História Tenente-Coronel - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Izumi Uchiha, Karin, Konan, Matsuri, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shion, TenTen Mitsashi
Tags Itasaku, Sasusaku
Exibições 800
Palavras 3.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ÚLTIMO CAPÍTULO! !!

Queria agradecer a todas vocês meninas que nos acompanharam até aqui, que riram e choraram com essa história. Queria agradecer imensamente a La_Follia que me ajudou a escrever a história, enfim espero que possamos escrever juntas no futuro novamente.

Esse último capítulo está digno de um final de novela mexicana, então aproveitem.

Boa Leitura ♡

Espero que possam me acompanhar nas minhas outras histórias.

Capítulo 15 - Finally


Fanfic / Fanfiction Tenente-Coronel - Capítulo 15 - Finally

(...)

Três anos passam muito rápido, era o que Sakura pensava enquanto arrumava sua última mala. Ela finalmente voltaria pra sua cidade de vez, sua madrinha resolveu se aposentar e a colocou como sua substituta na diretoria do hospital. E pensar que três anos se passariam tão rápido, muita coisa havia mudado nesse meio tempo. Sua mãe e Minato finalmente se casaram, assim como Kushina e seu pai. Ino e Sai noivaram, Hinata e Naruto tiveram seu primeiro filho, Karin voltou a morar em Los Angeles, trabalha lá com suas amigas como pedagoga. Itachi, bem esse mudou bastante, começou um relacionamento com Izumi, foi promovido a cirurgião chefe e finalmente se mudou do seu antigo apartamento. 

A única pessoa que ela não sabia nem o rastro, era Sasuke. Ino lhe ligou a alguns meses atrás dizendo que Sasori tinha voltado da guerra na Síria, mas Sasuke se infurnou em outra missão do outro lado do mundo, fora isso Sakura não sabia de mais nada. Enfim, ela também havia mudado. Passou a viajar pelo mundo com alguns médicos do hospital em que trabalhava para ajudar as pessoas que precisavam. Cortou seu cabelo em chanel, conseguiu parar de ser sedentária, continuava solteira, mas estava feliz. – Sakura meu bem, já terminou com as malas? – Era Tsunade.

– Vou descer em cinco minutos madrinha. – Fechou sua mala, e colocou junto a outras quatro. – Vou ter que pagar por excesso de bagagem de novo, merda! – Ela sempre levava mais do que o necessário em uma viagem. 

Tomou um banho rápido, vestiu uma calça meio folgada, uma blusinha de seda e um casaquinho de lã. – O carro já está te esperando meu bem. – Abraçou sua dinda bem forte.

– Obrigada por tudo o que a senhora fez por mim. – Ela sorriu orgulhosa.

– Você é minha afilhada querida, faria tudo por você, e também vou ser compensada com a minha aposentadoria mesmo. – Sorriu em negação.

– A senhora não tem jeito mesmo. – Pegou sua bolsa. – Fique bem. – Elas se veríam em sete dias mesmo.


Entrou no carro após um breve aceno a sua madrinha e partiu em direção ao aeroporto internacional de Sidney. Como já tinha feito seu Chek-in pelo celular, apenas despachou suas malas e entrou no avião. 

                                                                  …

Olhando através da janela do avião, pensou em tudo o que ela passou para estar onde estava agora. Foi embora, após saber que Sasuke havia a usado e mentido pra ela, conheceu Itachi enquanto estagiava e se apaixonou de novo, Karin ficou noiva do Sasuke e mentiram pra Ella, acabou com o quase "casamento" deles, mandou Sasuke ir embora, terminou com Itachi e recomeçou.

Muita coisa vivida para uma mulher só. Olhou para trás e viu o dilema que cada um levava consigo, no íntimo como se qualquer coisa abalasse as estruturas deles, ela acabou com aquilo e percebeu que a vida era bem mais do que se apresentava para ela. Sakura demorou pra recomeçar, passou meses na sofrência alternando seus pensamentos entre os irmãos Uchihas, passou noites enfurnada na clínica de Tsunade para esquecer por algumas horas.

Era tortuoso pensar no sofrimento que ela causou em cada um deles, Itachi, Karin e principalmente em Sasuke. Ela teve o seu tempo para superar, esperava que ele também tenha aproveitado seu tempo. Seu suspiro era mais aliviado do que ela pensava que sairia quando ela viu que já sobrevoavam o Condado de Minori no Kansas. – É Sakura, você finalmente voltou de vez pra casa… – Ouviram a voz do piloto para que apertassem o cinto de segurança para pousarem.

Deu uma última passada no banheiro pra checar seu cabelo, maquiagem, enfim coisas de mulheres. – Preciso de um táxi. – Murmurou pegando o carrinho com suas malas e…


– SAKURA! – Não acredito. 

– Karin? – Era ela com certeza, mais madura e também muito bonita e com um homem de cabelos brancos do lado. – Uau, é você mesmo? – Ela alargou o sorriso e a abraçou fortemente, retribuiu o gesto com muito gosto. – Como sabia que eu chegaria hoje?


– Perguntei pra Mebuki, queria vir te buscar pessoalmente. – Ela estava tão feliz e tão leve. – Ah! Esse é meu marido Suiegtsu. – Pera.

– Marido? – Ambos sorriram evidentemente apaixonados.


– Foi uma cerimônia simples, nem houve festa nós preferimos assim. – Ela sorriu pra ele toda boba.


– É um imenso prazer finalmente conhecer a famosa Doutora Sakura Haruno. – Ele era bonito e com um ótimo bronzeado devo ressaltar.

– Só Sakura por favor. – Ele sorriu apertando sua mão. – Espera, esse o cara de quem você falava de Los Angeles?

– Em carne osso e muita gostosura né amor? – Deram um selinho rápido. – Ah Sakura, papai vem te buscar hoje a noite na casa da Mebuki, ele tem uma surpresinha pra você.

– E o que seria? – Karin a puxou em direção ao carro estacionado logo na frente do aeroporto, Suiegtsu vinha logo atrás carregando suas malas.

– Se eu contar deixa de ser uma surpresa né maninha. – Franziu as sobrancelhas curiosa. – Nem adianta fazer essa cara, prometo que vai valer a pena esperar. – Entraram no carro e logo Suiegtsu deu partida dali.

                                                                             

Mal saiu do carro e já foi bombardeada de abraços, amor e muito carinho. Ino carregava uma barriga deveras saliente que Sakura logo pôde constatar que tratava do seu futuro afilhado. Sai estava ao lado dela com seu genuíno sorriso saudoso. – Eu sei que sentiram minha falta. – Colocou ambas as mãos no peito fingindo tamanha emoção. 

– Modesta você em testuda? – Lhe deu língua.

– Modéstia é meu sobrenome porquinha. – Mandou beijinho. – Esqueceu de me contar que estava grávida Yamanaka peppa pig?

– Na verdade eu queria fazer uma surpresinha. – Considerando que a mãe vai ser ela, Sakura com certeza estava surpresa. – Você vai ser a madrinha é claro.


– Tá de trairagem comigo dona Ino? – Hinata estava ao lado dela com um bebê de pouco mais de um ano no colo. – Quanto tempo dona Sakura. – Abraçou aquela coisa fofa até na hora da anta mor me esmagar.

– Oi também Naruto. – Hinata ria do jeito extrovertido do marido. – Finalmente pro criou né raposinha?! – Ele sorriu coçando a nuca certamente constrangido.

– Tava na hora de povoar a terra com mais Uzumaki’s, hahaha. – Deu de ombros risonha e correu pra abraçar sua coroa, que estava mais para projeto de Juliane Moore que mesmo velha era gata pra caralho. – Mamãe! – Minato vinha logo atrás com um bebê nos braços?! – De quem é esse bebê? – Mamãe se juntou ao marido e pegou o bebê carinhosamente.

– Está aqui é sua irmãzinha Anna. – Arregalou os olhos. – Desculpe por não contar logo, mas eu quis fazer uma surpresa.


– Vocês tão tudo cheio de surpresas hoje né?! – Pegou a pequenina dos braços de sua mãe e sorriu emocionada. – Ela parece uma bonequinha de porcelana, tão delicada e fofa. – Sua mãe sorriu doce acompanhada de Minato. – Onde estão papai e Kushina?


– Tiveram que sair pra resolver os últimos detalhes da sua surpresa. – Nem vou perguntar que surpresa é essa, pela cara que eles estão fazendo eu provavelmente não arrancarei nada agora. -Pensou.

Entraram todos em casa, deixou todos na sala e fou para seu antigo quarto arrumar algumas coisas. Tantas lembranças vieram na sua cabeça assim que atravessou aquela porta, Sasuke tentando lhe pegar e ela fingindo que não estava gostando, Itachi, a conversa com Ino, enfim tantas coisas boas e ruins. – Onde será que você está Sasuke?! - Ficava se perguntando isso sempre que lhe pegava pensando nele.


Passou alguns longos minutos olhando para o nada pensativa. – Está pensando nele não é?! – Ino apareceu na soleira da porta de braços cruzados. – Sabe, eu gosto de pensar que um dia vocês dois vão se reencontrar como naquelas histórias clichês e serão felizes para sempre, com uma linda menininha que no futura será mulher do meu Inojin. – Gargalhou em negação.


– Tu tem uma mente tão criativa Ino. – Ela deu de ombros. – Mais tem razão, eu estava pensando nele.

- Sasori vai voltar daqui a uma semana pra outra missão, talvez você devesse tentar falar com ele ou sei lá. – Suspirou.

– Eu o mandei ir embora Ino, ele não tem porque falar comigo, e mesmo que quisesse qual seria o motivo?

– Amor. – Seu sorriso vacilou. – Ele foi embora porque você precisava daquele tempo, ele nunca voltou porque não sabe a hora de voltar. – Os hormônios estão fazendo essa mulher muito bem. – Enfim, só acho que alguém tem que dar o braço a torcer. – Levantou-se e saiu do quarto.


Talvez ela estivesse certa afinal, Sasuke não tem como saber de nada afastado da civilização, e eu bem…. – O amor é tão complicado. – Deitou-se na cama teatralmente bufando. – Talvez ele já tenha seguido em frente. – Tá, já chega Sakura. Levantou da cama, arrumou suas roupas rapidamente, desceu poucos minutos depois para o almoço.

                                                                             


Era noite, seu pai ainda não tinha dado as caras, nem ele nem sua mulher Kushina aliás. – Sakura?! – Essa voz...


– I-itachi?! – Puta merda!


Era ele com certeza, estava umas dez mil vezes mais gostoso, lindo, mas era ele. – O que você…? – Ele a abraçou.


– Desculpa, eu estava com saudades. – Sorriu envergonhado a soltando.

Tinha quase certeza que estava vermelha feito pimentão. – Não sabia que estaria aqui.


– Eu estou aqui em nome do diretor geral do hospital, me disseram que a doutora Tsunade Senju ia se aposentar, e como ela é sua madrinha, eu logo imaginei que fosse você a assumir aquele posto. E aproveitei pra fazer uma visitinha também. – Sorriu fraco. - Aliás, você está ótima!


– Você também. – Sabe quando você não tem nada pra falar e fica aquele silêncio constrangedor? Pois é, estamos exatamente nesta situação. – Err… – Passou a mão pelo cabelo acanhada. – …isso é tão constrangedor.


– Pois é, mas e como vai sua vida? – Perguntou tentando puxar assunto.


– Vai bem, muito bem aliás. Estou em uma montanha russa que só vai pra cima, e você?


– Vou muito bem também, não sei se ficou sabendo do meu relacionamento com a Izumi….


– Ah, fiquei sabendo sim. Fico muito feliz pelos dois. – Izumi tanto fez que finalmente conseguiu laçar o boy.


– Obrigada, confesso que eu demorei um pouco pra corresponder os sentimentos dela, mas no final deu tudo certo. Nós vamos nos casar mês que vem aliás. – Esse povo realmente está cheio de surpresas.


 -Olha só, eu desejo muitas congratulações ao casal. – Itachi sorriu mais animado. – E não esquece de me convidar.


– Ah sobre isso, bem eu conversei com a Izumi e ela concordou com tudo, então eu gostaria de saber se você quer ser nossa madrinha de casamento?! – Devo ter feito a maior cara de merda agora, porque Itachi ficou até meio constrangido.


– Uau! Quer dizer, eu aceito o convite com muita alegria. – Tocou seu ombro carinhosamente. – É sério, eu realmente estou muito feliz por você. – Ele a abraçou de novo.– Obrigada!


Itachi e Sakura ficaram conversando banalidades por algum tempo, até Izumi sentar ao lado meio ciumenta, mas vendo o olhar que ele lançava pra ela, a rosada percebeu que ela não deveria temer nada. Aquele homem estava de quatro por ela sem sombra de dúvidas.


Seu pai e Kushina chegaram uma hora depois, eles estavam tão sorridentes que Sakura ficou té com medo. Pediram que ela fosse tomar banho e se arrumar, mesmo curiosa ela foi. Chegouvna sala e ficou meio preocupada quando percebeu que todos estavam com cara de velório. – O que houve? – Sua mãe abaixou a cabeça e se encolheu no ombro do marido, seu pai abaixou a cabeça. Ino estava chorando, assim como Karin e Itachi que era consolado por Izumi.


-Porque ela está me olhando com pena?! – Sakura. – Só agora havia notado a presença de Sasori ali isolado no canto com cara de derrotado.

– Sasori? – Ele estava evidentemente agoniado. – Mais que merda esta acontecendo? – Seu pai tocou seu ombro fortemente, como se quisesse lhe passar força.

– Tenho que te contar uma coisa querida. – Olhelou para o seu pai com um bolo se formando em sua garganta. – O Sasuke, ele…. – Olhou pra Itachi.

– O que? - Já tinha lágrimas em formação no canto dos seus olhos.

– Ele estava em missão no Japão desde o mês passado Sakura, a equipe dele estava atrás de contrabandistas... – Ele respirou tentando amenizar na fala. - Era pra eles chegarem em um vôo de frete a três dias, mas infelizmente o avião caiu com falhas técnicas próximo a uma ilha perto do Japão. – Seu mundo girou.


– Mais ele está bem não é? – Sasori suspirou baixo. – Digo, ele é forte ele não…

– Achamos os corpos de três pessoas da sua equipe intactos, o resto estava carbonizado. – Ela só não caiu porque seu pai estava bem atrás dela, provavelmente esperando por aquela reação. – O DNA ainda não saiu, mas tudo indica que ele esteja entre os cadáveres carbonizados. – Lágrimas grossas desceram por su face sem que ela percebesse, ela estava em uma espécie de transe, sua face se contorceu em dor que até sua mãe se compadeceu dela. – Acharam isso perto de uma das "cabines", eu achei melhor dá-lo a você. – Quase gritou de dor quando Sasori colocou aquele colar meio queimado em suas mãos. - Eu sinto muito Sakura. – Caiu no chão com seu peito doendo, aquilo era insuportável.


– Sakura meu amor. – Sua mãe tentou tocar nela, mais ela foi mais rápida e correu dali.


Ninguém ousou a seguir. Tudo girava, aquela dor só aumentava, seu mundo estava destruído, sua vida estava acabada, tudo pelo que ela lutou não valia de nada ali, a única coisa que ela queria era Sasuke na sua frente, com aquele sorriso arrogante, dizendo que a amava. Mais ele não viria.

Nunca mais!


Dois dias depois…



Dois dias…

 

A dor só piorava, nada a fazia bem, nada a fazia sorrir, estava trancada no seu quarto a dois dias, não sentia vontade de beber, comer ou até mesmo ir ao banheiro. – Sakura? – Não respondeu.– Tenho uma coisa pra dizer, o DNA saiu. – Enxugou as lágrimas.


Abriu a porta. – Veio aqui só pra confirmar o que eu já sei? – Itachi suspirou baixo.


– Nenhum dos corpos carbonizados era dele. – Sua visão ficou escura por breves segundos.


– O quê?


– Nenhum era ele. – Uma esperança descomunal se apossou do seu ser, lhe fazendo sorrir.


– Ele está vivo Itachi. – Pulou em seus braços. – Nós vamos atrás dele e vai ser agora. – Itachi a olhou penoso.


– Não quero que você crie tanta espectativa, ele pode não... – Colocou seus dedos sob seus lábios rosados.


– Eu sei que ele está vivo. – Sorriu confiante.


– Como pode ter tanta certeza?


– Porque eu o amo, sei que ele não me abandonaria. – Itachi sorriu orgulhoso.


– Nós vamos achar meu irmão. - Beijou suas mãos. – Eu prometo.


 

Três dias depois…



Itachi estava do seu lado visivelmente cansado, mais não pararan em momento algum. Fazia quase três dias que Sakura, ele e Naruto desembarcaram numa ilha perto do Japão chamada Konoha, foi onde acharam os corpos e o avião, mas não ele. Não seu amor. – Os andarilhos disseram que tinha outra vila próxima a queda do avião, e que os aldeões podem ter tirado ele de lá antes de ocorrer a segunda explosão. – Naruto falava calmamente, porém eufórico. Ele assim como Sakura acreditavam fielmente que Sasuke estava vivo em algum lugar daquela ilha.


– Fica pra que lado? – Perguntou avaliando o mapa que os guias deram para eles. 


– A uns dois quilômetros a leste.


– Vocês estão muito cansados pra continuar hoje? – Itachi sorriu em negação juntamente com Naruto. – Ótimo, antes de anoitecer nós chegaremos lá.

Voltaram pelas trilhas indicadas pelos guías, tomaram bastante água e voltaram a caminhar. Se estivesse em outra época ela não aguentaria andar dois metros, mas ficou feliz em ter entrado na academia e ganhado mais massa muscular e resistência física. O caminho era bastante pedregoso e lamacento, mais a visão maravilhosa da floresta verde e colorida era esplêndida sem sombra de dúvidas.


Bem no mlseu interior ela sabia que ele estava lá, estava de alguma forma esperando por ela. Sempre foi boa em decifrar seus sentimentos, mas era extremamente ingênua quando se tratava dos outros, talvez por isso ela esteja aqui agora tendo que colocar seus sentimentos a prova só para ver até aonde ela iria por ele. – Olha tem um portão logo ali na frente. – Naruto comentou eufórico.


Sakura meio que paralisou ali, estancou parada ali, enquanto Naruto ia na frente todo impolgado. – Você não vem? – Itachi tocou gentilmente em seu ombro a fazendo acordar.


– Eu estou com medo. – Engoliu o bolo que se formava em sua garganta. – Essa é a última vila Itachi, se ele não estiver aqui eu.… – Ele a calou com um singelo beijo na face.


– Você veio até aqui, atravessou o oceano porque de alguma forma você sentia que ele estava vivo, foi nisso que eu acreditei. O amor que você sente por ele é confiável?


Sorriu confiante. – É mais do que isso, ele é imortal. – Itachi segurou sua mão e seguiram a passos rápidos até onde Naruto estava.

Ele gesticulava pra caralho, mais o nativo parecia entender muito bem sua língua. Quase sentiu vontade de rir dele. – Sakura, ele disse que alguns aldeões chegaram aqui com um homem branco que estava com o braço machucado. – Eu queria chorar, gritar, sorrir, mas eu só apertei mais a mão de Itachi. – Eles disseram que ele está em uma cabana com uma das anciãs da vila.


– Vamos logo por favor. – O nativo que se chamava Hidan os levou até a tal da cabana, onde uma velhinha de aparência rígida e gentil saía.


– Chiyo-Baa-Sama estes estrangeiros estão atrás do homem branco. – A velhinha olhou para eles e parou em Sakura por algum motivo.


– É você a …………. dele. – Itachi sorriu e a empurrou para frente. – Venha comigo mocinha. – Depois de respirar umas dez vezes bem fundo, suas pernas se puseram a seguir a velhinha.


A cabana era toda feita de folhas, madeira e barro, mesmo simples era bastante aconchegante. Ela parou de andar e Sakura olhou logo uma cama com um mosqueteiro gasto que cobria tudo. – Ele está um pouco fraco ainda, mais esta acordado. – Dito isso ela saiu da cabana e a deixou lá ainda criando forças pra seguir até a cama.


– S-sasuke?! – Levantou o mosqueteiro bem devagar, seus olhos lacrimejaram assim que o viu deitado lá, com o peito a mostra com alguns arranhões superficiais e com o braço esquerdo em uma espécie de tipoia.


– S-sakura?! – Assentiu pegando sua mão que logo apertou a dela. – Eu não quero mais ficar sozinho, por favor fica aqui comigo. – Ele devia estar delirando, mas não a impediu de abraçá-lo e chorar como uma criança ferida.


– Eu nunca mais vou deixar você meu amor, eu te amo tanto Sasuke tanto…. – Beijou levemente seus lábios ressecados e com alguns cortes finos. – Você sabe o susto que você me deu?! Eu morri por dois dias quando me disseram que você estava morto.


– Me perdoe, nem eu me lembro como cheguei aqui, tinha acordado ontem e nem me lembrava do que tinha acontecido. – Ele tocou sua face delicadamente. – Você está mais bonita do que nunca. - Sorriu corada. – Eu te amo!


– Eu te amo mais ainda meu Tenente-Coronel, eu prometo nunca mais te deixar sozinho.

  

FIM!


Notas Finais


As leitoras fantasmas, não esqueçam de comentarem pelo menos no último capítulo.



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