História Terminal Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Visualizações 15
Palavras 1.776
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oin babys da Ayu... Voltei com o segundo capítulo... espero que gostem... Boa Leitura

Capítulo 2 - Descoberta


Fanfic / Fanfiction Terminal Love - Capítulo 2 - Descoberta

Im Jaebum
 
Goyang – Província de Gyeonggi, Coreia do Sul
 
Jaebum era como qualquer outra criança de 10 aos de idade, sorridente, forte e saudável. Adorava a fazenda onde morava, junto de sua mãe e seu irmão mais velho, e tudo o que aquele lugar maravilhoso lhe proporcionava.
 
Entretanto, sra. Im sendo uma mãe muito observadora com o filho, percebeu que seu menino estava emagrecendo tão rapidamente, a pele estava em um tom pálido e adoentado, ela se preocupou com o estado do seu garoto, não era do seu feitio ser magro, ou até mesmo ficar sem cor. O menino era conhecido como o Garoto da Saúde de Ferro.
 
O calor estava acima do normal naquele fatídico dia da semana, JaeBum ajudava sua mãe na plantação de forma divertida, sorrindo, mexendo na terra. A mãe encantada com o garoto sorria de volta com todo o orgulho transbordando pelas laterais dos lábios curvados em um vantajoso sorriso que em câmera lenta fora se esvaindo como seu filho que caía no chão poucos metros se si.
 
Mesmo em choque e tomada pelo desespero ainda conseguiu forças para correr até o filho e não tardou para levá-lo a um hospital. E foi lá, no lugar com a cor calma do branco que ela perdeu não só o chão como, também, seu mundo. Jaebum fora diagnosticado com Leucemia. Suas lágrimas contínuas e grossas fazia pequenas manchas em formas redondas nos papéis brancos com letras digitalizadas à tinta, borrando-as, aquilo era apenas um pesadelo, um pesadelo muito ruim... pensava Sra.Im.
 
Comovido pelo desespero da mãe, o médico estendeu um lenço de papel, embora visse aquelas cenas quase sempre nunca deixou de ficar comovido.
 
—A senhora precisa se acalmar. Ele ficará bem, mas terá que fazer outros novos exames, vamos monitorá-lo por mais alguns dias e então iniciaremos o tratamento. Ficaremos atento nos sintomas: fadiga, febre ou perda de apetite, falta de ar, lesões, manchas avermelhadas na pele, palidez, perda de peso ou sangramento. Isso é muito importante de se policiar. Vamos fazer uma biópsia da medula óssea também para melhor resultados dos exames se estiver alterado novamente entraremos com o tratamento de quimioterapia imediatamente. Ele estará em boas mãos.
 
—Meu filho irá morrer, Doutor?
 
—Não, senhora Im, é um caso delicado? É. Mas ele está em estagio inicial e quanto mais rápido ele começar o tratamento, mais resultados bons teremos. Mais chances de cura ele terá. Não se preocupe, iremos fazer de tudo para curar seu filho.
 
O médico sorriu, a mulher ainda fragilizada pela notícia curvou-se e agradeceu saindo do consultório, andou pelos corredores, olhando atentamente para o leito de seu filho que ficava no fim do corredor, e antes de entrar, encostou sua cabeça na porta colocando a mão na boca numa tentativa quase falha de silenciar os soluços. Perguntando-se se iria perder o filho da mesma maneira que perdeu o marido?
 
Mil e uma coisa passava na mente daquela mulher, vários médicos passavam e olhavam para o estado dela, mais uma mãe agarrada pelo desespero na porta do leito de seu filho. Mas ela precisava se recompor, ele só tinha a ela e ela a ele. Limpou as lágrimas, tomou coragem levando os dedos trêmulos à maçaneta abrindo a porta e dando de cara com seu filho, de sorriso feito e lindo no rosto, na companhia de seu irmão mais velho Jackson Wang, o menino chinês que sua mãe havia adotado antes de Jaebum nascer. A matriarca sorriu indo até seus dois e amados filhos, beijando o alto da cabeça de ambos, Jackson e Jaebum conversavam coisas aleatórias, enquanto sua mãe olhava fixamente para o mais novo em sua frente.
 
—O que houve mamãe? Você estava chorando?
 
Quis saber Jaebum sentando na cama, a olhando fixamente.
 
—Não, não...eu não estava... é que vi uma cena ali agora e acabei me emocionando, mas não se preocupa com isso.
 
Jackson sabia que sua mãe estava mentindo para o seu pequeno irmão, mas não questionou nada a mais velha e sabia que era algo relacionado a seu irmão, o chinês voltou a puxar assunto com seu irmãozinho, o fazendo rir baixinho.
 
(...)
 
Depois de algum tempo, o pequeno Im dormia tranquilo e profundamente, Jackson e sua mãe se entreolharam, ficaram ali sentados, fitando um ao outro.
 
—O que ele tem mamãe?
 
Perguntou o chinês olhando para Jaebum dormindo feito um bebê.
 
—É uma situação bem delicada, filho. Ele vai precisar de nós mais do que já precisa, Jackie, não pense o pior disso, ou até mesmo o olhar diferente... —Ela pausou cruzando as pernas se pondo a chorar baixinho enquanto olhava para suas mãos em cima de suas pernas. —Seu irmão está com Leucemia e...
 
—Você tá me dizendo que vamos perder o Bummie, como perdemos o papai?
 
—Não pense isso Jackie, não vamos perdê-lo...
 
O chinês olhou fixamente para seu irmão, o amava mais do que tudo, mais do que qualquer coisa em sua vida, seus olhos se encheram de lágrimas, passou a mão por seus cabelos escuros, mirou sua mãe, que não hesitou em se levantar e abraçar seu menino, acariciou seus cabelos, fazendo um cafuné enquanto tentava acalmar o menino com palavras de afeto e certeza, uma certeza que nem mesmo ela tinha.
 
Na minha seguinte, Jaebum acordava lentamente com a movimentação em seu quarto, alguns enfermeiros em volta de si, sua mãe e seu irmão estavam encostados na parede olhando o menino, Jackie acenou para o pequeno e ele acenou de volta.
 
—Jaebum, vamos tirar algumas amostras do seu sangue, está bem? Você se importa?
 
—Não, não, podem tirar o quanto que precisar
 
O pequeno sorriu observando bem a agulha penetrar em sua pele e atingir sua veia, ele observava atentamente o vermelho escarlate do seu sangue preencher na seringa.
 
—Jaebum, eu sou o Doutor, Kim Namjoon, e vim conversar com você, podemos nos falar agora?
 
—Claro, Senhor Kim!
 
Tamanha era a alegria do garoto ao retribuir o sorriso do médico, ajeitou-se na cama enquanto desviava seu olhar atentamente para o soro e esperava ansiosamente aquele líquido todo descer para que ele se livrasse da maldita agulha incômoda dentro de sua veia.
 
—Ah, não me chame de Senhor, está me fazendo parecer um idoso, eu aparento ser tão velho assim? Me magoou viu, Jaebum...
 
O pequeno começou a rir do modo que Namjoon falava. Kim se sentou na cadeira ao lado da cama de Jaebum, levando seus relatórios até seu colo e olhou para o menino que novamente tinha sua atenção presa ao litro de soro.
 
—Isso te incomoda, pequeno?
 
—Já é o quinto soro só hoje...e mamãe saiu com meu irmão, e logo estarão de volta, mas é tão estranho ficar sozinho nesse lugar que não tem absolutamente nada...
 
Jaebum resmungou baixinho de um modo manhoso, colocando sua cabeça apoiada em seus joelhos e voltou a atenção para o soro, ele suspirou fechando os olhos e um pequeno beiço se formou em seus lábios.
 
—Vamos resolver essa questão agora, me dê seu braço.
 
Jaebum estendeu o braço para Kim, que agora se encontrava em pé, fechando a peça de regulagem do soro, ele segurou com cuidado o pequeno braço da criança e retirou a agulha cuidadosamente onde deixou o livre árbitro para o sangue sair, e saiu aos montes. Um suspiro aliviado do médico fora ouvido, Namjoon retirou do bolso de seu jaleco um pequeno lenço branco e cobriu o lugar que ainda saía sangue em grande quantidade, pressionando com todo o cuidado do mundo, Kim sorriu e recebeu de volta o sorriso carinhoso da criança.
 
—Me chame de Nam!
 
—Prefiro Joonie.
 
—Por que?
 
—Não sei...é fofo e combina com seu sorriso que tem furo nas bochechas.
 
—Isso não são furos Bummie, são covinhas... posso te chamar de Bummie?
 
—Pode...mas porque Bummie...
 
—É fofo para uma criança muito fofa...mas vamos falar de você e da sua saúde agora?
 
—Até que enfim alguém vai falar o que tenho, eu estou muito curioso Joonie, e quero muito ir para a minha casa, muito mesmo.
 
—Eu sei que quer, pequeno, mas ainda precisamos de mais alguns exames pois o seu último resultado do exame de sangue não foi uma coisa muito boa.
 
—O que eu tenho, Joonie? Não precisa mentir para mim, eu sou uma criança mas eu preciso saber o que tenho.
 
—Bummiezinho, não é tão simples como você pensa. — Namjoon procurava por palavras fáceis de contar aquilo pra um menino de dez anos, para sua tranquilidade a mãe de JaeBum voltara e sentou na beirada da cama, segurou a mão do filho e maneou a cabeça para o médico lhe dando autorização de continuar— Através dos seus primeiros exames notei várias alterações no hemograma e mais tarde iremos fazer uma biópsia da medula, fazer um raio X e uma ressonância magnética e amanhã uma tomografia, não precisa se assustar em relações aos exames, vou estar lá o tempo todo está bem?
 
—Só me diga o que eu tenho Hyung...só me diz...
 
—Os seus leucócitos estão acima do nível permitido, com outras palavras... você está com leucemia, está na fase inicial, não é para se preocupar Bummiezinho.
 
—Eu vou morrer como o meu pai?
 
Jaebum já tinha conhecimento sobre aquela doença por conta do histórico médico do pai.
 
—Não, claro que não, eu não vou deixar isso acontecer... Não vamos pensar nisso e nessa forma, você vai viver muito, vai pegar muitas meninas, vai namorar e vai se casar, ter filhos.
 
—E após isso, eu vou deixar a minha família, como papai deixou a gente. —Um sorriso desapareceu do rosto do menino, o deixando cabisbaixo e com os olhos lacrimejados, seu pai havia falecido a alguns anos atrás de câncer, fazendo o menino pensar que terá o mesmo destino do pai.
 
A mãe da criança beijou a mão do filho e a apertou bem forte, suas lágrimas silenciosas se juntava às do filho.
 
—Claro que não Jaebongi...Todos nós temos algo a fazer nessa terra, e só após concluirmos isso iremos deixar as pessoas que amamos, assim como seu pai, ele não te deixou, ele está cuidando de você ainda. Então nunca pense que ele o abandonou, está bem? A sua vida ainda é longa, portanto até que seja seu último dia, faça cada segundo valer a pena do lado das pessoas que lhe ama, está bem? Vamos lutar juntos, fechado?
 
Namjoon com sua mão enorme bagunçou os fios escuros da criança e sorriu o vendo concordar com a proposta, o pequeno olhou para o médico deixar o quarto, e embora Jaebum estivesse sendo amparado pelos braços de sua mãe, seus pensamentos eram um mar de confusões, turbilhões de coisas se passavam ali, deixando sua mente completamente agitada e perdida.u

 


Notas Finais


Obrigado por lerem até aqui :3 non desistem de eu T.T


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