História Tentação sem limites - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cameron Dallas, Flavia Pavanelli, Magcon, Taylor Lautner
Personagens Cameron Dallas, Flavia Pavanelli
Exibições 132
Palavras 2.836
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


na vida eu sou a Boo EM QUESTÃO DOS BOY CORRER ATRÁS DAS AMIGAS
O Famoso Jimmy

Capítulo 14 - Capítulo 14


Fanfic / Fanfiction Tentação sem limites - Capítulo 14 - Capítulo 14


Flavia
Cameron estava de costas, me puxando para junto dele, enquanto eu saía de um orgasmo que tive
a impressão de que me faria desmaiar. Eu me enrosquei nos seus braços e suspirei de alívio.
Ele deixou todas as partes carentes e doloridas do meu corpo muito felizes. Mais do que
felizes. Eu estava toda doída, mas adorando.
– Acho que você me quebrou.
Ele riu, encostando a boca na minha têmpora e me dando um beijo.
– Espero que não, porque, quando tiver energia para me mexer, vou querer fazer isso de
novo – respondi com o máximo de doçura possível.
– Por que de repente estou me sentindo usado? – perguntou ele.
Belisquei sua barriga.
– Lamento que se sinta usado. Mas com um corpo destes, o que você esperava?
Cameron riu e me virou de costas antes de me cobrir com o seu corpo. Os olhos dele brilhavam
olhando para mim.
– É mesmo?
Respondi que sim. Tive medo de dizer o que não deveria. Como o fato de eu estar
apaixonada por ele.
– Você é muito linda – sussurrou ele ao baixar a cabeça para beijar o meu rosto, como se eu
fosse digna de adoração.
Eu não era linda. Ele era lindo, mas não falei isso. Se ele queria achar que eu era, não o
impediria. As mãos dele passaram pelo meu corpo, fazendo-o zunir de prazer.
– Você está acordando todos os dias assim? – perguntou ele com um brilho no olhar.
Eu poderia mentir, mas já havia mentido o suficiente.
– Sim. Às vezes no meio da noite também.
Cameron arqueou uma sobrancelha.
– No meio da noite?
Ele estendeu a mão e afastou uma mecha de cabelo do meu rosto.
– Como vou poder ajudá-la no meio da noite se você não estiver comigo? – A voz dele
parecia realmente preocupada.
– Você não vai querer que eu o acorde para fazer sexo todas as noites – disse a ele.
– Gata, se você acordar com tesão, quero estar pronto e disponível. – Ele baixou o tom de
voz e deslizou a mão até o meio das minhas pernas. – Isto é meu, e eu cuido do que é meu.
– Cameron... – alertei.
– Sim?
– Se não parar de dizer esse tipo de coisa, vou atacar você e obrigá-lo a trepar até desmaiar.
Cameron sorriu.
– Isto não é uma ameaça, minha doce Flavia.
Enquanto eu sorria por causa desse último comentário, o relógio na mesa de cabeceira
chamou a minha atenção. Ah, droga! Empurrei-o.
– Preciso estar no trabalho em dez minutos – gritei, como explicação.
Cameron saiu de cima de mim e eu saltei da cama para só então me dar conta de que estava
completamente nua. Cameron permaneceu deitado, me vendo entrar em pânico com um sorriso no
rosto.
– Por favor, não se preocupe comigo. A vista está ótima daqui – disse ele, com um sorriso
sexy.
Peguei uma calcinha e um sutiã limpos antes de correr para o banheiro.
– Parece que alguém se deu bem ou esse sorriso feliz é por causa de todas as rosquinhas que
eu levei? – perguntou Jimmy de maneira arrastada quando entrei na cozinha um minuto
atrasada.
Senti o rosto queimando.
– Eu amei as rosquinhas. Obrigada e me desculpe por ter me esquecido de ontem à noite. Foi
um... dia maluco – respondi, pegando um avental, com medo de encará-lo.
– Gata, se eu tivesse acabado de sair da cama com Cameron Dallas, também estaria sorrindo
feito louco. Na verdade, estou morrendo de inveja. Sei que as minhas rosquinhas não puseram
esse brilho de satisfação nos seus olhos.
Comecei a rir e peguei uma caneta e um bloquinho.
– Ele é o máximo.
– Ah, por favor, me conte detalhes. Vou aproveitar cada palavra – implorou Jimmy, entrando
no salão do restaurante ao meu lado.
– Vá paquerar as mulheres e pare de fantasiar com o meu... meu...
O que Cameron era? Não era meu namorado. Era o pai do meu bebê e isso parecia simplesmente
baixo.
– Ele é seu homem. Diga, porque é verdade. O cara que a coloca em um altar e a idolatra.
Não respondi. Não sabia ao certo como responder. Havia mesas enchendo e eu tinha um
trabalho a fazer. Woods, Jace e Thad, o louro de cabelos encaracolados cujo nome eu tinha
descoberto recentemente, estavam sentados em uma delas. Fui anotar os pedidos de bebida do
Sr. Lovelady e da sua acompanhante. Ele sempre estava com garotas que pareciam ter idade
para serem suas netas, mas não eram.
Segundo Jimmy, o Sr. Lovelady era mais rico do que Deus. Mesmo assim, ele era velho. Isso
era nojento.
Depois que anotei o pedido deles, segui para a mesa de Woods. Os três sorriram para mim
quando me aproximei e Thad piscou. Ele era o garoto bonito que gostava de paquerar e todos
sabiam disso.
– Boa tarde, meninos. O que querem beber? – perguntei enquanto colocava copos d’água na
frente deles.
– Você parece mais contente hoje. Que bom vê-la sorrindo de novo – disse Thad, pegando o
copo d’água e tomando um gole.
Voltei a ficar com o rosto vermelho. Pude sentir. Olhei para Woods, que me fitava com uma
expressão de quem sabia o que havia acontecido. Era inteligente o bastante para deduzir.
– Vou tomar café. – Foi tudo o que Woods disse.
Fiquei extremamente grata por ele não estar com ânimo para me provocar.
– Hoje de manhã, Bruna não me deixou tocar nas rosquinhas que Jimmy levara. Não sabia
que rosquinhas deixavam você tão bem-humorada.
O sorriso no rosto de Jace significava que ele sabia exatamente o que tinha acontecido.
Agora todo o clube ficaria sabendo sobre a minha vida sexual? Era tão interessante assim?
– Eu adoro rosquinhas – respondi, olhando para o meu bloquinho em vez de encarar qualquer
um deles.
– Aposto que sim – riu Jace. – Quero uma cerveja Honey Brown, por favor.
– Tenho a sensação de estar deixando alguma coisa passar e detesto ser deixado de fora –
disse Thad, debruçando-se sobre a mesa e me examinando mais de perto.
– Se ligue e peça a sua bebida logo – disse Woods, irritado.
Thad revirou os olhos e se recostou na cadeira.
– Todo mundo está tão sensível hoje... Quero uma água mineral.
Anotei o pedido e olhei para Woods.
– Quer que eu traga frutas frescas para a mesa?
– Por favor.
Fiquei feliz por ter encerrado o assunto com aqueles três e voltei para a cozinha depois de
ser parada pela Sra. Higgenbotham, que queria uma Mimosa para ela e outra para a filha, que
parecia ter 18 anos.
Jimmy estava arrumando a bandeja dele quando voltei à cozinha. Ele olhou para mim por
cima do ombro.
– Sei que estou sendo intrometido, mas preciso perguntar. Quem foi a garota que Cameron deixou
aqui sozinha ontem depois de sair correndo atrás de você?
Meg. Eu não sabia mais nada sobre ela. Só que se chamava Meg e era uma velha amiga. Na
verdade, eu havia esquecido que Cameron a deixara ali.
– É uma velha amiga dele. Não sei muito mais que isso.
– Woods a conhecia também. Foi conversar com ela depois que vocês saíram. Deve ser uma
amiga de longa data, já que os dois a conheciam.
Lembrei a mim mesma que ela era parte do passado dele. Eu não tinha motivo para sentir
ciúme. Eles eram velhos amigos. Só porque ela era uma deles, eu não precisava me sentir
inferior.
Pus as frutas de Woods na minha bandeja e peguei as bebidas que todos haviam pedido antes
de voltar ao salão.
Concentrei-me em entregar as bebidas às pessoas antes de dar uma olhada por todo o salão e
ir até a mesa de Woods. Ele desviou os olhos de mim para uma mesa à minha esquerda.
Ficava na área de Jimmy. Virei-me de novo para ver se era uma dica para que eu atendesse
alguém quando o meu olhar cruzou com o de Cameron. Parei. Ele estava ali. Um sorriso começou
a se formar nos meus lábios até que vi Sie sentada ao lado dele com uma expressão de raiva.
Voltei a atenção de novo para Woods e decidi fingir que eles não estavam lá.
– Aqui estão as frutas. – Pude ouvir o tom nervoso na minha voz e rezei para que os rapazes
não notassem. – E aqui estão as bebidas. Prontos para fazer o pedido? – perguntei, forçando
um sorriso.
Os três ficaram me encarando, tornando tudo ainda mais desconfortável. Era algo que eu
precisaria aprender a superar. Sie era irmã dele. Estaria na minha vida se Cameron estivesse.
Aprender a lidar com alguém me odiando era uma parte da vida que eu tinha que aceitar.
– É a irmã dele. Se ficar com ele, vai precisar conviver com ela também – Jace me disse,
como se eu já não soubesse disso.
Eu não gostava de me sentir como se todas as minhas emoções estivessem à mostra. Eu
sempre fora uma pessoa discreta. Isso era demais.
Eu o ignorei, peguei o meu bloquinho e olhei explicitamente para Woods. Ele pigarreou e fez
o pedido. Os outros fizeram o mesmo, sem mais palavras de sabedoria.
Cameron
–Eu liguei e o chamei para almoçar comigo. Será que poderia ter pelo menos trinta minutos
da sua atenção? Faz semanas que não passamos um tempo juntos a sós. Eu sinto a sua falta.
A mágoa na voz de Sie me incomodou. Ela tinha razão. Eu a estava ignorando. Nem ouvira
direito o que ela tinha dito desde que Flavia entrara no salão do restaurante. Estivera tão
focado em me certificar de que ela não estava carregando nada pesado demais e que não
estava sendo maltratada por ninguém... ou em olhar simplesmente para ela, que não estava
sendo uma boa companhia para a minha irmã.
– É, me desculpe – falei, desviando os olhos da porta que eu observava, à espera de que
Flavia voltasse. – Conte-me um pouco sobre esse torneio de vela de que você está
participando com esse novo cara... você disse que o nome dele era Charles?
Sie sorriu à menção do nome e assentiu. Ela me lembrou a menininha que eu acompanhava
quando ficava toda empolgada com alguma coisa. Não a adulta raivosa em que tinha se
transformado.
– Sim. Ele é neto dos Kellars. É de Cape Cod e adora velejar. Velejou até aqui para passar o
verão. Enfim, ele se inscreveu em um torneio de vela e quer me levar junto. Serão só alguns
dias.
Prestei atenção enquanto ela tagarelava sobre Charles e seu veleiro e fiz um esforço
tremendo para não olhar ao redor em busca de Flavia. Precisava encontrar um equilíbrio entre
as duas mulheres da minha vida. Flavia vinha em primeiro lugar, mas eu amava a minha irmã e
ela precisava de mim. Nem que fosse para almoçar e ficar ouvindo enquanto ela tagarelava
sobre sua última conquista. Ninguém mais a escutava.
Ela parou de falar e fez uma careta para alguma coisa por cima do meu ombro.
– Ela precisa se concentrar no trabalho e parar de olhar para você. Meu Deus, não sei por
que Woods não a demite.
Olhei para trás e vi Woods, Jace e Thad sorrindo e brincando com Flavia, que tinha o rosto
corado.
– Ela não está olhando agora. Está muito ocupada flertando com outros caras. Ela só se
importa com o dinheiro. É patético, na verdade. Queria que você conseguisse ver além do
teatrinho dela. Quero dizer, eu consigo ver...
– Sie, cale a boca – rosnei.
Não era a minha intenção, mas ouvir Sie falando mal de Flavia e ver os caras flertando com
ela e a fazendo corar era um pouco mais do que eu podia suportar. Garantiria que cada um
daqueles cretinos tarados compreendesse que ela era minha.
– Você vai me trocar por ela? Ela está flertando com eles, Cameron. Não acredito que você seria
capaz de se levantar durante o nosso almoço para bancar o possessivo em relação a uma vadia
qualquer.
O ciúme furioso que eu estava sentindo mudou de foco dos três para a minha irmã. Estava
enxergando tudo vermelho quando voltei a atenção para ela.
– Que merda você disse? – perguntei, mantendo o tom de voz baixo e calmo ao me aproximar
dela.
Sie abriu a boca para falar, mas eu sabia que perderia o controle se ela dissesse mais
qualquer coisa ruim a respeito de Flavia.
– Fique quieta. Se quiser sair daqui com dignidade, fique quieta. Se voltar a dizer qualquer
coisa parecida sobre Flavia, vou largar você de mão. Você. Está. Entendendo. Porra?
Os olhos de Sie se arregalaram. Eu nunca havia sido tão duro com ela antes. Mas ela tinha
ido longe demais. Ela se levantou de um salto e atirou o guardanapo em cima da mesa.
– Não acredito em você. Eu sou a sua irmã. Ela é só... ela é só...
– Ela é só a mulher por quem estou apaixonado. Você precisa se lembrar disse.
Os olhos de Sie soltavam faíscas quando ela se virou e saiu do clube batendo os pés. Não
me importei. Precisava que ela saísse antes que eu dissesse algo pior. Eu não queria magoá-la.
Eu a amava, mas odiava as palavras que não paravam de sair da sua boca. Senti a mão de
alguém tocando o meu braço e a minha reação foi um puxão forte antes que eu me desse conta
de que era Flavia. Seus olhos azuis estavam cheios de preocupação. Era disso que ela tinha
medo. De Sie e do ódio dela. Eu não podia culpá-la, mas também não podia viver sem ela.
Naquele momento, porém, eu precisava ficar sozinho.
– Desculpe – sussurrei e me afastei dela.
Atirei dinheiro em cima da mesa antes de seguir Sie para fora do restaurante.
Passei as três horas seguintes na academia. Meu corpo estava fisicamente exausto quando saí
de lá, mas a minha raiva tinha diminuído. Agora eu só queria ver Flavia. Seu turno devia ter
terminado e eu queria abraçá-la. Ela merecia um pedido de desculpas. Eu nunca deveria ter
levado Sie à sede do clube para almoçar. Ela havia me pedido que a encontrasse lá e eu fui.
Cuidei, inclusive, para que nos sentássemos na área atendida pelo Jimmy. Não queria que
ficasse um clima constrangedor. Mas não dera certo de qualquer maneira. Aquela foi a última
vez que permiti que Sie se aproximasse dela. Sie não consegue superar a história, e Flavia
não merece isso.
Bati na porta do apartamento e fiquei esperando. Ninguém atendeu. Enfiei a mão no bolso e
peguei o celular, mas me lembrei de que Flavia não tinha telefone. Droga. Eu ia pegar o
telefone dela na minha casa e forçá-la a aceitá-lo de volta. E se ela tivesse se machucado? E
se estivesse em algum lugar e não fosse voltar?
– Ela saiu com o Jimmy. – A voz de Bruna disse atrás de mim. Eu me virei e a vi se
aproximando pelo campo de golfe. – Parou aqui depois do turno dela e me disse que tinha um
encontro com ele.
Por que ela não me contou? Porque ela não sabia onde me encontrar se quisesse contar. Eu
havia fugido dela feito um imbecil.
– Que horas ela vai voltar? – perguntei quando Bruna passou pela minha frente e enfiou a
chave na fechadura.
– Não sei. Ela estava chateada. Sabe o motivo? – perguntou Bruna em um tom de voz azedo
enquanto abria a porta.
Não pedi para entrar, apenas a segui.
– Sie e eu almoçamos na sede do clube hoje. Acho que não foi muito legal.
Bruna franziu o nariz, incomodada.
– Você acha? Por quê? Não consigo imaginar a vaca da sua irmã fazendo qualquer coisa
para chatear a Flavia. – Bruna largou a bolsa e disse um palavrão. – Ela não precisa se
estressar, sabe? Está grávida e determinada a ficar de pé carregando bandejas de um lado para
outro o dia todo. Ela não precisa que você acrescente o seu drama familiar à equação. Da
próxima vez que quiser passar um tempo de intimidade familiar com a bruxa má, faça isso em
outro lugar.
Ela tinha razão. Eu não deveria ter deixado Flavia ver Sie. Nunca deveria ter confiado que
Sie fosse ser legal. Ou pelo menos civilizada. Aquilo era culpa minha e eu precisava
encontrar Flavia.
– Onde ela está? – perguntei.
Bruna se atirou no sofá.
– Tirando uma folga dessa vida de merda.
Se Bruna queria me ferir, estava fazendo um ótimo trabalho. Eu estava prestes a implorar
quando a porta se abriu.
– Desculpe ter me atrasado. Eu fui... – Ela parou de falar quando os nossos olhares se
encontraram. – Oi.
– Oi – respondi, me aproximando e ficando na frente dela, mas com medo de tocá-la. – Eu
sinto muito. Por favor, vamos até o seu quarto e me deixe explicar.
Ela fez o primeiro movimento e passou os seus braços pela minha cintura.
– Está tudo bem. Eu não estou chateada.
Ela ia me consolar. De novo. Era o que ela sempre fazia: se preocupar com os outros.
– Não, não está tudo bem – respondi.
Então segurei a sua mão e a levei para o quarto.
Para longe de Bruna, que não era a minha maior fã no momento.
– Deixe-o se rastejar. Ele precisa rastejar. Porra. Eu preciso que ele rasteje – disse Bruna do
sofá, acenando para nós e pegando o controle remoto da televisão.
 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...