História Teluriel - Capítulo 7


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Categorias Originais
Tags Anjo, Apocalipse, Céu, Demônio, Deus, Grigori, Inferno, Lucifer, Nefilim
Visualizações 21
Palavras 578
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Pode parecer só um capítulo hot, mas tem sua importância.

Capítulo 7 - Babilônia


Fanfic / Fanfiction Teluriel - Capítulo 7 - Babilônia

 Eu cheguei em meu novo lar. Tive uma surpresa quando vi que não era um ambiente de maníaco, com sangue nas paredes e a televisão exibindo o Mickey Mouse. Era uma casa perfeitamente normal, parecia um quarto de apartamento, todo arrumado. Olhei pela janela, lá fora tinha um campo verde. Não prestei muita atenção nele. Me foquei em vasculhar a casa, enquanto a serva de Lúcifer andava atrás de mim. Pelo amor de Lúcifer, havia uma segunda Gabrielle até no inferno.

 _Eu agradeço que tenha me trazido até aqui e tal, mas não precisa ficar me seguindo.

 Estávamos na porta do quarto da casa. Ela mudou a expressão feliz para maliciosa.

 _Eu sempre me perguntei como seria o filho de um anjo com um demônio, e você me aparece. Sabe o quanto esperei para ficarmos sós?

 Ela me empurrou, caímos na cama. Eu fiquei completamente paralisado, não sabia como reagir. Apenas a olhava, seus olhos roxos tinham algo que me fazia querer ela.

 _Você sabe o que sou?

 Eu neguei, nervoso.

 _Sou uma súcubo, filha de Asmodeus. Preciso me satisfazer, sabia? Você vai me ajudar?

 Eu afirmei com a cabeça, ainda encantado por ela. Ela começou a passar as mãos sobre minha blusa, pressionando meu peitoral. Fiquei ereto, ela que estava sobre mim sentiu. Rindo sadicamente, a ruiva me tocou, e eu senti que não iria mais segurar. Estava excitado demais para ficar apenas olhando. Agarrei seus braços e a joguei para o lado na cama, terminando sobre ela. A face dela estava ruborizada, sua franja caia sobre um dos olhos. Eu ajeitei seu cabelo, colocando a franja por detrás da orelha.

 _Me diga seu nome.

 _Sou Babilônia.

 Comecei a abaixar as alças do vestido curto que ela vestia, enquanto a beijava. Ela segurava meu rosto com suas mãos suaves. Separei nossos lábios e tirei seu vestido. Não era a primeira vez que fazia aquilo, eu não era mais inocente. Toquei seus seios, que eram perfeitos, e comecei a lambê-los. Ela gemia de prazer. Desci para sua barriga, indo parar em seus lábios inferiores. Eu os lambia, os gemidos se intensificava. Fazia movimentos frenéticos com a língua, e senti seu corpo tendo espasmos, ela estava tendo um orgasmo apenas com o sexo oral.

 _Já? -perguntei, olhando para seu rosto que estava vermelho como um morango.

 Ela não respondeu. Eu fiquei novamente em cima dela, olhando de perto os olhos roxos que tanto me capturavam.

 _É minha vez, garotão. -ela disse, trocando novamente nossas posições.

 Ela abaixou o zíper de minha calça, e agarrou meu membro. Começou a masturbá-lo, dando lambidas eventualmente. Eu me contorcia, sentindo sua boca em meu corpo. Até que cheguei no gozo. Ela engoliu tudo, era uma pervertida.

 _Vai querer parar agora? 

 Eu neguei com a cabeça, pois ainda estava excitado. Ela ficou de joelhos sobre mim, e logo em seguida desceu rapidamente. Meu membro estava dentro dela. Ela fazia movimentos para cima e para baixo, e eu auxiliava com minhas mãos agarrando suas coxas com força. Gritamos, sabendo que ninguém ouviria, pois não havia ninguém ali e nem haveria. Senti algo estranho em meu corpo. Não me dei conta, mas havia me transformado em demônio com toda aquela adrenalina. Minhas garras agora cortavam as coxas macias dela, eu estava enlouquecendo, gargalhando enquanto ela suava e gemia. Atingimos o orgasmo juntos, e deitamos exaustos na cama. Senti que estava voltando ao normal, e olhei para ela. Dei um beijo nela antes de cair no sono.

 



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