História Tenente Bieber - Capítulo 20


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Categorias Justin Bieber, Lucy Hale
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Jensen Ackless, Justin Bieber, Lucy Hale, Romance, Tenente Bieber
Exibições 700
Palavras 2.330
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Muito obrigado pelos 321 FAVORITOS, é realmente incrível! Nunca achei que passaria dos cem.

Capítulo dedicado a Sara Sampaio mãe da pequena Sofia e Autora de Sr. Bieber, que descobri ser uma grande fã dessa história essa semana.

BOA LEITURA 📖😊

Capítulo 20 - True Disaster


Fanfic / Fanfiction Tenente Bieber - Capítulo 20 - True Disaster

“Alguns amores foram feitos para existir, e não para acontecer” - A Escritora de Bar.

                 POV’s Lucy Hale

Ele já havia tomado os meus lábios para si, com volúpia, segurando firmemente em minha cintura enquanto eu puxava os seus fios de cabelo, com a mão direita pousada sobre sua camisa, apertando-a contra meus dedos e retribuindo o beijo na mesma intensidade. A festa estava animada, e a música era boa o bastante para que ninguém notasse quando Justin me tirou da pista de dança, me guiando por um corredor preenchido de luzes florescente até entrar comigo dentro do banheiro feminino e me arrastar para cabine mais próxima. Assim que eu ouvi o som do clique da fechadura na porta, senti aquela conhecida estática se alinhando entre nós. Precisei de alguns longos segundos para me tocar do que estava acontecendo, parecia assustador enxergar com clareza agora, por mais que eu nunca o faça quando ele se mantinha por perto. Estávamos presos. Ele me tomaria como uma droga, e me provaria na sua língua. Mas eu sei que eu vou me machucar, então ele vai continuar jogando com as amarras do meu coração mais e mais rápido, e talvez, Justin pode ser exatamente o que eu não quero, meu verdadeiro desastre.

Ele é um daqueles cálculos que sempre ferram com a gente nas aulas de matemática. E eu sou daquele tipo de aluno persistente, que quebra a cabeça para tentar lhe entender.

— Por quê me trouxe aqui? - eu mal conseguia respirar, minhas pernas ficaram bambas, como se não soubessem se deveriam desabar ou se manterem firme e no lugar. Mordi meu lábio inferior, me odiando por proferir uma pergunta tão imbecil. Eu sabia muito bem o que ele queria. Mas eu cederia?

Os cantos de sua boca se levantaram; Ele estava zombando de mim. Engoli em seco, com meu queixo caído, incapaz de parar de olha-lo. Sem dizer nada, ele se inclinou para frente acabando com qualquer espaço entre nós, tomou minha mão e a pressionou firme contra sua ereção, que estava se arqueando em minha mão, sem pensar, envolvi meus dedos ao redor.

— Ficou assim só de me observar dançando?

— Não conhecia esse seu lado exibicionista. - ele me estudou com um sorriso em seus lábios, mas os olhos fixos em algo mais excitante.

— Eu também não.

— Minha influência sobre você é maior do que eu imaginava - murmurou para si, beijando meu ombro delicadamente. — Veremos até onde vai.

Seus dedos tocaram a barra do meu vestido por trás, e então ele subiu o tecido, deslizando a mão pela minha calcinha, passando pela bunda e entre minhas pernas onde eu definitivamente desejava seu toque. Justin me virou e pressionou meu corpo contra a parede, aquela posição vulnerável não me envergonhou: Eu me arqueava para trás em sua mão, já completamente perdida. Eu não conseguia fingir que não queria também, porque não importa quantas barragens eu construa entre mim e ele, Justin vai sempre achar um jeito de destruí-las e me tomar em seus braços.

É hora de aceitar que estávamos dolorosamente ligados. Um vínculo único e resistente, provavelmente inquebrável.

— Você está muito molhada, Lucy. Você gosta? A ideia de que estamos fazendo isso aqui?

Eu não disse nada, pois fiquei com medo do que poderia ser a resposta, e perdi o fôlego quando ele deslizou um longo dedo dentro de mim. Eu queria ser irresponsável, selvagem, jovem, eu queria viver para mim mesma pela primeira vez na minha vida.

A ponta de seu dedo circulou meu clitóris, provocando lentamente. Seu rosto estava apertado contra meus cabelos e eu podia sentir seu membro pressionando a lateral da minha cintura, mas, fora isso, eu estava alheia a qualquer outra coisa, pois seu longo dedo deslizava dentro de mim. Olhei para ele e sorri, seus olhos estavam arregalados e claros, e, quando encontraram os meus, voltaram a se curvar num sorriso, nunca olhei alguém nos olhos tão de perto ao ser tocada daquela maneira, e algo sobre aquele homem e aquela noite, fez com que eu imediatamente tivesse certeza de que era a melhor decisão eu já havia tomado.

Seus dedos abandonaram minha intimidade e eu me senti irritada pela ausência deles. Justin enfiou uma das mãos no bolso de seu jeans e tirou um pacote de camisinha, eu nunca tinha pensado em levar uma camisinha para um evento assim.

Virando-me para encará-lo, ele me beijou de um jeito furioso e faminto, começando a explorar, chupando meu queixo, mordiscando meu lóbulo, sugando o meu pescoço, encontrando o ponto onde minha pulsação batia freneticamente, meu vestido tinha voltado a cobrir minhas coxas, mas seus dedos já se encontravam segurando a barra, pondo-a em seu lugar anterior.

— Alguém pode aparecer - eu o lembrei, oferecendo uma oportunidade dele desistir  — tornando tudo mais fácil para mim —, apesar de já estar abaixando minha calcinha o suficiente para que eu pudesse tirá-la completamente.

Mas eu não me importava, nem um pouco, e talvez até uma pequena parte de mim queira que alguém aparecesse, para que pudesse ver esse homem me tocar daquela maneira, eu mal conseguia pensar em qualquer outra coisa além do lugar onde ele estava tocando, a forma como meu vestido agora estava levantada até a cintura, o jeito como ele pressionava tão forte e insistentemente em minha barriga.

— Eu não ligo.

— Você está bêbado, lembra? Devo te levar à sério?

— Sempre deve me lembrar à sério - ele me adverte, enfatizando a primeira palavra. — Sóbrio ou bêbado, ainda me sinto atraído por você.

Levantou minha perna, deixando-me exposta ao frio da corrente de ar que sobrava do corredor toda que vez que à porta do banheiro era aberta. Ele prendeu meu joelho ao redor de sua cintura, e agradeci por estar usando salto alto, coloquei meu braço entre nós e desabotoei sua calça, puxando a cueca para baixo apenas o bastante para deixa-lo livre, envolvi sua ereção com a mão e esfreguei por toda a minha pele molhada. Suas calças estavam abertas, mas tinham caído apenas um pouco abaixo da cintura, seu membro pulsava em minha mão, e a realidade da situação me deixou louca, ele iria me tomar ali mesmo, naquele espaço mínimo que mal cabia para nós dois, me fodendo próxima do fluxo intenso de mulheres que entravam no banheiro à cada segundo.

Ele sorriu como um lobo pronto para me devorar, e rapidamente rasgou o pacote de camisinha com os dentes. Seu membro era pesado e muito comprido em minha mão, passei a ponta na minha entrada e tremi por causa disso, ele era tão quente; Pele macia envolvendo uma rocha.

— Droga. Vou gozar na sua mão se não parar com isso - ele rosna, e afasta minha mão para vestir a camisinha.

— Estou surpreso que você carregue uma, achei que você e a camisinha nunca tivessem sido apresentadas.

— Talvez. - ele empurrou seu membro para dentro de mim, demoradamente, a luz pareceu se acender em seus olhos, e eu não achava que sexo com ele pudesse ser tão íntimo assim, ele observou cada reação minha. — Ou então o álcool me deixa mais responsável.

Suas palavras falharam, Justin estava profundamente dentro de mim, ali no meio daquele lugar caótico, com vozes e o som de uma música pulsante ao nosso redor, com pessoas passando a apenas alguns metros sem saber de nada, e, mesmo assim, todo o meu mundo havia sido reduzido ao lugar onde ele me penetrava, esfregando com firmeza no meu clitóris em cada estocada, onde a pele quente de sua cintura pressionava as minhas coxas.

Não houve mais nenhuma conversa, apenas estocadas fortes que foram aumentando sua velocidade e se tornando intensas, o espaço entre nós se preencheu com sons abafados de desejo e súplica, seus dentes morderam meu pescoço e eu agarrei seus ombros com medo de causar algum barulho que denunciasse a nossa presença, mas eu estava gostando de estar exposta com meu prazer visível para aquele homem. Ele se inclinou para trás, olhou para baixo e acelerou um pouco os movimentos. Puxei os cabelos de sua nuca, reprimindo um gemido grave vindo do fundo da minha garganta, selei os nossos lábios e aprofundei em um beijo doce e suave, eu só podia enxergar apenas sua silhueta perfeita pelo meus olhos entreabertos, não distingui nada além da sugestão do movimento: Ele dentro de mim, entrando e saindo; Escorregadio e duro, pressionando fundo em cada passada, acompanhando o som de uma batida lenta e oscilante que preenchia o local.

Ele encarou meu rosto, entrando e saindo novamente com estocadas lentas e deliberadas.

— Posso confessar uma coisa? - sussurrou contra a pele do meu pescoço, mordi os lábios e assenti. — Gosto de quem eu sou quando estou com você.

— O… o quê? - arregalei os olhos, demorou alguns instantes para que suas palavras fossem registradas no meu cérebro.

— Por favor, não me faça repetir. - ele engoliu em seco e deixou um beijo sobre meus lábios inchados.

O Tenente sabe dizer por favor?

— Eu não sinto a dor de alguém que viveu, amou e perdeu. Só existe você, Lucy. Você me faz querer ser uma pessoa melhor, me faz almejar uma vida de verdade, porque eu não vivo, sou só um vegetal sob a terra. Estou só consumindo oxigênio, suportando à minha existência até o momento de finalmente partir deste mundo. - ele riu em minha boca, me encarando fixamente. — Talvez você seja minha luz, minha salvação. Não sei. Sinceramente não importa. Um mergulho mais profundo nesse eterno silêncio que é o meu passado, e você vai me deixar. Caramba, sinto como se estivesse confessando meus pecados.

Ele levantou minha outra perna, passando as duas ao redor de sua cintura, e então, por vários perfeitos segundos na escuridão, começou a mexer de verdade, rápido e urgente, ele deixou escapar os mais deliciosos gemidos, e não haveria dúvida sobre o que estávamos fazendo se a música deixasse de rolar, só de pensar nisso, sobre onde estávamos, o que fazíamos e a possibilidade de alguém saber que aquele homem estava me possuindo com tanta força, eu acabei me perdendo, minha cabeça rolou para trás e eu conseguia sentir crescendo no meu ventre, tão profunda e pesadamente, descendo por minhas costas e explodindo em meu sexo com tanta força que eu tive gritar, sem me importar se alguém poderia ouvir, e eu nem precisava ver seu rosto para saber que ele estava me observando enquanto eu gozava sem parar.

— Ah, Deus - seus quadris perderam o ritmo e então ele soltou um gemido grave, com os dedos enterrados em minha cintura.

Isso vai deixar marcas.

Justin parou os movimentos, apoiando-se em mim, com os lábios encostados gentilmente em meu pescoço.

— Você acabou comigo, querida.

Senti ele pulsar dentro de mim, eram tremores secundários de seu orgasmo, e eu quis que ele continuasse enterrado daquele jeito para sempre, sua mão acariciou minha perna do calcanhar até a cintura, e então, com um pequeno gemido, ele se retirou, colocando meus pés no chão, deu um passo para trás e tirou a camisinha. Vesti minha calcinha e puxei a barra do meu vestido para baixo, até o meio das coxas. Fiquei observando Justin ajustar a sua cueca e o jeans, e escorar na parede oposta, só então me dei conta de que o banheiro havia mergulhado em um silêncio absoluto.

— Acho que sabem sobre nós. - falei.

— Não dou a mínima. - disse, descartando a camisinha na lixeira ao seu lado.

Fixei meus olhos num ponto acima de nossas cabeças, processando melhor o que tinha acontecido, e então, finalmente entendi o que ele tinha dito minutos atrás. Justin estava, naquele momento, tão vulnerável, emocional. Aquele sexo foi diferente das outras vezes, esse, possuía sentimento, afeto, afinal, Justin Bieber não era tão frio assim, pelo visto ele tinha um coração, mas o escondia como se fosse um segredo. Eu fazia ele querer ser uma pessoa melhor? Ele realmente me via como sua salvação? O que tinha de tão tenebroso no passado de Justin para consumi-lo desse jeito? Essas e outras perguntas causavam um congestionamento em meu cérebro, me deixando tonta e enjoada. Embora, eu só quisesse que ele respondesse uma única pergunta; Ele gostava de mim?

— Justin, sobre o que você… - ele me interrompeu, voando até onde eu estava e pressionando minhas costas contra à parede de forma bruta.

Aquele era o Justin legal? Puta merda. Alguém devia ter me avisado.

— Ouça com atenção; Eu nunca falei nada daquilo para você. Foi bobagem e sem sentido. Você não significa nada para mim, é só uma vadia apertada que eu gosto de foder de vez em quando, entendeu? - seus dedos firmaram em meu maxilar reforçando seu aperto à cada segundo que eu não o respondia. Assenti, sentindo meus olhos arderem. — Se contar a alguém, vou quebrar você na porrada, e não pense que eu não sou capaz, porquê eu sou. Demorei muito tempo para construir esta imagem que todos tem de mim, não vou permitir que uma vagabunda fácil como você, foda com tudo.

Ouvi à porta ser destrancada e, em seguida, bater com força na parede oposta enquanto Justin se distanciava para longe dali. Porque ele era assim? O que tinha em mim que o fazia sentir tanta raiva, o qual era cauda desse ódio gratuito? Ignorando os olhos recaídos sobre mim, caminhei para fora da cabine e parei de frente para o enorme espelho acima da pia de mármore. Arrumei meu cabelo e sequei minhas lágrimas, girando sob meus saltos e caminhando para fora daquele lugar.

Ele estava muito enganado se achava que podia me destruir tão fácil como pensava.

    “Quebrando meu coração, me despedace

   Odeio esse mundo porque a realidade é uma porcaria

   Sentindo a dúvida deles, afaste-os
Porque eu preciso de você” - Imaginary Friend, Tove Lo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, e quero agradecer pelos comentários maravilhosos no capítulo anterior. Amei todos eles. Às leitoras novas, sejam bem-vindas. Eu sei que venho demorando muito para atualizar ultimamente, mas a vida não anda fácil. O próximo não deve demorar, e já aviso logo que a história vai sofrer um salto no tempo de três meses. Preparem-se!

Beijos e até qualquer dia 🌹✌


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