História Teluriel - Capítulo 6


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Categorias Originais
Tags Anjo, Apocalipse, Céu, Demônio, Deus, Grigori, Inferno, Lucifer, Nefilim
Visualizações 19
Palavras 808
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Queria que quem lesse mostrasse uma reação, mesmo que fosse um rage pra cima de mim. Tenho a história toda em mente, mas vou acabar desanimando se ninguém comentar...

Capítulo 6 - Lúcifer


Fanfic / Fanfiction Teluriel - Capítulo 6 - Lúcifer

 _Aloha!! -gritou Lúcifer, com um sorriso sínico no rosto.

 Eu fiquei meio confuso com aquilo. Só faltava uma prancha para ele ser um surfista estereotipado. Tudo ficou silencioso, mesmo Lilith e Uriel estavam sentindo vergonha alheia.

 _Tudo bem, não foi uma boa ideia tentar parecer mais juvenil. Não me culpe, não sou muito bom com a molecada de hoje.

 Lúcifer voltou ao normal, com uma expressão séria. Era um homem adulto naquela forma, com o cabelo preto curto. Usava um terno, e parecia muito comigo.

 _Ora, ora, se não é o jovem mestiço. Você me deu trabalho, garoto. Tive que bloquear a passagem principal do inferno, para que aqueles anjinhos irritantes não venham até aqui.

 Lúcifer tirou do bolso do palitó um maço de cigarros e um esqueiro do bolso. Começou a fumar.

_Você sabe por quê eu pedi que seus pais o trouxessem até aqui, certo?

 _Tem algo a ver com os arcanjos?

 Lúcifer riu.

 _Arcanjos? Eles são poeira, não me interessam no momento. Você, Teluriel... Não, espere. Esse nome de anjo me dá nojo. - o rei do inferno falou, e olhou para Uriel - Não tinha nada melhor para dar de nome a ele, não?

 Uriel pareceu não se importar com o que seu rei disse. Lúcifer cuspiu a fumaça da boca, e eu senti aquele cheiro que na terra estava acostumado a sentir.

 _Vou te chamar de Luke, já que é seu nome humano. Enfim, Luke. Você é uma peça importante no apocalipse. Ainda não tenho mais nada a falar para você, mas sei que em breve teremos assunto para conversar.

 Lúcifer havia falado com tanta naturalidade que eu fazia parte do apocalipse. Eu fiquei meio irritado com aquela postura, que me lembrava meu tempo no orfanato.

 _Me chamou aqui só pra isso?! -eu falei, indignado.

 _Teluriel!! - Lilith berrou, me repreendendo, o que me fez perceber a burrada que tinha falado.

 Lúcifer desapareceu, para a surpresa de mim e de meus pais. Não tinha ninguém no salão além de nós. Então eu senti uma mão tocando minha nuca, envolvendo meu pescoço.

 _Seja paciente, garotinho. Eu disse que teremos assunto em breve. - disse Lúcifer, sussurrando em meu ouvido e me fazendo ter calafrios.

 O rei do inferno, que antes estava atrás de mim, reapareceu em seu trono.

 _Mas já que insiste, vou te pedir uma coisa. Sei que gostou do inferno, quem não amaria esse lugar maravilhoso? Mas você tem que voltar para a terra. Vou providenciar um lar para você. Entenderá daqui a pouco.

 Lúcifer era um verdadeiro tagarela. Eu ia fazer perguntas, mas ele bateu palmas de repente.

 _Vamos, volte para casa. Vocês tem cinco minutos para se despedir. Vou enviar uma de minhas criadas para lhe buscar e deixar em sua nova casa.

 Meus pais não questionaram Lúcifer. Realmente deixariam que ele me mandasse para um lugar desconhecido? Aquilo parecia uma reprodução fiél da obediência dos servos de Deus. Uriel nos pegou e levou de volta para casa.

 E eu estava outra vez em meu quarto, mas dessa vez fazia as malas. Ainda não tinha tirado a maioria das coisas nelas, havia ficado pouco tempo naquele local. Minha mãe me olhava, na porta do quarto.

 _Filho, você com certeza irá para uma fenda dimensional.

 Mas, hein? Eu olhei para ela, esperando que desenrolasse.

 _Você foi para o céu, viu que ele ficava longe da terra e de qualquer outro lugar. Isso porque era uma fenda dimensional, um espaço criado magicamente para ser acessado apenas pelo criador e quem mais ele quiser.

 Eu entendi o que Lilith quis dizer. Não era uma casa comum, como eu imaginava. Seria um lugar isolado no universo, apenas para mim. Queria ter descoberto a existência dessas coisas enquanto estava no orfanato, só para escapar daquele lugar chato quando estivesse querendo ficar sozinho.

 Quando terminei as malas, fui para a sala e vi meu pai polindo uma armadura negra. Ele parecia estar um pouco pra baixo.

 _Pai, o quê foi?

 Eligor se virou, parando de polir. Estava surpreso, mas ainda respondeu.

 _Não é nada, filho. -falou ele, tristemente. - Eu finalmente te encontrei, e algumas coisas que querem acontecer vão nos afastar por um tempo.

 Eu não saquei o que ele queria dizer, mas todos fomos para o lado de fora da casa. Lá estava a serva que Lúcifer tinha mandado. Uma beldade demoníaca, com cabelos ruivos e olhos roxos. Vestia um vestido provocante e colado no corpo. Se não fosse um demônio, diria que era uma prostituta de luxo.

 _Pronto para ir, Tel? -ela falou, com as mãos juntas em pose de empregada.

 _Adeus, pai. Adeus, mãe.

 Abracei ambos, e depois me dirigi a garota ruiva, que sorria para mim. Ela apertou minhas mãos, e antes de nos teleportarmos eu escutei Uriel falar algo, por mais que tenha sido baixo.

 _O apocalipse está prestes a começar.

 

 


Notas Finais


Até que enfim, introduzi a vad... Deixa pra lá, spoilers. Na verdade, tem ainda mais spoilers no Apocalipse Treze.kkk


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