História Texas - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias My Chemical Romance
Personagens Frank Iero, Gerard Way
Tags Bdsm, Frank Iero, Frerard, Gerard Way
Visualizações 120
Palavras 766
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - Capítulo 16


Gerard

Os remédios sempre funcionavam.

Com Noah sempre funcionavam.

Eu me mantinha calmo e tranquilo. Não mexia com ninguém.

Mas Frank reacendia os meus demônios. Alguem em são consciência iria recuar a uma atitude de repulsa, mas isso só me fazia desejar mais.

Era algo incontrolável, fora dos limites da minha até então inabalada consciência.

Eu era consumido por uma febre avassaladora, cheia de altos e baixos, mas nunca desequilibrada o bastante para cessar.

Tantas mulheres aos meus pés, e o único corpo desejável para mim eram os infantis...

A sombra de Dolores que me acerca, me transformou em um homem louco e enfermo.

Há tanta vida lá fora, e eu só conseguia pensar na satisfação do prazer.

Eu estava preso.

E estava aprisionando meus garotos também.

Mas embora meu ego me avisasse, tal fato não me era tão preocupante naquele intante.

Mais um lençol rasgado em tiras finas.

Mãos até então amarradas, e mordaça encharcada de saliva.

Agora, os pés estavam amarrados às mãos, fazendo meu garoto separar uma nesga de suas nadegas pálidas.

Ele espremia os olhos, e suava.

As marcas rubras ainda se exibiam por quase toda a extensão de sua pele.

Água quase quente, em pele aveludada, vira uma verdadeira obra de arte quando misturadas.

Muitos homens precisariam de mais tempo para se excitar... Mas apenas o fato de ver Frank sobre a cama, me deixava com meus hormônios à flor da pele.

Eu me perguntava se aquilo realmente acontecia, ou era apenas mais uma das minhas alucinações.

Frank me deixava de maneira inexplicável. Eu não sabia se tudo que ele fazia era na intenção de me provocar, mas ele simplesmente conseguia.

Ele conseguia me deixar com vontade, em fração de segundos.

Ele conseguia me tirar do sério quando sorria, e suas bochechas ficavam rosadas.

Ele conseguia me tirar do sério quando lia revistas em quadrinhos em cima da cama, enquanto balançava os pés e o bumbum, para lá e para cá...

Ele conseguiria seduzir qualquer pessoa que quisesse.

Mas eu não queria cair nisso de novo.

Eu não queria gostar dele...

Eu não queria ter que matar ele.

E mesmo estando em conflito com essas coisas, o contraste de minha excitação sob a calça seria um escândalo para os conservadores de Cresson.

Abri o zíper, e com um pouco de incômodo consegui passá-lo por essa abertura.

Glande rosada e úmida, quase pronta para invadir certo lugar...

-Olha pra mim Frank. -Ordenei, puxando o garoto pelos cabelos, e o sentando.

Ele me olhou com aqueles olhos verdes de baixo para cima...

Aquilo era tão... Erótico...

Nesses momentos, Frank é insento de alma e sentimentos, para mim.

Apenas carne.

-Vou tirar a mordaça, e você vai chupar meu pau com vontade, está entendido?! - Falei, com a mão na cintura, enquanto me acomodava melhor de joelhos naquela cama.

Ele fez que sim, ainda me olhando.

Frank olhava para o meu pênis hesitante.

Eu admito que ele não é um dos maiores, mas causa um grande estrago.

O garoto o colocou na boca. Seus lábios achatavam, e um pouco de saliva escorria por seu queixo.

Era tão molhado... Ele chupava com vontade e força, fazendo o prepúcio cobrir a glande naquele roçar completamente úmido, pelo qual eu tanto gostava.

Seu rostinho ficando avermelhado, me fez segurar forte sua cabeça inclinada para o lado.

-Me chupa me olhando!-Agarrei seus cabelos, movimentando o quadril para frente.

Nossa... Quanto tesão Frank me fazia sentir...!

Aquilo sempre me causava espasmos no estômago, mas arrepios na espinha era uma sensação nova...

Larguei sua cabeça, e tirei da sua boca, para levantar o que ele sugava com vontade.

-Isso garoto... Vai nas bolas vai...!

Ele obedeceu e seus movimentos bucais se revezavam entre lamber e sugar.

-Passa a língua... -Falei me referindo à glande -Ohh...! Isso...!

A saliva e o movimentar dos lábios e do prepúcio faziam um barulho muito gostoso de se ouvir por todo quarto.

Ele estava ficando ofegante , e os olhos lacrimejavam a cada fez que ele empurrava até a garganta...

Por Deus...! Eu estava em êxtase...!

O empurrei, e ele caiu deitado de lado. Ficou me olhando assustado, e eu apenas sorri.

Sorri mau e libidinosamente...

Me inclinei, e mordi seu ombro e fui até sua orelha...

-Eu quero te comer de quatro. Quero ver sua bunda mexendo enquanto eu te penetro...

Logo o desamarrei, e prendi seus dois braços, na última grade da cabeceira da cama, enquanto ele ficava de quatro.

Acomodei-me, e dei umas palmadas gostosas naquele bumbum carnudo que ele tinha, deixando minha marca lá.

-Abre mais as pernas.

Ele o fez de imediato, empinando e tudo.

Fui me acomodando por trás.

Eu não tenho cautela em penetrá-lo. Nunca a tenho.

Então, fiz o que era de tradição, fui com força e sem piedade.

E covenhamos... A primeira penetração é a melhor...!

Nos movimentos de vai e vem, eu fiz a satisfação do meu prazer, e me sentia cheio de poder, como nunca antes.



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