, seguiram diretamente para uma cafeteria que se localizava perto. KyungSoo admitia querer economizar dinheiro, pois tudo no hotel custava caro. 

 

Enquanto seguiam para o local, as perguntas foram feitas com frequência. Apesar de KyungSoo lhe bombardear com inúmeras perguntas sobre o laboratório e seu criador, JongIn se mostrava calmo e sempre respondia com um sorriso.

 

Em meio a conversa, descobriu que JongIn inicialmente foi feito com propósito de satisfazer as vontades da sua parceira, entretanto, as coisas mudaram de rumo. Começaram a lhe desenvolver com mais profundidade e deixar de lado a ideia de ter somente uma função. Diante da explicação de JongIn, KyungSoo não deixou de ficar um pouco envergonhado, pois passou a se perguntar mentalmente se ele possuía todas as partes do corpo humano.

 

Quando chegaram ao seu destino, sentaram de frente um para o outro, ao lado da janela — já que JongIn insistiu, mesmo sabendo que era apenas pessoas passando de um lado para o outro.

 

— Ah, droga! Esqueci de pedir algo para você — disse KyungSoo após fazer o seu pedido.

 

— Não se preocupe comigo — viu o outro enrugar a testa e continuou.— Mesmo se eu quisesse, não posso comer ou beber. 

 

— Não pode? Sério? — KyungSoo se surpreendeu.— Pensei que não havia mais nada que você não pudesse fazer.

 

— Faço de tudo um pouco, mas tenho meus limites. 

 

 — Todos nós temos — suspirou.— Mas então, o que mais não pode fazer? Pode entrar em contato com a água?

 

— Isso eu posso fazer. O tecido da minha pele foi desenvolvido para ser a prova d'água — afirmava orgulhoso. 

 

— Pensei que a água danificava seu sistema — disse apoiando o rosto na mão, mas ainda assim, olhando para JongIn.

 

— Felizmente não — afirmou sorrindo.

 

Sem dúvidas, admirável. Enquanto KyungSoo era afiado como uma navalha — quando queria —, JongIn se mostrava ameno e compreensível. 

 

— Sabe, se eu vou te ajudar a ser humano, precisamos começar pelas suas roupas. Não pode sair sempre vestido de branco.
 — Tem razão — o moreno voltou seu olhar para as suas roupas. Uma camisa de botão — maior que ele mesmo —, calça e sapato social um pouco apertado.

 

— Sério, precisamos comprar roupas novas para você. 

 

— Enquanto a você? — questionou apontando para KyungSoo.

 

— Não preciso de novas roupas.

 

— Mas espera! Você vai pagar? 

 

— Sim, quem mais? — respondeu dando de ombros.— Dinheiro não é problema para mim.

 

— Obrigado. Garanto que farei o meu melhor para te deixar feliz e nunca mais vê-lo chorando — sorriu, mostrando bem seus dentes brancos e concluiu: — Farei o que quiser a partir de hoje.

 

O tom de voz animado elevou e, novamente, os olhares sobre eles. Chamava atenção, mas ao contrário de JongIn que não dava a mínima, KyungSoo sentia-se incomodado. Ficou tão desconfortável com os olhares que ao ter sua comida, mal conseguiu digerí-la. Ele quis sair do local e se livrar dos olhares que pareciam lhe devorar e bom, foi exatamente isso que fez — puxando JongIn consigo, claro.

 

— Para onde estamos indo? — finalmente o Kim perguntou após longos minutos de caminhada. 

 

— Shopping. 

 

— O que é isso? — indo atrás de KyungSoo, JongIn acelerou os passos.

 

— Aish! Sério que não sabe? — respondeu sem parar de andar ou olhar para trás.

 

Neste momento, JongIn sentiu-se mal por não saber o que era um shopping. Parecia que todo o seu conhecimento, aprendido em anos, não lhe servia para nada no momento.

 

— Chegamos! — exclamou quando estavam dentro do local. Quero dizer, dentro do grande prédio brilhante de acordo com JongIn. 

 

— Wow! Isso é um shopping? — falava com um sorriso claramente empolgado.

 

— Exato! — dito isso, puxou a mão de JongIn para guiá-lo até a loja.— Vem! Vamos começar explorando as lojas de roupas. 

 

E basicamente, o dia deles foi resumido em JongIn experimentando roupas e, mesmo KyungSoo negando-se a ver, ele insistia em mostrar. Toda vez que provava alguma roupa, mostrava ao Do. Foi no momento em que percebeu o gosto do outro por roupas exageradamente coloridas, que passou a ir vê-lo com as vestes.

 

Houve um momento em que JongIn experimentou uma calça e ao sair para mostrá-la, as garotas ao redor ficaram coradas, porque ele estava sem sua camisa. Ou seja, facilmente todos conseguiram ver o seu abs, inclusive KyungSoo que imediatamente o puxou para vestir suas roupas e sair da loja. Mas apesar de tudo, o melhor momento para KyungSoo foi quando o outro não soube diferenciar uma peça de roupa feminina e acabou vestindo. A forma que a peça ficou apertada em JongIn foi realmente cômico e claro, não segurou a risada. No fim, ambos se salvaram de uma bela bronca ao retirar a peça sem rasgar ou danificar qualquer coisa.

 

O plano era comprar as roupas e voltar logo para o hotel, entretanto, acabou fazendo JongIn experimentar sapatos e depois, ir ao salão de beleza para cortar o cabelo. Além de tudo isso, cedeu ao pedido de ir ao cinema do Kim, pois quase implorou ao ouvir o “não”, mas foi necessário insistir muito para fazer o menor mudar de ideia. 

 

Depois do filme, que se tratava de uma animação infantil a qual JongIn derramou lágrimas, KyungSoo finalmente iria voltar para o hotel.
 Somente ao sair do shopping que notou a noite escura. O tempo havia passado mais rápido do que imaginava e incrivelmente, sentia-se bem. Se encontrava tão distraído com JongIn que nem percebeu. Não estava mais triste. Sequer quis chorar após encontrar o Kim e de certa forma, agradecia a ele por isso.

 

Após ouvir uma das reclamações do Kim — sobre ter que andar com várias sacolas nas mãos — não quis caminhar mais. Foi então que resolveu chamar um táxi e para o seu alívio, chegou mais rápido do que esperava.
                                                                     

◃──────────── ◇ ────────────▹

 

Depois de chegar no quarto, KyungSoo retirou os sapatos e andou em direção a cama. Sua expressão de cansaço estava nítida.

 

— Está tudo bem? — JongIn retirou os sapatos e deixou no hall da entrada.

 

— Obrigado — disse em um murmúrio.

 

— Hein? — se aproximou, olhando Do com uma sobrancelha arqueada.

 

— Você apareceu do nada ontem, mas com tão pouco tempo, me fez dar risada e esquecer de tudo — dizia enquanto se sentava na cama.— Por isso, agradeço.

 

Ainda calado, JongIn se sentou na cama e ouviu atentamente as palavras de KyungSoo.

 

— Ontem, a minha avó se foi. Posso dizer que aprendi muito com ela, mas...queria ter passado muito mais tempo ao seu lado — contava sentindo seus olhos lacrimejarem.—  Eu tinha tanto para falar e com certeza, ela tinha muitos conselhos para me dar. 

 

JongIn, por mais que abrisse a boca para tentar dizer algo, não conseguia. A medida que KyungSoo desabafava, sentia vontade de lhe falar algo confortante para cessar suas lágrimas, no entanto, tudo que conseguiu foi levar uma das mãos até o ombro dele.

 

— Ontem eu me senti tão sozinho. Me perguntei várias vezes o porquê de estar ocorrendo tudo de uma vez só — disse fechando os olhos e deixando as lágrimas escaparem com mais intensidade.— Sinceramente, ainda não consigo acreditar que perdi minha namorada para meu melhor amigo. E o pior, não fiz absolutamente nada. Não tomei nenhuma atitude. 

 

Com o desabafo repentino, KyungSoo resolveu encarar JongIn que agora, possuía uma semblante triste.

 

— Me desculpe — disse deixando escapar uma risada anasalada.— Não sei porquê estou te contanto tudo isso. Você deve me achar um idiota e...

 

De repente, JongIn abraçou o menor fortemente. 

 

— Você não é um idiota. 

 

Ainda surpreso com o ato, manteve-se em silencio.

 

 — Apesar de tudo isso, você é forte. Eu acredito em você — seu voz soou calma e firme ao mesmo tempo.

 

Foi naquele momento que KyungSoo percebeu. Errou ao pensar que estava sozinho. 

 

O sincero abraço acabou no fim, sendo retribuído e discretamente, KyungSoo exibiu um sorriso.

 

“Talvez não seja ruim ter quer ajudá-lo” — concluiu em pensamento. 

 


 


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Obrigada por ler e favoritar❤

Música sugerida ⏩ Cover do Chanyeol - Don't Go Today
https://www.youtube.com/watch?v=jHdYrOLidFQ

(^ω^)ฅ Até o próximo capítulo.


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