História Tender Love - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Hunhan, Kaisoo, Kristao, Sulay, Tender Love, Xiuchen
Exibições 69
Palavras 2.406
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi tdbo? Eu to enrolando mesmo, keridos! Vocês só vão saber o destino que Kaisoo tomará depois de anos! Mwahahahhahshs
Enfim, boa leitura, amoguinhos.

Capítulo 7 - O Passeio


- Jongin, o que eu tenho a ver com essa conversa? - Kyungsoo perguntou confuso.

- N-nada. - Menti. Eu sei que estou errado em fazer isso, mas eu não iria jogar as cartas na mesa logo de cara sem ao menos saber o que sinto realmente.

- Kai, a gente precisa conversar depois. - Sehun falou e saiu. - Até mais. Tchau Kyungsoo.

- Tchau, Se... Não sei - Ele riu - Eu sempre esqueço o nome dos seus amigos. - Kyungsoo disse.

- Normal, você ainda não os conhece, tirando Baekhyun e Luhan. - Disse e segurei seu ombro. - Tem com quem ir para casa hoje? - Perguntei e ele negou - Ótimo, eu te levo.

- Não preci-

- Precisa sim. - O interrompi e o puxei para fora do colégio. - Me conta, o que você achou do colégio?

- Achei bem legal, conheci pessoas legais, também. - Ele disse e eu sorri.

- Gostou de alguém? - Perguntei curioso, confesso.

- Ah, eu conheci uma garota muito legal, o nome dela é Hyoyeon. - Ele disse, parecia sorrir de canto e isso me incomodava.

- E você tentaria algo com ela? - Murmurei num tom em que ele conseguiria claramente ouvir, e ele poderia perceber o que eu estava sentindo.

- Talvez... - Ele disse e eu revirei os olhos. - Ela é bonita. - Ele confessou, senti meu sangue ferver, e não sabia o motivo dessa fervura.

- Ah, tá. Vamos, antes que sua mãe estranhe que você está demorando. - Eu disse grosseiramente, o puxando pela mão rua abaixo. Ele me parou e me encarou.

- J-Jongin, você 'tá bem? - Ele perguntou olhando nos meus olhos, mesmo que fosse mais baixo, ele se esforçava para olhar no fundo dos meus olhos.

- Tô. - Respondi seco ainda emburrado.

- Você fica tão fofinho emburrado que eu quero apertar suas bochechas. - Ele disse aproximando as mãos de minhas bochechas.

- Não senhor, Kyunggie. Eu não vou deixar você apertar minhas bochechas. - Provoquei-o com o apelido e o vi ruborizar. - Você fica fofo corado.

- Não sou fofo. - Ele cruzou os braços e fez bico.

- É sim. Olha, parece uma criancinha emburrada. - Eu ri apertando suas bochechas.

- Para de dar uma de vó, Jongin. - Ele disse ainda emburrado. - Percebeu que a gente parou no meio da rua? Vamos logo, minha Omma deve estar preocupada comigo.

- Eu não to dando uma de vó. - Disse - É verdade, vamos logo antes que sua Omma te bata por chegar tarde.

- Minha Omma não é de bater. - Disse e continuamos a andar pela rua.

Assim que chegamos perto da casa de Kyungsoo nós nos despedimos com um abraço.

- Tchau, Jongin. Obrigado por me trazer até aqui. - Ele sorriu e veio me abraçar de novo, dessa vez ele veio me dar um beijo na bochecha, mas eu sem querer virei o rosto para o lado que ele iria deixar o beijo e nós demos um selinho. - Er... Tchau Jonginnie. - Ele sorriu sem graça e entrou para dentro de casa.

- Tchau... Kyungsoo... - Eu estava totalmente perdido, não sabia se havia gostado do selinho, ou se achava errado... Eu estava confuso e resolvi correr para minha casa, sorri ao perceber que minha casa era próxima da de Kyungsoo.

∆Huang Zitao∆

- *Aish, YiFan! Eu já disse que não te quero perto dela, mas que saco!* - Eu dizia para Yifan.

- *Calma, Tao! Ela é só uma garota desconhecida, você é meu melhor amigo, você sabe disso!* - Kris - que era o apelido de YiFan - acabara de dizer que eu era apenas amigo dele. Isso era humilhante.

Saber que a pessoa que você gosta te considera apenas um amigo é torturante, você não pode fazer nada além de se lamentar pelos cantos por estar sendo deixado na famosa "friendzone". Eu não queria ser deixado na friendzone, faria de tudo para conseguir conquistar Wu YiFan, nem que eu entre em sua casa aos berros, e depois me jogar em cima dele de langerie, cauda, orelhas e chicote. Eu faria de tudo para ter YiFan como meu.

- *Tá, YiFan, tá. Na aula a gente se fala.* - Desliguei o telefone antes que ele pudesse dizer apenas mais uma palavra. Sua voz era linda por telefone, e mais ainda pessoalmente, cara a cara, ao vivo e a cores.

- *Aish!* - Kris bufou do outro lado da linha, depois que o garoto com olheiras naturais desligou.

- Tao, você é completamente idiota! Você desligou na cara dele! - Me repreendi.

- Filho, posso entrar? - Ouvi minha mãe bater em minha porta e chamar pelo meu nome.

- Pode entrar, mãe. - Permiti que ela entrasse. - O que traz a senhora aqui?

- Eu ouvi você conversando com aquele rapaz alto e bonito. - Ela disse. Minha mãe era do tipo de mãe que gostava de fazer o filho passar vergonha na frente da namorada. Só que no meu caso, era - quase - namorado. - Sobre o que vocês estavam conversando? Era sobre ele tirar o seu BV?

- Mãe! - A repreendi - Eu não sou BV, mãe. E desde quando a senhora sabe que eu gosto dele? - Confessei e nem percebi.

- Você acabou de confessar que gosta dele, Taozi. - Ela disse entre risadas. - Vocês dois combinam.

- E-eu e o YiFan? - Gaguejei. - C-como assim, combinamos? - Perguntei envergonhado, eu deveria estar vermelho como um pimentão, mas eu não me importava.

- Vocês se completam, Tao. - Ela disse. - Vocês parecem um quebra-cabeça, mesmo que vocês tenham diferenças, vocês se encaixam. - Ela declarou, me fazendo fungar segurando as lágrimas.

- Aish, Omma! A senhora quase me fez chorar! - Confessei limpando as lágrimas. - Que discurso lindo, senhora Huang! - Brinquei e ela sorriu.

- Espero que num futuro bem próximo ele se toque que você gosta dele e vocês fiquem juntos, filho! - Ela profetizou. - Agora me deixa ir até a cozinha ver se o jantar já 'tá pronto, te amo filho! - Ela depositou um beijo em minha bochecha e saiu do quarto, descendo as escadas cantarolando.

- Será que é real? Minha mãe me apóia mesmo? Eu sempre suspeitei que ela apoiasse, mas depois disso, ela se tornou a melhor mãe do mundo, mesmo que seja apenas ela e meu irmão na minha vida.

Meu pai foi embora quando eu tinha apenas 6 anos, e pelo que eu desconfiava ele traía minha mãe. Ele nos deixou assim que soube que minha mãe estava grávida de meu irmão mais novo, ele não queria assumir mais um filho, minha mãe me contou que ele já não queria me assumir, mas foi obrigado pelos meus - agora falecidos - avós paternos. Ele não me fazia falta, mas eu via que minha mãe ficava um pouco abalada ainda que olhava para meu irmão. Em meio aos meus pensamentos, fui interrompido pelo meu celular, que vibrava a cada 5 segundos. De primeiro instante, pensei que seria ligação de Kris, mas era mensagens dele.

     *Tao, por que não me mandou nenhuma mensagem?*

     *Talvez porque eu falei que na escola a gente se falava?*

     *Mas eu quero conversar agora.*

     *Mas eu não quero, poxa Kris, eu tô cansado, sério! No colégio a gente se fala, tá? Boa noite*

     *:( :( :( Boa noite.*

Era fofa a forma que YiFan me tratava, parecíamos namorados, mas parece que quando falam isso, ele fica um dia afastado de mim, conversando seco e só por mensagem comigo. Isso me deixava completamente aflito, sem YiFan para conversar, eu passava o dia inteiro no tédio sem nada para fazer. Eu, nesse momento, estava - praticamente - jogado na cama, com a cara amassada de um lado e completamente triste.

- Eu não sei se vou aguentar ficar esse tempo todo sem falar com YiFan. - Era final de semana, madrugada de sexta para sábado, e eu não sabia o por que de ter dito que falaria com ele apenas no colégio, sendo que estava para entrar em um - agora longo - final de semana.

Rolei a noite toda pela cama, sem um pingo de sono. Eu estava cansado, mas com a consciência pesada de estar rejeitando meu melhor amigo. Seria isso um orgulho meu? Eu não poderia fazer isso com meu amigo, poderia? Ele se chatearia ao ver que eu estava o ignorando este final de semana? Tomara que não. O sono bateu e logo me vi dormindo, na mesma posição que estava enquanto pensava.

∆ Park Chanyeol ∆

Era manhã de sábado e eu acordei animado. Eu não sabia o motivo de tamanha animação. Talvez - só talvez - seria porque iria levar Baekhyun em um parque de diversões, no qual o baixinho adorava ir quando era menor - não que ele fosse grande agora, mas sim quando criança. Me levantei da cama e fui direto para o banheiro, como sabia que ficaria horas me arrumando, eu resolvi já tomar meu banho e escolher a roupa que eu iria vestir. Assim que terminei meu banho e minhas higienes matinais, comecei a me arrumar. Tirei praticamente todas as roupas de meu guarda-roupa e jogar em minha cama. Eu comecei a ficar desesperado porque ao meu ver, eu não tinha nenhuma roupa para vestir, precisava ir as compras. Encontrei uma roupa razoável e a vesti, eu estava até que apresentável para Baekhyun. Fui até a parte de sapatos e logo encontrei um que combinasse com minhas vestes, o calcei e fui arrumar meu cabelo. Arrumei minhas madeixas e desci para me alimentar, mesmo que comeria algo nas barracas do parque. Subi novamente para meu quarto e escovei os dentes, ainda joguei uma bala de menta em minha boca para me prevenir de qualquer hálito ruim que pudesse sair de minha boca. Ouvi a campainha ser tocada e corri para atendê-la. Sorri ao ver que era Baekhyun, ele estava muito bonito e me sentia apenas um poste orelhudo vestido normalmente perto deste baixinho.

- Oi, Channie! Nossa, você 'tá muito bonito! - Ele me cumprimentou, corei ao ouvi-lo me elogiar.

- Obrigado, Baekkie, você também está lindo. - O agradeci e logo em seguida o elogiei, o vendo corar e abaixar a cabeça. Acariciei seus cabelos e o levei para fora de casa, assim, trancando a porta.

- Seus pais não estão em casa?

- Não, eles viajam muito constantemente e me deixam aqui sozinho, mas eu não vejo problemas, já me acostumei e acho que é uma boa iniciativa já que em breve eu vou ter que morar sozinho. - Confessei. - É bom poder se sentir livre dentro da sua própria casa.

- Deve ser mesmo, eu queria morar sozinho um dia! - Ele disse maravilhado.

- Vamos? Temos que ir antes que o parque lote e a gente não consiga andar direito de tanta gente que vai ter lá. - Ri.

- Vamos, eu 'tô ansioso! - Ele disse dando pulinhos de animação, era muita fofura aos meus olhos e o que eu queria fazer ali agora era pegá-lo e apertar.

Não demoramos a chegar no enorme parque, eu morava a algumas quadras do mesmo e ia sempre que podia, e não me cansava, era bom poder se divertir e hoje faria isso com Baekhyun, que parecia gostar também do parque.

- Ai, Channie! - Baekhyun resmungou - Meus pés estão doendo de tanto ficar em pé.

- Calma, já já é a nossa vez de comprar os ingressos e você vai ficar feliz dos seus pés estarem doendo de tanto andar pelo parque. - O acalmei e sorri.

Não demorou para comprarmos os bilhetes para entrar no parque, e então, quando entramos Baekhyun queria sair correndo como uma criança quando ia no parque de diversões, mas eu não permiti com medo de que o mesmo se perderia e até mesmo se machucaria.

- Vamos, Channie, por favoooooor! - O baixinho implorava para ir na roda gigante. - Eu não acredito que um poste como você tem medo de altura! Você tem medo de olhar para baixo também?

- Eu não tenho medo de altura! Eu só... Tenho receio de irmos nessa roda gigante por ela ser muito alta. - Tentei desconversar que tinha medo, mas eu parecia mais ter entregado meu medo do que ajudado a esquecê-lo.

- Awn, que bonitinho! Vem, eu te protejo, mesmo que eu também tenha um pouco de medo. - Ele confessou e me puxou pelo braço até a fila da roda gigante. O mesmo parecia estar com os olhos brilhantes e era algo tão bonitinho de se ver, ele era pequeno e parecia mais uma criança quando quer algo.

Logo chegou nossa vez e eu subi na cabine da roda gigante com Baekhyun, tremendo de medo e ele segurando minha mão, na tentativa de me acalmar. Quando o brinquedo enorme começou a funcionar, tentei me distrair com alguma coisa, e essa alguma coisa estava do meu lado. Já sabia o que iria fazer.

- Baekkie? - Cutuquei o baixinho que se encolhia de medo no banco da roda gigante.

- O-oi?

- Está com medo?

- N-não... - Ele mentia, eu podia ver em seus olhos que o que ele mais queria era um abraço para lhe reconfortar.

Puxei Baekhyun para um beijo, que ficou surpreso. O beijo era calmo, era como se eles literalmente se beijassem no céu, os lábios macios de Baekhyun eram tão bons de se beijar, que eu poderia ficar o dia inteiro beijando aqueles lindos lábios rosados que ele tinha. Comecei a aprofundar o beijo e para pedir passagem, eu suguei seu lábio inferior, e ele permitiu que eu introduzisse a língua ali e logo começamos a dançar com as línguas, eu sentia meu corpo ficar extasiado com o cheiro e o corpo de Baekhyun, eu começava a ficar excitado com apenas um beijo. Assim que o ar se fez presente, separamos o beijo dando selinhos. Foi tão bom que eu poderia repetí-lo, mas o brinquedo parou assim que nos separamos. Ele entrelaçou os dedos nos meus, o que me fez sorrir. Continuamos andando pelo parque e brincávamos em tudo quanto é brinquedo, Baekhyun realmente parecia uma criança e eu adorava isso nele, ele era adorável.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo, amanhã a tarde eu já terei chegado em casa e por isso eu poderei postar normalmente, isso se eu não estiver com preguiça de escrever a fanfic, né? Hihi, amo vcs ❤
Ah, sei que é errado, mas sinto falta de comentários, parece que vocês não lêem entende?


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