História Temptation - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Perrie Edwards
Tags Aluna, Colegial, Drama, Possessivo, Professor, Romance, Romance Proibido, Sadomasoquismo, Sexo, Tragedia
Visualizações 99
Palavras 3.700
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Little Bitch


P.O.V'S Justin Bieber 

Long Beach, Califórnia do Sul, EUA 

Quinta-feira, 06:00 AM

Casa do Bieber

   Ao longe a luz do sol começava a reluzir em pequenas frestas através do céu negro. Com as mangas do moletom que usava enxuguei os resquícios de suor acumulados em minha testa. Ergo a manga do moletom e ao checar as horas resolvo voltar para casa depois da minha corrida matinal. Ao chegar abro a porta de casa e caminho diretamente para meu quarto. Tiro o capuz do moletom que cobria minha cabeça e permito-me respirar relaxando por meros segundos. Adentro o banheiro e dispo-me com rapidez entrando no box e ligando o registro.

   Depois de um banho relaxante, voltei ao quarto e vesti as roupas habituais de sempre. Calça jeans preta, camisa social branca, um blazer da mesma cor da calça, sapatos sociais e o meu relógio de ouro. À frente do espelho ajeitei meus cabelos para um lado e alinhei o blazer sobre meus ombros. Ao terminar tudo por ali peguei a pasta com as minhas aulas, as chaves do carro e o celular. Saí do meu quarto, atravessei o corredor descendo as escadas em seguida. Fui diretamente para a cozinha onde preenchi meu copo térmico com café e leite. Assim que terminei tudo por ali sai pela porta da cozinha que dava direto na garagem.

   Apertei o controle do portão abrindo-o, destravei o alarme do carro logo entrando no mesmo. Deixei minha pasta no banco oposto, o copo no suporte que havia ao meu lado e girei a chave no contato. Minutos depois estava saindo pelo portão e fechei o mesmo pelo controle. Já na rua acelerei em direção à escola, o dia havia amanhecido tímido hoje. Algumas nuvens tomavam conta do céu enquanto a pouca luz do sol atravessa-as. Ao chegar em meu destino deixo o carro no estacionamento, ajeito minhas coisas pegando a pasta e o copo. Saio do carro travando o alarme e me ponho a caminhar em direção à entrada.

   Alguns alunos transitavam por ali, cumprimentei alguns deles com um simples sorriso. As garotas dali normalmente eram bastante oferecidas e praticamente se jogavam pra cima de mim. Porém, elas não me interessavam. Não tanto quanto Nicole, ela sim me interessava e muito. Ao soar do sinal adentrei em minha sala e me sentei atrás da mesa colocando a pasta e o copo sobre a mesma. Aos poucos os alunos foram entrando e ocupando seus devidos lugares. Meus olhos se direcionaram para ela, Nicole. Hoje ela estava com uma calça jeans clara, mas seu decote extravagante prendeu minha atenção. Ela passou por minha mesa sorrindo, não o sorriso de sempre, mas sim um sorriso simples sem maldade.

   - Bom dia turma – pronunciei me levantando, todos responderam em uníssono – Abram seus livros na página cinquenta e três – pedi, e assim eles fizeram – Hoje iremos falar sobre a lei de Hess, que nada mais é que o cálculo de variação da entalpia. Alguém aqui sabe me dizer o que é entalpia? – pergunto e os demais alunos se entreolham.

   - Entalpia é a quantidade de energia que se encontra nas substâncias e que pode ser alterada mediante reações químicas – Nicole diz em seguida morde a ponta de sua caneta. Se ela soubesse o quanto aquilo me deixa louco.

   - Exato – falei indo pegar o pincel.

   Feito isso escrevi no quadro de vidro a fórmula usada para descobrir a quantidade de energia. Em seguida voltei a me virar de frente para a turma e a explicar o restante da matéria. A todo instante Nicole mordia a ponta de sua caneta e ficava me encarando descaradamente com um sorriso discreto nos lábios, porém carregado de malícia. Aquilo já estava me deixando louco, e a cada mínimo movimento que ela fazia meu pau latejava dentro da calça apertada. Minha vontade nesse momento era ir até ela e foder ela ali mesmo, na frente de todos. Mas me controlei.

   Após explicar toda a matéria pedi que fizessem os exercícios da página seguinte. Voltei a me sentar atrás de minha mesa e enquanto os alunos estavam concentrados em suas atividades, me ocupei em corrigir algumas provas. Quando ergui novamente o meu rosto me deparei com o decote de Nicole bem em minha frente com seus seios quase saltando aos meus olhos. A loira deixou seu caderno sobre minha mesa e mordeu levemente seus lábios estampando um sorriso malicioso em seu rosto. Ri baixo me divertindo com suas provocações enquanto negava brevemente.

   Passei rapidamente meus olhos pelas folhas com os exercícios prontos e uma caligrafia impecável. Dando o visto em seguida, Nicole agradeceu com aquele sorrisinho de lado. Pegou seu caderno, virou-se de costas e foi rebolando seu belo traseiro até sua mesa. Seguidamente os alunos foram vindo até minha mesa após terminarem e consequentemente dei visto a todos. Quando o último aluno veio até mim pigarreei chamando a atenção dos demais que agora estavam dispersos. 

   - Nicole venha fazer a correção da primeira questão, por favor – pedi e a garota se levantou parando em frente à minha mesa.

   Estendi o pincel para ela que o pegou com delicadeza de minhas mãos e foi até o quadro. Virei meu corpo relativamente para o lado e discretamente prendi minha atenção no movimento que sua bunda fazia. Sabia que ela fazia aquilo para me provocar e estava conseguindo. Aquela altura do campeonato eu já estava quase tirando meu membro pra fora e batendo uma pra ela ali mesmo. Tentando ao máximo controlar meus instintos apertei a caneta que se prendia entre meus dedos e a palma da minha mão, quase quebrando o objeto.

(...)

   Após o término da terceira aula organizei todas as coisas em minha pasta. Conferi as horas em meu relógio de pulso no mesmo instante em que Nicole adentrou a sala. Fiquei dois horários sem vê-la, pois naquele dia em questão só tínhamos um horário. A garota veio caminhando lentamente até mim com aquele modo sexy e capturei o movimento de seus quadris. A loira parou em frente à minha mesa curvando-se de modo que seus seios ficassem bem próximos do meu rosto. Umedeci os lábios com aquela visão maravilhosa.

   - Só vim avisar que hoje não poderei te fazer aquela visitinha depois das aulas – murmurou e franzi o cenho, confuso com sua afirmação – Tenho trabalho a fazer hoje, mas não se preocupe posso te recompensar outro dia.

   - Está falando sério? – perguntei me levantando e dando a volta na mesa, de modo que ficássemos próximos. Ela assentiu enquanto me escorei na mesa – Nem uma rapidinha?

   - Nem uma rapidinha – negou brevemente, bufei – Mas você sabe que posso te recompensar um outro dia – sussurrou próxima ao meu ouvido lambendo meu pescoço em seguida.

   - Não provoca – falei trincando os dentes e apertando sua cintura, ela gemeu – Geme assim de novo que arranco essa sua calça e te fodo aqui e agora – declarei próximo ao seu ouvido. Meu membro latejando contra a coxa dela que se mantinha no meio das minhas pernas.

   - Vejo que está animadinho – pronunciou tocando meu membro, fixei meu olhar ao seu e então ela apertou meu membro me fazendo gemer – É uma pena que eu não possa te sentir dentro de mim hoje – sussurrou mordendo meu lábio inferior.

   - Você bem que podia me recompensar agora, né?! – pedi quase que em suplica.

   - Podia?! – pergunta fazendo charme enquanto morde meu pescoço devagar, gemo apertando sua cintura com certa força – Tão duro querido – murmura apertando meu membro.

   - Deixa eu foder sua boca? – pedi em um sussurro.

   - Não hoje baby – fala se afastando, a loira sorri me dando as costas e começa a caminhar em direção à saída, no entanto, agarro sua mão antes mesmo que ela saia.

   - Sábado eu vou te foder até você não andar mais – falei pressionando-a contra o quadro de modo que ela pudesse sentir minha ereção em sua bunda, a mesma geme – Agora vai antes que eu perca o controle e te foda gostoso.

   - Até mais Bieber – Nicole fala deixando um beijo no ar após nos separarmos, em seguida deixa a sala.

P.O.V'S Nicole Somerville

Long Beach, Califórnia do Sul, EUA

Quinta-feira, 12:00 PM 

Biblioteca de Long Beach 

   Depois do término das aulas peguei meu carro no estacionamento da escola e segui diretamente para onde as meninas haviam combinado de fazer o trabalho. Estudaríamos em uma biblioteca aqui perto, fora da escola, já que elas quiseram assim. Para falar a verdade eu não estava muito afim de fazer esse trabalho em grupo, até porque eu e Taylor não nos danos muito bem. A vadia loira não perde a oportunidade de me alfinetar sempre que pode, desde o dia em que a peguei com meu ex-namorado na cama.

   Ainda me lembro perfeitamente daquele dia, os dois nus em cima da cama dele, a vagabunda rebolando em cima dele. Os gemidos dos dois idiotas, as caras de deboche para mim. Foi um baque para mim, óbvio. Imagina você pegar seu namorado na cama com a garota que você mais confiava, que achava ser sua melhor amiga. O pior tipo de traição que existe é quando é vindo de alguém em quem você confiava. De qualquer forma, isso já é passado. Estacionei o carro em frente à biblioteca e peguei minha bolsa no banco ao lado.

   Caminhei em direção à entrada empurrando a porta e encontrando poucas almas vivas dentro daquele lugar. Incluindo o grupo com o qual eu faria o tal trabalho. E no meio de todos eles, lá estava ela. A vadia loira com o sorriso de puta estampando nos lábios enquanto flertava com Josh. Revirei meus olhos e me praguejei mentalmente por ter entrando justo naquele grupo. Das cinco pessoas presentes ali eu só não gostava mesmo da Taylor, o resto eram amigos de anos. Me aproximei deles em passos lentos e cautelosos. Todos me olharam, inclusive Taylor, que sorriu debochada.

   - Olha só se não é a pequena vadia – murmurou, os lábios relativamente grossos sendo preenchidos pelo seu típico batom vermelho sangue. Revirei meus olhos sentando na cadeira em frente à ela – Achei que estaria transando com algum carinha por aí – alfineta.

   - Talvez estivesse, se por um acaso eu chamasse Taylor – alfinetei de volta, fazendo as pessoas ali presentes rirem da situação – Agora chega de ladainha e vamos fazer logo esse trabalho.

   -  Claro – Lindsay disse ao meu lado – Estávamos discutindo antes de você chegar. Poderíamos dividir cada parte para cada um de nós. Assim cada um faz sua parte e não precisaremos ficar nos encontrando sempre.

   - Seria ótimo, evitaria possíveis conflitos – opinei olhando de relance para Taylor que mantinha seu olhar raivoso preso em mim – Podem me passar qualquer parte que eu faço.

   - Tudo bem – Lind diz abrindo seu caderno sobre a mesa redonda de madeira – Você poderia ficar com a parte de desenhar, já vi seus desenhos e eles são ótimos – ela fala me olhando e concordo.

   - Por mim tudo bem, é só escolherem alguma das telas e eu faço – falei, Lind procurava algo em seu livro.

   - Aqui, poderíamos falar sobre as obras de Leonardo da Vinci – fala apontando para uma tela desenhada em seu livro – E você poderia desenhar essa aqui, “Mona Lisa” – concluiu.

   - Posso sim – afirmei me aproximando mais da morena.

   Me concentrei ao livro e à explicação de Lindsay sobre a obra e ela me contou também um pouco sobre o pintor. Os demais estavam dispersos em assuntos desconhecidos por mim, e pouco me importava no momento. Não tenho paciência para as futilidades que eles estavam acostumados a tratar sempre. Inclusive as baboseiras que saiam da boca de Taylor, por isso preferi ficar na minha com Lindsay. 

   - Bom, já que é só isso eu vou indo – me pronunciei guardando um caderno que havia retirado a pouco tempo – Darei início ao desenho ainda essa semana.

   - Isso se a pequena vadia não ficar ocupada demais com outras coisas – Taylor insinuou.

   - A única vadia que tem aqui é você – afirmei indiferente – Além de vadia, ainda é falsa, por dormir com o namorado da pessoa que chamava de melhor amiga – completei já me levantando.

   - Olha aqui cachorra, você não me chama de falsa – Taylor irritou-se, se levantando e apontando o dedo para mim – Eu não sou nenhuma falsa, muito menos vadia. Apenas melhor de cama do que você.

   - Ah não é? – perguntei debochada – E quem dorme com o namorado da amiga é o que? Agora trocaram os adjetivos de vadia para boa de cama? – perguntei com aquela dose de veneno e cinismo – Sabe Taylor, eu só tenho pena de você. Agora se me dão licença.

   Após dizer isso sai da biblioteca em passos firmes e raivosos, Taylor conseguia me tirar do sério quando queria. Senti o celular vibrar em meu bolso e o tomei em minhas mãos. Desbloqueei a tela e era uma mensagem de minha mãe avisando que ela e meu pai não passariam a noite em casa. Ótimo.

(...)

   Dirigi o mais rápido que pude, e praticamente atravessei a cidade. Aproveitei que meus pais não estariam em casa e fui para a casa de Justin. Por mais que tivéssemos nos visto a poucas horas já estava com saudade dele. Saudade do seu calor, dos seus beijos, das suas carícias e tudo o que se relaciona ao Justin. Ultimamente ele tem sido a melhor coisa que me aconteceu, não só fisicamente, mas também sentimentalmente. Ele mexia comigo de todas as maneiras possíveis. Quando eu o via meu mundo parecia parar, o calor percorria por todo meu corpo, quando seus olhos se fixavam aos meus ele me trazia as sensações mais pecaminosas, os sentimentos mais sórdidos, os pensamentos mais impuros.

   Mas também me trazia boas sensações, bons sentimentos e bons pensamentos. Ele era a mistura perfeita de quente e frio, sensualidade e delicadeza, amor e ódio. Justin tinha seus cinquenta por cento anjo e os outros cinquenta por cento demônio. Simplificando, ele era tudo o que tinha de bom e ruim em uma única pessoa. Era tudo o que eu precisava e até além disso. Após chegar em frente à casa dele, deixei o carro parado ali em frente, encostado ao meio-fio e sai. Caminhei até a porta e dei duas batidas esperando-o.

   Minutos depois o loiro estava a frente da porta, vestido apenas com uma calça de moletom e sem camisa. Deixando as tatuagens espalhadas por seu corpo expostas. Umedeci os lábios com  aquela visão maravilhosa de seu belo corpo que parecia refletir. A manta de desejo cobriu meus olhos de maneira descomunal e pude sentir o calor e o fogo emanando do corpo de Justin. Sem pensar duas vezes ataquei seus lábios empurrando-o para dentro de casa e fechando a porta com meus pés. Ele, parecendo ainda meio surpreso com o ato repentino correspondeu depois de um tempo. Senti meu corpo caindo sobre o dele em um baque.

   - Nossa – Justin falou ofegante ao nos afastarmos, seus olhos brilhando em desejo, sua boca avermelhada – Você não deveria estar fazendo trabalho?

   - Já terminamos por hoje – falei controlando a respiração – Acho que devo te recompensar por hoje mais cedo – declarei acariciando seu abdômen duro e definido com as pontas dos dedos.

   - Mas e seus pais? Eles não vão ficar preocupados? – perguntou mostrando-se preocupado com a situação.

   - Eles não vão estar em casa hoje – falei olhando profundamente em seus belos olhos castanho reluzentes – Podíamos aproveitar essa noite, hm?!

   - Claro que sim – Bieber diz se virando em cima de mim.

   Toquei o membro duro de Justin por cima da calça de moletom, apertando em seguida. Recebendo gemidos em resposta, o loiro me segurou pelos pulsos impondo certa força. Seus lábios quentes e macios tocaram meu pescoço fazendo espasmos percorrerem por minha espinha dorsal. Mordi meu lábio ao sentir seu membro rígido contra minha perna. Justin tirou minha blusa, meu sapato e também minha calça, deixando-me apenas de peças íntimas. Seu olhar ardente queimou sobre meu corpo, ele ficou ali me admirando por longos e incontáveis minutos até resolver por fim tomar meus lábios novamente. Deixei sua língua acariciar cada canto da minha boca, podendo sentir seu gosto maravilhoso e seu toque quente.

   Ergo meu quadril encontrando seu membro duro, rebolando em seguida. Ele geme apertando a carne do meu quadril ainda me beijando vorazmente. Arranhei suas costas ao sentir sua mão grande tocando minha virilha. Os poros do meu corpo de arrepiaram ao sentir aquele toque tão íntimo. Nossas línguas travando uma batalha intensa por espaço, à procura do prazer. Deixei que minhas mãos deslizassem livremente pela pele tatuada de seu abdômen tão rígido. O loiro mordeu minha boca, deixando seus lábios escorregarem por meu pescoço, em seguida pelo colo dos meus seios e barriga até enfim chegarem a minha intimidade coberta pelo pano fino de renda.

   Seus olhos ergueram-se encontrando os meus, e de repente o fogo ardente tomou meu corpo. O sorriso malicioso e carregado de intensidade brincava em seus lábios. Foi então que senti o deslizar de minha calcinha por minhas coxas até ser retirada completamente se perdendo em meio às demais roupas. Sua língua tocou com destreza meu ponto mais sensível fazendo minha cabeça rodar. Gemi alto sentindo-o me deixar ainda mais lubrificada do que já estava. Minhas mãos pousaram em seus cabelos puxando-os com certa força, seus dentes cravaram-se em meus lábios vaginais e um grunhido agudo rasgou minha garganta.

   - Olha como você me deixa – Bieber falou apontando para seu membro duro, através da calça – Só você é capaz de me deixar tão duro assim Nicole – sussurrou mordendo o lóbulo de minha orelha.

   - Me fode Justin – pedi manhosa, eu precisava dele dentro de mim – Quero sentir você o mais fundo possível – declarei arranhando seu braço que estava apoiado ao lado da minha cabeça.

   - Você quem manda – murmurou chupando meu pescoço.

   Sem mais delongas o homem sobre mim tirou meu sutiã, e as roupas que ele vestia. Vi seu braço se esticar até a gaveta da cômoda ao lado do braço do sofá, logo atrás de mim. Novamente ele estava sobre mim, meus olhos acompanharam seus movimentos quando ele rasgou a embalagem da camisinha, um ato bem sexy. Depois de estar devidamente protegido seu membro me invadiu com força e rapidez. Escorreguei no sofá ao senti-lo tão fundo, minhas mãos subiram tocando seu peitoral rígido até encontrarem seu rosto. Puxei-o para um beijo quente enquanto ele se enterrava fundo em mim. Meus seios duros roçando em seu peitoral quente e firme, minhas mãos deslizando por sua nuca e costas, as mãos deles tão firmes em meu quadril.

   Me permiti viajar e me perder naquele mundo de perdição repleto pelas chamas da paixão. Nós dois éramos o tipo certo de errado. Éramos como a gasolina e o fogo, juntos poderíamos causar muita destruição, até para nós mesmos. Mas é bom quando ele está dentro de mim. Corpos pressionados, como se quisessem se fundir, o suor se misturando, o calor sendo trocado entre os dois corpos. Meus cabelos são bruscamente puxados no instante em que minha boca já não está mais na dele. Seu olhar encontra o meu e o fogo ardente misturado ao desejo queimava em suas íris escurecidas. Meu corpo foi puxado para cima do seu, fazendo minha pele desgrudar do estofado do sofá. 

   Deitada sobre ele cavalguei com rapidez com seu membro me preenchendo de maneira deliciosa. Suas mãos presas na carne da minha bunda, apertando, esmagando minha carne, pressionando mais nossas intimidades. As palavras sujas escapando de seus belos lábios enquanto meu corpo ardia ao ouvi-las. Sua voz tão sexy e aveludada tocando meus ouvidos como música. Aquela boca avermelhada, perfeitamente desenhada agora tocando meu seio direito bem próximo ao seu rosto. Sua língua tocando meu mamilo vagarosamente como uma tortura e o contato de sua pele tão quente. São sensações que eu jamais poderia esquecer.

   - Tão quente baby – ele sussurra deslizando sua mão por todo meu corpo.

   - Só você me deixa tão quente assim – sussurrei de volta.

   Com as mãos espalmadas em seu peitoral, quiquei sobre ele arrancando gemidos de ambos. Mordi o canto da boca quando senti sua mão grande batendo contra minha bunda e apertando-a em seguida. Mais uma vez, ele trocou as posições, como em fração de segundos e novamente estava abaixo de seu corpo másculo. Seus lábios acalentando minha pele quente e suada, e minhas mãos sobre seus largos ombros. Sua língua escorregando para dentro de minha boca a medida que seu membro me atingia. Deixei minhas unhas rasgarem sua pele ao senti-lo tão forte e fundo.

   Suguei sua língua mordendo levemente a ponta da mesma e nos separando novamente. Minhas pernas tremeram, minha respiração se tornou pesada, meu ventre se contraiu e um gemido de satisfação escapou quando atingi meu ponto alto, me derramando ao seu redor. Quatro entocadas seguintes, seu corpo caiu exausto sobre o meu, tão quente quanto fogo. A respiração ofegante batendo contra minha pele suada, seus lábios levemente pressionados em meu pescoço, e minhas mãos repousadas nas costas largas dele.

   - Vamos tomar um banho? – perguntou erguendo seu rosto e concordei.

   Bieber se levantou me puxando junto dele sem sair de dentro de mim, e ele subiu as escadas assim. Comigo em seu colo e seu membro acomodado dentro de mim. Ao chegarmos no banheiro de seu quarto, Bieber saiu de mim pondo-me no chão. Ele livrou-se da camisinha, descartando-a no lixo próximo a bancada do lavatório. Suas mãos pousaram em minha cintura e guiaram-me para dentro do box. Em questão de segundos a água morna nos atingiu e um ruído foi ouvido quando ele me puxou pela cintura grudando minhas costas ao seu peitoral.

   Seus braços firmes se envolveram ao redor de meu corpo me apertando cada vez mais contra ele. Seus lábios tocaram a minha pele carinhosamente, beijando minha pele agora molhada pela água morna. Deixei minhas mãos caírem em seus braços que me envolviam de maneira confortável. Deitei minha cabeça em seu ombro recebendo um beijo em minha bochecha, instintivamente sorri com o ato. O loiro deixava suas mãos escorregarem por todo meu corpo acarinhando-me. Fechei os olhos apreciando suas carícias lentas, mas que bastavam para me arrepiar. Estar ali em seus braços era a melhor sensação.


Notas Finais


Amores, esse é o cap de hoje, espero que gostem! Até o próximo!❤❤


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