História Tempos de Escuridão - Capítulo 26


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Categorias Harry Potter
Personagens Alastor Moody, Alecto Carrow, Alvo Dumbledore, Amycus Carrow, Andromeda Tonks, Antonin Dolohov, Argo Filch, Arthur Weasley, Augustus Rookwood, Avery (Marauder-era), Bellatrix Lestrange, Evan Rosier, Fenrir Greyback, Harry Potter, Horácio Slughorn, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Pedro Pettigrew, Personagens Originais, Regulus Black, Severo Snape, Sirius Black, Theodore Nott, Walden Macnair
Visualizações 8
Palavras 1.174
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 26 - Por Você


Era véspera de Dia Das Bruxas.

-Eu não acredito! Eu simplesmente... ah!! Como você... – Ellie estava repleta de raiva – Merlin! Lynch... seu... VOCÊ PERDEU A PORRA DO SEU JUIZO?

-Calma, meu bem...

-MEU BEM É O CARALHO! – As poucas pessoas que estavam ali nos jardins com eles começaram a cochichar, rindo.

-Ellie... por favor – Lynch tentava acalmar-la – Pense nas possibilidades, nas coisas que ele pode nos dar.

-Você acredita mesmo nessa merda??? Ele está matando pessoas, Lynch! E eu não ligo de dizer o nomezinho dele, VOLDEMORT NÃO VAI LHE DAR NADA!! ACORDA!

- Ellie,fala baixo... e por favor, pode se acalmar, por favor?

-Lynch, por favor digo eu – ela implora – Sai dessa. Eu gosto muito de você, não sei se posso continuar as coisas assim com você desse jeito.

-Ellie, eu...

-Não me faça te dar um ultimato. – Ele abaixa a cabeça, chateada – Olha... vou te dar um tempo, certo? Se sua decisão ainda não mudar, melhor nem me procurar.

Lynch abaixa cabeça.

-Ellie, você sabe que eu escolheria você...

-Para. Quero que você pense muito bem nisso. Não vem tentar tomar decisão agora pra mudar depois.

Lynch suspira, levando as mãos ao rosto.

-Charles ta metido nisso também, não é? A Rose sabe?

-Er.. eu...

-Se vira com ele, então. Rose é minha amiga, se vocês não se virarem com isso até amanhã, eu vou falar com ela e acabou pra vocês dois.

- Ele já falar pra ela, que nem eu te disse agora. Não mete ele nisso. Ele teve suas razões – Lynch diz sério.

-Eu meto sim. Acha que gosto de ver vocês indo pra esse lado? – Ela se afasta – Não existe essa de razão. Você fazer o bem ou o mal é escolha sua. - Ela o encara chateada - Se você quer fazer o bem não há nada que vai te impedir. Não quero ser aquela que perde os amigos... ou até um amor pro mal. Andrômeda largou do Charles por isso. Óbvio que prefiro ele com a Rose, sem dúvidas, mas as coisas aqui só vão dar certo se você e ele começarem a agir direito. – Ela suspira – As vezes é melhor cortar os laços com o que te afunda. Pense bem nisso,  Lynch Parker – e assim ela da as costas, deixando Lynch sem reação.

Após alguns segundos, Lynch se vira para voltar ao castelo, mas para sua surpresa, percebe Davis logo atrás dele.

-Engraçado, não é? - Davis diz frio.

-Davis! Ah, olha...

-Eu ouvi. Que porra é essa, Lynch? Eu já não te disse? Você ta sendo idiota. Para com isso.

-Davis, olha, fica na sua, ta? Você não quis se envolver, então fecha o bico.

-Viu só? Olha como você ta. Olha você, é meu irmão, eu amo você. – Davis encara o irmão nos olhos. – Você... não ta raciocinando...

-Para – Lynch o interrompe – Você não sabe das coisas. Não sei o que aconteceu com você...

- Comigo? Você só pode estar de sacanagem – Davis ri ironicamente – Acha que o problema está sendo eu? Você não ta lendo os jornais? Não ta vendo onde ta metendo o nariz?

- Olha, desde o dia que você me falou que quem tava me arrastando pra isso era o Lúcio e o Charles, você mudou, e sim. – Lynch se aproxima, irritado.

-Mas é verdade! Olha, o Lúcio influenciou o Charles e ele te influenciou. Simples. – Davis bufa – Ele é meu amigo, me preocupo com ele também, mas você acima de tudo é meu irmão. Eu to te pedindo, sai dessa. Logo. O que mamãe e papai diriam?

-Ah, por favor – Lynch debocha –Está falando o cara que roubava discos das lojas com a gente sempre.

-Isso é coisa de criança, estávamos sempre aprontando – Davis começa a falar alto – Mas se envolver nessas merdas? Se envolver com que mata é muito diferente de aprontar quando criança.

-Olha, escuta aqui, seu pau-no-cu, eu sempre soube, desde o dia que você caiu em uma casinha separada da gente você iria ficar de mimimi o resto da vida! – Lynch empurra Davis – E não venha culpar alguém pelo o que eu faço, o problema é meu.

Davis cerra os punhos, e saca a varinha.

- Repete, me chama disso de novo!

-Não brinque com fogo, Davis...

-Vai me matar, comensalzinho de bosta? – Davis disse rispidamente – Estupefaça! – gritou.

-Protego! -Lynch grita - Expelliarmus! – ele desarma Davis – Perdeu a noção!!?? Densaugeo!! – Ele acerta o irmão com a azaração que faz os dentes crescerem freneticamente.

Lynch, ainda irritado, encara o irmão por alguns instantes, que cobria o rosto com as mãos. Ele hesita em dizer algo, mas da meia volta, deixando Davis sozinho, que logo é socorrido por dois alunos.

***

Rose olhava para Charles com um ar chateado e empático.

-Charlie... Mas ele te disse quem...?

-Não- Charles diz, enquanto Rose enxuga uma lágrima de seus olhos – Rose... eu... eu sinto muito- ele olha para ela. Uma lágrima escorre- Eu estava pronto para desistir. Por você. Mas... mas ai...

-Charlie... Eu...

-Mas ai... ele disse aquilo sobre minha mãe e... – Charles chorava.

-Charlie!

-...eu não pude deixar de...

Rose o puxou para si e o beijou. Profundamente. Enquanto que com sua mão esquerda fazia carinho no pescoço do garoto. A sala comunal permanecia silenciosa, além do som do beijo dos dois, o único barulho a ser ouvido era a da correnteza batendo nas janelas e a pena de 4 alunos arranhando no pergaminho.

Ela finaliza o beijou dando um apertado abraço em Charles, sussurrando “eu te amo” eu seu ouvido. Ele retribuiu dizendo o mesmo. Ela o encara nos olhos, ainda bem molhados.

-Charles – ela suspira- Eu mal posso imaginar o que está passando... mas... eu quero que você saiba que vou estar aqui por você. Eu vou estar do seu lado, certo?

Charles concorda com a cabeça, enxugando os olhos. Ele encara ela e abre um sorriso. Ela sorri também.

-Certo. – ele respira fundo.

-Eu vou sempre estar aqui por você- ela faz carinho na bochecha dele.

-Assim como eu por você.

Ela sorri, fechando os olhos e encostando a cabeça no ombro de Charles, que a envolve em seus braços

-Rose, você quer... – Charles diz após o que pareceu dois minutos

-Sim! – ela se ergue e mal deixa ele terminar a frase.

-...ser minha namorada de novo? – ele termina a frase do mesmo jeito.

-Lógico! – ela o beija – Não seja bobo, Charles Crane!

-Com você perto não da pra evitar – Charles sorri, olhando ela bem nos olhos - Merlin... – ele parece parar por um instante para apreciar o cheiro dos cabelos dela - Como é bom ter você de novo, Rosie.

-De novo nada- ela diz com um fofo ar de superioridade – Sempre fui sua – ela toca gentilmente a bochecha dele, limpando o vestígio da última lágrima que havia escorrido. – Charlie... – ela diz carinhosamente, porém com um certo pesar na voz - As coisas ainda vão melhorar e muito para você. Para nós. 

E então, eles novamente se beijaram , sem se importar com os resmungos dos alunos que não aguentavam mais ver os dois naquela melosidade.



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