História Texting - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dakota, Debrah, Kentin, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya, Violette
Tags Castiel, Dress, Love, Nathaniel, Texting
Exibições 716
Palavras 702
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Aqui está o capítulo 21! 🎉

⚠!NOVAMENTE!⚠
Quem quiser o meu WhatsApp me manda mensagem, porque eu agora tou numa de querer falar e conhecer pessoas novas e tals, então me mandem mensagem pedindo meu número...

Capítulo 21 - Vinte e Um


- Castiel -

Seria mentira se eu dissesse que não desconfiava ser Nathaniel, mas sempre pus essa opção de parte, quer dizer, ele sempre foi muito tímido e reservado, nunca o imaginei a mandar fotos daquele tipo a um desconhecido, mas essa parte agora não importa, o que importa é que eu agora gosto dele, e ele me odeia.

Ele me deixou no parque, e quando tentei conversar com ele por mensagem, me bloqueou.

Eu estive a pensar em tudo o que eu fiz para ele, talvez eu tenha sido rude demais com ele, e ele tem todo o direito de estar magoado assim comigo, mas ele tem que perceber que esse Castiel mudou quando começou a falar com ele por mensagem.

Hoje na escola eu vou falar com Rosallya. 

Vesti rapidamente a primeira roupa que vi á frente e fui até á cozinha buscar uma maçã, e sai de casa enquanto a comia. Hoje eu iria a pé para poder pensar.

A rua estava calma, provavelmente por ainda ser cedo, então apenas se via algumas crianças com mochilas da escola, supostamente para irem para a escola tal como eu.

Quando dei por mim já estava á frente do portão da escola, então entrei rapidamente e comecei a busca pela Rosallya.

Demorei a encotra-la, mas finalmente a encontrei numa sala de aula.

- Rosallya - chamei.

- Fala Castiel - ela disse concentrada no seu caderno, provavelmente não fez os deveres e está fazendo-os agora.

- Então, eu e ele nos encontramos.

- Serio? Como foi? - ela disse animada e deixando de parte o seu caderno.

- Uma merda - respondi.

- Como assim? - ela perguntou confusa.

- Nathaniel não quer mais olhar na minha cara. E ele falou que te vai matar, então se prepara para uma bronca.

- Como assim? Eu pensei que…

- Rosallya, nos estavamos brigados e você faz isto? Como assim Rosa? - interrompi-a.

- Mas é que…

- Deixa para lá, adeus - interrompi-a novamente e sai da sala indo para o grémio.

Possivelmente Nathaniel estaria lá, e é exatamente isso que eu quero.

Entrei no grémio silenciosamente, e lá estava ele, de costas para mim, arrumando uns papeis.

Como ele estava distraído aproveitei e tranquei a porta silenciosamente e de seguida me sentei em uma cadeira esperando ele notar a minha existência.

Passaram cerca de três minutos e finalmente ele me notou.

- Sai - ele quase sussurrou.

- Quero falar - disse sério e ele se assustou, talvez por eu ter sido grosso demais.

- Não tenho nada para falar com você! - agora fui eu que me assustei, ele quase gritou.

- Mas eu tenho! - gritei de volta.

- Então enfia essas palavras todas no seu cu e desaparece daqui porra! - porra, o Nathaniel mudou. Onde está o Nathaniel tímido que não fala palavrão?

Me levantei da cadeira e fui até ele.

- Eu. Quero. Falar. Contigo - disse pausando no meio das palavras.

- Mas. Eu. Não. Quero - ele pausou também - Tu não vais sair?

- Não - disse sorrindo já imaginando que ele tentaria sair da sala.

- Então saio eu - tal como eu imagienei.

Ele pegou sua mochila e alguns papeis indo em direção á porta.

Rodou a maçaneta, mas a porta não abriu. Ele suspirou e soltou um "porra".

Ele está muito diferente, ou talvez seja apenas comigo.

- Abre a porta Castiel - disse calmamente.

- Fala comigo e eu abro.

- Mas eu não quero falar contigo Castiel - disse, ainda, calmamente.

- Então me ouve apenas -  eu disse e ele se calou.

- O que foi? - passados algus segundos de silencio, pois eu estava esperando ele responder - Estou a ouvir! Fala logo que eu quero sair.

- Eu quero pedir desculpa.

- Não aceito. Acabou? Já posso sair?

Confesso que fiquei triste com a reacção.

- Não, não acabei. 

Ele bufou e se sentou numa cadeira pondo os papeis em cima da mesa.

- Eu gosto do rapaz com quem eu falei durante estes dias, ou seja, tu - falei.

Ele não mostrou reacção, continuou sério.

- Foi preciso você começar a gostar do "rapaz" para perceber que o que você fez comigo foi errado? Só porque você agora é gay? Sim, porque você é gay, se gosta de mim.

- Eu sei. Mas não é só por causa disso, eu estou arrependido mesmo. Eu gosto mesmo de ti Nathaniel! Por favor, me perdoa?



Notas Finais


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