História Templo Florido - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Drama, Futuro, Guerra, Magia, Original, Tragedia
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Palavras 1.302
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Suspense, Violência
Avisos: Cross-dresser, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OI SUMIDA RSRSRSRS

Capítulo 2 - O inicio


 No prólogo, Coreia Do Norte, ataca o japão com um exemplar de suas bombas de hidrogênio(continha radiação), isso devastou toda uma região costeira do país, de maneira que apenas os monges de vidro restassem, depois disso, o sacerdote do templo mandou as médicas do templo prepararem uma sala para parto, essa sala deveria ser purificada para o dia seguinte…

Exatamente 15 horas depois, uma mulher praticamente morta chegava ao templo desesperada, quase parindo seu filho, as pressas foi levada a sala que havia sido preparada 15 horas antes, junto com ela, estava indo o sacerdote, as parteiras e flores benzidas. Os que se faziam presentes a deitaram em panos no chão, espalharam as flores em sua voltam ascenderam as velas da sala, tudo isso para então começar o procedimento de reencarnação. Caso esse procedimento desse errado, tanto a mãe quanto a criança, morreriam, mas se tudo ocorresse bem, mais cedo ou mais tarde apenas a mãe acabaria sem vida. Depois de uma cirurgia de aproximadamente 2 horas, tudo dá certo, até mais do que o esperado. A mãe e a criança saem vivas do procedimento, ele serio primeiro teste para o grande acontecimento que mudaria o mundo. Apenas um dia depois do doloroso parto, a mãe já estava consciente.

-Onde estou? Cadê a criança? - Essa perguntas eram recorrentes na mente da mulher de apenas 26 anos.

Nesse momento o sacerdote entra no quarto da jovem que estava perdida em pensamentos e em decorrência disso acabou levando um leve susto.

-Minha pequena, eu sei que está assustada mas tente ficar calma, são muitas coisas para eu explicar.- Diz o monge em tom calmo.

-Tudo bem, a primeira coisa que quero saber é onde estou.- Responde a mulher tentando ficar calma.

-Você está no templo de Royalla, nós somos os monges de vidro, nossa religião não se importa com as coisas que você fez no passado, sua aparência ou opiniões. Se você quiser ser agraciado com a sabedoria de nossos deuses, nós o aceitamos. Mas não tente mentir sobre sua determinação e vontade de evoluir, nós sabemos quando alguém não é bom…-

-Entendi. Minha segunda pergunta é: onde está meu filho ou filha?-

O sacerdote dissipa o seu sorriso, seu rosto fica sério, parece melancólico ou inseguro sobre algo.

-O que aconteceu? Ele está bem?- Ela estava ficando preocupada.

-Por favor se acalme… Não é tão grave assim…-

-DIGA LOGO O QUE HOUVE!- Ela grita irritada.

-Eu odeio dizer isso a você mas… você terá de tomar uma decisão importante.- Ele se levanta devagar.

-Que decisão…?- O seu rosto já esgotado pela jornada de chegar até o templo consegue ficar mais triste.

-Ela tem um destino inserto, cheio de sofrimento e mágoa mas com um significado grande e fundamental para o mundo. Você pode escolher o que fazer, matar a criança para evitar o sofrimento de sua vida ou deixá-la viva aqui, sendo cuidada por nós. Em nenhuma das opções você deixará tudo absolutamente bem as duas trazem prós e contras. Vai de seu caráter, decida, você precisa ser rápida, não viverá por muito mais tempo, te darei o resto do dia para pensar nisso.-

Ele sai da sala preocupado com algo.

Passam-se 3 dias.

Já é 8:00 PM.

Depois de muito pensar em sua criança, a mulher toma uma decisão.

-Senhor sacerdote eu já sei o que quero fazer com minha prole…-

-Então, o que será?- Ele tenta esconder a tristeza em seu rosto, ele já sabe o destino da criança.

As 11:45

A mulher anda por um corredor que dará na sala do monge mestre, ao chegar lá ela pergunta.

-Já estamos na hora certa?- O desgosto é claro em seu rosto.

-Não, mas você terá tempo suficiente para se arrumar. - Ele diz enquanto tenta encontrar algo em um guarda-roupas muito antigo.

Ele de lá puxou um longo vestido branco, ele apesar de guardado a muito tempo está intacto, em perfeito estado.

-Aqui está, você precisa vestir isso para a cerimonia.-

-Ok... - Ela vai para seu quarto e veste a roupa e volta para a sala do monge.

-Muito bem, está na hora de iniciarmos.- Ele diz entregando uma espada cristal à moça, é uma linda espada com símbolos grafados nela, ela brilha e reluz, tem extrema transparência.

-Os dois caminham até o centro do pátio, lá existe um pedestal, a criança está nele e envolta existe um círculo de monges ele se espalha por toda a área do pátio.

Diante do pedestal existe a estátua já levantada de Royalla, ainda um pouco quebrada, mas em pé. Além das de Sol e Lua.

00:00

A mulher se aproxima do pedestal com a espada em mãos. Todos os monges começam a recitar um mantra em sincronia perfeita. A mulher levanta a espada a altura te sua cabeça, uma luz vermelha começa a emanar da estátua principalmente dos olhos.

A luz parece ser absorvida e amplificada pela espada, agora toda o ambiente é iluminado em vermelho. Ao mesmo tempo pelo mundo todo está acontecendo o evento de lua de sangue e mar vermelho.

A mulher está prestes a apunhalá-la. A espada começa a se encaminhar ao coração rapidamente e quando chega… Mata a mulher, ela preferiu se suicidar em vez de acabar com a vida de sua criança.

A luz da estátua passa a ser roxa, assim como tudo o que era afetado por ela.

3:00

O ritual acaba e tudo volta as cores normais. Todos vão dormir e deixam a criança sob cuidados em um quarto se parado, assim como o corpo da mãe e a espada.

O corpo é enterrado e a espada posta em quarto especial no subsolo do templo.

Na criança é posto o nome de Eclipsa, e o título de: a ascensão de um novo planeta, filha de todos Deuses.

14 Anos depois;

Os monges criaram Eclipsa até seu décimo quinto aniversário, onde ela deveria descobrir toda a verdade e sair do templo para salvar a perdida existência do terceiro mundo.

-Senhorita Eclipsa, você gostaria de uma xícara de chá de cereja ?- Pergunta um monge durante o chá de aniversário.

-Obrigada por perguntar Harpo, mas eu não vou querer agora.- Diz eclipsa em tom calmo e de classe.

-Senhora. Por favor venha comigo.- Diz o monge mestre.

-Claro, Kisano.- Ela o segue em direção a sala.

Já dentro da sala Kisano, o monge mestre que a 15 anos falou com a mãe da menina, explica tudo o que aconteceu para a menina que fica em choque com tudo aquilo.

-Então… foi assim que eu nasci…- Ela está confusa com todas aquelas infirmações do nada.

-Senhora, eu te chamei aqui para um outro motivo, te entregar a espada usada por sua mãe. Venha comigo.

Os dois descem as escadas e chegam no subsolo.

-Eclipsa, depois dessa porta você encontrará a espada.-

-Entendi, e o que devo fazer com ela?- Ela ainda não entendeu completamente a situação.

- Você vai puxá-la para fora do pedestal e então ela será sua para sempre. Está pronta?-

-Sim Kisano, eu estou pronta.-

Ele abre a porta e a espada é diretamente vista. Eclipsa entra na sala, Kisano também entra e fecha a porta.

-Então, agora é só ir e puxar?- Ela pergunta ao monge.

-Sim.- Ele responde.

Eclipsa anda até a espada à puxa, ela não sai, Eclipsa puxa mais forte, a espada sai rápido e faz a menina cair na chão por não esperar que a espada saísse.

-Aaaauwo!- Ela cai de bunda no chão mas se levanta rapidamente.

-Parabéns, você conseguiu, isso significa que é hora de ir.-

-Ir aonde?-

- Para o mundo.-

-Que?-

-Pois é Eclipsa, agora você vai viver em sociedade e posteriormente mudar o mundo todo.-

Os monges põem ela para fora do templo, agora ela terá de se virar parar cumprir sua missão;


Notas Finais


Sorry por ficar sem postar por muito tempo, eu parei de utilizar o spirit por conta de situações da vida, mas agora deu vontade de voltar e bem, aqui estou , :)))


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