História Tender Love - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Hunhan, Kaisoo, Kristao, Sulay, Tender Love, Xiuchen
Exibições 57
Palavras 1.370
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AMÉM TENDER LOVE!
enton, se tiver meio confuso, vou explicar
essa cena aí, que vai vir agora
enton, ela se passa no mesmo tempo que a cena lá toda fluffyzinha chanbaek
HOJE TEM SOFRIMENTO MWAHAHAHAHA
ta, desculpa, leiam e entendam

Capítulo 8 - Tretas


Na casa de Kyungsoo/Mesmo momento que encontro ChanBaek

Do KyungSoo

- O que é isso? - Pergunto assim que entro na sala, dando de cara com aquele homem - O que ele está fazendo aqui?

- Filho... - Minha mãe disse, se soltando do homem e andando até mim, que recuei. - Nós... precisamos conversar sério. - Ela voltou para onde estava. Abraçada ao lixo humano que o homem era. Ela me olhou com uma expressão sofrida e que precisava realmente conversar, então eu cedi, porém, saí andando do lado oposto do homem.

- O que nós temos para conversar, mãe? - Digo friamente, ignorando totalmente o homem ao lado dela. - Eu já conversei com a senhora, já disse que não quero ele na nossa casa.

- Mas Kyungsoo... - Ela começou a listar um monte de coisas que poderiam acontecer na presença dele na nossa casa, eu só conseguia ouvir que ele queria usá-la para algo e ir embora. Não conseguia encontrar razão para que ele morasse conosco novamente. Meu pai era um lixo humano, eu tenho nojo de dizer que ele quem colaborou para que eu nascesse.

- Mãe. Eu já disse que não concordo. Se ele voltar, eu passo a morar em um hotel. - Chantageei. Era a única arma que eu poderia usar no momento.

- Sua mãe já disse que quer que eu volte, você não é um adulto e ainda vive as custas dela, tem que fazer o que ela quiser. - Ouvi um timbre de voz diferente. Que direito ele tinha para se intrometer em uma conversa que nem sequer haviam o chamado? - Se ela escolher algo, você deverá obedecer. Foi assim que eu te eduquei.

- Cala a boca. Eu estou conversando com a minha mãe, você só está aí de enfeite, velho. - Disse seco.

- Me respeita, moleque! - Ele levantou o tom para mim, eu já estava disposto a levantar e jogar na cara dele todas as verdades possíveis. - Se você não sabe usar a educação que lhe dei, finja pelo menos que você tem uma!

- Eu uso a minha educação com quem merece. Você não me educou e muito menos tem o direito de opinar nas decisões da minha família. - Retruquei. Aquele velho estava me dando nos nervos com as coisas que saíam de sua boca.

- Você não tem o mínimo direito de falar assim comigo! Eu sou seu pai e você me deve respeito, ou por acaso seus namoradinhos te fizeram mal-educado? - Ele disse as últimas palavras com um sorrisinho, pois sabia que eu era gay e esse fora o motivo para que ele deixasse nossa família.

- CALA A BOCA! Eu não te devo satisfação alguma sobre isso, e muito menos devo ter respeito com você, já que nos fez passar tanto aperto! Você é um lixo humano, eu tenho nojo de olhar para a sua cara! - Cuspi as palavras e já sentia as lágrimas serem empurradas para fora.

- VOCÊ ACHA QUE EU NÃO TENHO TAMBÉM? TE OLHAR QUANDO NOS ENCONTRAMOS É HORRÍVEL, VER QUE VOCÊ DESPERDIÇOU TUDO QUE EU TE DEI VIRANDO... UM VIADINHO DE MERDA! - Ele gritava e eu revivia a cada minuto mais o meu passado.

- ABAIXA ESSE TOM PARA FALAR COM O MEU FILHO! JÁ CHEGA, SAI DAQUI AGORA! - Minha mãe se pronunciou, e ela tinha uma expressão de que havia errado em chamar aquele monstro para conversar, porém ela gritava com o homem da mesma forma que ele gritava comigo.

- Eu já vou mesmo, não aguento mais olhar na cara desse ser humano esquisito que nem chorar igual homem sabe. Para mim, você é apenas um adolescente desconhecido, Kyungsoo. - Ele cuspia as palavras na minha cara e as lágrimas desciam sem eu saber que desciam, eu não acreditava que um lixo tão grande como aquele pudesse ser tão bajulado.

- Eu não preciso de você na minha vida, cresci sem sua presença e não vou me importar de não a ter em minha adolescência. - Disse com a voz falhada por causa das lágrimas entaladas e subi correndo para meu quarto, me jogando na cama.

Kim JongIn

Eu estava sentindo uma angústia, porém não sabia o que era. Sentia isso desde que acordei, era horrível e sentia meu peito apertar toda vez que o que acontecia se intensificava. A dor ficava maior com o tempo e eu já me via andando de um lado para o outro preocupado com o que pudesse estar havendo, sem mesmo saber o que era.

Eu queria poder ter o número de Kyungsoo agora, para desabafar.

Pensei. Desde que eu dei um selinho em Kyungsoo - mesmo que sem querer - eu sentia algo estranho se remexer dentro de mim desde que eu via Kyungsoo por perto. Sabia que poderia ser algo ruim, mas toda vez que ele chegava a menos de um metro de distância do meu corpo, eu sentia meu coração pular como se estivesse em uma cama elástica e nunca se cansara de fazer aquilo. Eu não sabia o que era, porém sabia que me fazia me sentir bem. Ter Kyungsoo por perto, de certa forma, me fazia bem. Aquele garotinho com sorriso de coração era realmente adorável e me fazia ter vontade de colocá-lo em um potinho, apenas para protegê-lo do mundo cruel que o aguarda.

- Jongin? - Ouvi uma voz suave feminina vir do lado de fora da porta - Preciso falar com você. - Era Krystal. Minha namorada.

- Krys? O que foi? - Perguntei levantando preocupado da cama. Ela havia chegado com um tom sério - O que aconteceu?

- Aconteceu que eu não quero mais, Jongin. - Ela disse friamente - Eu não aguento mais ser trocada pelos seus amigos! Todos os dias você mal fala comigo, fica o dia inteiro com seus amigos e um garoto esquisito! Eu cansei! - Ela aumentou o tom de voz e eu poderia sentir sua voz um pouco falha por conta do choro que ela segurava.

- Como assim? - Perguntei, mas já tinha alguma noção do motivo dela.

- Você mal fica comigo esses últimos dias, eu sou o que para você? Sua namorada ou uma garota qualquer? Ah, corrigindo. Ex-namorada. - Ela fez questão de dar ênfase na palavra "ex", indicando o que ela era minha agora. - Tchau. - Ela saiu bufando e bateu a porta do meu quarto. Eu estava confuso, mas eu não me sentia arrasado, e eu não sabia o motivo. Eu me sentia totalmente normal, mas pensei em como Krystal poderia estar mal e me senti - de início – culpado. Assim que meu sentimento culpado foi embora, corri para ir atrás da mesma, mesmo não querendo reatar o namoro.

Assim que desci as escadas correndo e pegando meu casaco, minha mãe me olhou com uma cara de “ o que está acontecendo? ”. Apenas ignorei e saí correndo de casa, tentando alcançar os passos de Krystal, que para a minha infelicidade já havia se enfiado em qualquer rua, talvez pensando em fugir de mim.

Ela não me deve satisfações, eu vacilei e ela já disse todos os motivos, talvez eu devesse me afastar dela e deixá-la no seu espaço, já que aparentemente ela não quer olhar na minha cara.

Com esse pensamento, me dirigi até minha casa, andando normalmente, até que vi um homem estranho sair da casa de Kyungsoo – visto que sua casa era a algumas ruas da minha – pisando duro, com um paletó no braço direito, se dirigindo à um carro que aparentava ser caríssimo. Dava para ver do vidro da casa de Kyungsoo que o mesmo – agora – chorava sendo consolado pela mãe. Logo percebi que o motivo de o pequeno estar em prantos, era simplesmente o homem que saíra de sua casa. Senti meu sangue ferver e a minha visão ficar um pouco turva – talvez por conta da raiva que tomava meu corpo – e agora eu só sentia vontade de esfolar a cara daquele homem, que provavelmente tinha ido ali apenas para fazer com que Kyungsoo sofresse, visto que que ele estava com um sorriso cínico no rosto assim que entrou no carro que lhe pertencia. 


Notas Finais


EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
Treta.
fudeu viado
será que vai dar ruim?
Kaistal acabou... adoro (desculpa)
comentem pra mim pra dizer oq acharam do cap de hoje ok?
me segue no twitter pra caso tenha alguma atualização sobre a fanfic @findkaisoos
amo vcs, até mais!


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