História Tempestade de Neve - Imagine Jungkook - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jin, Jungkook, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Hentai, Jimin, Jin, Jungkook, Sadomasoquismo
Visualizações 88
Palavras 1.326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo, estou animadinha pra essa fic, mas ja vou dar atenção para as outras ta gente <3 bj bj

Capítulo 2 - Cade meu café?


Fanfic / Fanfiction Tempestade de Neve - Imagine Jungkook - Capítulo 2 - Cade meu café?

No dia seguinte, desço as escadas na ponta dos pés pois não queria acordar o Kookie. Eu ainda estava bastante confusa com o que aconteceu na noite passada, mal consegui dormir direito pois meu corpo durante a noite ainda sentia os reflexos das sensações que ele tinha causado, sentia o toque dele segurando meu braço e isso era algo novo pra mim. Nós deveríamos agir como irmãos, mas aquilo foi completamente o oposto e tinha medo das coisas ficarem diferentes entre a gente, ou pior do que já estava. Não tinha certeza se ele ia mesmo levar a sério o lance de escrava porque ele não parecia falar muito sério, eu acho.

            Nesse momento escuto um barulho e vou reto para o sofá olhar tv. Ele estava descendo as escadas lentamente coçando os olhos, agora estava sem camisa, só com a calça moletom e acabei me perdendo percorrendo os olhos no corpo dele. Ele parecia bem sonolento mas percebeu que eu estava o encarando e veio na minha direção.

– Bom dia escrava, e o nosso lanchinho? – Ele disse se espreguiçando.

– Tem na cozinha, faz lá. – Disse apontando para cozinha, mas ainda analisando aquele abdômen na minha frente.

– Tsc tsc... acho que certa menina não entendeu a aposta. – Ele vem e me ergue do sofá com uma facilidade incrível me pegando no colo e me leva até a cozinha.

– EI O QUE TU TA FAZENDO SEU PASPALHO, ME SOLTA. – Falo tentando me soltar dele, mas... até que não tava ruim sendo segurada por ele sem camisa.

            O Kookie me larga na cozinha, me colocando lentamente no chão e ele me encurrala na pia apoiando seus braços em volta de mim. Ele se aproxima aos poucos do meu rosto porém ele para a poucos centímetros de distância parecendo querer me provocar.

– S/N... ou melhor, escrava, prepara um café pra mim. – Soltando um sorrisinho de canto.

– Ta achando que eu sou sua escr....?! – Fui interrompida pela risada dele.

– Sim, você é, por uma semana, lembra? Vamos, faça ai meu café. – Eu tento me esgueirar por debaixo dos braços dele e sair correndo dali mas ele me puxa de volta por trás. Ele me encurrala agora pra outro canto da cozinha, em um balcão, eu podia sentir seu abdômen encostando em mim, estávamos muito grudados. Desde que moro ali sempre reparei que o Kookie era meio autoritário, mas nunca vi ele usar isso... desse jeito, ele parecia estar gostando de ter eu sozinha com ele em casa.

– Ora ora, a escrava ta tentando fugir da responsabilidade, quer ser punida? – Ele falou isso segurando meu queixo.

– Não me faça rir Kookie, você é só um pouco mais velho que eu, não tem autoridad...

            Nisso ele para minha fala passando uma de suas mãos para a minha coxa, a qual ele aperta com força e a outra mão ele puxa meu cabelo. Aquilo doía mas ao mesmo tempo eu não queria que parasse, ele subiu a mão em que estava na coxa para o resto do corpo, percorrendo ela até para dentro da minha blusa, começando a apertar meus seios. Aquilo era prazeroso apesar de perceber que ele estava colocando força, como punição.

            Ele estava olhando nos meus olhos esse tempo todo, mas logo acabou com a distância que tínhamos e selou nossos lábios, foi um beijo ardente como algumas mordidas dele. A língua dele já explorava toda minha boca e até chupou minha língua uma hora, nisso eu passo meus braços em volta da cintura dele para puxar ele mais para perto mas ele afasta meus braços segurando meus dois pulsos atrás do meu corpo como se ele quisesse me prender.

            Enquanto uma das mãos dele prendia as minhas atrás do meu corpo a outra ele deslizou para dentro do meu short, nessa hora eu parei o beijo de susto e o olhei nos olhos, os quais ele me lançou um olhar de resposta como se tivesse sedento. Senti seus dedos explorando dentro do short, massageando meu clitóris, me fazendo começar a ofegar. Ele fazia devagar, mas conseguir aumentar a intensidade me fazendo me mexer um pouco.

– Kookie... acho que isso não é certo... – Eu mal conseguia dizer as frases.

– Escravas não opinam. – De repente ele introduz um de seus dedos na minha intimidade, e depois coloca mais outro, com movimentos de vai e vem. Eu queria me mexer mais meu corpo não me respondia mais direito, eu só me entreguei naquela sensação, me fazendo gemer.

– Kookie... eu nunca fiz... – Nisso ele para lentamente os movimentos com a mão e olha nos meus olhos, soltando a outra mão em que prendia meus pulsos ele passa ela no meu rosto como se fosse um carinho.

– Quer tentar? – Ele sussurrou. – Vou tomar cuidado, mas não esqueça que está sendo punida ainda.

            Eu não me importaria de perder a virgindade com ele, mas nossos pais jamais poderiam sonhar que isso aconteceu, mas tirei isso da minha mente, fiz um sinal para o Kookie que podíamos continuar. Apoio minhas mãos na cintura dele, novamente e abaixo lentamente a calça moletom dele vendo seu membro rijo saltar para fora dela. Eu fico encarando até que o mesmo se vira, fazendo nós inverter as posições e eu me agacho e seguro pela base seu membro. Começo a lamber da base até a ponta, percorrendo minha língua por toda extensão, chegando aos meus ouvidos o som dos gemidos abafados do kookie, nisso coloco seu membro inteiro na boca, chupando lentamente intercalando com movimentos mais rápidos. Ele segura meus cabelos, ditando os movimentos, me fazendo senti-lo dentro da minha boca encostando até no fundo da minha garganta me fazendo engasgar as vezes. Começo a sentir o membro dele engrossar mais ainda, sabia que ele estava chegando lá, mas ele não queria terminar assim, num movimento brusco ele me levanta e segura pela cintura me levantando e me colocando em cima de uma bancada da cozinha. Ele tira minha blusa e meu shorts, assim como as roupas íntimas também numa rapidez impressionante, sabendo que sou virgem ele primeiro só encosta a cabeça de seu membro na minha intimidade e começa movimentos iniciais me fazendo criar uma expectativa de tê-lo logo dentro de mim.

– Vamo Kookie, coloca logo. – Eu segurava sua cintura tentando forçá-lo a colocar logo, mas ele parecia que estava me punindo mesmo.

– Ah, você quer? Só por isso vou demorar como castigo. – Ele aperta minha bunda ao falar isso soltando uma risadinha.

            Numa dessas investidas ‘’falsas’’ dele de entrar na minha intimidade, eu entrelaço ele com minhas pernas e faço um movimento colocando-o dentro de mim. Ele me beija, pois por mais que fiz a iniciativa ele sabe que eu devia estar sentindo dor, ele deve ter percebido minha expressão. Agora ele tomou o controle dos movimentos, fazendo leves estocadas no início, ainda tocando no meu clitóris criando uma sensação maravilhosa, e aos poucos foi colocando mais velocidade me fazendo soltar gemidos cada vez mais alto. Nossos movimentos estavam muito sincronizados, ele começou a passar sua boca pelo meu corpo todo deixando mordidas e chupões, sendo uma dor boa, já eu estava deixando arranhões nas costas nuas dele.

            O Kookie começou a inclinar sua cabeça para trás e eu ainda estava entregue as suas estocadas, e eu começo a sentir um formigamento no meu corpo, até que paramos com os dois gozando ao mesmo tempo. Eu me encostei no peito nu dele e ficamos assim um tempo, mas ele depois de uns minutos me pega no colo me levando para o sofá, me fazendo deitar no mesmo. Ele começa a encarar meu corpo todo.

– Nossa, deixei muitas marcas em você. – Ele falou isso num tom meio de preocupação.

– Ué, você não queria me punir? – Falo rindo e me encolhendo pois estava nevando la fora e eu ainda estava nua.

– Isso que dá ser abusada. – Ele vem na minha direção novamente e me dá um beijo, mas corta o clima dizendo. – Depois quero meu café, tá escrava? Sem açúcar. 


Notas Finais


Queria acordar já com uma manhã dessas? Kookie cafezeiro.


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