História Thalia e Harry Potter: Os gêmeos que sobreviveram - Capítulo 2


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Categorias A Seleção, Ever After High, Harry Potter, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos, Supernatural
Personagens Alvo Dumbledore, Darling Charming, Dean Winchester, Draco Malfoy, Eadlyn Schreave, Fred Weasley, Harry Potter, Hera (Juno), Hermione Granger, Jason Grace, Jorge Weasley, Ronald Weasley, Zeus
Tags Corvinal, Grifinória, Harry Potter, Lufa-lufa, Sonserina, Thalia Grace
Exibições 42
Palavras 1.214
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Você é Sophia Grace


Fanfic / Fanfiction Thalia e Harry Potter: Os gêmeos que sobreviveram - Capítulo 2 - Você é Sophia Grace

POV. Thalia

Desencostei a cabeça do vidro quando o carro parou. Chegamos ao aeroporto de Manhattan há meia hora, onde um carro do Ministério nos aguardava.

Desci do carro e encarei o estabelecimento a minha frente. Para os trouxas é apenas uma loja de fita cassete antiga, mas na verdade ela é uma passagem para uma cidade bruxa, Olympus. Só existem duas maneiras de entrar em Olympus “normalmente”, por essa passagem e por uma loja igual a essa na Califórnia.

Peguei minhas malas e entrei na loja com Smurf. Tinha uma pessoa no balcão. Spike Garcia, um bruxo de 50 anos que anota o nome de todos que entram ou saem da cidade. Nos cumprimentou quando nos viu e nos deixou passar, ele conhece a gente.  

Agradecemos.  Passamos pela porta dos fundos e saímos em uma colina. Olympus é uma cidade bonita e cheia de magia. Por causa do horário, muitas pessoas circulavam pelas ruas, entrando e saindo de lojas. Crianças correndo pra lá e pra cá, se divertindo. Corujas voando por todos os lados, com cartas ou pacotes presos as patas.

Respirei fundo, apreciando o ar puro. É bom estar de volta.

Descemos a colina e entramos no meio da multidão, não tardando para chegarmos ao Monte Olimpo (nome muito original). O Monte Olimpo se resume a uma rua com doze mansões, pertencentes as doze pessoas mais influentes da magia americana.

Segui para a primeira casa – branca com um lindo jardim – e Smurf para a terceira, ao lado da minha. Como não tinha ninguém na sala, subi direto para meu quarto.

As paredes eram roxas, que ficavam em contraste com o piso branco. Na parede à esquerda da que estava a porta, havia uma cama branca com a cabeceira em formato de coração, ao seu lado um criado mudo rosa com um abajur vermelho e, colado na parede, um espelho em formato de coração com uma das laterais enfeitadas de borboletas brancas. Na parede oposta a essa, tinha duas portas brancas (do closet e do banheiro) e uma televisão. Metade da parede em frente à da porta era ocupada por duas janelas grandes, no espaço que tinha entre elas, havia uma mesa de estudos com um computador. Uma estante branca ocupava toda a parede da porta (deixando espaço para a porta), ela estava lotada de livros. No chão tinha quatro tapetes de coração (perto do criado mudo), um tapete retangular (do lado esquerdo da cama) e alguns puffs espalhados pelo quarto.

Adentrei o quarto, deixando minhas malas ao lado da cama. Troquei de roupa e liguei a TV na Nickelodeon, onde passava uma maratona da 1º temporada de Winx.

20:30

A maratona tinha acabado de terminar quando Sophia entrou no quarto e sentou na cama, me encarando.  

- O que foi? – perguntei, estranhando o silêncio da ruiva. Ela suspirou derrotada, antes de responder:

- Você vai pra Hogwarts, Jason está em Ilvermorny e, daqui a dois anos, os gêmeos escolheram uma escola. Eu vou ficar sozinha! – exclamou com os olhos marejando. Meu coração se apertou. Uma das coisas que eu mais odeio, é ver quem eu amo sofrendo.

- Você não pode ter certeza. Há chances de vocês ser bruxa.

- E há chances de eu não ser. – rebateu – Não sei quem são meus pais biológicos, não sei o que aconteceu com eles. Eu não sei quem eu sou...

Sophia foi adotada três semanas depois de mim, com apenas dois meses. Zeus e Beryl, nossos pais adotivos, nunca nos contaram o que aconteceu com os pais da Sofi, muito menos quem eles eram. Porém eu tenho a impressão de que todos os adultos do Monte Olimpo sabem.

- Você é Sophia Grace. A garota mais gentil, doce e alegre que eu já conheci. – falei olhando diretamente em seus olhos azuis.

Ela se animou.

- Você tem razão! Eu sou Sophia Grace e nada, nem ninguém vai mudar isso. – sorri com sua afirmação, mas fiquei preocupada. Acho que isso dará problemas no futuro. – A propósito, o jantar está pronto.

Calcei meu chinelo e fui para a sala de jantar com Sofi.

Todo mundo já estava na mesa – papai estava na ponta; Hera, minha boa-drasta, ao seu lado direito; Jason ao seu lado esquerdo; Fellipe e Henry estavam um de frente para o outro, ao lado de Jay e Hera, respectivamente -, só faltava a gente.

- Vocês demoraram tanto, que decidimos comer antes que a comida esfria-se. – Lipe justificou, mas sinceramente, não me importo de comerem antes da gente.

Fiz um sinal de “deixa pra lá” me sentando ao seu lado, Sofi se sentou ao lado de Henry. Coloquei meu prato e comecei a observar a sala.

Suas paredes eram brancas, seu piso de madeira era todo coberto por um tapete branco. No centro da sala, tinha uma grade mesa branca e dez cadeiras da mesma cor. Havia um lustre de cristal no centro da sala, em cima da mesa, pendurado no teto. Metade de uma parede era ocupada por uma janela, que tava visão para o quintal. Uma porta branca ligava essa sala a sala de estar. E tinha alguns quadros nas paredes.

Passei tanto tempo observando a sala, que nem notei que já estava terminando a sobremesa. Comi o resto da mesma e me despedi dos outros, subindo para o meu quarto em seguida. Assim que entrei no cômodo, vi meu celular vibrar em cima da cama. Me joguei na cama, o pegando. Eram três mensagens da Smurf.

“O que vamos fazer amanhã?” 21:30

“Tem que ser alguma coisa muito legal” 21:30

“Não se esqueça que dessa vez eu só tenho 2 semanas” 21:31

Astrid nasceu na Itália e mora lá com a mãe – uma mulher criativa e bipolar. Smurf nunca conheceu o pai e não sabe nada sobre ele, na verdade, ela não sabe nada sobre sua família paterna. Sempre que tenta conversar com a mãe sobre eles, Dorcas se esquiva da pergunta, ás vezes tenho a impressão de que ela tem medo de responder... Enfim, Smurf e Dorcas passam os feriados e boa parte das férias de Asty em Olympus, na casa do irmão de Dorcas, Poseidon. Quando Smurf vem sozinha, ela costuma passar no mínimo um mês, mas esse ano a mãe dela quer que ela volte antes. Por quê? Não faço a mínima idéia, e nem Astrid.

Fui pro banho pensando no que poderíamos fazer. Brincar no parque? Não, muito chato... Passear na cidade? Conhecemos Olympus como a palma de nossas mãos, não vai ter muita graça... Queria que a Juliana estivesse aqui. Ela é boa com idéias, pena que os avós dela não a deixaram vir para Olympus esse ano. Assim como Smurf, Juliana nasceu e cresceu na Itália, só que com os avós. E igual a Smurf, ela tem um tio em Olympus, Hermes Stoll. Tio que ela costuma visitar quando não está na escola ou viajando.

Terminei o banho e coloquei a roupa.

  O que podemos fazer? O que podemos fazer? Pensa Thalia, pensa!... Ok! Nós gostamos de música, mas não tem nenhum show amanhã... Gostamos de filme... É ISSO! VAMOS AO CINEMA!

Senti minhas pálpebras pesarem. Olhei a hora no relógio do criado mudo.

23:45

Amanhã em falo para ela.

Esse foi meu ultimo pensamento, antes de encostar a cabeça no travesseiro e dormi.


Notas Finais


O que acharam?
Desculpa a demora.


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