História Tentação - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Personagens Originais, Taeyong
Tags Marylim, Nct, Taeyong
Visualizações 372
Palavras 3.156
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Romance e Novela, Visual Novel
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie
Como vão?
Eu vou bem por que esses dias está frio aqui onde moro kkkk (amo frio)

No capitulo passado recebi um monte de ameaças
Fico pensando o que vai acontecer nesse kkkkk

Mais uma vez agradeço por todos os favoritos e comentários e apoio a essa fic (e as outras também) :3

Boa leitura ^-^

Capítulo 9 - Príncipes e sapos


Fanfic / Fanfiction Tentação - Capítulo 9 - Príncipes e sapos

Naquela noite acampada no quarto de Hana usando um pijama dela e tentando meu melhor pra esquecer meu irmão e o que sentia por ele contei tudo a minha amiga. Falei tudo de uma vez. Desde a forma como ele me dava medo e irritação no início, esse sendo o mesmo motivo pra eu querer saber mais sobre ele. Passei para a visão de sua bunda na primeira noite essa parte ela queria que eu desse todos os tipos de detalhe e tive que jogar o travesseiro em sua cabeça pra que parasse com a gracinha, a parte boa era que isso me fez ficar envergonha e comecei a rir. Depois passei para o roubo das calcinhas, as noites de jogos, os sorvetes compartilhados e mesmo correndo o risco de magoar ela criei coragem pra contar que o encontro deles foi só pra me irritar, depois de uma breve careta de insatisfação Hana comentou que sabia que tinha algo errado com o fato de ele tê-la beijado nos “últimos minutos do segundo tempo” do encontro e depois nunca chamado pra sair de novo.

Contei sobre o que aconteceu na noite que fui à festa com Taeil, e dessa vez Hana quase decapitou seu dinossauro de pelúcia.

-Eu vou virar freira e nem olhar pra garotos nunca mais. Eles realmente não prestam. Nojentos filhos de uma puta. – comentou quando terminou de xingar Taeil com vários adjetivos que eu nem sabia que existiam.

Dois minutos depois ela começou a contar sobre Mark, o dono da festa, parece que ele não era igual aos outros e que ela o achava uma gracinha apesar de ser um ano mais novo que a gente. Acho que a ideia de ser freira já tinha sido esquecida no momento que mencionou o nome dele.

Peguei roupas de Hana emprestado para a escola no dia seguinte.

Mesmo quando voltei pra casa Taeyong continuou me ignorando durante toda a semana e voltou a sua rotina de estar “trabalhando” sempre. Quando estava em casa ficava o tempo todo trancado no quarto e ignorava qualquer chamado para as refeições. Não havia duvida que ele sabia que eu havia ouvido a garota, afinal deixei o caderno na porta de seu quarto pra que encontrasse, a menos que Jaejoong houvesse encontrado antes dele o que eu achava um pouco improvável. E também não havia duvida que ele não se importava que eu tivesse magoada. Até por que nem ao menos comentou sobre minha carta.

Foi por coisas assim que quando Jaehyun me convidou pra sair naquela semana eu disse sim. Ele era um dos caras mais fofos, inteligentes, atléticos e perfeitos da escola. Aquele tipo de príncipe encantado que toda garota deseja e quer para si. Confesso que já tive uma paixonite por ele como todas as outras garotas, mas nunca pensei que teria uma chance com ele. Pelo menos não até agora. E quando ouvi seu convite nem pensei muito, podia não ser o que eu esperava, mas sabia que sair com ele seria divertido, seria um encontro com um cara normal e bom pra variar. De homens ruins minha vida já estava cheia. Além do mais sua ética não o deixaria apostar nada com ninguém como Taeil havia feito. Era a vantagem de sair com um príncipe encantado não é? E também eu precisava de uma distração pra não pensar tanto em Taeyong e os motivos pra ele ser tão filho da puta comigo.

Naquele sábado à noite eu me arrumei toda, gastei todo tempo do mundo prestando atenção em cada detalhe. Coloquei um vestido bonito azul, prendi os cabelos em um rabo alto deixando a franja moldando meu rosto e até mesmo usei um pouco de maquiagem e batom, o que eu não fazia normalmente. Queria ter certeza que estaria bem feminina e bonita quando saísse com Jaehyun. Meu plano era mostrar ao meu irmão que havia o superado, mesmo que não fosse totalmente verdade eu tentaria até o fim, quem sabe não conseguisse de verdade. Colocaria isso como minha meta de vida a partir de agora. Enquanto arrumava fui ficando cada vez mais animada com o encontro e quando terminei tinha um sorriso enorme no rosto. Iriamos assistir um filme algo que eu não fazia há um bom tempo por falta de tempo e boa companhia, mas hoje eu teria os dois, tempo e companhia, e isso me deixou realmente feliz.

-Mina! – ouvi a voz da minha mãe no andar de baixo ao pé da escoada e soube que ele havia chegado – Tem um garoto muito lindo te esperando na sala. – podia sentir por sua voz que ela estava sorrindo até as bochechas doer, Jaehyun tinha esse efeito nas mulheres – Se você não vier logo quem sabe eu não pensei em ir em eu lugar. – brinca.

Enfiei os pés na sapatilha preta simples que havia escolhido previamente, peguei o casaco creme sobre a cama e quando saí do quarto. Ouvi uma musica baixa vinda do quarto de Taeyong, queria muito bater na porta fechada e perguntar se eu estava bonita pra sair com outro, mas me controlei, era algo bobo, então apenas o ignorei.

Era o certo a fazer.

Jaehyun estava no meio da sala segurando uma rosa branca na mão de forma nervosa. Eu não acreditava que alguém como ele que saía com a garota que quisesse podia estar nervoso com um encontro comigo, acho que isso que acrescentava algo mais em seu charme. Sorri descendo a escada e ganhei um sorriso caloroso de volta.

-Olá.

Jaehyun me estendeu a rosa e peguei levando ao nariz. Era perfumada e ele havia tomado cuidado de tirar os espinhos que poderiam me machucar.

-Mina. – me examina, mas não de uma forma ruim, apenas parece querer ver cada detalhe e me sinto realmente bem com aquilo, recompensada pelo tempo gasto – Você está perfeita.

-Obrigada. – deixei o casaco sobre o sofá – Me espera um minuto? Vou colocar na água antes de irmos. – indico a rosa.

-Claro.

O deixo ali e corro a cozinha enchendo um copo grande e colocando a rosa dentro.

-Ele parece legal. – minha mãe comenta cortando os vegetais para o jantar.

-Ele é. – sorri verdadeiramente feliz por aceitar aquele encontro.

-Eu acho que ele gosta de você... – olho pra minha mãe sem acreditar – O que foi? Acha que caras dão rosas para todas as garotas que saem? Sem falar que como ele sabia que você gostava de rosas brancas?

-Coincidência? – pergunto um pouco incerta.

-Eu não acredito muito em coincidências. – ela sorri como se tivesse pensado em algo bom – Seu pai sempre me fazia coisas assim. Aparecer com presentes bobos, mas que tinham grande significado pra mim. Me levar a lugares aparentemente nada a ver, mas que eram os meu favoritos. E isso me fazia pensar em como ele sabia tanto sobre mim. – sinto uma pontada de tristeza por ouvir algo sobre meu pai, principalmente algo tão legal, queria que ele estivesse comigo com a gente – Uma vez perguntei ele por que fazia coisas assim e ele respondeu que já que eu tinha lhe dado meu coração, o mínimo que podia fazer era cuidar bem dele.

Acaricio uma pétala. Ela tinha razão eu normalmente não falava muito sobre mim com as pessoas então só algumas poucas sabiam do quando gostava de rosas brancas. Elas eram simples e incrivelmente bonitas ao mesmo tempo. Acontece que como todas as vezes que achei estar gostando de alguém tudo desandou não podia aceitar tão fácil.

-Ele pode gostar de qualquer garota da escola mamãe. Não faz sentido gostar logo de mim.

-Não seja tão modesta. Você é bonita, inteligente não tem motivos pra ser menos que as outras.

-Ok. Ok. – beijo seu rosto – Estou indo. – ouço a porta da frente batendo e me assusto ao perceber que a musica de Taeyon fora desligada – Droga! O demônio saiu do inferno.

Corro para a sala, mas encontro Jaehyun ainda ali examinando uma prateleira de livros da minha mãe. Os romances antigos que ela colecionava desde a adolescência e que eu lia constantemente. Quando me olhou vi que havia algo meio errado.

-Pronta? – pergunta.

-Claro. – pego o casaco e ele abre a porta pra mim.

Apenas depois de entrarmos no carro e colocar o cinto que Jaehyun solta um suspiro e me estende algo pequeno e vermelho cheio de lacinhos. Gelo ao perceber o que era. Agarro a calcinha da mão dele.

-Seu irmão disse que você esqueceu no quarto dele... – agora entendia por que ele parecia um pouco apreensivo quando voltei à sala – Devo me preocupar? – sua voz parecia um pouco incerta e torço pra que não tenha desistido de sair comigo por culpa da desgraça do meu irmão.

Bufo de raiva sentindo mais uma vez àquela vontade de matar Lee Taeyong. Não me dava atenção, mas toda vez que arrumava alguém tentava me sabotar.

-Esse desgraçado! – resmunguei – Ele só quer te provocar. Roubou minhas calcinhas o dia que chegou depois que peguei seus cigarros. Agora fica fazendo isso. Me devolvendo em momentos inapropriados. Aish! Nunca pensei que ter irmãos era tão irritante.

Ao contrario do que pensei Jaehyun riu. Era uma risada um pouco desconfortável, mas ainda assim uma risada.

-Então é isso... – ligou o carro – Fiquei um pouco preocupado. Quer dizer... Isso foi estranho...

-Nem me fale. Outro dia ele deixou uma junto com o dinheiro da conta na lanchonete acredita? – revirei os olhos – Se outra pessoa pega? Eu não saberia onde enfiar a cara.

-Seu irmão parece gostar de te torturar. – comenta ainda com um pequeno sorriso - Acha que ele gosta de você?

-Ele gosta de mulher em geral. Não acho que eu seja especial. O idiota traz garotas diferentes pra casa quase todos os dias isso é muito desconfortável pra minha mãe e eu. Mas pelo menos quando está com elas não fica com essas brincadeiras bobas pra cima de mim. – olho pra ele – Eu sinto muito por ele ter te envolvido nas idiotices dele.

-Está tudo bem. – quando percebe que eu continuava o olhando tenta ser mais convincente - Serio. Eu sei o que é ter irmãos ruins. Quer dizer. Minhas irmãs não roubam minhas cuecas nem nada do tipo, mas amam me constranger na frente das garotas e todos mais que aparecem lá em casa. Principalmente com um álbum de fotografias antigo que elas escondem. – suspira – Sou louco pra dar um sumiço nas fotos, mas elas sempre escondem bem.

Nós dois rimos das historias sobre o álbum de fotografias dele e a partir de então esquecemos Taeyong e falamos sobre tudo. Escola que terminaria em breve, nossos planos para faculdade, colegas estranhos que tínhamos na escola, em como nosso gosto por musicas era parecido, e além do mais ele também gostava de livros. Quase perdemos a hora do filme, entretidos conversando e andando pelo shopping e quando ele vai comprar a pipoca pego meu celular.

 

“Por que fez isso? Por que quis me deixar envergonhada na frente de Jaehyun? O que ganha tentando sabotar meus encontros?”

 

Enviei pra Taeyong.

 

“Você nem gosta dele.”

 

“Como sabe?”

 

“Por que você gosta de mim.”

 

Bufei mais uma vez com raiva. Ele me ignorava esse tempo todo e ainda pensava que podia me dizer isso? Agora ele realmente estava passando dos limites.

 

“Por que sempre faz isso? Por que não pode me deixar viver minha vida?”

 

“Não consigo parar. Digo que vou te deixar em paz, mas quando vejo já estou fazendo algo de novo. Acho que é mais forte que eu. Mas e então? Se gosta de mim por que saiu com ele?”

 

“Quem muito se ausenta deixa de fazer falta. E meu irmãozinho você é muito ausente.”

 

Envio a ultima mensagem, antes de desligar o celular e guardo o celular no bolso do vestido.

Jaehyun voltou e entramos para o filme que foi realmente divertido, era uma comedia romântica. Nada muito exagerado e meloso, a gente riu mais que emocionou com os protagonistas, o que era bom. Compartilhamos a pipoca, com direito a toque nas mãos na hora de pegar ela e tudo mais, parecia eu estava vivendo uma comedia romântica como a do filme. Quando saímos estávamos de mãos dadas e comentando sobre os pontos altos da história.

Percebi que estava certa em me animar com aquele encontro. Ele havia sido um ótimo remédio para a alma. Tomamos sorvete, conversamos mais e começamos até a fazer algumas piadas sinceras. Corremos até a máquina de ursinhos e Jaehyun conseguiu pegar um elefantinho e um tatu de pelúcia pra mim, além de alguns chaveiros estranhos me deu um com um monte de pingentes que fazia barulhinho e colocou os outros no bolso dizendo que daria de presente para as irmãs dele.

O sorriso dele era contagiante e as covinhas que se formavam em suas bochechas me fazia ficar como idiota olhando seu rosto a cada sorriso. Nunca fui muito ligada a covinhas no rosto, mas agora que via como ele ficava lindo achava que todo garoto devia ter.

Era bem tarde quando finalmente fomos pra casa. Conversávamos animados no carro e ouvíamos musica do radio. Havia até mesmo me esquecido que o celular estava desligado e nem me importava com isso. Isso indicava que fora divertido, não é?

Quem sabe tivesse futuro. Eu adoraria que desse certo dessa vez.

Só quando olhei para a rua da nossa casa que me lembrei de Taeyong, estava feliz que mesmo tentando ele não conseguiu arruinar meu encontro e que Jaehyun não pareceu se importar e até mesmo entender meu drama com meu irmão. Agora que já nem estava mais zangada, não poderia brigar com ele quando o visse.

-Essa noite foi divertida. – Jaehyun comentou quando parou na frente da minha casa.

-Sim, realmente foi divertido.

-Por que tenho a impressão que você parece surpresa por isso.

-Eu não costumo ter muitos encontros, sempre penso que sou um desastre já que a maioria dos que eu tive terminaram em algo ruim, mas dessa vez não foi assim e estou feliz com isso.

-Que bom saber que comigo não foi um desastre.

-É...

Ficamos em silencio. Eu estava um pouco nervosa e pensando como devia me despedir dele e nem percebo quando ele se aproxima até os lábios roçar nos meus. Pega de surpresa, me assusto um pouco, mas não era ruim então o deixo me  beijar. Quando nos afastamos ele tinha um sorriso e eu alguns sentimentos bagunçados dentro de mim.

-Preciso entrar. – digo com um sorrisinho mal disfarçado – Hum... Até outro dia? Mais uma vez me diverti muito.

-Eu também. Boa noite, Mina. A gente podia fazer isso de novo qualquer dia. O que acha?

-Eu adoraria.

E com isso saio do carro, um pouco atrapalhada.

Sentia que estava traindo meu irmão por beijar Jaehyun, mas por dentro estava um pouco feliz em devolver com a mesma moeda o que ele me fizera. Além do mais por que eu estaria traindo ele? Não tínhamos nada não é? O fato de eu passar um longo tempo querendo não fazia a coisa acontecer pra valer. E mesmo que tivesse no meu caso o troco fora em um valor um tanto baixo e nem esfreguei isso na cara de Taeyong, mas infelizmente eu não era tão insensível quando ele e ainda pensava em como se sentiria se visse o que eu fiz.

Um beijo e eu me sentia mal. E sem motivos.

Era uma idiota mesmo.

Minha mãe estava cochilando no sofá com a TV ligada quando entrei depois de dar adeus a Jaehyun e ele ir embora. Encostei na madeira da porta por um instante antes de ir até ela.

-Mamãe. – a balanço - Vai pra cama. Está tarde. Eu já cheguei.

-Oh. Mina. – ela coça os olhos se sentando – Você chegou. - fica me olhando por um tempo – Como foi?

-Divertido. Jaehyun é legal como a gente falou antes. Ok foi maravilhoso, queria que todos os caras que já fiquei a fim fossem como ele. – sorri animada, mas então prestei atenção em sua expressão um pouco preocupada – O que foi?

-Ele foi embora. – ela morde o lábio quando arqueio as sobrancelhas – Taeyong foi embora.

-O que?! – grito.

Minhas pernas ficaram bambas e tive que me sentar.

Ele fora embora? Não podia acreditar. Isso não era verdade era? Não podia acreditar que fizera isso sem nem me contar. Procuro no rosto da minha mãe um sinal de que diria “mentira! Ele está pegando alguma puta por aí”, mas ela não parecia estar brincando.

-Ele saiu há pouco tempo. Não encontrou com ele na rua? – balanço a cabeça negando - Eu sinto muito querida, sei que brigaram um pouco, mas também sei que ele era importante pra você...

Mas eu não a ouvia mais estava subindo correndo até o quarto dele abrindo a porta.

-Taeyong! – grito ao entrar em seu quarto que parecia o mesmo de sempre – Tae...

Olho envolta e começo a perceber sutis mudanças, ou melhor, falta de algumas coisas. A mala vazia jogada em um canto não estava mais lá. Abro o armário, as roupas haviam sumido, os sapatos jogados debaixo da cama não estavam lá. Os CD de videogame haviam desaparecido, arrasto a cadeira e coloco na beira do armário tateando lá encima. O caderno de musicas não estava mais ali. Tudo parecia bagunçado demais, mesmo faltando um monte de coisas, como se ele tivesse feito as malas às pressas.

Então faço a única coisa que podia fazer naquele momento.

Começo a chorar. Tenho a vaga noção de ouvir minha mãe entrando no quarto e me puxando pra seus braços tentando me acalmar, as duas sentando na cama.

Não podia acreditar que fora embora sem se despedir.

Saí do colo de minha mãe e liguei meu celular vendo várias mensagens acumuladas. Todas de Taeyong. Meu coração se aperta quando o dedo paira sobre a primeira mensagem pensando se devia ou não abrir.

 

“Preciso que venha pra casa”

 

“Por favor, vem rápido!”

 

“Mina. Por favor, aconteceu algo, venha ficar comigo. Precisamos conversar.”

 

“Onde você está? Posso ir te encontrar aí.”

 

“Irmãzinha?”

 

“Por que não me responde?”

 

“Não me ignora agora. Só dessa vez, me ouve.”

 

“Eu juro que não é piadinha dessa vez.”

 

“Minaaa! Cadê você??????”

 

“Volte pra casa... Eu realmente preciso de você.”

 

Senti mais lágrimas brotar em meus olhos lendo as mensagens. Ele precisou de mim e nesse único momento eu estava com o celular desligado e me divertindo com outro cara. Aquelas mensagens... Ele parecia realmente precisar de mim. A próxima mensagem era de vários minutos mais tarde.

 

“Tenho que voltar pra casa da minha mãe. Será que com isso você vai voltar?”

 

“Minha mãe teve problemas. Preciso ir ficar com ela. Ela não é o tipo de pessoa que pode ficar sozinha. Se quiser me ver vem logo pra casa. Juro que não é nada pra atrapalhar seu encontro, pode marcar com o cara de novo outro dia. Eu juro.”

 

E finalmente havia uma enviada há cinco minutos.

 

“Desculpe, não deu pra esperar mais. Adeus irmãzinha.”


Notas Finais


E então?
Qual vai ser meu castigo?
Kkkkkkkkk
Peguem leve comigo ok?

Acho que vou nem falar muito e correr pras colinas kkkkk
foi bom conhecer vocês
~adeus mundo!!! ~corre


Beijos e até semana que vem <3


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