História Tentação sem limites - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Cameron Dallas, Flavia Pavanelli, Magcon, Taylor Lautner
Personagens Cameron Dallas, Flavia Pavanelli
Exibições 107
Palavras 2.882
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


nossa Meg da Fanfic

Capítulo 15 - Capítulo 15


Fanfic / Fanfiction Tentação sem limites - Capítulo 15 - Capítulo 15

  
Flavia
Cameron continuou a me puxar até meu quarto e fechou a porta atrás de nós. Sentou-se na cama e
me colocou no colo. Eu havia ficado chateada mais cedo, mas estava bem agora. Ele estivera
em uma situação horrorosa e a Sie havia ficado chateada. Tinha certeza de que Woods ficara
satisfeito por eu não ter me envolvido em uma cena.
– Cameron, juro que está tudo certo. Eu estou bem – garanti a ele, segurando o seu rosto nas
mãos.
Lidar com Sie e o ódio dela fazia parte do pacote. Eu entendia e precisaria conviver com
isso se quisesse Cameron na minha vida.
Ele balançou a cabeça.
– Não está tudo bem em relação a nada do que aconteceu hoje. Eu nunca deveria ter
concordado em almoçar com ela lá. Eu sabia muito bem disso. Nunca deveria ter confiado que
ela fosse se comportar como uma pessoa normal. Eu sinto muito, gata. Juro que isso nunca
mais vai acontecer.
Cobri a boca dele com a minha e o empurrei para cima da minha cama.
– Eu disse que está tudo bem. Pare de se desculpar – sussurrei contra os seus lábios.
As mãos de Cameron deslizaram para dentro da minha blusa e encontraram o meu sutiã, que
agora estava dois números menor do que o ideal. As alças estavam machucando a minha pele,
depois de usá-lo o dia inteiro. Cameron o abriu e passou as mãos pela pele marcada pelo sutiã
apertado.
– Você precisa de um sutiã novo – falou, deslizando os dedos pelas minhas costas, me
fazendo estremecer de prazer.
– Hum, se você prometer fazer isso todas as noites, vou ficar bem – garanti, me abaixando
para beijá-lo de novo.
Ele recuou.
– Por que você não me disse? – perguntou ele com uma voz magoada.
Disse o quê? Pus as mãos dos dois lados da cabeça dele e me levantei para ficar por cima
dele.
– O que eu deveria ter dito? – perguntei, confusa.
Cameron deslizou as mãos pelo lado do meu corpo até chegar abaixo dos meus seios e eu me
esqueci que estávamos conversando. A sensação foi muito boa. Gemendo, empurrei o meu
peito para as mãos dele e estava prestes a começar a implorar.
– Sua pele está machucada pela porra do sutiã, Flavia. Por que você o usou? Eu teria
comprado um novo. Vou comprar um sutiã novo para você antes que você vá a qualquer outro
lugar.
Ele ainda estava falando sobre o meu sutiã.
– Cameron, eu preciso que você me toque agora. Não se preocupe com o meu sutiã. Só, por
favor...
Abaixei a cabeça e dei uma leve mordida no ombro dele, descendo até começar a beijar o
seu peito.
– Por melhor que seja isto, você não vai conseguir me distrair. Quero saber por que não me
disse que o maldito sutiã estava machucando. Não quero nada machucando você.
Levantei a cabeça e olhei para Cameron, que estava com a testa franzida. Isso realmente o havia
incomodado. Ninguém jamais se preocupara comigo dessa maneira. Não estava acostumada
com isso. Senti o coração apertar, tirei a blusa e o sutiã.
– Cameron. Eu preciso de um sutiã novo. Este aqui ficou pequeno demais. Você pode me levar
para comprar um? Por favor? – provoquei enquanto as mãos dele subiram e seguraram os
meus peitos, deixando a minha calcinha ainda mais molhada.
– Peitos tão perfeitos como esses precisam ser tratados com muito cuidado. Não suporto a
ideia de eles sentirem dor. – Ele sorriu para mim. – A menos, é claro, que seja provocada por
mim.
Ele acariciou os meus dois mamilos e eu gritei.
– Esses peitinhos são meus, Flavia. Eu cuido do que é meu – sussurrou ele antes de pôr um
mamilo na boca.
Eu apenas assenti e me deixei levar ao seu encontro. Sua ereção estava fazendo pressão no
meu clitóris inchado. Se eu me esfregasse nele só um pouquinho mais, ia gozar. Eu realmente
precisava gozar.
– Calma, garota. Deixa eu tirar seu short primeiro – disse ele, beijando a minha barriga, onde
ficou por mais tempo, beijando docemente.
Levantou os olhos para mim e foi abrindo lentamente o meu short.
– Parece que alguém está precisando de atenção. Ela está toda inchada e molhada.
Encharcada. Caralho, isso é gostoso demais – murmurou ele, enquanto abria as minhas pernas
e olhava com expressão faminta para o meio delas.
Ele se deitou entre as minhas pernas até ficar com a boca tão perto do meu clitóris que pude
sentir o calor da sua respiração.
– Vou ficar aqui esta noite. Não consigo dormir sabendo que você pode acordar assim,
precisando de mim. Essa ideia me deixa louco. – A voz dele baixou para um tom rouco que
sempre me deixava excitada.
Observei enquanto ele botava a língua para fora e aqueles olhos prateados me fitaram antes
de ele me lamber e enfiar a língua dentro de mim.
Agarrei a cabeça dele e comecei a implorar por mais enquanto ele me fazia ter não um, mas
dois orgasmos antes de levantar a cabeça e sorrir maliciosamente para mim.
– Isto é viciante. Ninguém deveria ter um gosto tão doce, Flavia. Nem mesmo você.
Ele se levantou e arrancou a camisa e a calça. Estava de volta em cima de mim antes que eu
pudesse admirar a visão por muito tempo.
– Quero que você me cavalgue – disse ele, me beijando de novo e me provocando ao
deslizar a ereção entre as minhas pernas.
Eu o empurrei para trás e ele virou com facilidade para que eu pudesse ficar em cima dele.
Ver a forma como ele olhava para o meu corpo foi mais excitante do que as safadezas que ele
sempre sussurrava no meu ouvido para me fazer gozar.
Eu poderia amar aquele homem e ser feliz com ele pelo resto da vida. Só esperava ter a
chance de fazer isso.
Os dias seguintes se passaram como um conto de fadas. Eu ia trabalhar. Cameron aparecia e me
distraía com a sua maravilhosa presença. Nós acabávamos em algum lugar onde não
deveríamos estar fazendo sexo selvagem e ainda tínhamos fôlego para fazer amor no meu
apartamento ou na casa dele. A primeira vez era sempre intensa e urgente. A segunda era
sempre doce. Eu tinha certeza de que Woods havia nos escutado no dia em que acabamos
arrancando as roupas um do outro no vestiário.
Eu ainda estava tentando decidir se eram os hormônios da gravidez ou se eu sempre iria
desejar Cameron assim. Bastava um toque dele para eu ficar desesperada. Hoje, porém, daríamos
uma trégua. Eu ia trabalhar o dia inteiro no torneio anual de golfe. Precisei brigar com Woods
e Cameron para me deixarem trabalhar. Nenhum dos dois achou que fosse seguro. Eu, é claro, saí
ganhando.
Nossos uniformes foram encomendados especialmente para o dia. Estaríamos vestindo
branco, como os jogadores. Nossos shorts foram substituídos por saias combinando com as
nossas camisas polo. Exceto, evidentemente, por Jimmy. Ele usaria short. Era o único homem
nos carrinhos de bebida. Ao que parecia, ele também tinha sido especialmente encomendado.
– São quinze equipes. Flavia, você fica com as primeiras três. Bethy, você pega as três
seguintes. Carmen, as três seguintes. Natalie, as três seguintes. E Jimmy, você fica com as três
últimas. São todas mulheres que pediram especialmente por você. Este evento irá durar o dia
inteiro. Mantenham os jogadores felizes e não deixem que fiquem sem bebidas. Voltem para
renovar o estoque antes de qualquer coisa acabar. Seus carrinhos foram pré-abastecidos com
as bebidas escolhidas pelos jogadores que estarão acompanhando hoje. Cada um de vocês tem
um walkie-talkie no carrinho para entrar em contato comigo caso ocorra uma emergência.
Alguém tem alguma pergunta? – Darla estava parada na varanda da casa da administração do
clube com as mãos nos quadris, olhando para nós cinco. – Ótimo. Agora, assumam os seus
lugares. Flavia, você estará ocupada desde o começo. O restante de vocês precisa esperar e
conferir as suas equipes enquanto elas esperam para começar a jogar. Se eles quiserem
bebidas, sirvam. Se quiserem comida, chamem alguém para servi-los. Entendido?
Todos nós concordamos. Darla fez um sinal para que saíssemos e voltou para o escritório da
administração.
– Eu odeio torneios. Só espero que não precise lidar com Nathan Ford. Ele é insuportável –
resmungou Bethy enquanto íamos pegar os nossos carrinhos e conferir se tínhamos tudo antes
de seguir para o primeiro buraco.
– Talvez você pegue o Jace – falei, tentando animá-la.
Bethy franziu a testa.
– Não. Sem chance. A tia Darla fez a escala. Ela não teria me dado o Jace.
Ah. Bem, neste caso, eu não pegaria Cameron também. O que provavelmente era bom. Eu
precisava me concentrar no trabalho. Não em como Cameron ficava bonito de short e camisa polo.
Parei o carro diante do primeiro buraco e fui encontrar o meu primeiro grupo, formado por
rostos conhecidos. Era um grupo mais velho. Seria bastante tranquilo e eles davam ótimas
gorjetas. Depois de servir garrafas d’água para cada um deles, fui até o grupo seguinte.
Surpreendentemente, eram Jace, Thad e Woods. Não esperava tê-los no meu grupo.
– Olá, meninos. Que sorte a minha, não? – provoquei.
– Tinha certeza de que pegaríamos a Bethy. Caramba, meu dia está começando a melhorar –
respondeu Thad.
– Cale a boca – resmungou Jace, dando um cutucão nele.
– Não sou burro o bastante para deixar Bethy pegar Jace. Ela ignoraria todo o resto –
explicou Woods.
Entreguei uma garrafa d’água a cada um deles.
– Estou contente por servir vocês três. Mesmo que eu não seja a Bethy – falei, sorrindo para
o Jace.
– Se não posso ter a Bethy, você definitivamente é a melhor opção – disse Jace com um
sorriso torto.
Não dava para não gostar dele. Havia se mostrado mais do que legal com o que sentia em
relação a Bethy.
– Ótimo. Agora vão lá me deixar orgulhosa – brinquei enquanto me dirigia para o grupo
seguinte.
Era o meu primeiro grupo feminino. Eu as reconheci, mas não sabia exatamente quem eram.
Achei que aquela loura alta elegante devia ser a mulher do prefeito.
Depois de servir suas águas com gás em copos com fatias de limão, voltei para o início.
Estava quase na hora de começar o torneio. Olhei para trás à procura de Cameron, mas não o vi.
Não sabia ao certo de que equipe ele era, mas sabia que estaria jogando. Nash deveria estar
com ele, mas não o vi também.
Cameron
Eu ia matar o Nash quando ele dormisse. Ou talvez ali mesmo, na frente de testemunhas.
Joguei os tacos no chão e o caddie os recolheu rapidamente, o que foi bom. Estava prestes a
atirar alguma coisa.
– Meg? Sério, Nash? Você convidou a Meg? – rosnei, olhando para trás de Nash e vendo
Meg se apresentando e vindo na nossa direção.
– Precisamos de três jogadores. Como você irritou a Sie, estava faltando uma pessoa. Todo
mundo já estava em outras equipes. A Meg queria jogar. Qual o problema?
Nash entregou a bolsa ao caddie e me olhou com ar irritado.
Flavia era o problema. Eu não havia contado a ela que Meg estaria no meu time, porque não
sabia. Agora, se ela nos visse, pensaria que eu estava tentando esconder isso dela. Precisava
encontrá-la.
– Querem água? – perguntou uma ruiva cujo nome eu não conseguia me lembrar.
Era evidente que Woods não me deixaria com Flavia. Isso teria ajudado. Eu poderia explicar
a situação e ela veria que era completamente inocente.
– Sim, por favor, Carmen – respondeu Nash.
Ele sorriu para ela, que, em resposta, deu uma piscadela. Provavelmente já tinham ido para a
cama. Se não, iriam naquela noite.
– Dê uma para o azedo aqui também. Ele precisa se hidratar – provocou Nash.
– Prontos para arrasar? – perguntou Meg, se aproximando.
Não, eu estava pronto para ir atrás de Flavia e explicar aquilo. Olhei para a menina do
carrinho de bebidas.
– Onde está a Flavia? – perguntei.
Ela fez uma careta.
– Eu não sou boa o bastante?
– É, docinho, você é perfeita. É só que ele é louco pela Flavia. Não é nada pessoal –
explicou Nash, piscando e a fazendo abrir um sorriso.
– Ela pegou o primeiro grupo. Acho que o Sr. Kerrington está nele. O jovem Sr. Kerrington.
A Sra. Darla falou alguma coisa sobre ele ter pedido a Flavia – respondeu a garota com um
sorriso satisfeito.
Woods era um cretino. Eu não tinha dúvida disso.
– Bom dia. Desculpe, mas Cameron está mal-humorado – disse Nash recepcionando Meg, que eu
me esquecera que havia se juntado a nós.
– Estou vendo isso. Vou arriscar e supor que estava atrás da Flavia no dia em que saiu
correndo e me deixou sozinha sem qualquer explicação.
– Se ele saiu correndo atrás de uma garota, então, sim, era a Flavia – respondeu Nash.
Ignorei-os e segui para a frente da linha quando vi o primeiro grupo começando a jogar. O
carrinho de Flavia parou ao mesmo tempo. Merda.
– Quer se acalmar? Não é a Flavia que sente ciúmes. É você – resmungou Nash, tomando um
gole d’água.
– Muito bem. É um problema eu estar jogando com vocês dois? É disso que estamos
falando? – perguntou Meg, olhando diretamente para mim.
– Não quero chatear a Flavia – respondi, olhando para trás, na direção para onde ela tinha
seguido.
– Ah. Bom, isto aqui é só golfe. Não é um encontro – respondeu Meg.
Ela tinha razão. Eu estava sendo ridículo. Não estávamos mais na escola e eu podia jogar
golfe com uma mulher. Flavia já sabia que Meg era uma velha amiga e, afinal de contas, nós
estávamos com Nash. Não éramos só nós dois. Ficaria tudo bem.
– Estou muito tenso. Desculpe-me. Vocês têm razão. Não é nada de mais – concordei,
decidindo relaxar e aproveitar o dia.
Pelo menos Flavia estava à frente. Terminaria antes de mim. Foi provavelmente por isso que
Woods a havia solicitado. Para que ela não ficasse sob o sol por tanto tempo como os outros.
Quando chegamos ao sexto buraco, eu já estava mais relaxado e aproveitando. Exceto pelas
preocupações ocasionais sobre Flavia estar sentindo calor, fiquei bem. Sabia que Woods
estava cuidando dela e, por mais que isso me incomodasse, também era um alívio.
– Vamos lá, Nash, até agora o Cameron fez o melhor de três, e eu, o melhor de dois. Esta é sua,
parceiro. Você consegue – Meg o provocou enquanto ele se preparava para dar uma tacada.
Nash olhou para ela com ar irritado. Ele não era muito bom naquilo e Meg não levou muito
tempo para perceber isso. Se ele desse uma boa tacada, seria um milagre.
– Acho que ele precisa de uma ajuda, Meg. Quem sabe você dá uma aula a ele – sugeri.
A expressão furiosa no olhar de Nash fez com que nós dois caíssemos na gargalhada. Como
era fácil provocá-lo.
– É melhor recuar um pouco, Meg. Ele parece estar prestes a explodir. Se esta tacada sair
voando, é melhor não estar na linha de tiro.
Meg recuou e ficou ao meu lado.
– O que ele faz quando está com raiva? Atira o taco longe? – perguntou ela com um sorriso
esperançoso.
– Não se empolgue demais. Se ele ficar irritado o bastante a ponto de atirar o taco, é porque
está realmente furioso.
– Não tenho medo. Seus braços são maiores – disse Meg, dando mais um sorriso na direção
de Nash. Ela o estava provocando.
– Os braços dele não são maiores! – rugiu Nash, endireitando-se da postura de jogo com
uma expressão defensiva no rosto.
Meg estendeu a mão e apertou o meu braço.
– Hummm, nossa, estes braços aqui são bem impressionantes. Mostre o que você tem. – Ela
o provocou um pouco mais.
Nash arrancou a camisa e foi até a frente de Meg, contraindo os músculos.
– Sinta isso, gata. Ele não chega nem perto. É só um menininho bonito.
Revirando os olhos, comecei a voltar para o carrinho de golfe. Nash estendeu a mão e
agarrou o meu braço.
– Não, senhor. Esta competição eu vou vencer. Mostre esses bracinhos. Deixe a Meg ver
quem leva a melhor.
Eu não tinha nenhuma vontade de ganhar aquela disputa.
– Você venceu. Tudo bem. Os braços dele são maiores, Meg – falei, arrancando o braço da
mão dele.
– Não, não venceu. Você não estava contraindo os músculos quando senti o seu braço e tenho
certeza de que os seus são maiores – respondeu ela, dando um sorriso malicioso.
Eu tinha certeza de que aquela era uma péssima ideia. Não achava que ela estivesse dando
em cima de mim, mas não tinha certeza.
– De jeito nenhum! Mostre o braço, Cameron. Vou provar que nesta eu levo a melhor.
– Sim, leva. Tudo bem – respondi.
– Mostre agora. Estou falando sério – exigiu Nash.
Ele estava realmente em uma disputa para ver quem mijava mais longe. Uma disputa que eu
estava totalmente disposto a deixá-lo vencer. Estava pronto para seguir para o buraco
seguinte.
– Tudo bem – concordei. – Se isso fizer você bater naquela bola para a gente seguir em
frente, eu mostro o braço.
Nash sorriu e estendeu o braço de novo para Meg sentir. Ela estava esperando por mim.
Flexionei o braço e deixei que ela o tocasse. Aquilo era ridículo.
– Sinto muito, Nash, mas ele ganhou – respondeu Meg, apertando meu braço um pouco mais
demoradamente do que o necessário.
Soltei o braço e segui de volta para o carrinho.
– Bata a bola, Nash – gritei.
– Você não ganhou! Ela só o escolheu por lealdade por ter sido a sua primeira trepada –
respondeu ele.
Virei a cabeça para ver se alguém o havia escutado. Felizmente, parecia que não.



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