História Tentação sem limites - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cameron Dallas, Flavia Pavanelli, Magcon, Taylor Lautner
Personagens Cameron Dallas, Flavia Pavanelli
Exibições 116
Palavras 3.364
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction Tentação sem limites - Capítulo 11 - Capítulo 11


Flavia
Qual era o problema comigo? Entrei no quarto de Boo e fechei a porta. Precisava de um
minuto para me acalmar. Estava quase implorando que Cameron me comesse ali mesmo. Foi
aquele sonho idiota. Tudo bem, talvez o sonho da noite anterior não tivesse sido idiota, mas
tinha sido extremamente intenso. Só de pensar nele me fez apertar as pernas uma contra a
outra.
Por que eu estava fazendo aquilo agora? Sonhos eróticos eram uma coisa, mas agora eles
eram tão vívidos e reais que eu estava tendo orgasmos dormindo. Era loucura. Eu nunca ficara
tão excitada em Sumit. Mas, também, Cameron não estava em Sumit.
Eu me atirei no colchão de Boo, que ela havia deixado sem roupa de cama para a mudança.
Precisava me recompor. Ele não tinha tentado me pegar, mas eu fui uma louca arfante desde o
instante em que os dedos dele tocaram a minha mão. Que constrangedor. Seria difícil encará-
lo depois daquilo.
A porta se abriu e Boo entrou no quarto com um sorrisinho no rosto. Por que ela estava
sorrindo? Teve um chilique quando me pegou do lado de fora.
– Os hormônios da gravidez estão fazendo efeito... – disse ela, depois de a porta estar bem
fechada atrás dela.
– O quê? – perguntei, confusa.
Boo inclinou a cabeça e disse:
– Você não leu nenhum dos panfletos que o médico lhe deu? Tenho certeza de que um deles
fala sobre isso.
Eu ainda estava confusa.
– Sobre o fato de eu não conseguir me controlar quando estou perto do Rush?
Boo deu de ombros.
– É. Achei que seria ele mesmo que faria isso com você. Mas as mulheres sentem mais tesão
durante a gravidez, Flavia. Sei disso porque o meu primo costumava fazer piadas sobre a
mulher dele quando ela estava grávida. Dizia que tinha dificuldade para acompanhar o pique
dela.
Tesão? A gravidez estava me dando tesão? Que ótimo...
– Isso provavelmente só vai ser problema com o Rush. Acho que ele é a única pessoa por
quem você sente atração e deseja desse jeito. Então só vai ser mais intenso quando você
estiver perto dele. Talvez você deva contar a ele e aproveitar isso. Não tenho dúvida de que
ele ajudaria.
Eu não podia contar a ele. Não ainda. Não estava pronta e ele tampouco. Além disso, Sie
ficaria furiosa e eu não tinha como lidar com ela agora. No fim das contas, Cameron escolheria a
Sie. E eu não conseguiria lidar com isso também.
– Não. Ele não precisa saber. Não agora. Eu vou melhorar.
Bethy deu de ombros de novo.
– Tudo bem. Falei o que acho. Se não quiser contar a ele, não conte. Mas quando você pirar
e trepar com ele enlouquecidamente, pode, por favor, não fazer isso em público? – pediu
dando um sorrisinho, então abriu a porta e saiu de novo do quarto.
– Vocês precisam enrolar numa colcha primeiro! Vão destruir as minhas almofadas – berrou
Boo para os dois.
Eu podia encará-lo. Ele não sabia de nada. Agiria como se nada tivesse acontecido.
Além disso, eu precisava ajudar a fazer alguma coisa. Poderia terminar de embalar os
utensílios da cozinha.
Cameron estava me observando. Toda vez que entrava no apartamento para tirar alguma coisa, os
olhos dele me encontravam. Deixei cair uma tigela, derramei uma caixa de cereais e derrubei
uma caixa de talheres por causa daqueles olhares. Como eu conseguiria me concentrar e não
parecer uma idiota desajeitada se ele não parava de me olhar?
Quando ele voltou para o apartamento, decidi que iria arrumar as coisas do banheiro. Eles
iam tirar a mesa e as cadeiras da cozinha em seguida e eu simplesmente não poderia lidar com
isso. Com certeza quebraria todos os copos de Boo.
Entrei no banheiro, mas, do nada, surgiu um corpo atrás de mim. O calor do peito de Rush
contra as minhas costas me fez estremecer. Merda. Eu não conseguiria lidar com aquilo.
A porta do banheiro se fechou e o familiar som da trava só fez meu coração bater mais
rápido. Ele queria continuar o que tinha acontecido do lado de fora e eu estava tão afetada por
estar perto dele que não conseguia pensar direito.
A mão dele afastou os cabelos da minha nuca para cima do ombro. Quando o calor dos seus
lábios tocou a minha pele nua, acho que gemi. Ele apoiou as duas mãos nos meus quadris e me
puxou ainda mais para perto dele.
– Você está me deixando louco, Flavia. Maluco – sussurrou ele no meu ouvido. Precisei de
toda a minha força de vontade para não deixar a cabeça cair sobre o peito dele. – O que foi
aquilo lá fora? Você me deixou tão excitado que não estou conseguindo pensar direito. Tudo o
que consigo ver é você.
As mãos dele subiram pelas laterais do meu corpo e tocaram a minha barriga. A posição
quase protetora delas, embora ele não fizesse ideia do que estava protegendo, fez meus olhos
se encherem de lágrimas. Eu queria que ele soubesse. Mas também queria que ele escolhesse a
mim... e ao nosso bebê. Não achava que ele pudesse fazer isso. Ele amava a irmã. Eu tinha
pavor desse tipo de rejeição e me recusava a deixar o meu bebê ser rejeitado.
Comecei a me afastar do abraço dele quando as suas mãos subiram até os meus seios e a sua
boca começou a mordiscar a minha nuca. Ah, merda... Eu podia não confiar a ele o meu
coração, mas queria confiar o meu corpo. Mesmo que fosse só aquela vez.
– O que você está fazendo? – perguntei, ofegante.
– Rezando a Deus que você não me faça parar. Eu sou um homem faminto, Flavia.
Ele fez uma pausa, esperando minha resposta. Como não respondi, ele levantou as mãos e
abaixou as alças do meu vestido até deixar os meus seios à mostra. Eles agora estavam sempre
inchados e muito sensíveis. Ficava cada vez mais sem sutiã. Meus sutiãs não serviam mais e
eu não queria gastar dinheiro em um novo se aqueles peitos maiores não fossem durar muito
tempo.
– Caramba, gata. Eles parecem maiores – disse ele, cobrindo-os com as mãos.
Minha calcinha ficou instantaneamente úmida e os meus joelhos vacilaram. Agarrei a parede
para me equilibrar. Nunca nada tinha sido tão bom. Um som de desejo saiu da minha boca,
mas eu não sabia ao certo do que se tratava.
De repente, estava sendo pega no colo e girada. Cameron pôs minha bunda na bancada antes de
cobrir minha boca com a sua e as mãos voltarem direto para os meus seios. Eu não ia
conseguir parar. Queria aquilo da mesma forma como queria continuar respirando. Antes, eu
nunca havia precisado de sexo de qualquer tipo, mas aquilo era algo que eu era incapaz de
controlar.
O beijo de Cameron estava tão louco e ardente quanto eu. Ele mordeu o meu lábio inferior, sugou
a minha língua para a boca dele e a chupou. Então apertou os meus mamilos, o que me fez
pirar. Eu precisava dele sem camisa imediatamente. Agarrei a sua camisa e a puxei com força,
até ele dar um passo minúsculo para trás e a arrancar pela cabeça. Então voltou a se dedicar à
minha boca de novo.
Suas mãos estavam fazendo coisas deliciosas com os meus seios e eu não conseguia ficar
perto o bastante dele.
Alguém bateu na porta e Cameron me puxou até meus seios estarem apertados contra o peito
dele. Eu estremeci e fechei os olhos de prazer. Ele virou a cabeça para a porta.
– Cai fora – rugiu a quem quer que estivesse do outro lado.
Um riso abafado foi tudo o que escutamos antes de Cameron começar a fazer uma trilha de beijos
pela minha nuca e clavícula, até pairar a boca sobre o meu mamilo direito. O calor do seu
hálito me fez estremecer e, em resposta, agarrei os seus cabelos e forcei a sua cabeça para
mais perto com um apelo silencioso. Ele riu, pôs o meu mamilo na boca e começou a sugar. A
umidade no meio das minhas pernas pegou fogo, ou pelo menos foi a sensação que tive. Se ele
não estivesse me segurando com o corpo, eu poderia ter disparado através do teto.
– Ah, meu Deus! – gritei, sem me importar se alguém estava me ouvindo.
Eu simplesmente precisava daquilo. Minha reação deixou Cameron ainda mais insaciável. Ele
passou para o meu outro mamilo, dando a ele o mesmo tratamento enquanto subia a mão pela
parte interna da minha coxa. A ideia de que ele estava prestes a tocar aquela região ao mesmo
tempo me assustava e excitava. Ele desconfiaria de alguma coisa, não? Será que perceberia
que eu estava diferente lá embaixo também? Então os dedos dele passaram pelo lado de fora
da minha calcinha. E eu não me importava mais.
– Porra. Você está toda molhada... – grunhiu ele e enterrou a cabeça no meu pescoço.
A respiração dele estava pesada e ofegante. Seus dedos escorregaram para dentro da
calcinha, fazendo fogos de artifício explodirem no meu corpo.
Agarrei os ombros dele. Estava cravando as unhas na sua pele, mas não conseguia evitar. Ele
estava me tocando. Sua boca passou para a minha orelha enquanto me beijava e fazia cócegas
na minha pele com a respiração pesada.
– Que bocetinha doce. É a minha bocetinha, Flavia. Sempre vai ser minha.
As palavras safadas ditas enquanto ele escorregava o dedo para dentro e para fora de mim
me levaram quase à loucura de novo.
– Rush, por favor – implorei, me agarrando a ele.
– Por favor, o quê? Você quer que eu beije essa bocetinha doce? Porque ela está parecendo
tão quente e suculenta que eu preciso experimentar.
Ele estava tirando a minha calcinha e levantei a bunda para facilitar o trabalho. Enquanto
levantava o meu vestido, eu erguia as mãos para deixar que ele o tirasse.
– Sente-se um pouco mais para trás – ordenou, mexendo em mim até as minhas costas
estarem contra a parede. Então ele segurou as minhas pernas e as dobrou até os pés estarem
em cima da bancada e eu estar totalmente aberta para ele. – Caramba, é a coisa mais incrível
que eu já vi – sussurrou antes de cair de joelhos e me cobrir com a boca.
Na primeira lambida, eu estava gozando de novo.
– Ah, meu Deus, Rush, por favor, ah, meu Deus, ahhhhh – gritei segurando a cabeça dele sem
conseguir deixá-lo parar.
Estava bom demais. O toque da língua dele no meu clitóris era incrível. Eu precisava de
mais. Não queria que aquilo acabasse. Com os dedos, ele me manteve aberta enquanto ele
lambia e beijava.
– Minha. É minha. Você não pode me deixar de novo. Preciso disso. Seu cheiro é perfeito.
Nada vai ser tão perfeito assim para mim – murmurou ele, me lambendo.
Eu estava pronta para concordar com qualquer coisa que ele quisesse.
– Eu preciso entrar em você – falou, erguendo os olhos para mim.
Eu só concordei com a cabeça.
– Eu não tenho camisinha. – Ele fez uma pausa e fechou os olhos bem apertados. – Mas tiro
antes.
Agora não tinha importância, mas eu não podia dizer isso a ele.
Cameron estava de pé com as calças abaixadas. Ele agarrou os meus quadris e me puxou de volta
para a beirada até a ponta do seu pau estar tocando em mim. A pergunta no olhar dele era
clara, mesmo que ele não a formulasse em voz alta. Usei a mão para guiá-lo para dentro de
mim.
– Caralho – gemeu ele ao percorrer o resto do caminho até eu estar cheia dele.
Totalmente cheia de Rush. Enrosquei os braços ao redor do seu pescoço e o segurei. Por
apenas um segundo, eu precisava segurá-lo. Não tinha mais a ver com meus hormônios
malucos. Agora que ele estava dentro de mim, eu estava me sentindo em casa, completa, e
estava prestes a chorar. Antes que pudesse constranger a mim mesma e confundi-lo, levantei a
cabeça e sussurrei no seu ouvido.
– Mete em mim.
Foi como se eu tivesse apertado o gatilho de uma arma carregada. Cameron agarrou os meus
quadris com as duas mãos e soltou um grunhido antes de meter com força. A subida a caminho
da espiral que eu sabia que estava por vir começou de novo e eu o cavalguei. Eu aproveitava
aquele momento de rendição e de total abandono no seu rosto enquanto chegávamos cada vez
mais perto do clímax de que precisávamos.
– Eu amo você, Flavia. Amo tanto que dói – arfou Rush, antes de abaixar a cabeça para
chupar o meu mamilo.
Meu corpo estremeceu e eu gritei o nome dele. Cameron levantou a cabeça e, olhando nos meus
olhos, começou a sair de dentro de mim. Eu apertei as pernas ao redor da cintura dele. Não
queria que saísse. Ele entendeu o que eu queria e disse o meu nome em um sussurro antes de
atirar a cabeça para trás e gozar dentro de mim.
Rush
Flavia me empurrou e saltou da bancada antes que eu pudesse voltar à realidade depois
daquele orgasmo.
– Espere, eu preciso limpar você – falei.
Eu realmente só queria limpá-la. Gostava disso. Não, eu amava. Saber que estivera lá e
estava cuidando dela mexia comigo.
– Você não precisa me limpar. Eu estou bem – respondeu ela ao pegar o vestido atirado e
botá-lo de volta sem me encarar.
Merda. Eu tinha entendido errado? Achei que ela quisesse. Não. Eu sabia que ela queria. Ela
estava morrendo de desejo.
– Flavia, olhe para mim.
Ela fez uma pausa e pegou a calcinha. Engoli em seco enquanto ela a vestia. Eu precisava
dela de novo. Ela não podia me deixar sozinho agora. Não ia conseguir suportar se ela me
deixasse.
– Flavia, por favor, olhe para mim – implorei.
Ela parou, respirou fundo e ergueu os olhos para mim. A tristeza no seu olhar estava
misturada a algo mais. Constrangimento? Certamente não. Estendi o braço e segurei o seu
rosto com a mão.
– O que houve? Fiz alguma coisa que você não queria que eu fizesse? Porque eu estava
tentando não perder o controle. Eu estava tentando de verdade fazer o que você queria.
– Não. Você... você não fez nada de errado. – Ela desviou os olhos dos meus de novo. – Eu
só preciso pensar. Eu preciso de um pouco de espaço. Eu não... eu não estava... a gente não
devia ter feito isso.
Uma facada no peito teria doído menos. Eu queria puxá-la para mim e bancar o homem das
cavernas, dizendo que ela era minha e não podia me deixar. Mas aí eu poderia perdê-la. E não
suportaria passar por isso de novo. Precisava fazer tudo do jeito dela. Soltei o seu rosto e dei
um passo para trás, para que ela pudesse sair.
Flavia levantou o rosto para olhar para mim de novo.
– Desculpe – sussurrou ela, então abriu a porta e escapou.
Ela havia acabado de virar o meu mundo de pernas para o ar com um sexo incrível e estava
pedindo desculpas. Fantástico.
Quando saí do banheiro, Flavia tinha desaparecido. Jace deu um sorrisinho e Boo inventou
uma desculpa por ela. Eu também não queria mais ficar lá. Depois de me certificar de que
todas as coisas pesadas haviam sido tiradas do apartamento e que a mala e a caixa de Flavia
estavam arrumadas, fui embora. Não podia mais ficar ali com os dois me observando. Eles
nos escutaram. Flavia tinha feito barulho. Eu não estava com vergonha. Só estava cansado dos
dois olhando para mim e esperando que eu dissesse alguma coisa para explicar a saída de
Flavia.
Dei a Flavia uns dois dias para me procurar. Ela não me procurou. Isso não me surpreendeu.
Ela tinha pedido espaço e eu dei todo o espaço que podia. Não liguei para ninguém para jogar
golfe comigo. Não queria ninguém por perto quando Flavia aparecesse. A gente precisava
conversar. Sem distrações ou desculpas para ela fugir.
Parecia um bom plano, mas depois de seis buracos e nenhuma garota servindo bebidas,
comecei a estranhar. Quando estava prestes a ir para o buraco seguinte, ouvi o barulho do
carrinho. Parei e me virei. O sangue que começou a pulsar pelas minhas veias só de pensar em
ver Flavia ali e ficar a sós com ela congelou quando me dei conta de que era aquela garota
loura que eu havia visto sendo treinada por Boo algumas vezes. Merda.
Balancei a cabeça e acenei para que ela seguisse em frente. Eu não queria uma bebida. A
garota sorriu alegremente e continuou até a parada seguinte.
– Está quente. Tem certeza de que não quer alguma coisa? – A voz de Meg perguntou e eu
olhei para trás.
Ela estava vestindo uma saia branca de tênis e uma camisa polo igualmente branca. Quando a
conheci, ela já adorava jogar tênis.
– Garota errada – respondi, esperando que ela me alcançasse.
– Você só compra de uma delas?
– É.
Meg pareceu pensativa.
– Entendo. Você tem uma queda por uma garota do carrinho de bebidas.
“Uma queda” não chegava aos pés do que eu sentia. Pus a bolsa dos tacos no ombro e
comecei a caminhar até o buraco seguinte. Não ia responder ao comentário dela.
– E ele fica irritadinho com o assunto – ironizou.
Isso realmente me irritou.
– Ou simplesmente não é da sua conta.
Ela soltou um assobio baixinho.
– Então é mais do que uma queda.
Parei e a encarei. O fato de ela ter sido a minha primeira trepada não significava que
tínhamos qualquer tipo de ligação ou amizade. Isso estava me deixando furioso.
– Esqueça...
Meg pôs as mãos nos quadris e deixou o queixo cair.
– Ah, meu Deus... Cameron Dallas está apaixonado. Puta merda! Nunca pensei que fosse ver esse
dia.
– Você não me vê há dez anos, Meg. Que merda acha que sabe sobre mim? – O grunhido
irritado na minha voz nem sequer a abalou.
– Escute aqui, Finlay, só porque você não me vê há dez anos, não quer dizer que eu não tenha
ficado sabendo sobre você. Eu voltei à cidade várias vezes, mas você estava sempre fazendo
festa na sua mansão e trepando com todas as modelos de corpos perfeitos que apareciam pela
frente. Eu não vi sentido em reaparecer na sua vida. Mas, sim, vi você e, como o resto desta
cidade, sei que você é um playboy rico e bonito que pode fazer o que bem entende.
Eu parecia superficial. Não gostei do retrato que ela pintou de mim. Será que a Flavia me via
dessa maneira? Alguém não confiável que, além de não protegê-la, seguiria em frente quando
outra pessoa surgisse? Não, ela não podia achar que isso era verdade.
– Ela é incrível. Não... ela é perfeita. Tudo nela é perfeito para caralho – falei em voz alta e
olhei de novo para Meg. – Eu não apenas a amo. Ela me tem. Completamente. Eu faria
qualquer coisa por ela.
– Mas ela não sente o mesmo? – perguntou Meg.
– Eu a magoei. Mas não do jeito que você está pensando. É difícil explicar. Há tanta dor no
que aconteceu, que eu não sei se algum dia conseguirei recuperá-la.
– Ela vende bebidas no carrinho do clube?
Ela estava realmente obcecada com a coisa do carrinho de bebidas.
– Sim, vende. – Fiz uma pausa, imaginando se deveria contar a ela quem era Flavia. Dizer
em voz alta a alguém e admitir poderia ajudar tudo a fazer sentido. – Sie e ela têm o mesmo
pai. – Eu não queria ter dito desse jeito.
– Merda – resmungou Meg. – Por favor, me diga que ela não se parece com a sua irmãzinha
do mal.
Sie não tinha muitos fãs. Nem me abalei com a acusação de que ela era do mal. Ela própria
havia provocado isso.
– Não. Ela não tem nada a ver com Sie.
Meg ficou em silêncio por um instante e eu me perguntei se aquela conversa iria continuar.
Então ela se virou e apontou para a sede do clube.
– Por que não almoçamos juntos e você me conta tudo sobre essa situação tão estranha e eu
vou ver se consigo colaborar com alguma sabedoria ou pelo menos um conselho feminino.
Eu precisava de qualquer conselho possível. Não havia mulheres na minha vida a quem eu
pudesse pedir ajuda.
– É. Está bem. Parece bom. Se me der um conselho que eu possa usar, o almoço será por
minha conta.




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