História Tempo e Escolha - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jikook, Kookmin, Namjin, Taekook, Taekookmin, Vkook, Vkookmin, Yoonseok
Exibições 233
Palavras 5.636
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente do céu vocês vão chorar comigo se souberem tudo o que aconteceu. Eu perdi tudo o que tinha no meu pc, incluindo os capítulos que já tinha pronto. Mas aqui estou, postando tarde da noite pra vocês, depois de quase perder o capítulo todo quando já tava finalizando kk

Pois bem, leiam essas notas iniciais porque é MUITO IMPORTANTE!

É o seguinte, vai chegar uma parte nesse capítulo em que as coisas serão narradas de uma forma completamente diferente de tudo o que vocês já viram aqui. Motivo? Haverá um evento. Um evento no qual vocês são os convidados de honra e eu, a cerimonialista (com o poder investido à mim por ser a autora huehuehue). Então, nessa parte do capítulo E SOMENTE NESSA PARTE que está no finalzinho, a narração ocorrerá em primeira pessoa para que todos nós estejamos presentes.
Esse capítulo tá lotado de informações. Vocês vão ler uma coisa atrás da outra, são muitas informações pra um capítulo só, mas não dava pra dividir, então me perdoem se vocês se assustarem um pouco, já que a fanfic sempre foi calma e de boa. Vou falar sobre isso nas notas finais.

Muito obrigada por todos os comentários e favoritos ♥♥♥♥
Vocês são lindos demais ♥♥♥♥

Ps: As notas finais também são muito importantes, então leiam.

Me desculpem se deixei passar qualquer erro e boa leitura! ♥

Capítulo 11 - Primavera


Fanfic / Fanfiction Tempo e Escolha - Capítulo 11 - Primavera

Embora ambos tenham voltado ao trabalho na segunda-feira, durante os dois dias seguintes, Jimin e Jungkook passaram quase todos os seus momentos livres juntos. Fizeram amor na segunda-feira antes de sair para trabalhar, almoçaram juntos em uma pequena cafeteria em Gangneung, e, naquela noite, como Molly estava se sentindo melhor, eles levaram ambos os cães para passear na praia. Enquanto caminhavam de mãos dadas, Moby e Molly exploravam a praia adiante como dois amigos que haviam se acostumado com suas diferenças. Quando Moby perseguia gaivotas e corria em direção a bandos de pelicanos, Molly mantinha o passo, agindo como se não quisesse tomar parte naquilo. Após algum tempo, Moby percebia que Molly não estava mais ao seu lado e voltava para perto dela, e os dois trotavam alegremente juntos até que Moby encontrasse outra coisa que o distraísse, e tudo começava novamente.

- Bem parecido com nós dois, não é? – Comentou Jungkook, apertando a mão de Jimin. – Um sempre buscando emoções fortes, e o outro se restringindo.

- E qual deles sou eu?

Jungkook riu e se encostou no mais velho, apoiando a cabeça em seu ombro. Parando, Jimin o pegou em seus braços, maravilhado e espantado com a força do sentimento que tinha em relação ao mais novo. Mas, quando o moreno ergueu o rosto para beijá-lo, ele sentiu que seus medos começavam a se esvair, substituídos por uma sensação crescente de completude. Jimin imaginava se o amor causava aquela sensação em todas as pessoas.

Depois, eles pararam no supermercado. Nenhum deles estava com muita fome, então Jimin pegou os ingredientes para uma salada César com frango. Na cozinha, ele grelhou o frango e observou Jungkook enxaguar as folhas de alface na pia. Abraçados no sofá após o jantar, Jungkook falou mais de sua família para Jimin, despertando uma mistura de simpatia por Jeon e raiva em relação ao pai dele por não conseguir reconhecer o homem incrível em que Jungkook havia se transformado. Naquela noite, eles se deitaram e ficaram abraçados um ao outro até bem depois da meia-noite.

Na terça-feira de manhã, Jimin estava ao lado do moreno assim que Jungkook começara a se espreguiçar. Ele abriu um olho.

- É hora de acordar?

- Acho que sim. – Murmurou Jimin.

Eles estavam deitados, um de frente para o outro, sem se mover. Jimin continuou. – Sabe o que seria ótimo agora? Café feito na hora e bolinhos de canela.

- Hummm. – Disse Jungkook. – Uma pena que não temos tempo. Tenho de estar na clínica às 8h. Você não devia ter me mantido acordado até tarde ontem à noite.

- Apenas feche os olhos e faça um desejo, com bastante vontade. Talvez seu desejo se torne realidade.

Cansado demais para fazer qualquer outra coisa, Jungkook fez o que o mais velho sugeriu, desejando apenas poder ficar na cama por mais alguns minutos.

- E aí está! – Jeon o ouviu dizer.

- O quê? – O mais novo pergunrou.

- Seu café. E um bolinho de canela.

- Não me provoque. Estou morrendo de fome.

- Está bem aí do seu lado. Pode ver com os próprios olhos.

Jungkook se esforçou para se levantar e viu duas xícaras fumegantes de café e um bolinho de canela de dar água na boca em cima da mesa de cabeceira.

- Quando você… quero dizer, por que você…?

- Há alguns minutos. – Disse Jimin, sorrindo. – Eu já estava acordado, de qualquer maneira, então dei uma corrida até o centro da cidade.

Jeon estendeu a mão para pegar as xícaras de café e lhe entregou uma, sorrindo. – Eu o beijaria agora mesmo, mas o cheiro disso aqui está delicioso, e estou morrendo de fome. Acho que vou beijá-lo mais tarde.

- No chuveiro, talvez?

- Você sempre tem uma surpresa guardada, não é?

- Seja legal comigo. Eu lhe trouxe café na cama.

- Eu sei. – Disse Jungkook, piscando o olho. Ele pegou o bolinho de canela. – E eu vou desfrutar muito disso tudo.

 

Na noite de terça-feira, Jimin levou Jungkook para um passeio de barco, onde eles observaram o pôr do sol nas águas próximas ao litoral de Yeosu.

Jungkook estava em silêncio desde que voltou do trabalho para casa, e esta foi a razão pela qual Park sugeriu o passeio; era a sua maneira de tentar adiar a conversa que ele sabia que estava se aproximando.

Uma hora depois, sentado no deque de Jimin com Molly e Moby deitados a seus pés, Park finalmente se rendeu ao inevitável.

- O que vai acontecer a seguir? – Perguntou ele.

Jungkook girou o copo de água que tinha nas mãos. – Não tenho certeza. – Disse ele, em voz baixa.

- Quer que eu converse com ele?

- Não é tão simples. – Jungkook disse, balançando a cabeça. – Passei o dia todo tentando imaginar um jeito de resolver isso, e ainda não tenho certeza do que vou fazer, ou mesmo do que vou dizer a ele.

- Você vai contar a ele sobre nós, não é?

- Não sei. – Disse Jungkook. – Realmente não sei. – Ele se virou para Jimin, com os olhos cheios de lágrimas. – Não fique bravo comigo. Por favor. Acredite em mim quando eu digo que sei como você se sente com essa situação, porque estou me sentindo da mesma maneira. Nos últimos dias, você me fez sentir como se eu estivesse… vivo. Você fez com que eu me sentisse bonito, inteligente e desejado, e, por mais que eu tente, nunca conseguirei lhe dizer o quanto isso significa para mim. Mas por mais intenso que tudo isso tenha sido, e por mais que eu goste de você, nós não somos a mesma pessoa, e você não está enfrentando o mesmo tipo de decisão que eu. É fácil para você: nós nos amamos e deveríamos ficar juntos. Mas Taehyung é importante para mim também.

- Mas e todas aquelas coisas que você disse? – Perguntou Jimin, tentando não parecer tão assustado quanto realmente estava.

- Ele não é perfeito, Jimin. Eu sei disso. E não, as coisas não estão muito bem entre nós neste momento. Mas não posso evitar pensar que tenho um pouco de culpa por essa situação também. Você não consegue perceber? Com ele, eu tenho todas essas expectativas, mas com você… não tenho nenhuma. E, se você invertesse a equação, será que tudo isso teria acontecido? E se eu esperasse que você se casasse comigo, mas, com ele, eu simplesmente me permitisse curtir o momento? Você não teria feito tantas coisas por mim, e provavelmente eu não iria querer que você o fizesse.

- Não diga uma coisa dessas.

- Mas é verdade, não é? – Jungkook estava com um sorriso triste. – É assim que eu estava pensando no dia de hoje, mesmo sabendo o quanto isso iria doer. Eu amo você, Jimin, eu realmente amo. Se eu pensasse nisso como apenas uma aventura de fim de semana, eu superaria e voltaria a pensar em meu futuro com Taehyung. Mas não vai ser tão fácil. Tenho de fazer uma escolha entre vocês dois. Com Taehyung, eu sei o que esperar. Ou, pelo menos, achava que sabia, até você aparecer na minha vida. Mas agora…

Ele fez uma pausa, e Jimin viu que seu cabelo se movimentava levemente com a brisa. Jeon levantou os joelhos e abraçou-os junto ao corpo.

- Nós só nos conhecemos há alguns dias e, enquanto estávamos no barco, eu ficava imaginando quantos homens você já levou para passear daquela forma. Não por estar com ciúmes, mas porque eu não parava de me perguntar o que fez com que esses relacionamentos terminassem. E depois comecei a me perguntar se você sentiria o mesmo que sente agora em relação a mim no futuro, ou se isso vai acabar como todos os seus relacionamentos anteriores. Por mais que eu ache que nós nos conhecemos, isso não é a realidade. Ou, pelo menos, eu não conheço você. Tudo o que sei é que me apaixonei por você, e nunca tive tanto medo de alguma coisa na minha vida antes.

Ele parou. Jimin ficou em silêncio, absorvendo as palavras do mais novo antes de dizer qualquer coisa.

- Você está certo. – Jimin admitiu. – Sua escolha é diferente da minha. Mas você está errado se pensa que isso é apenas uma aventura para mim. Pode ser que eu pensasse dessa forma no começo, mas... – Ele buscou a mão do moreno – Não é assim que eu me sinto agora. Ficar com você me mostrou algo que passei a minha vida inteira buscando. Quanto mais nós ficamos juntos, mais imagino que isso será algo duradouro no futuro. Isso nunca me aconteceu antes, e não tenho certeza de que acontecerá novamente. Nunca me apaixonei por ninguém até você chegar; pelo menos não um amor verdadeiro, de qualquer forma. Não dessa forma, e eu seria um imbecil se deixasse você se afastar sem lutar.

Jimin passou a mão pelos cabelos, esgotado.

- Não sei o que mais posso lhe dizer, a não ser que eu consigo me imaginar passando o resto da minha vida ao seu lado. – Continuou Jimin. – Sei que isso parece uma coisa louca. Sei que estamos somente começando a nos conhecer, e até mesmo admitir o que acabei de dizer pode fazer você pensar que sou louco, mas nunca tive tanta certeza a respeito de alguma coisa em minha vida. E, se você me der uma chance...  Se você nos der uma chance, vou viver o resto da minha vida provando a você que tomei a decisão certa. Eu sabia que deveria lutar por você desde o primeiro momento em que te vi, quando você apareceu quase me batendo no meu quintal. Droga, até o meu cachorro sabia. Eu amo você, Jungkook. Não somente por ser quem você é, mas pela maneira que você me faz pensar no que nós podemos ser.

Por um longo instante, nenhum deles disse nada. Na escuridão, Jungkook ouvia os grilos cantando em meio à folhagem. Sua mente estava em um turbilhão – ele queria fugir, mas também queria ficar ali para sempre. Seus instintos antagônicos eram um reflexo da situação impossível em que ele havia se envolvido.

- Eu gosto de você, hyung. – Disse Jungkook, com seriedade. Logo depois, percebendo o som daquilo, ele se esforçou para continuar. – E eu amo você, também, é claro, mas tenho esperança de que você já saiba disso. Eu estava apenas tentando lhe dizer que gosto do jeito como você conversa comigo. Gosto do fato de que, quando você diz alguma coisa, sei que está sendo sincero. Gosto do fato de que sei quando você está brincando comigo ou quando está dizendo a verdade. É uma das suas qualidades que mais me atraem. – Disse ele, acariciando-lhe o joelho. – Agora, pode fazer uma coisa por mim?

- É claro. – Disse Jimin.

- Não importa o que eu pedir?

O ruivo hesitou. – Acho que sim.

- Pode fazer amor comigo? Sem pensar que pode ser a última vez que isso acontece?

- Você está pedindo duas coisas.

Jungkook não se dignou a lhe dar uma resposta. Em vez disso, simplesmente lhe estendeu a mão. Ao irem em direção ao quarto, o mais novo abriu um pequeno sorriso, finalmente sabendo o que iria fazer.

 

*****

 

Era 21h quando Taehyung bateu na porta de Jungkook. Tensão era tudo o que rodeava os dois. Ambos sentados um de frente para o outro, sabendo exatamente o que estava por vir.

- Sobre o que queria conversar, hyung?

- Acho que você sabe perfeitamente. Porque também disse queria conversar comigo.

- Bom...

- Eu vi como se olharam hoje mais cedo, Jungkook. Antes de se despedirem na cerca viva quando cheguei.

- Hyung... – Jungkook estava com os olhos arregalados, não era assim que imaginava que essa conversa fluiria.

- Eu não quero discutir, Jungkook. Somos maduros o suficiente para aceitarmos os fatos. Escute, nós dois já tivemos momentos mas passou o nosso tempo, não podemos negar.

- O que está querendo dizer?

- Que eu não estou arrependido do que fiz, assim como sei que você também não está.

- Mas o que foi que você fez, hyung?

- Sabe aquele dia que te liguei pela manhã, depois da festa com o pessoal da convenção?

- Sim.

- Eu queria te contar, mas não podia fazer por telefone. Eu estava completamente imerso na culpa, mas aí, quando te liguei de noite, notei que também havia algo de errado com você. Ao ver você e o seu vizinho se olhando hoje, conclui o que eu ainda tinha dúvida.

- Nossa! – Jungkook ergueu as sobrancelhas e suspirou. – Eu nem sei o que te dizer.

- Quando foi que as coisas começaram a mudar para você?

- É uma história que se complicou, hyung. Eu sei bem o motivo. Eu esperei muito de você, ao mesmo tempo em que me acomodei com minha situação. Eu realmente amei você, nunca duvide disso. Me mudei para Yeosu só para ficar mais perto de você, esperando o momento em que você iria amadurecer e me pedir em casamento. Eu estava pronto, você era tudo o que eu queria. Mas eu esperava mais. Esperava que fôssemos dar um passo adiante, só que você se mostrou tão desinteressado, tão indiferente. Sempre mudava de assunto quando eu tocava nesse assunto. Era como se você estivesse longe, mesmo perto.

- A maldade do tempo fez eu me afastar de você.

- Mas eu também carrego o peso da culpa.

- Jungkook, veja bem. Você se mudou para a cidade para ficar mais perto de mim, mas me diga uma coisa: porque você esperou sentado esse tempo todo? Porque você mesmo não tomou a iniciativa de me pedir em casamento?

- Porque sempre que eu tocava no assunto, você desconversava.

- Resposta errada. Se você realmente tivesse a certeza de que era isso o que queria, teria me pedido em casamento, e não esperado para que eu tomasse essa atitude.

Jungkook nunca havia pensado dessa maneira. – Mas eu não poderia te obrigar!

- Mas poderia me propor e esperar por uma resposta.

- Onde está querendo chegar, Taetae?

- Durante todo esse tempo, você estava tão incerto quanto eu. Não foi culpa nossa. Não foi culpa de nenhum de nós. O tempo foi gastando o que não era pra durar. Admita Kookie, há muito tempo esse nosso relacionamento virou monótono, a gente só não queria enxergar. E olha só onde chegamos.

- Nós nos abandonamos. – Jungkook tinha os olhos cheios de lágrimas, e notou que o mais velho nem se esforçava para impedir que as suas próprias caíssem também.

- Meu bem, não pense dessa forma. – Taehyung levou uma de suas mãos ao rosto de Jungkook, acariciando-lhe a bochecha e a nuca. – Vamos ter liberdade para amar a vontade sem trair mais ninguém.

- Eu esperei tanto por um futuro junto à você. Pro tanto que eu te queria, o perto nunca bastava. Eu achava que era isso o que eu queria, mas eu me perdi no meio do caminho. Me perdi no que era real e no que eu inventei. Me desculpe, hyung. – Jungkook apoiou o rosto na mão macia do mais velho e não conteve o choro. Apenas fechou os olhos e deixou que as lágrimas escorressem.

Taehyung sorriu, mesmo com lágrimas ainda descendo por seus olhos. – Dessa vez não deu certo, mas tudo bem. Não importa quem errou. Agora já acabou. E eu sinto muito por ter te feito perder todos esses anos. Mas estou feliz por você ter encontrado alguém. Não vou mentir dizendo que não está doendo. Dói muito deixar você e ser deixado ao mesmo tempo. Mas dizem que quando se está namorando alguém sem a intenção de se casar, então você está namorando o alguém de uma outra pessoa. Eu espero que essa outra pessoa seja o Jimin, e que ele possa te fazer feliz da forma como você merece.

- Hyung... – Os dois se abraçaram, um escondendo o rosto no pescoço do outro. Se envolveram em um abraço forte e pesaroso. Sabiam que quando se soltassem, seria o fim, seria o adeus, e seguiriam caminhos distintos.

- Eu amo você. – Taehyung estava sentindo uma dor incomparável a todas as outras que já havia sentido. Odiava despedidas, principalmente de alguém que foi tão importante para si.

- Eu também te amo. Obrigado por tudo. E me desculpe por tudo também. – Jeon não imaginou que isso seria tão difícil e doloroso. É que o castanho significava muito para ele, e apesar de tudo, ele tinha um carinho imenso por Taehyung.

- Eu não quero te soltar, mas eu preciso.

- Então não me solte agora. Espere só mais um pouquinho.

- Nós já esperamos demais, Jungkook. – Kim se soltou dos braços alheios. Sorriu, mesmo chorando, e levou suas mãos ao rosto de Jungkook. – Me escute com atenção. Eu quero que você seja melhor. Quero que seja feliz. Eu vou ser feliz também.

- Eu vou, hyung. Pode deixar. – Jeon colocou suas duas mãos sobre as alheias que estavam em seu rosto. – E você também vai encontrar alguém. Alguém que te ame da forma que eu não fui capaz, que te faça feliz da forma que eu não fiz, alguém que fará com que você sinta vontade de formar uma família.

Eles se encararam uma última vez antes de Taehyung virar as costas e caminhar em direção à saída. Jungkook foi atrás dele, e quando o mais velho se colocou do lado de fora, e virou de frente para ele, Jungkook sentiu uma dor horrível lhe atingir o estômago. Ele estava dizendo adeus para uma das pessoas mais importantes de sua vida. Taehyung era muito especial, apesar de tudo. Mas estavam fazendo o que tinham de fazer. Era hora de serem felizes, de se permitirem amar e serem amados de verdade.

Jungkook se aproximou de Taehyung, levou sua mão direita a nunca alheia e encostou as duas testas. Ambos com os olhos fechados e com a respiração dificultada por conta do choro em excesso.

- Adeus, Jungkook.

- Adeus, Taehyung.

 

*****

 

Para Jimin e Jungkook, amar um ao outro é andar de mãos dadas por esse labirinto estranho e mágico que é a vida. É não perder o outro de vista, mas deixá-lo respirar quando preciso for. É enfrentar o medo do abismo, da verdade, da dúvida, da certeza. É abraçar apertado para curar as dores, tristezas, insucessos. É dar um sorriso bobo e inocente no meio do dia, simplesmente por saber que o  outro existe.

Algumas pessoas pensam que encontrar um amor verdadeiro é encontrar uma pessoa perfeita, que saiu dos seus sonhos e encaixa perfeitamente em todas as áreas da sua vida. Esse é um grande erro e a principal explicação para o fim da maior parte dos relacionamentos.

Um amor verdadeiro é aquele que resiste ao teste do tempo. É ter ao lado uma pessoa que conhece todas as imperfeições e continua amando do mesmo jeito.

É verificar que existem algumas incompatibilidades e alguns gostos completamente diferentes, mas estar disposto a fazer alguns sacrifícios para agradar a outra pessoa.

É enfrentar os desafios e as dificuldades de mãos dadas, porque quem ama de verdade sabe que os dois juntos são muito mais fortes do que se estiverem separados.

O amor entre eles dois é simples, leve, libertador. O amor deles é companheirismo, presença, parceria. É reciproco, intenso e envolvente, onde só se ganha e nada se perde. Amar um ao outro é doar-se por completo pra alguém sem medo do que esse alguém possa fazer com você. Amar é aceitar o outro por completo sem tirar nem alterar nada. Amor é aquele tempo que eles nem tem e mesmo assim doa. O amor deles é chegar em casa, depois de um dia daqueles, e mesmo assim ter motivos pra sorrir porque o outro o olha como se não tivesse o visto há anos. Amor entre eles é segurar firme a mão do outro e sentir segurança suficiente pra entender que estará presente não só enquanto a mão alheia envolver a outra, mas principalmente quando ambos estiverem distantes. O amor entre Jimin e Jungkook é mergulhar em um olhar que não afoga o outro, é transformar um abraço em um abrigo, é morar em alguém que mesmo com tantos defeitos e diferença, não os assusta.

Jimin e Jungkook amar um ao outro vai além das palavras, o jeito de amar deles é demonstrar. Mas não é nada como nos filmes, na verdade grandes provas de amor entre eles moram em pequenos detalhes do dia a dia. Um bilhete escrito a mão por Jimin, uma mensagem de bom dia do Jungkook, aquela piada boba que um conta pra fazer o outro sorrir. A louça lavada, o café na cama, uma flor – isso é o amor entre eles.

Amar para Jimin e Jungkook é ter a certeza de que nenhuma outra pessoa servirá.

É o prático desejo de estarem junto, sem rodeios. É a certeza do ciúme, da briga por excesso de paixão, de fazer as pazes fazendo mais amor. Amor é tudo aquilo que se condensa em carinhos pelas pontas dos dedos inquietas por ter o ser amado tão perto.

Amável é a segurança deles dois que escolheram um ao outro para tecer seus sonhos e bordar uma rede de confiança. Amor deles é contagioso, por mais que seus amigos critiquem o casal que não se desgruda, ou admitem que todos tem essa fase ou querem estar nessa fase. O amor é a certeza que Jimin sente de que os olhos do outro, por mais que não estejam nos seus, conseguem o enxergar toda vez que se fecham.

 

 

"O amor é sempre paciente e generoso;

Nunca é invejoso;

O amor nunca é prepotente nem orgulhoso;

Não é rude nem egoísta;

Não se ofende nem se recente do mal;

Não se alegra do pecado alheio;

Mas se regozija com a verdade;

E tudo perdoa, tudo crê, tudo espera e tudo tolera."

 

 

*****

 

 

[Primavera do mesmo ano]

 

Boa noite a todos. A partir de agora, por gentileza, coloquem os celulares no modo silencioso e fiquem à vontade para sentar-se.

Estamos aqui hoje para celebrar as melhores coisas da vida. Estamos aqui para celebrar o amor, a confiança, a esperança.

Vocês foram convidados para compartilhar este momento com o Jimin e com o Jungkook porque são as pessoas mais importantes para eles. O respeito, a compreensão e o carinho que sustentam o relacionamento deles têm suas raízes no amor que todos vocês deram a este jovem casal. Por isso, é uma honra para os noivos contar com a sua presença, aqui, hoje. Embora muitos não morem exatamente ali na esquina, vocês nunca estão distantes dos corações do Jimin e do Jungkook. Vocês são parte insubstituível do seu ontem, do seu hoje e de todos os seus amanhãs. Um casamento precisa de uma comunidade, não apenas para amparar o casal nos momentos de adversidade, mas também para celebrar junto os momentos de alegria.

Que todos nós possamos sempre fazer tudo o que esteja ao nosso alcance para apoiar e nutrir a união entre estas duas pessoas que tanto amamos e que passamos tanto tempo torcendo para, finalmente, ficarem juntos.

Muito se fala sobre o casamento no dia-a-dia. Muito se fala, inclusive, contra o casamento. Alguns acreditam que o casamento seja, efetivamente, o fim da vida.

Hoje, Jimin e Jungkook querem atestar que o casamento não é um fim, muito menos um começo. Esta não é uma cerimônia mágica, e não vai criar algo que já não exista. Eles já escolheram um ao outro como sua família, e hoje estão celebrando algo que já começou e que vai continuar crescendo ao longo dos anos. Pois o casamento é um processo. É uma caminhada ousada rumo a um futuro desconhecido, que envolve abrir mão do que somos, separados, em prol de tudo o que podemos vir a ser, juntos.

O meu fascínio por ritos me faz suspeitar que, numa outra vida, é possível que eu tenha sido um sacerdote ou um feiticeiro. Hoje, pouca gente sabe o que são. Um rito acontece quando um poema, achando que as palavras não bastam, se encarna em gestos, em comida e bebida, em cores e perfumes, em música e dança. O rito é um poema transformado em festa!

Escrevo hoje para os que casam, por medo de que, fascinados por um rito, se esqueçam do outro… Porque, caso não saibam, é desse outro rito, esquecido, que o casamento depende.

O primeiro rito, sobre que todos sabem, e para o qual se fazem convites, é feito com pedras, ferro e cimento.

O outro ritual se faz com o voo das aves, com água, espuma e bolhas de sabão. Secreto, para ele não há convites, nem lugar certo, nem hora marcada: simplesmente acontece. Não precisa de altares. Pode ser a sombra de uma árvore, um carro, uma cozinha, um banco de jardim, um vagão de trem, um aeroporto, uma mesa de bar, uma caminhada ao luar...

Não há promessas para amarrar o futuro. Há confissões de amor para celebrar o presente.

Depois de muito meditar sobre o assunto, concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.

O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada – palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo.

Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.

O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos.

A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá...

Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada.

Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.

Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem – cresce o amor. Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim...

 

Jimin e Jungkook, vocês já foram muitas coisas um do outro – vizinhos, amigos, companheiros, amantes, noivos, e até mesmo professores e alunos, pois vocês já ensinaram muito um ao outro e já aprenderam muito um com o outro, nestes últimos meses. Agora, com as palavras que vocês estão prestes a trocar, vocês passarão para a próxima fase.

Pois, com estes votos, vocês estarão dizendo ao mundo: “este é meu esposo”.

Jungkook, é de livre e espontânea vontade que você aceita o Jimin como seu companheiro em matrimônio?

 

Jungkook: Sim.

 

Jimin, é de livre e espontânea vontade que você aceita a Jungkook como seu companheiro em matrimônio?

 

Jimin: Sim.

 

Assim sendo, por favor, deem-se as mãos e preparem-se para dar e receber suas juras de amor, que estão entre os maiores presentes da vida.

 

Jimin:  Hoje encerra-se o inverno e inicia-se a primavera, o dia em que as pessoas celebram a entrada de uma nova estação. Dita como a mais bela das estações. Eu e você celebramos a nossa primavera. As pessoas celebram a beleza das flores, com suas cores e fragrâncias, e eu celebro você, que veio fazer da minha vida uma primavera, para sempre! Uma primavera que eu jamais pudesse imaginar, com sua amizade, cumplicidade, respeito, carinho e amor, sem contar que nenhuma flor é tão linda e possui o aroma tão agradável! Mas eu sei que chegará o verão do calor intenso, o calor da paixão, a paixão que eu vivi no dia que eu te vi. E a cada amanhecer eu buscarei renovar esse calor, esse calor intenso da paixão. Mas eu sei que haverá dias que esse calor não será da paixão, e quando esse momento chegar prometo lembrar sempre que você é minha primavera, e com isso buscarei te ouvir, amar e respeitar. Eu sei que chegará o outono, quando as cores já não têm mais brilho, o perfume já não paira mais no ar, quando tudo parece ser a mesma rotina: não há brilho no olhar, não há sorrisos estampados nos rostos. Nesse momento eu prometo lembrar que você é a minha primavera. Buscarei trazer seu sorriso de volta, olhar no fundo dos seus olhos sabendo que o brilho dos seus olhos são eternos, mesmo sabendo que não são externos. Eu sei que chegará o inverno, quando as flores e as folhas estão secas, não há mais cor, onde as noites são frias e longas, quando parece que o frio é tão intenso a ponto de parecer que o nosso calor não é suficiente, mas eu prometo lembrar que você é a minha primavera. Serei fiel a você, buscarei te esquentar com meus braços e buscarei me esquentar com seu calor. O que me conforta é saber que depois do inverno volta a primavera. E eu desejo que nossas primaveras sejam sempre, sempre, sempre longas, que hajam motivos para flores e fragrâncias. Te amo hoje, te amarei enquanto eu viver! Mais que ontem, e menos que amanhã.

 

Jungkook: Jimin, eu sempre imaginei encontrar um homem que me trouxesse paz, que me trouxesse conforto, e que me aceitasse exatamente como eu sou. Então eu conheci você; e você não era nada disso. Ao invés de paz, você trouxe um monte de novidade pra minha vida. Ao invés de conforto, você me trouxe um novo modo de pensar, novos lugares para conhecer. E ao invés de me aceitar como eu sou, você me fez descobrir que eu podia ser muito melhor. Nós somos muito diferentes, mas somos diferentes de um jeito que eu acho perfeito, porque a gente se complementa. Você é tudo o que estava faltando na minha vida. E eu espero, sinceramente, poder ser o mesmo para você. O normal seria eu dizer agora “nunca mude, e continue sendo esse homem que eu amo”. Mas na verdade, eu vou dizer: continue mudando, porque assim você continua mudando a minha vida. A eternidade é o limite, e o infinito a metade do quanto eu amo você. Cada vez mais, cada vez de um jeito novo.

 

E agora... as alianças.

 

As alianças são símbolos físicos do compromisso de um casal e de sua ligação emocional e espiritual. Elas são consideradas um círculo perfeito, sem começo nem fim. Mas nós sabemos que estas alianças tiveram um começo. O material foi retirado da terra. Os metais foram liquefeitos, forjados, refrigerados e polidos. Algo belo foi produzido a partir de elementos brutos.

O amor é assim. Tem origens humildes, pois vem de seres imperfeitos. O amor é o processo de construir algo belo com coisas simples.

Jimin e Jungkook, que estes anéis sejam um lembrete visível de seus sentimentos um pelo outro neste momento. Ao olhar para eles, lembrem-se que vocês têm alguém especial com quem compartilhar suas vidas. Lembrem-se de que vocês se encontraram um ao outro e um no outro, e de que nunca mais andarão sozinhos.

 

 

Jimin: Park Jungkook, receba esta aliança como prova do meu amor. Prometo lhe amar, respeitar e ser fiel na saúde e na doença; na alegria e na tristeza; na riqueza e na pobreza; até que a morte nos separe.

 

Jungkook: Park Jimin, receba esta aliança como prova do meu amor. Prometo lhe amar, respeitar e ser fiel na saúde e na doença; na alegria e na tristeza; na riqueza e na pobreza; até que a morte nos separe.

 

Jimin e Jungkook, ninguém além de vocês mesmos detém o poder de proclamá-los esposo e esposo. Porém, vocês nos escolheram como anunciantes desta boa nova. E assim, tendo testemunhado sua troca de votos diante de todos que estão aqui hoje – e também com base nesta certidão de casamento que vocês assinaram antes no cartório –, tendo como testemunhas os padrinhos Yoongi, Namjoon e Sowon, é com grande alegria que nós declaramos que vocês estão casados.

 

Os noivos podem se beijar.

 

 


Notas Finais


LEIAM ESSAS NOTAS FINAIS, POR FAVOR!

O que vocês acharam de participarem do casamento? Eu nem sei de onde essa ideia surgiu, só sei que falei com a Andy e ela adorou, então escrevi.

Gente, aquela parte depois do término do Jungkook e do Taehyung, onde foi narrado como funcionava o amor entre o Jancu e o Jiminzinho, a minha intenção era resumir como o relacionamento deles funcionou durante os meses que se passaram depois daquilo tudo. Pra não colocar só um aviso tipo 'alguns meses depois'. Daí eu escrevi aquelas coisas lá, pra dizer mesmo que de uma forma superficial como as coisas funcionaram entre eles: com muito amor o tempo todo.
Sobre o término do vkook: minha ideia inicial era fazer uma coisa bem louca, com briga e palavrão e o V dizendo que odeia o jungkook, porém, depois eu preferi botar o Taetae pra chifrar o Jungkook também. Eles são adultos e maduros pra saberem lidar com isso e por isso não fizeram barraco. Eles aceitaram que tudo aquilo aconteceu porque o relacionamento deles estava uma bosta. Porém, os dois ainda sentiam um carinho muito grande um pelo outro, e amavam um ao outro como pessoas, por isso toda aquela dor ao se despedirem.

Pois bem, os textos falando sobre o rito e comparando os dois esportes lá (durante a cerimônia do casamento), originalmente não são ideias minhas, não são pensamentos meus que surgiram do nada na minha cabeça. MAS, PORÉM, ENTRETANTO, CONTUDO, TODAVIA, o que está escrito nesse capítulo é uma adaptação minha de alguns textos que li há um tempo e que me caíram perfeitamente como inspiração pra esse jikook. Eu tentei achar os links dos textos pra vocês lerem, mas não encontrei. MAS EU NÃO COPIEI, NÃO. ME INSPIREI ATRAVÉS DO QUE EU LI, FLW?

Outra coisa: os votos do Jimin eu também me inspirei em um vídeo lindinho que assisti há um tempo. Daria o link pra vocês se eu ainda tivesse esse vídeo, mas eu não tenho. Enfim, o noivo também fala umas coisas de primavera lá e, como tudo ultimamente tem feito, eu me lembrei de jikook e me inspirei nisso.

ATENÇÃO AQUI Ó!
ESSE CAPÍTULO ENCERRA A PRIMEIRA PARTE DA FANFIC!
Vocês se lembram que no primeiro capítulo eu disse que a fanfic seria dividida em duas partes, onde uma quebra de tempo enorme aconteceria? Pois bem! Esse capítulo encerra a primeira parte da fanfic. Próximo capítulo já vai ser a parte 2.
Outra coisa que eu também disse é que acreditava que a fanfic teria pouco mais de 20 capítulos. Sinto lhes informar que Tempo e Escolha não chegará ao vigésimo capítulo.
"Ai Agatha então quantos capítulos a segunda parte vai durar?" Não faço a menor ideia. Pode ser que dure dois, três, quatro, cinco, eu realmente não sei. Mas posso afirmar que a fanfic não chegará ao capítulo 20.

No mais, espero que tenham gostado e que tenham me perdoado por soltar tanta informação num capítulo só.
Me deixem saber o que vocês acharam ♥
xoxo


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