História Tentação - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias NCT 127
Personagens Personagens Originais, Taeyong
Tags Marylim, Nct, Taeyong
Exibições 177
Palavras 3.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Visual Novel
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá <3

E eu voltei
Estou ajustando o dia da atualização ainda então dessa vez vim um pouco mais tarde rs
Eu sei que é só o terceiro capitulo, mas eu já queria agradecer vocês, a historia já está com mais favoritos que eu pensei que teria nela inteira (e só tinha dois capítulos) aiai ~suspira~ Está eu sem saber o que fazer pra agradecer vocês de novo como em NDA
Só espero conseguir fazer uma historia legal que corresponda a expectativa de vocês em troca do apoio que estão me dando <3 Muito obrigado mesmo por dar uma chance a minha historia <3

Espero que possam rir um pouco nesse capitulo

~Boa leitura ~

Capítulo 3 - Sorvete vs. pimenta


Fanfic / Fanfiction Tentação - Capítulo 3 - Sorvete vs. pimenta

 

Arranquei o bilhete de lá e li novamente me sentindo ficar com o rosto quente de raiva. Minhas calcinhas caramba! Por que com tanta coisa pra ele pegar tinha que pegar logo isso?

Ah claro.

Algo importante. Era meio que impossível eu sair de casa sem uma, nojento, anti-higiênico e coisa do tipo.

Apertei a toalha envolta do corpo e marchei para o quarto de Taeyong, quando abri a porta foi com tanta violência, quando ele abriu a minha, algumas noites atrás, o vi terminar de vestir uma camisa.

-O que diabos você pensa que está fazendo roubando minhas calcinhas? – gritei todas as palavras de uma vez.

Ele me olhou com um risinho que me deu muita vontade de matar o ser. Matar mesmo e esconder o corpo depois.

-Não é tão divertindo quando alguém tira o que é da gente não é?

-Eu te tomei uma caixa inútil de cigarros e por poucos minutos depois devolvi. É diferente isso. Você não precisa de verdade de fumar escondido. O que nem é tão escondido. – cubro o nariz – Seu quarto fede a essa coisa nojenta.

-Não devolveu não. – balançou a cabeça conectando o fone ao celular – Eu quem peguei lembra? Claro que lembra. – dá mais um daqueles sorrisinhos – Ficou toda vermelha, tem que se lembrar.

Não podia acreditar que estava se vingando de mim por aquilo e muito menos dessa forma vil.

Nos últimos dias desde que fomos para a escola ele tinha me ignorado mais que o normal e eu achei que tinha esquecido do incidente. Mas pelo jeito não era o que acontecia. Ele estava apenas planejando mais um de seus atos diabólicos.

Começo a revirar suas gavetas procurando minhas roupas.

-Pode fica procurando o resto do dia. Elas não estão aqui. – joga alguns cadernos na mochila – Vai desperdiçar seu tempo. Devia correr de toalha até a lojinha da esquina e comprar uma nova. O que acha?

-É melhor você não ter jogado fora senão eu te mato! – o encarei.

-Você está brincando. – ri – Eu até tinha pensando em jogar fora, confesso, mas não sabia que tinha calcinhas tão sexys irmãzinha. – me olha com aquela cara debochada de sempre - Achei que valia a pena guardar. Eu não podia desperdiçar elas.

-Que bom! Por que custam caro, tive que trabalhar muito pra comprar.

A verdade era que eu amava lingerie, não sabia bem por que. Podia ser uma “nerd” rata de livros de romance, mas se tinha algo que eu gostava de ir à loja e comprar aquelas “peças de baixo” bem bonitas. Então cada uma das que eu tinha eram bem escolhidas, bonitas, de qualidade e a maioria de um preço não muito modesto, infelizmente.

Voltei a procurar em uma das gavetas mais embaixo.

-Se continuar abaixando assim eu vou ver sua bunda. – ele ri e eu fico vermelha agarrando a beira da toalha, como se ela fosse levantar sozinha ou algo do tipo, com os poderes demoníacos dele eu não duvidava muito que acontecesse.

-É isso que acontece quando a gente não tem calcinha. – digo por cima do ombro - Mostra a bunda.

-Eu não me importo que mostre. – encolhe os ombros.

Eu queria muito bater nele. De verdade. Queria ter um taco de basebol ou uma vassoura pra dar umas boas pauladas na pessoa. Levantei e o encarei.

-Pode me devolver? – vejo que não estava em posição de ser arrogante e tento me humilhar quem sabe não funcionasse apelar para seu bom senso, se é que ele tinha um - Uma pelo menos. Eu preciso ir pra escola.

Os olhos de Taeyong passeiam de cima a baixo na minha toalha apertada contra o corpo. Eu tentava segurar encima e embaixo e apertei mais diante do seu olhar como se ele pudesse fazer o tecido cair.

-Eu vou devolver quando e onda eu quiser devolver. E quando você merecer. – me deu as costas – Agora se me der licença. Não quero chegar atrasado à escola. Espero que... Aproveitei a brisa.

 -Lee Taeyong seu desgraçado! – grito aproveitando que nossos pais já tinham ido trabalhar – Eu ainda vou matar você!

-Claro que vai.

Ouço sua risada e depois a porta da frente bate.

Bato os pés com raiva e vou para lavanderia onde lavo uma dar calcinhas e tento como posso secar com o secador. Não fica a melhor das coisas quando coloco no corpo, mas pelo menos dá pra eu sair de casa passar na loja da esquina e comprar algumas mais baratas pra usar até que descobrisse onde a desgraça tinha guardado as minhas, ou uma forma de fazer ele me devolver.

Por sorte até eu chegar à escola a calcinha já tinha terminado de secar e não parecia mais tão estranha e melhor ainda não tinha molhado minha roupa. Só o vi durante as aulas que a gente fazia junto. No resto do tempo ele parecia ter desaparecido. Provavelmente estava em algum canto se agarrando com alguma vadia.

A parte boa é que Taeil havia me convidado pra sair naquele final de semana provando que Hana não havia ouvido errado. Mas o que a deixara bem animada a convidar Taeyong pra ir também.

O fato é que quando voltei da escola estava um tanto frustrada, ansiosa e essas outras coisas psicológicas que te fazia querer comida. Entre a falta de calcinha, o convite pra sair e minha amiga querendo enfiar a língua na boca do meu meio-irmão eu precisava de sorvete. Abri o congelador e tirei um pote grande que tinha comprado no dia anterior depois do meu trabalho de meio período. Coloquei calda com sabor de morango por cima e quebrei alguns pedaços de chocolate colocando junto.

Uma vez pronta minha mistura sentei com o pote inteiro sobre o balcão e fechei os olhos gemendo quando saboreei a primeira colherada. Estava uma delicia e parecia ter o poder magico de relaxar cada um dos meus músculos.

A porta da frente bateu e pouco depois Taeyong entrou na cozinha. Não disse nada apenas foi até a geladeira e pegou uma garrafa de agua que esvaziou em um só gole. Continuei colocando colheradas de sorvete na boca o ignorando. Era mais fácil quando nos ignorávamos.

Seu cheiro chega até mim quando parou ao lado pra deixar a garrafa na pia como sempre me ignorando. Aquele cheiro era tão bom... Queria me afogar nele.

Para com isso Mina. Ele é seu irmão.

Com um suspiro coloquei uma colherada na boca deixando a colher junto e deixando os ombros cair, a frustração voltando.

Sinto a colher sendo tirada de entre meus lábios por ele e então enche ela no meu sorvete comento um pouco. Ainda usava o pierceng no lábio inferior e o faz barulho quando o metal da colher se choca a pequena argola. Pisquei assistindo enquanto ele tirava a colher da boca e pegava mais um pouco pra então lamber a colher até que estivesse limpa. A língua passa pelos lábios os limpando também e então pega mais um pouco de sorvete na colher colocando ela na minha boca novamente.

Pensei que estava indo embora, mas apenas abriu a gaveta ao lado e pegou uma colher pra si, em silêncio se encaixou entre minhas pernas que pendia pra fora do balcão deixando o pote de sorvete entre a gente, a mão apoiada do lado da minha coxa e começou a compartilhar o doce gelado comigo sem ao menos pedir. Uma coisa simples, mas que fez meu coração bater a mil por hora. Aquele era o maior espaço de tempo que ele havia passado junto comigo por vontade própria e sem brigar, o que era um completo milagre.

Quando a gente dividia o pouco que ainda tinha de sorvete e pedaços de chocolate ele olhou pra mim.

-O que houve com seu pai

-Que? – disse meio embolado pela boca cheia e então percebi que estava falando sobre a morte de meu pai – Ah...

Engoli meu sorvete e tentei lutar com as emoções que sempre me tomavam quando falava do meu pai. Sua pergunta me pegara desprevenida e desci a colher até o pote.

-Ele morreu de câncer de pulmão. – aperto os lábios olhando para os pedaços de chocolate no pote - Fumava desde que tinha doze anos. Dizia que a nicotina o acalmava acabou o levando para o túmulo.

Taeyong mordeu o lábio e assentiu levemente voltando os olhos para o pote de sorvete e pegando um pedaço de chocolate com a colher. Obviamente agora ele devia entender bem por que eu odiava tanto seus cigarros.

Depois de um longo tempo em silencio ele suspirou.

-Eu sinto muito...

-Obrigado. – dou um sorrisinho sem graça.

Continuamos compartilhando o resto do sorvete até não sobrar nada. Incrivelmente havíamos comigo um litro de sorvete e passado uma boa meia hora juntos em brigar. Quase solto um gemido protestando quando ele se afasta levando o pote vazio e as colheres. Joga o pote no lixo e lava as colheres deixando pra escorrer. E então foi para seu quarto sem dizer mais nada.

Fiquei no mesmo lugar na cozinha sozinha por um tempo repassando mentalmente aquele estranho encontro. Seu interesse pela historia de meu pai me surpreendeu, assim como a trégua do sorvete. Mais uma vez minha mente volta a imagem com ele lambendo minha colher e aperto os lábios pensando em como me senti quando a colocou de volta na minha boca. Um beijo indireto. Era o que eu pensava. Era uma coisa idiota eu sabia, mas isso não mudava o fato em minha cabeça. Suspiro. Era obvio que eu passava tempo demais lendo romances. Ninguém merece.

Meu celular vibrou me dando um susto.

Era uma mensagem de Taeyong.

 

“Obrigado pelo sorvete. Estava muito bom.”

 

Sorri. Respondendo um “não foi nada.”

Pulei do balcão e depois de trocar de roupas fui para meu trabalho de meio período em uma lanchonete. Quando voltei para casa naquela tarde encontrei uma única calcinha cuidadosamente dobrada encima da minha escrivaninha. Mais um bilhete estava junto no post-it, rosa choque, dessa vez.

 

“Agradecimento pelos pedaços extra de chocolate que deixou pra mim.”

 

 

 

 

O doce Taeyong durou poucos dias. Pouco depois de nossa carismática reuniãozinha do sorvete ele apareceu na lanchonete onde eu trabalhava e bem no horário mais corrido. A lanchonete ficava no centro da cidade, em uma parte entre a escola e nossa casa, e servia sanduiches lanches, saladas, sucos, cafés, e outras coisas desse tipo.

Como se a presença de Taeyong não fosse o suficiente pra me deixar louca ele havia aparecido acompanhando por ninguém mais ninguém menos que Kim Hyuna, a garota mais desejada da escola. Cabelos pintados de azul, roupas da moda e apertadas ela era bem o oposto de mim. Eu era baixinha, claramente não era tão magra quando as regras pareciam pedir e tinha os cabelos avermelhados, o que parecia ser legal, nas revistas de moda, mas não na realidade, quer dizer, às vezes meu cabelo parecia ter vida própria.

Hyuna acenou quando me aproximei.

-Oi Mina. – sorri e me surpreendo por perceber que ela me conhecia e nem era por causa de Taeyong já que ninguém sabia que a gente morava sob o mesmo teto.

Só a Hana sabia, claro.

-Olá. – sorri de volta colocando um cardápio na frente de cada um.

Taeyong me olha rapidamente, mas não demonstra me reconhecer. Apenas volta ao cardápio. Uma pontada de ciúmes me bateu quando notei a mão dele na coxa de Hyuna por baixo da mesa.

-Vou atender outras mesas enquanto se decidem.

Eles nem me olhara apenas acenaram positivamente. Caminhei rapidamente para outra mesa oferecendo mais uma xícara de café ao empresário que lia uma Forbes, voltei à cozinha pra buscar um pedido da mesa oito que ficou pronto e de lá posso ver quando Hyuna se inclina sobre a mesa fazendo os lábios encontrar os de Taeyong. Mordo o lábio com força. Nunca quis tanto na minha vida desaparecer no ar.

Deixo o pedido na mesa certa, oito, e sem vontade alguma volto para a deles.

-Já se decidiram?

-Vou querer uma salada e um suco de laranja, por favor. – Hyuna diz olhando o cardápio.

Taeyong parece interessado demais nas letras.

-Uma coca-cola grande com bastante gelo e uma porção de batatas fritas extra. – dá um risinho – Gosto de coisas extras.

-Idiota. - reviro os olhos.

Anoto os pedidos no meu bloquinho enquanto Hyuna olhava de um para outro, um pouco confusa.

Coloquei o pedido na fila e fui atender outras mesas até que finalmente levei o deles. Claro que um segundo depois Taeyong estava levantando o dedo me chamando.

-Sim? – tento dar um sorriso profissional.

-Essa coca-cola só tem um cubinho de gelo, eu pedi com bastante gelo lembra? Pode substituir pra mim?

Parecia que ele estava segurando uma risada enquanto se fingia de serio ao reclamar do que claramente era mentira. Sim havia só um cubinho de gelo boiando lá dentro, mas a coca já estava mais que gelada, não precisava de mais gelo. Hyuna o olhava sem palavras, provavelmente percebendo que não tinha nada de errado com o pedido dele.

Levei o copo de volta para a cozinha o deixando comendo as batatas e roubando do suco da Hyuna enquanto esperava. Aproveitei que o nosso cozinheiro tinha feito uma pausa e decidi eu mesma arrumar a coca para ele, não era uma tarefa tão difícil eu supunha. Lembrando me da ideia de Hana de colocar pimenta no espaguete dele no outro dia abri um vidro de pimenta extra picante e deixei cair uma boa quantidade na coca. Ele disse que gostava de coisas extras não é? Pois bem. Ele teria. Abro a geladeira e tiro uma bandeja de gelo colocando o quanto cabe dentro do copo e mais algumas em um pote.

Voltei para a mesa dele e coloquei o copo e o pote de gelo novamente na frente dele.

-Algo mais? – lhe dei meu melhor sorriso.

Taeyong me estudou por um momento como se procurasse pistas de alguma travessura. Quando eu continuei com o sorriso mesmo que minhas bochechas doessem, voltou para o que comia.

-Não.

Voltei para a cozinha aproveitando que ninguém tinha me chamado. Queria assistir de camarote ele tomando a pimenta. Sorri em antecipação pensando em como sua língua ficaria provavelmente pegando fogo com minha “especialidade”.

Observei quando sem nem olhar ele levou o copo a boca tomando um longo gole enquanto olhava para Hyuna lhe contava algo. Mas pra minha surpresa, e decepção, ele não teve nenhuma reação.

Como podia ser?

Tomou mais um pouco novamente passando a língua pelos lábios calmamente depois de engolir sem nem mesmo fazer uma careta ou comer batatas ou o suco da Hyuna pra se aliviar e então seus olhos me procuraram. Seus lábios se curvaram em um sorriso malicioso antes que continuasse a comer.

Quando terminou a batata ainda tomou ultimo gole de coca e então falou algo com Hyuna antes de se levantar. Ela estava entretida em pescar com o garfo um tomate cereja que sobrara de sua salada quando Taeyong aparece do nada agarra meu braço e me arrasta para o corredor que levava aos banheiros. Eu queria saber quem tinha deixado a peste entrar na cozinha, a placa “apenas funcionários” da porta estava lá por um motivo.

Sinto minhas costas bater na parede quando ele me empurra pra ela.

-Você se acha espertinha não é?

Meu coração estava batendo a mil por hora e eu estava sem palavras, então balancei a cabeça confirmando.

-Você disse que gostava de coisas extras. A pimenta extra picante estava boa o bastante pra você?

Os olhos dele se apertam e não responde a minha provocação. Pelo menos não com palavras, apenas agarrou meu rosto com as duas mãos e esmagou meus lábios com os dele. A argolinha gelada raspou em meus lábios quando me fazia os entreabrir e receber sua língua começando um beijo faminto. Soltei um gemido contra sua boca, divida entre chocada e animada com aquele ataque repentino. Meu corpo tremia e eu podia sentir seu cheiro maravilhoso agora bem de perto agora. Senti como se fosse entrar em colapso com tantos estímulos sensoriais e então senti por que ele fazia aquilo.

Aos poucos a pimenta que estava em sua língua começava a passar para minha boca que estava em chamas. Mesmo que agora o feitiço tivesse virado contra o feiticeiro eu não queria me afastar.

Não que eu nunca tivesse beijado alguém na vida, eu tive até um namorado então era meio obvio.

Acontece que mesmo com a pimenta aquele beijo fora o melhor que havia ganhado na vida.

Então do mesmo jeito rápido como o beijo havia começado ele terminou.

-Espero que tenha aprendido a não se meter comigo. – rosnou.

E então foi embora me deixando ofegante encostada à parede do corredor tentando respirar, com a mão sobre o peito onde o coração batia enlouquecido.

Puta merda.

Minha boca ainda estava pegando fogo quando consigo sair de lá e passo na cozinha pra um grande copo de agua. Esperava que aquilo pudesse acalmar o fogo em minha boca e outros possíveis que começaram com aquele beijo também. Quando consegui me recuperar completamente e com mais um copo de agua percebi que tinha que voltar a mesa dele em algum momento. Então não por que agora de uma vez?

Caminhei até lá e levei a pasta de couro preto com a conta dentro colocando-a sobre a mesa na frente de Taeyong evitando o olhar.

Apressada fui para a próxima mesa e ouvi ele pedindo que Hyuna esperasse lá fora que ele pagaria tudo. Que lindo. Com ela ele era cavalheiro. Maldito. Enfiou a mão no bolso colocando algo dentro da pasta, vi que havia escrito algo na conta também o que me deixa curiosa, deixou sobre a mesa e saiu.

Provavelmente nem tinha deixado gorjeta, quanta maldade. Voltei à mesa e peguei a pasta pra levar o dinheiro para o caixa e engasgo quando vejo o que tinha lá junto com o dinheiro.

Minha calcinha de renda preta preferida.

Na conta, escrito a caneta estava.

 

“Fique com o troco, ou melhor, troque por esta. Depois da sua reação ao beijo pode estar precisando.”

 

Apertei o papel na mão fazendo a calcinha desaparecer no bolso do avental. Eu queria muito bater no meu irmão. De novo. Onda já se viu deixar roupas debaixo da gente na mesa de trabalho?

 


Notas Finais


Sinceramente eu ainda não sei se bato ou abraço o Taeyong
Ele é muito pra minha compreensão kkkkkkkkk (e olha que eu quem o criei, o personagem não o Taey infelizmente)
Mas eu sei que ri quando escrevi e voltei a rir quando revisei kkkkk
Como pode uma pessoa ser tão má com a irmãzinha? Fica espalhando as roupas de baixo dela por aí que pecado. Rs
Está sendo mais um personagem que estou me apegando bastante ao escrever, to até vendo a minha depre quando terminar de escrever T.T

Esses dois nem são infantis ne? Com essas vinganças rs

Beijos e até o próximo capitulo.

ps. Que dia acham melhor atualizar, meios ou finais de semana?


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