História Thank You - YoonKook - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Menção!jikook, Menção!nammin, Mençao!yoonmin, Oneshot, Pwp, Sugakook, Top!jungkook, Yoongi!bottom, Yoonkook
Visualizações 490
Palavras 6.018
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Recomendo escutar: Let Me Love You - Ariana Grande ft. Lil Wayne

Yoonkook tá virando um otp pra mim. Não achei que tinha estruturas para outro otp, mas lá vamos nós!

Capítulo 1 - 고맙습니다


Fanfic / Fanfiction Thank You - YoonKook - Capítulo 1 - 고맙습니다

― Obrigado…

 

Digo com a cabeça baixa vendo Jimin e Namjoon irem para longe. O ruivo, meu ex namorado e pior inimigo, agarrou-se ao braço do novo conhecido. Namjoon apenas olhou para trás acenando um “adeus” para mim e Jungkook.

O mais novo de cabelos castanhos estava com os dentes de coelho travados em um sorriso gigante e perfeito, mas seus olhos estavam abertos de forma demasiada assustadora, o que assusta. Ferrado, é a palavra que define minha situação. 

Jungkook, é meu amigo desde o tempo do colegial. Esse que amava o Jimin tanto quanto eu, fechou os lábios deixando uma carranca furiosa surgir em sua feição. Novamente a palavra ferrado me vem a cabeça.

― Não. ― falou como se ainda estivesse petrificado demais com o que acabara de acontecer poucos segundos antes. Olhei para frente seguindo o dono dos fios vermelhos, ele saiu pela porta junto com aquele poste que chegava perto da altura de Jungkook.

― Hm? O que você falou? ― ele sussurrou aquela resposta me deixando meio confuso. Foi o bastante ler os seus lábios, mas às vezes - quase sempre - me confundo. Odeio quando meu melhor amigo fica cochichando.

― Não aceito seu agradecimento. ― ele falou um pouco alto, sabendo que não havia chance de Jimin ou qualquer outro conhecido escutar.

― Isso é sério? ― Falei suspirando em reprovação, toda a minha gratidão foi pelos ares. Jungkook as vezes me irrita com essa vontade de ficar juntando lembranças do passado. Eu e ele começamos a ser amigos, exatamente por causa do mesmo cara. Park Jimin era o garoto mais perfeito da escola, mas ao contrário de “popular e metido”, ele era só um anjo intocável e inatingível que espalhava luz ao lado de todos. 

Só tinha dois amigos. Namjoon e Jin, esses três eram quase vistos como a futura paz do mundo. Jin era o mais velho, o mais inteligente e o mais divertido. Podia-se escutar suas risadas um tanto escandalosas de longe, e Namjoon era apenas um nerd calado. Não me surpreende saber que Jimin e ele estão juntos atualmente, mesmo depois da idade adulta. Jimin sempre gostou de decifrar pessoas e alegrá-las. E pelo o que vi hoje, seu namorado está assim. Foi muito gentil e divertido.

Mas devo admitir, ver o sorriso grande daquele quase me partiu no meio. Quando eu e o moreno raivoso ao meu lado nos conhecemos, éramos dois gays encubados. Jungkook era tímido, branquinho, todo cheio de frescura e eu era o “hyung rebelde”. Bem, Essa rebeldia não me rendeu muita coisa, mas não complicou nada. Hoje em dia trabalho como designer de games, e Jungkook segue fazendo a faculdade.

Eu não tinha amigos. Até conhecer o moreno e me acostumar com a sua presença seguindo-me pelos intervalos. Um dia eu fiquei sozinho, e assim fui alvo de algumas coisas desagradáveis, coisas em parte que eram somente culpa minha. Quando as pessoas me viam com Jungkook ficavam quietas, dizendo que eu não era tão ruim assim. Mas parte dessas pessoas, seus fãs e protetores, ficavam de olho em mim. Esperando eu pisar na bola.

Bem, eu pisei nesta merda e o resultado não foi nada agradável. Escutei coisas horríveis, mas por sorte escapei de levar uma surra por ser tão boca suja e querer retribuir as palavras maldosas. Jimin me encontrou chorando no terraço da escola, e o resto, foi mais que esperado, eu comecei a namorá-lo.

Jungkook dizia estar orgulhoso, mas eu sabia que isso o magoava um pouco. Então sempre deixava Jimin de lado. Até hoje me pergunto porque fiz isso. Se eu amava Jimin, custava meu amigo entender? Se bem que ele entendia, ou pelo menos dizia isso. Mas eu ficava com essa preocupação agoniante, uma vontade de proteger Jungkook e ficar do seu lado. Era como um ímã.

― Vá a merda Jungkook! Supera esse garoto. Já era. Ele nem mora mais nessa cidade. — no breve “Oi” que os conhecidos deram, falaram que estão morando em outro lugar.

― Não importa. Ele não precisava viver a vida dele achando que eu namoraria alguém como você! ― Ai. Doeu, eu sei que ele tá puto porque eu fiquei tão nervoso quando vi Jimin que agarrei sua cintura e disse que era meu namorado. Tá bom que não é a coisa mais louvável do mundo ser exibido como um troféu, mas o moreno é cheio de músculos, tem um rosto adoravelmente infantil e uma voz doce. Por favor né, o que custa ser Meu bonitinho por alguns segundos? Até parece que eu iria querer namorar essa praga “sabe tudo”.

― Eh?? Pra que isso hein. Quem não iria querer me namorar? ― Falei em um tom convencido virando de costas e voltando a andar rumo da loja de roupas. A gente estava no shopping a um bom tempo. Tudo culpa do mais alto que não parava de comprar comida, se fosse por mim compraria qualquer blusa de manga comprida e iria me afundar no sofá lá de casa. 

Ele sabe mais que tudo que eu não gosto muito de sair de casa, muito menos de ver meu ex namorado lindo desfilando por aí com um bonitão. Ah, é importante ressaltar, eu e o mais novo mudamos de papel, agora o quieto sou eu, e ele é o “jovem adulto conquistador de corações e blablabla”, todas aquelas baboseiras que tinha que ouvir como introdução de uma conversa sobre quem ele pegou. “hyung! O destruidor de kokoro¹ ataca novamente”. Claro que essa fala estúpida, só é um bordão. Uma mania de parecer um idiota graças a minha má influencia no passado.

― Você é tão cuzão que ele te deixou em menos de dois meses. Então, ninguém iria querer te namorar. ― Olhei incrédulo para aquele pirralho híbrido de coelho/naja.

― Só aceite minha  gratidão, e se ficar bonzinho eu te compro um boné. Okay?

― Não! ― Falou estalando um tapa atrás da minha cabeça e andando na frente tomando o milk shake que estava esquecido em sua mão. Olhei para frente boquiaberto ditando um xingamento. Jungkook ficaria revoltado por dias, o menino guarda muito rancor.

(...)

― Anda Kook… Escolhe alguma coisa. ― Falei impaciente batendo o pé. Não aguentava mais seguir aquele filho do demônio, o caminho para a minha loja de roupas prediletas nunca foi tão longo. Jungkook desviava o caminho e aproveitava para me fazer pagar um mico, ou me agredir fisicamente. E sinceramente, eu sou um idoso com uma média de altura bem precária.

Entramos na loja e quase agradeci a Jeová por isso, mas ele continuou com sua “raivinha” mesmo ali, inclusive. Quando pedi desculpas mais uma vez, ele simplesmente pegou minha carteira e começou a jogar o dinheiro por aí. Dinheiro duro que eu ganho sentado ficando na frente do computador, 50 horas por dia para fazer a porcaria do boneco se mover sem deixar a qualidade do jogo cair. E ainda ter que ler comentários ofensivos no final de tudo. Opa, “Você não errou ali na quantidade de horas?” ― Não, não mesmo. O dia para mim tem quase esse tanto mesmo.

― Eu já disse que não quero suas desculpas. ― Ele falou deixando um peteleco no meu nariz. Suspirei irritado invocando uma paciência que não existia, Jungkook sabe mesmo como me fazer perder os cabelos. Basta agir como uma criança capeta. Maldito insistido de proteção que me faz ficar grudado nele. Ele se aproveita disso, tadinho de mim.

―  Olha, eu só vou oferecer mais uma vez. ― Fui sincero erguendo o dedo enquanto ele andava pela loja. Logo o garoto sorriu travesso erguendo uma das sobrancelhas. As vezes me surpreendia sua beleza, lábios brilhantes vermelhos e os olhos redondos. Tudo muito bonitinho como eu disse, mas não apaga a personalidade de judiador dele. Jungkook não tem dó de ninguém, muito menos de mim.

― Ai é? Pois bem, ofereça. ― Ele disse saindo de trás dos cabides de roupas, parando em um lugar vazio, apoiou o cotovelo na cabeça da arara de casacos e riu soprado. Demônio, te odeio.

― É… ― Paro no momento. Quando Jungkook faz essa cara nada pode se sair muito bem, da última vez que isso aconteceu eu tive que comprar uma coleção absurdamente cara de produtos de pele femininos para ele. E isso me leva a lembrar, Jungkook tem cheiro de mulher, e eu não gosto de mulher, logo odeio ele, logo odeio o demônio; sendo assim, Deus é amor. Amém.

― Pode comprar qualquer coisa, e eu te concedo uma ordem. Só uma! ― Não podia me rebaixar tanto, mas tinha que apostar alto. Caso o contrário acabaria tendo que comprar mais. Acho que ele ouviu bem, “qualquer coisa”, é isso mesmo minha gente? “COISA”, no singular.

Ele soltou uma risada maléfica se encolhendo e esfregando as mãos. Essa desgraça dá medo mesmo. Ele ajeita a postura e ali mesmo dar uma olhada na loja toda. Sorriu largo e depois se colocou do meu lado como um bom cachorrinho educado. Até me orgulhei, ainda bem que sou rico. Porque não irá me surpreender se JungKook pegar a coisa mais cara da loja. Ele é tão maligno que poderia comprar algo que nem usaria, só para jogar no chão e me ver berrar feito uma mocinha pelo dinheiro derramado pelo leite. Quero dizer, dinheiro derramado. Digo… Foda-se. 

― Assim eu fico até emocionado. ― Falei com uma falsa alegria já tomando de volta a minha cara de tédio habitual. Peguei duas blusas e fui direto para o provador avisando Jungkook que estaria ali, tenho mania de me perder dele e mais uma vez digo: Preciso ficar do lado desse garoto.

― Hyung, você conhece aquele Taehyung? ― Ele falou do outro lado da porta. Havia entrado no provador também, logo ouvi os cabides das coisas que ele pegou cair no chão. Mas tava ouvindo mesmo era a minha carteira sair correndo antes que acontecesse uma merda.

― Conheço, por quê? ― Kim Taehyung é um garoto que trabalha nessa loja, ele é namorado do meu irmão. Outra peste assim como Jungkook. Quem sabe a família Min seja amaldiçoada ou coisa do tipo, pois assim como eu sou protetor com Jungkook, sou protetor com meu irmão. E o meu irmão Woo Bin, é o mesmo.

― Por nada não, ele é legal. ― É só o que me faltava, se esses dois ficassem amigos eu desistia de tudo e botava o WooBin pra ser babá.

― Ficou bom? ― Abri a porta usando uma blusa preta de mangas curtas, e um boné branco. Nada extravagante, mas só por ter um desenho bordado em formato de kumamon no peito, aqueles dois iriam custar mais de 300 reais.

Esfreguei meus braços em um quase abraço me sentindo meio estranho. São finos e magros, brancos em geral, me sinto estranho sem algum pano os cobrindo. Por isso é quase uma raridade que eu compre uma blusa sem mangas longas. Desviei o olhar no espelho me virando para trás em procura de achar Jungkook dentro da cabine.

Ele estava fora, colocando uma blusa em um cabide sem expressão. Tudo normal até então, mas aí meus olhos seguem a linha do seu corpo e encontram seu torso nú. Estava sem blusa e distraído com aquela montanha de roupas jogadas em cima de um banco.

― Ficou bonito, hyung. ― Ele falou com os olhos meio perdidos, distraídos demais com sua preocupação para me dar devida atenção. Poxa! Estou inseguro aqui com esses gravetos branquelos aparecendo. Mas isso não me frustrava muito, porque admito ter ficado meio hipnotizado quando o outro passou uma blusa de botões escura pelos braços e pousou nas costas sem fechar os botões. Jungkook é como um filhote para mim, mas às vezes assumo, ele é muito bonito. Queria saber que Deus é esse que me coloca no meio de gente tão bonita. Enquanto eu sou apenas um normal arrumadinho.

 De acordo com a minha mãe. Ela é bem sincera.

― Tá bom. ― Falei suspirando acidentalmente.  Jungkook ergueu a cabeça imediato me olhando meio assustado, normalmente quando respiro assim, significa que estou triste. E como uma boa tartaruga velha, mantenho minha boca quieta sem querer falar dos meus problemas. Contudo Jungkook consegue tirar essas coisas de mim, e me deixar feliz o suficiente novamente. Talvez seja por isso que eu aguente todas as brincadeiras.

― Você está bem? ― Ele perguntou se virando para mim e deixando seu abdômen moreno para frente, ele é mesmo um monstrinho musculoso. Sentia inveja, ou admiração. Sei lá, mas me fez suspirar de novo. - Que errado Yoongi, para de olhar para seu dongsaeng… - Pensei apoiando a lateral do meu corpo na borda da porta.

― Estou sim, valeu por perguntar. ― Falei centrado levando a atenção a minha mão que foi de encontro ao boné pegando e trazendo para baixo. Por um segundo me senti apreensivo, cercado, diferente e ansioso. Como se alguém tivesse tomado todo o meu ar de uma vez. Abaixei o boné mais rápido e vi Jungkook em minha frente com o mesmo sorriso sugestivo de antes.

― Hyung, eu escolhi uma coisa. ― Ele falou sorrindo mais uma vez e fechando os lábios contraídos, em uma mania que tem de esconder os dentes grandinhos.

― E eu achando que podia ter um pouco de luz no seu coração! ― Falei com o meu típico tom de voz, que se compara a o som de um cachorro latindo. Ele riu menor abaixando a cabeça e depois erguendo para se aproximar mais. E novamente aparece esse sentimento da falta de ar e falta de espaço. O que ele está fazendo? Está me deixando com inquieto.

― Eu vou facilitar a sua vida Yoongi-ah. ― Falou mexendo um dos braços me fazendo abaixar o olhar, até ver que estava escondendo algo atrás das costas. ― Você vai comprar isso, e vai me conceder a ordem ao mesmo tempo. Não é prático? Eu sei que você gosta de coisas práticas.

Disse dando mais um passo, dessas vez o meu espaço curto acabou de vez, ele estava com a barriga forte em minhas mãos que estavam juntas na frente do meu peito, aproximando o nariz até quase encostar no meu. Escapando milímetros de se tocarem. Engoli a seco franzi o cenho, pisei em falso indo para trás quase me desequilibrando ao entrar novamente na cabine.

― Agora veste isso, e faz isso de olhos fechados. ― Jogou o pano na minha cara e assim que o tecido aparentemente leve escorregou do meu rosto, senti minha visão sendo tapada por sua mão. Minha cabeça tava uma confusão, e eu meu coração batia frenético. Que diabos? Me pergunto novamente ficando nervoso demais para conseguir discordar de qualquer coisa.

― Se você abrir os olhos, sou eu que vou te vestir. ― Falou movendo minha cabeça para perto, falando rente ao meu ouvido de uma forma autoritária. Algo que eu nunca vi nele. Já abria os lábios tomando coragem para questionar, mas o moreno me interrompe novamente. ― Certo? ― Perguntou com o mesmo tom, agora quem parecia latir era ele.

― Certo. ― Falei baixo sentindo meu peito subir e descer com toda essa duvida e curiosidade. Um pano passou por minha pele, em cima dos olhos, senti a pressão de um nó se fazendo na parte de trás da minha cabeça. Realmente não estava acreditando que seria vedado, "não mereço mesmo um pouco de confiança?" - pensei -. Meus lábios não se fecharam nem por um segundo completamente surpreso com o que estava acontecendo. Senti o meu corpo ser virado para trás, provavelmente onde ficava o espelho.

Algo quente bateu em minhas costas, seguido de um toque intenso em minha cintura que me fez estremecer. O tecido fugiu de minhas mãos, quase caindo no chão, mas foi recuperado pela terceira mão e posta em meu ombro, ― Jungkook, o que você… ― Falei sendo interrompido por um toque leve e fervente que correu por meus braços fazendo um arrepio subir toda a minha coluna.

― Não vista errado Hyung. ― Falou com a maldita voz doce de sempre, saindo de trás de mim e deixando aquele vácuo de frio em minhas costas. Fechei a boca engolido a seco, talvez tenha ficado paralisado por tempo demais, porque logo a voz melodiosa de Jungkook surgiu do outro lado da porta perguntando se eu já havia me vestido.

Uma ordem, eu disse. Mas imaginava algo tipo “beija o chão,” ou “compra uma sopa e come dentro de um restaurante de hambúrguer”. Está decidido, me recuso a fazer algo assim, e afinal eu nem sabia o que estava em minhas mãos. Podia ser muito bem uma roupa de palhaço.(avah)

― Yoongi, se você não sair daí eu vou entrar. ― Tremi novamente, dessas vez batendo os dentes uma única vez pelo susto.

― Calma! Eu vou sair. ― Falei como um trouxa já me arrependendo por dizer isso que saiu tão automático, meus braços trêmulos saíram das laterais do meu corpo e pegaram o tecido fino amassando com os dedos.

― Como eu visto isso? ― Falei parcialmente irritado(?) Estava mais para super nervoso.

― Quer que eu vá te ensinar?

― Nananão! Esquece, eu me viro. ― Falei segurando a coisa pelas pontas. Notei do jeito mais dificultoso possível que era uma blusa. Parecia uma, mas não tinha manga alguma, só esse detalhe já me deixava aflito. A blusa entrou no meu corpo ficando grudada em minha cintura. O tecido era fino e gelado, um seda fino. Toquei o meu próprio corpo descendo a mão por todo o tronco coberto. Minhas bochechas arderam rudemente ao sentir algumas partes rendadas. Meus mamilos começaram a endurecer com frio enquanto podia sentir algumas mexas de cabelo escaparem do aperto da venda e bater no começo da minha nuca.

― Yoongi... ― Jeon falou calando sua fala assim que abriu a porta da cabine, silêncio completo reina em meus ouvidos, ao não ser por sua respiração que se aproximava mais. ― Você quer me deixar bravo. Huh? ― Ele disse me fazendo abaixar as mãos do meu próprio tronco e olhar para os lados procurando pelo mais novo abusado que estava fazendo essa brincadeira de mau gosto comigo.

Ouvi dois passos virem em minha direção e o som da porta sendo fechada e trancada, Jungkook em si parecia uma pequena chama, só a presença dele ali deixava o ar pesado e denso, difícil de respirar.

― Do que você está falando? ― A minha boca tremia só de dizer aquilo. Ficar sem ver nada estava mexendo comigo, logo senti os dedos longos e infernais tocarem minha cintura e descerem até o meu quadril. Apertou por um segundo ali para depois se mexer um pouco até a chegar mais perto, me fazendo prender a respiração. Ouvi o zíper da minha calça ser aberta e o pano ser puxado para baixo com grosseira. Ofeguei surpreso e chocado, minhas mãos se fecharam em um punho trêmulo. Queria tirar aquilo do meu rosto, minhas mãos foram até a borda da venda começando a puxar para baixo, até sentir a respiração quente bater nas minhas coxas nuas. Senti um eriçar forte que me fez cerrar os olhos com mais força por baixo da venda.

― Hyung. Você quer tirar a venda? ― Ele disse passando as mãos sobre as minhas pernas. Toque tão quente que quase me queimou, afirmei com a cabeça e disse um sim meio gaguejado tentando puxar para baixo. Mas o nó estava apertado me dando até um pouco de dor de cabeça. Meu corpo foi empurrado com força para frente me fazendo bater contra o espelho, com as mãos encostadas no material.

Jungkook se colocou atrás de mim mais uma vez e desamarrou as vendas ainda segurando em minha frente.

Kook… ― A aquele ponto comecei a ficar sentimental, todos os sentimentos se barroavam transformando tudo em uma antecipação muito grande, meus olhos quiseram marejar, mas a vontade foi contida assim que os lábios quente começaram a tocar a pele da minha nuca. Mas uma vez arrepiei forte contraindo os lábios tremidos. Jungkook arrastou uma de suas mãos por meus braços me dando mais uma razão para odiar roupas sem mangas. Minhas pernas pouco importavam, pois o quadril alheio se encaixou no meu me fazendo ofegar baixo.

Finalmente a venda sumiu do meu rosto caindo sobre meus pés gelados. Porra. Grudado no espelho meus olhos semicerrados viram pelo reflexo o vestido rosado fino marcando meu corpo. Mal cobria as coxas, quem dirá a bunda em que o mais novo se instalava. O vestido parava na metade da minha cueca. Tão curto, tão quente. Meu traseiro estava fervendo com Jeon ali, ele nem mesmo se esfregava só ficava ali me deixando meio louco. Olhei pelo espelho e assim que fiz isso, ele começou a deixar um rastro de beijos que ia desde a orelha até o meu pescoço. Me empinei involuntariamente recebendo uma risada soprada contra a minha pele. Me arrependi no mesmo segundo pela ação impulsiva, ele levou sua mão entre minhas coxas e separou ambas puxando meu quadril para mais perto, como se isso fosse possível.

Começou a se esfregar enquanto segurava o meu queixo em busca de me manter em pé, caso contrário eu teria derretido ali grudado no espelho. Arfei quando a outra mão entrou pelo tecido rosado subindo e arranhando até a pele da cintura. Dedos de fogo, lábios ágeis, não estava pensando direito. Fechei os olhos ofegante rápido e sôfrego quando me senti mais pressionado.

Eu escolhi bem. ― Falou satisfeito mordendo o lóbulo da minha orelha. Mais um arfar seguido de mais um arranhar que subiu mais até alcançar os mamilos rosados. Mordi minha própria língua negando com a cabeça, aquilo estava errado e eu estava quase rebolando por conta própria, só aproveitando da língua quente grudada em minha pele.

― Kook! ― Falei em uma lufada de ar. Empurrando o seu corpo, me virando para frente, meu membro estava fazendo volume no vestido, Jungkook apenas olhou para lá soltando um sorriso malditamente fofo apesar de não ser possível. ― Pirralho, nós estamos em um shopping! ― Disse um pouco alto tapando minha própria boca com medo de que alguém escutasse, minhas pernas ainda queriam fraquejar pelo contato bom cortado.

― Então, se estivessemos em casa você não me empurraria? ― Falou jogando a blusa aberta em qualquer canto, veio até mim colocando o braço ao lado da minha cabeça. Arrastando seus lábios sobre os meus.

Meus olhos quiseram se fechar ao sentir a carne macia dos lábios finos tocaram de forma casta. Virei o rosto para o outro lado sentindo minhas bochechas arderem mais uma vez, por olhar de canto e ver o outro rosto decepcionado com o meu afastamento. Ele levou a mão esquerda até o meu queixo e me virou para sua frente erguendo até a sua altura, juntando ainda mais naquele espelho. Minha pele suava de nervosismo, o corpo do maior estava quase deitado em mim. Jungkook nunca foi tão alto em sua vida, muito menos tão sério. As mãos apertaram minha bunda me fazendo lamuriar ao morder o lábio inferior.

― C-claro que n-não. Eu ia te ex-... expulsar ― Ele friccionou nossos membros cobertos com uma pressão boa e redundantemente quente. Gemi mudo subindo as mãos até o seu ombro enquanto o maior continuava a apertar ali. Ele apertou mais me puxando para cima por um breve momento por causa da força desesperada que fez nossos falos se esfregarem.

Uma tortura, ele estava se torturando, o rosto perfeito e corado com os lábios abertos e as pálpebras fechadas o bastante para olhar para mim pelo espelho, enquanto uma de suas pernas ficou entre as minhas excluindo assim qualquer possibilidade de espaço. O quadril rebolando contra o meu me fazia segurar o fôlego e soltar muitas vezes assim que as mãos não se contiam, passava por todas as partes do meu corpo. Estava ficando louco, ou derretendo. Droga, estou morrendo.

As mãos tímidas pegaram as minhas e foram levadas ao peito nú de Jungkook, a timidez fez ele fechar os olhos enquanto ainda se esfregava tão gostoso contra meu corpo. Meus pés estavam nas pontas do pés, presos naquela altura graças a única perna, a coxa forte e farta que massageava meus testículos. Toda a minha pele estava sensível, se o moreno tocasse um dedo em mim é capaz que eu gozasse.

Juntei ar abrindo os olhos. Arrastei minhas mãos por todo o seu peito até chegar no abdômen arranhando ali de levinho, rodeando a cintura até chegar nas costas, com minhas unhas quase inexistentes, deixei meus rastro ali o vendo estremecer e arfar. Também apertei sua bunda o trazendo para um aperto quase mortal. Gememos juntos, quase me desfiz só com o barulho delicioso  grudado da minha orelha.

Tentei afastar o meu rosto mais uma vez, meus pelos estavam em pé e iriam continuar se o mais novo ficava gemendo assim.

Os lábios de Jeon se mesclaram aos meus, aflito e desesperado, nem mesmo o garoto estava aguentando mais toda aquela falta de espaço. A língua entrou na minha boca sem avisar, minhas mãos afrouxaram caindo para os lados do meu corpo, completamente incapaz. Ele beijava bruto.

Juntou seu colo ao meu parando de rebolar de uma única vez, somente para ter toda a atenção nas bocas, chupou meu lábio inferior e mordeu os meus lábios, uma pressa tão grande que não conseguia agir, minha respiração estava descompassada e fraquejou quando os lábios saíram de perto do meu só para pegar ar.

Mas não durou mais que meio segundo, pois agora voltaram e com as pegadas, pega aqui e ali. Esse garoto tinha mil mãos, porque me tocava em todos os lugares.

― E-esp… ― tentava falar, mas não tinha mais que alguns segundos para tentar proferir algo sendo que depois eu estava imerso em um beijo intenso e rápido. Meus lábios começaram até mesmo a formigar. Abri os olhos murmurando um barulho desconexo novamente. Ele prendeu meu lábio inferior entre os dentes e puxou para si com os olhos fechados me dando a visão do rosto moreno, perfeito. Puta merda, que menino bonito.

― Espera. ― falei afastando minha cabeça bruscamente, batendo contra o espelho. Nada muito forte, apenas um batucar e o sangrar dos meus lábios por arrancar eles da mordida. Senti o gosto metálico e passei a língua fazendo uma careta.

Ele me olhou preocupado colocando a mão na minha cabeça, vendo se eu tinha batido com muita força. Quase achei fofo, se não fosse pela voz tão excitante que chegou perto dos meus ouvidos perguntando se eu estava bem e depois seguiram o caminho das minhas bochechas. Dando beijinhos nos dois lados, fofo e quente, e isso me lembra: Jungkook é um demônio mesmo.

Coração batia tão rápido que me esqueci do que iria falar, ele voltou a arrastar a sua boca na minha pele. Estava em um tom de vermelho forte, aquilo estava acabando comigo, acabou mais ainda quando sua mão apertou minha cintura e me tirou de junto com espelho, voltei a minha altura normal sentindo meus tornozelos estalarem e minhas pernas bambas.

Jungkook me soltou e abriu o zíper da calça sem cueca, mostrando os pelos ralos. Vendo o corpo do mais novo chegava a ser ridículo perto do meu, magro e branco, sem pelos, nada viril apenas simples.

― O que você ia dizer hyung? ― Ele disse com a mão no cós da calça preta, minha garganta secou na mesma hora. Ele abaixou devagar ainda não deixando o falo pular para fora.

― An? ― perguntei com os olhos grudados naquela área, eu estava em um cantinho na parede com os braços juntos na frente da saia do vestido, estava tão duro que doía. Ele riu audível negando com a cabeça ― Tarado. ― disse tirando a mão de lá, quase xinguei mandando ele tirar aquela merda. Mas não deu tempo, ele me puxou pelo braço fazendo meu corpo se costurar no seu de novo. Estapeou as mãos na minha bunda me fazendo morder os lábios com os olhos ardendo. Só agora entendo porque algumas pessoas choram na hora do sexo. É o vapor jogando a água para fora do corpo. Se não for isso, eu não sei o que é.

Tirou a peça que cobria o meu membro descendo até os calcanhares. Gemi tapando o rosto, o garoto havia descido junto só para arrastar o membro em sua bochecha, puto pervertido. ― Hyung, não cubra os olhos… ― Falou todo meigo, como se tivesse ganhado algum presente de natal.

Destapei os olhos abaixando a cabeça muito vago não sabendo o que esperar exatamente, o moreno deixou um beijo na extensão do meu pau. Sofreguei apertando a barra do vestido, já estava sentindo repulsa de tanta roupa. Mas ficar naquele tecido se esfregando em tudo, tocando tudo, apertando tudo; estava me deixando mais excitado ainda. E ele não era diferente.

Ao contrário do que eu esperei, ele não me chupou. Apenas se levantou e tirou a própria calça, deixando jogada de qualquer jeito até em baixo do joelho. Guardei o fôlego olhando para todos os lados.

― O que foi hyung? ― E com essa pergunta eu lembrei o que ia falar, ele deixou um selar nos meus lábios e afastou se sentando no assento da cabine. Os olhos pervertidos olhava para minha intimidade sem proteção. Cobri com a parte central do vestido morrendo de vergonha. Uma rodela muito suspeita apareceu no vestido. Jungkook sentando com as pernas abertas continuava a me devorar com o olhar, contraiu o maxilar começando a se mastubar lento.

― Nós estamos em um shopping. ― Ele riu pequeno soltando o próprio falo e puxando uma das minhas mãos com leveza para perto, me colocando entre suas pernas abertas.

― Do que está rindo? ― Perguntei respirando fundo ao ter as duas mãos enlançadas na minha.

― Você já disse isso. Eu já disse? Fiz uma cara surpresa e ergui a cabeça lembrando.

― Exatamente! E isso é errado. Só por você ser Jeon Jungkook é errado. ― Ele sorriu com os dentes de coelho separando minhas pernas e acariciando entre elas, ondas de algo que não poderia definir corriam de suas mãos grudando em minha pele.

― Mas essa é minha ordem Hyung. Mesmo se estivéssemos em casa, acabaríamos assim. ― Disse voltando suas mãos ao próprio membro. Estava quase gozando, vazava se melando e indo até a base. Além de tarado, é sem vergonha.

― V-você só pediu... eu... e-essa roupa. ― Falei gaguejando, falhando a respiração quando seus pés foram até a parte interna dos meus e separou mais me deixando todo aberto. Que vergonha, iria tentar me fechar, mas antes disso Jungkook me puxou de vez para seu colo fazendo nossos membros melados se esfregarem. Gemi arrastado sentindo a mão de Jungkook tapar a minha boca.

― Não tão alto… ― Disse apertando minha coxa, com força em busca de se aliviar também, meu membro começou a latejar violentamente, minha boca foi solta e os braços de Jungkook tentavam me mexer implorando para que eu rebolasse.

― Então… Você quer para-ar..? ― Ele perguntou com a voz alterada e a respiração ofegante.

Fechei os olhos sentindo as palmas envolverem as duas bandas fartas e o remexer prazeroso em baixo. Sofreguei apertando os seus ombros erguendo o quadril, querendo conter algo, mas no fundo eu só queria gemer e gozar. Gozar muito. ― É rapidinho hyung… ― Disse enfiando o rosto no meu pescoço, voltando a fazer chupões e deixando beijos molhados, seguido de mais mordidas.

Comecei a rebolar timidamente recebendo um sorriso contra a minha pele de aprovação, Jungkook estalou um tapa na minha coxa apertando em seguida a ardência, deixou uma carícia ali mesmo e pegou a base do seu pau.

Meu corpo estava quente, igualmente ao dele. Os gemidos curtos e longos iam e vinham com sequelas de excitação. Gemi mais alto e demorado quando a alça do vestido caiu do meu ombro e Jeon se aproveitou disso para descer os seus chupões até os meus mamilos.

― Yoongi… Eu, não, consigo, ― palavras com pausas. O empurrei um pouco deixando ele encostar as costas na parede, peguei a base do seu pau, e esfreguei meu quadril na glande melada vendo Jungkook morder os lábios enquanto subia meu vestido impaciente querendo ver um pouco mais.

Enfiei só a cabeça fazendo uma careta, estava apertado e seco, dói descer naquilo. ― Espera. ― Jeon falou juntando um pouco mais de força e erguendo o tronco, enlaçou minha cintura me erguendo, ergueu a mão e colocou na frente da boca, cuspiu nos dedos e colocou aquilo no botãozinho que se contraria. Gemi apertando os seus ombros, tão empinado que quando olhava para o lado e via o meu reflexo no espelho, só podia imaginar a vergonha que sentiria depois.

Ele começou a rodar a lubrificação quente na minha entrada enfiando dois dedos de uma vez, e assim abrindo eles para se alargar logo. Não doía tanto, meu cu não costuma a ter descanso mesmo. Logo o terceiro dedo entrou e o moreno ali, não deu mais que quatro estocadas e já me abaixou de novo enfiando o membro todo de uma vez, em uma estocada só. Gritei baixo apoiando minhas mãos na parede das cabines. Jungkook estocava forte acertando a próstata de primeira, fazendo-me gemer manhoso toda vez que saía quase todo e voltava mais forte e mais bruto, só para acertar aquele ponto com mais força.

Agradecia por estar nessa posição, assim era mais fácil estocar e ir mais fundo. Gemidos longos e mão pesada me ajuda a quicar. Senti que não ia aguentar muito e praticamente me deitei sobre seu peito tentando rebolar mais intenso, arrastando meu pau sobre sua barriga. Sorri pequeno me sentindo satisfeito e Jungkook notou isso me arrancando mais um beijo. Dessa vez, simples. Apenas os dois lábios encaixados dando poucas mordidas conformes os gemidos ficavam mais longos e mais esganiçados.

Jungkook… ― Subia e descia agressivamente não aguentando mais, meu corpo era sustentado pelo maior. ― Eu quero... ― Falei com a respiração pesada tentando esfregar mais o meu membro.

Ele entendeu sem dificuldade e começou a mastubar o meu membro com rapidez, a ponto de fazer os meus gemidos ficarem tremidos com a força que usava ali. Começou a mastubar mais lento e mais intenso enquanto intensificava a pressão no meu traseiro, sentia os primeiros sinais de ápice chegar. Ele veio primeiro manchando todo o meu interior e gemendo sobre os meus lábios continuando a estocar forte. Jungkook completamente destruído, fazendo aquilo só para que eu gozasse.

Ondas de prazer começaram a percorrer por minha pele, meu corpo todo se contraiu, fazendo meus pés se entortarem e eu jogar a cabeça para frente enquanto o mais novo apertava a glande me fazendo jorrar e ter o pior dos arrepios que tive hoje.

― idiota! ― Gemi arranhando seu peito, cara, rosto, barriga, tudo. Esse fora o melhor orgasmo que eu já tive na minha vida. Ele se tirou de dentro de mim, deixando o líquido escorrer por suas pernas caindo em seu colo, me trazendo mais arrepios.

Respiração ofegante, cabelo bagunçado e uma cabine suja. ―Idiota? ― Ele perguntou igualmente ofegante, subiu a alça do meu vestido e sorriu safado erguendo uma das sobrancelhas.

― Do que você ta rindo! ― Falei tentando me levantar daquele jeito mesmo, ofegante e com as pernas fracas. Ele segurou minha mão e me sentou no seu colo denovo, mas com as pernas fechadas.

― É só que... ― Ele falou aproximando o rosto do meu, esfregando o nariz em minha bochecha que corou com o ato. — Eu achei que você ia pegar esse vestido tacar no fogo.



―Você obedeceu mesmo. ― Abraçou as minhas costas me fazendo respirar profundo voltando ao meu estado normal. ― Se eu fingir ficar com raiva de novo, você vai me obedecer sempre assim?


Notas Finais


1- kokoro= core ❤

~ Correção... Algum dia. ~
~ Não esquece o comentáriozin ~


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