História Tentação sem limites - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cameron Dallas, Flavia Pavanelli, Magcon, Taylor Lautner
Personagens Cameron Dallas, Flavia Pavanelli
Exibições 109
Palavras 2.756
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Tá virando uma potaria esses 2

Capítulo 13 - Capítulo 13


Fanfic / Fanfiction Tentação sem limites - Capítulo 13 - Capítulo 13


Flavia
Eu não precisava de mais do que uma cama de casal normal. Mas Cam comprou uma king
size, duas mesas de cabeceira e uma cômoda com um espelho maravilhoso. Cometi o erro de
ficar olhando por tempo demais para uma bela colcha cor de lavanda com capas de
travesseiro combinando. Antes que eu pudesse me dar conta, ele estava comprando o conjunto
completo de roupa de cama com lençóis e travesseiros novos. Discuti o tempo todo com ele,
mas Cam agia como se eu não estivesse falando. Só piscava para mim e continuava pedindo
coisas e dando orientações ao vendedor.
Quando voltamos do jantar, que ele também estava decidido a pagar, os móveis já estavam
sendo entregues. Encontramos Bruna parada na porta sorrindo. Ela estava adorando aquilo.
– Obrigado. Eu precisava fazer isso. Talvez você não entenda, mas eu precisava fazer –
disse Cam antes que eu abrisse a porta do carro.
Olhei para ele.
– Você precisava comprar um quarto completo e roupas de cama caras para mim? –
perguntei, confusa.
– Precisava, sim.
Não entendia aquilo, mas concordei. Se ele precisava fazer isso, então eu ficaria grata.
Ainda não conseguia acreditar que aquilo tudo era meu. Eu ia me sentir como uma princesa no
meu quarto.
– Bem, obrigada por tudo. Eu não esperava por nada além de um colchão. Não estava
preparada para ser mimada.
Cam se inclinou para a frente e deu um beijo na minha orelha.
– Isso não chega nem perto de mimar você. Mas pretendo mostrar exatamente o que é mimá-
la.
Estremeci e apertei a maçaneta da porta. Não permitiria que ele me comprasse mais nada.
Precisava parar com aquilo, mas os beijos ao redor da minha orelha dificultavam a minha
concentração.
– Vamos ver como ficaram as coisas no quarto – disse ele, se recostando.
Espaço. Eu precisava de um pouco de espaço. Estava prestes a me atirar em cima dele. Isso
não era bom. Os hormônios da gravidez tentavam me dominar.
Cam deu a volta correndo pela frente da picape quando abri a porta para saltar. Ele estava
na minha frente segurando as minhas mãos e me ajudando a descer como se eu fosse uma
inválida antes mesmo que eu conseguisse fazer um movimento para sair sozinha.
– Eu consigo sair sozinha, sabe – falei.
Ele sorriu.
– Sim, mas qual é a graça disso?
Ri, passei por ele e segui na direção de Bruna, que estava nos observando como se fôssemos
um de seus seriados de TV preferidos.
– Parece que a Pottery Barn decidiu deixar todos os produtos mais recentes no seu quarto –
disse Bruna, sorrindo feito uma criança em uma loja de doces. – Posso dormir com você
naquela cama imensa esta noite? O colchão é inacreditável!
– Não. Ela precisa descansar. Nada de companhia na cama – disse Cam, vindo atrás de mim
e enroscando um braço protetor ao redor da minha cintura.
Os olhos de Bruna baixaram para a minha cintura e voltaram para Cam.
– Você sabe – disse ela, parecendo muito satisfeita.
– Sim, eu sei – respondeu Cam, tenso.
Eu me senti horrível. Mais uma pessoa que ficara sabendo sobre a gravidez antes dele. Cam
tinha todo o direito de ficar magoado. Eu era uma mentirosa. Ele perceberia isso e me deixaria
agora?
– Que bom – exclamou Bruna, saindo do caminho para entrarmos.
– Por que você não vai conferir se estão instalando tudo onde você quer que fique? – disse
Cam para mim quando entramos.
– Boa ideia.
Deixei-o na sala para conferir os móveis. Se estivesse bravo comigo, teria tempo de esfriar a
cabeça.
Como os entregadores estavam fazendo um bom trabalho com a organização dos móveis, não
os interrompi. Gostei da forma como eles estavam deixando tudo. Voltando para a sala, ouvi
Bruna sussurrando e parei.
– Ela está melhor. Passou mal por um bom tempo, mas não vomitou nas duas últimas manhãs.
– Me ligue imediatamente se parecer que ela vai ficar enjoada. – Cam conseguia fazer até
um sussurro parecer uma ordem.
– Ok, eu ligo. Não estava gostando da ideia de “não contar ao Cam”. Você fez isso com ela.
Precisa apoiá-la.
– Eu não vou a lugar nenhum.
– É bom mesmo.
Cam riu.
– Se ela não vai morar comigo, pelo menos tem você para protegê-la.
– Pode ter certeza disso. Não ache que eu não vou ajudá-la a desaparecer se você ferrar com
tudo de novo. Se você a magoar, ela vai embora.
– Eu nunca vou magoá-la de novo.
Senti uma dor no peito. Queria acreditar nele. Queria confiar nele. Este bebê era nosso.
Havia muita coisa difícil de perdoar, mas eu precisaria aprender. Eu o amava e tinha certeza
de que o amaria para sempre.
Entrei na sala e sorri.
– Eles estão botando tudo exatamente onde eu quero.
Cam se aproximou e me puxou para os seus braços. Vinha fazendo isso com muita
frequência. Não disse nada. Só me abraçou. Bruna saiu da sala, passei os braços ao redor dele
e ficamos assim por alguns minutos. Era a primeira vez que eu não me sentia sozinha desde
muito tempo.
Cam não pediu para passar a noite comigo. Fiquei um pouco surpresa. Ele nem sequer tentou
algo além de um beijo antes de ir embora. Isso não serviu muito para esfriar os meus sonhos.
Acordei mais uma vez pouco antes de um orgasmo, muito frustrada. Atirei as cobertas para o
lado e me sentei. Ia trabalhar no turno do almoço de novo.
Liguei para Woods na noite anterior e pedi desculpas por ter saído correndo, mas ele
entendeu e me perguntou se estava tudo bem. Como Cam estava ao meu lado ouvindo tudo o
que eu dizia, fiquei um pouco aflita para desligar logo. Ficaria a sós com Woods mais tarde e
explicaria tudo com mais detalhes. Ele estava sendo muito compreensivo.
Woods me manteve no restaurante pelo resto da semana. O único dia que me mandou para o
campo foi no sábado, por causa do torneio. Todo mundo trabalhou ao ar livre.
Quando finalmente cheguei à cozinha, fui recepcionada com uma caixa de rosquinhas com um
bilhetinho em cima. Sorrindo, eu o peguei e li.
Senti a sua falta ontem à noite. Não consegui comer tudo sozinho. Espero que as coisas
estejam melhores. Com amor, Jimmy.
Droga! Eu tinha me esquecido do encontro que marcara com ele. Outra pessoa com quem eu
precisava me desculpar. Mas, antes, eu queria rosquinhas e leite.
Cam
Sentei-me em uma das cadeiras de couro em frente à mesa de trabalho de Woods. Ele estava
me analisando, o que me deixou furioso. Eu havia ligado para ele e marcado aquele encontro.
Por que ele estava se divertindo tanto?
– Eu vou pagar o valor certo pelo apartamento. Sei quanto custa o aluguel no mercado e
preparei um cheque para cobrir um ano. Embora Flavia provavelmente não vá ficar morando
lá por muito tempo. Assim que conseguir fazer com que ela confie em mim, vou pedir que vá
para a minha casa.
Passei o cheque por cima da mesa.
Woods olhou para o cheque e de novo para mim.
– Imagino que isso seja porque você não me quer cuidando do que é seu.
– Exatamente.
Woods assentiu e pegou o cheque.
– Ótimo. Eu não deveria ter que cuidar de Flavia nem do seu bebê. Mas teria feito isso. Você
pode não acreditar em mim, mas fico feliz que você esteja sabendo da gravidez. Só não
estrague tudo. Você vai ter que se certificar de que Sie mantenha as garras sob controle.
Eu não precisava de Woods me dizendo o que eu precisava ou não fazer. Nada daquilo dizia
respeito a ele. Como ainda não havia terminado a conversa, irritá-lo era uma má ideia.
– Eu não a quero trabalhando em jornada dupla ou lá fora no calor. Ela se recusa a parar de
trabalhar, mas o horário dela precisa ser reduzido.
Woods cruzou os braços sobre o peito e recostou-se na cadeira.
– Ela sabe disso? Porque da última vez que conversamos, ela precisava de todas as horas
que pudesse fazer.
– Da última vez que vocês conversaram, eu não sabia que ela estava carregando o meu filho.
Nada pode acontecer com ela, Woods. Não posso deixar mais nada acontecer com ela.
Ele deu um suspiro pesado.
– Tudo bem. Eu concordo. Não gosto que me digam o que fazer, mas concordo com você.
– Mais uma coisa – falei antes de me levantar. – O Jimmy é gay, né?
Woods explodiu numa risada e fez que sim com a cabeça.
– É, sim, mas não espalhe. As mulheres gostam de vir aqui só para olhar para ele. E ele
recebe boas gorjetas por isso.
Ótimo. Achava que ele era gay, mas a ligação dele com Flavia me incomodava.
– Então acho que ele pode andar com a minha garota.
Woods sorriu.
– Não acho que você conseguiria impedi-lo se tentasse.
Meu celular tocou enquanto eu caminhava para a minha picape. Isso me lembrou que Flavia
não tinha um telefone. Não seria ela ligando para mim. Eu estava indo ver como ela estava e
então conversaríamos sobre isso. Tirei o celular do bolso e vi o nome da minha mãe na tela.
Eu a estava ignorando havia quatro semanas. Tinha Flavia de volta, mas ainda não estava
pronto para conversar com a minha mãe. Pressionei o botão de ignorar e guardei o aparelho.
Ao chegar à casa de Flavia, olhei embaixo do capacho e gostei de ver que não tinha uma
chave escondida ali. Havia conversado com Bruna na noite anterior sobre como aquilo era
perigoso. Bati na porta e escutei passos do outro lado. Como vi o carro de Bruna no clube
quando saí, sabia que Flavia estava sozinha. A simples ideia de ter algum tempo a sós com ela
me fez sorrir.
A porta se abriu e uma versão “acabei de me arrastar para fora da cama” de Flavia estava do
outro lado segurando uma rosquinha. O tom rosado no seu rosto era adorável. A minúscula
blusinha mal cobria seus imensos e lindos seios e o short curto transformava tudo o que era
adorável nela em algo excitante.
Entrei e fechei a porta atrás de mim.
– Caramba, gata – sussurrei ao empurrá-la de costas para o sofá. – Por favor, nunca mais
abra a porta assim.
Ela olhou para baixo e deu um sorriso.
– Eles não param de crescer. Acho que é por causa da gravidez – falou, se explicando. – Eu
me esqueço que eles estão assim.
Enrolei um cacho dos cabelos dela no meu dedo.
– Não só a blusinha minúscula, mas este cabelo sexy de quem acabou de sair da cama e... –
passei a mão pela sua bunda – isto aqui não pode ficar tão descoberto também.
– As pessoas não costumam fazer visitas de manhã.
Flavia parecia sem fôlego. Eu gostava de saber que mexia com ela.
– Que bom – respondi. – Como foi dormir na cama nova? – perguntei antes de dar uma
mordidinha no lóbulo de sua orelha.
– Hum... eu... foi bom.
Ela parecia nervosa. Recuei e olhei para ela. Por que parecia tão nervosa?
– Só bom? – perguntei, fitando-a enquanto as suas bochechas ficavam vermelhas.
Flavia se remexeu e olhou para o chão.
– Sonhos de grávida podem ser... hum... intensos.
– Sonhos de grávida? Como assim?
Agora eu estava curioso. O fato de o rosto dela estar completamente vermelho só fazia eu
querer saber ainda mais.
Ela começou a se mexer e eu agarrei os seus quadris e a mantive presa entre mim e o sofá.
– Ah, não, senhorita. Você não pode me dizer esse tipo de coisa e não explicar.
Flavia soltou uma risadinha insegura e balançou a cabeça.
– Você pode me segurar o dia todo aqui, mas não vou contar.
Deslizei as mãos por baixo da sua camiseta e comecei a fazer cócegas em Flavia. Fiz um
esforço imenso para não me focar nos seios perfeitamente redondos ao meu alcance. Não
queria que ela pensasse que eu só queria saber de sexo. Até então, havia resumido o nosso
relacionamento a isso. Queria provar que era mais. Mesmo que eu estivesse tomando duchas
frias e me masturbando pensando no sabor doce dela no outro dia.
Flavia riu e se contorceu com as cócegas.
– Pare!
Ela deu um gritinho e se aproximou de mim. Quando tentou se afastar, minha mão subiu e
roçou no seu seio esquerdo, fazendo com que ela ficasse imóvel. Um pequeno som saiu da sua
garganta, muito parecido com um gemido. Rocei o meu polegar no seu mamilo. Foda-se a
coisa de não fazer sexo. Como eu poderia ignorar aquilo?
– Por favor, Cam. Eu preciso disso...
Ela precisava do quê? Espere... os sonhos dela...
– Flavia, seus sonhos são eróticos?
Ela choramingou e assentiu, enquanto eu beliscava o seu mamilo.
– São. Eu estou cansada de acordar com tesão – sussurrou ela.
Porra. Tirei a rosquinha das suas mãos, larguei-a em cima da mesa e chupei o glacê dos seus
dedos. A respiração dela ficou ofegante. Eu a agarrei e a levantei.
Ela enroscou as pernas na minha cintura e eu devorei a sua boca enquanto seguia para o
quarto dela. Desta vez havia uma cama grande para eu deitá-la e a manteria ali o dia inteiro
fazendo amor, se era isso mesmo que ela desejava.
Deitei-a na cama e tirei seu short e sua calcinha antes de subir em cima dela.
– Eu quero você – pedi, enquanto arrancava sua blusinha.
Parei e a contemplei por alguns instantes. Havia apenas uma semana, eu achava que nunca
mais a veria assim de novo. Abraçá-la era algo com que eu vinha sonhando. Agora ela estava
ali e eu queria aproveitar cada pedacinho do seu corpo.
– Cam, por favor, eu preciso de você dentro de mim...
Ela se contorcia e implorava. Por mais que eu quisesse adorar o seu corpo, parecia que eu
não ia conseguir. Não seria capaz de rejeitar uma Flavia carente.
– Posso sentir o seu gosto primeiro? – perguntei, beijando a sua boca e distribuindo beijos
em seu corpo.
– Sim, qualquer coisa. Só preciso que você me toque. – Ela suspirou quando a minha mão a
tocou lá embaixo e deslizei um dedo para dentro dela. – Ah, meu Deus! Sim! Ahhhh – gritou
quando comecei a tocá-la.
Flavia louca por sexo ia ser algo divertido. Era como se eu tivesse acabado de ganhar na
loteria. Abri ainda mais as coxas dela e abaixei a boca para beijar o clitóris intumescido. Ela
começou a implorar de novo. Pus a língua para fora e lambi toda a sua bocetinha inchada.
Com as duas mãos, ela agarrou os meus cabelos e ficou me segurando. Não consegui deixar de
sorrir.
– Por favor, Cam, por favor. Está tão bom...
Os pedidos sexy dela estavam prestes a me fazer explodir. Eu queria estar dentro dela tanto
quanto ela desejava isso, mas também estava gostando daquilo. Eu me concentrei em fazê-la
gozar na minha boca enquanto ela se contorcia e gemia. Quando ela finalmente gritou o meu
nome e senti que estava prestes a gozar, tirei a roupa em tempo recorde.
Não precisávamos mais usar camisinha. Deitei sobre ela e a penetrei. Flavia agarrou os meus
ombros e atirou a cabeça para trás. Se todas as mulheres grávidas eram assim, por que os
homens não as mantinham sempre grávidas? Aquilo era o máximo. Tão bom que eu não ia
conseguir segurar por muito tempo.
– Cam, me coma. Com força – arfou Flavia.
– Gata, se você continuar dizendo coisas assim, eu vou gozar antes de deixar você satisfeita.
Ela deu um sorriso malicioso para mim.
– Eu deixo você duro de novo. Prometo. Agora, por favor, me coma com força. Nos meus
sonhos, você se abaixa e mete em mim até eu estar gritando, implorando para você nunca
parar. Logo antes de gozar, eu acordo.
Ela não apenas vinha sonhando comigo, mas sonhos eróticos. Saí de dentro dela e a virei de
barriga para baixo, levantando os seus quadris bem alto.
– Quer que eu meta em você, doce Blair? Vou fazer a minha garota se sentir melhor –
ronronei enquanto passava a mão suavemente pela sua bunda nua. Ela começou a se contorcer
e eu dei um tapa de leve na sua boceta, fazendo-a arfar de surpresa. – Se você quer
sacanagem, gata, vai ter sacanagem...
Agarrei os quadris dela e meti com força, quase gozando. Ela era apertada para caralho. Os
gritos desesperados de prazer de Flavia não estavam ajudando. Era difícil lembrar que
precisava fazer Flavia gozar de novo com o meu pau latejando.
– Mais forte – gemeu Flavia e eu pirei.
Comecei a meter nela com o mesmo abandono louco e cheio de desejo que a consumia.
Quando o calor apertado dela começou a me espremer e o meu nome saiu em um berro da sua
boca, fechei os meus olhos e gozei.
 



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