História Thanksgiving things - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blindspot
Personagens Edgar Reade, Ian Kruger, Jane Doe, Kurt Weller, Natasha "Tasha" Zapata, Patterson
Tags Blindspot, Jeller
Visualizações 8
Palavras 1.423
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Famí­lia, Festa

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa oneshot é um especial feita para o thanksgiving - o dia de ação de graças.

Espero que gostem ;)

Lilly Weller é criação minha e me pertence; os demais personagens pertecem à Blindspot.
Plágio é crime.

Capítulo 1 - OneShot - capítulo único


—  As batatas estão prontas. - diz Jane enquanto tira a travessa do forno e a coloca em cima da bancada. — E o melhor de tudo, sem queimar. — ela exibe um ar orgulhoso merecidamente, já que havia feito essas batatas assadas outras duas vezes, porém nas duas vezes elas acabaram passando um pouquinho do ponto; mas hoje, por sorte ou talvez por uma questão de prática, ficaram perfeitas.

— O cheiro está delicioso. — diz Kurt terminando de picar umas cenouras e as colocando na panela junto com os vegetais que estão grelhando na manteiga. Jane se aproxima para deixar um beijo rápido nos lábios dele, mas assim que ela o beija, ele passa os braços ao redor da cintura dela, impedindo-a de se afastar.

— Você está me saindo uma ótima cozinheira, Sra. Weller. — ele sorri contra os lábios dela a centímetros do seu. - Daqui a pouco vai acabar me superando.

— Você acha? — pergunta ela se aproximando ainda mais dele, seus lábios quase se tocando. — Talvez esse seja o objetivo... Talvez mesmo depois de todo esse tempo, eu ainda descubra que fui uma renomada chef de cozinha, quem sabe? — Jane sorri encostando levemente os lábios deles.

— Eu já disse que amo esses seus talentos ocultos? — diz Kurt fechando a distância entre eles, finalmente a beijando, começando suavemente, um beijo lento mas que logo se intensifica. Kurt que estava encostado na bancada, desliga o fogo com uma mão e inverte suas posições, prendendo Jane entre seu corpo e a bancada da cozinha. Em poucos minutos, sua mão está no zíper do vestido vermelho vinho que ela está usando, enquanto a mão dela explora o peito dele a procura dos botões de sua camisa preta, até serem interrompidos cedo demais pelo barulho do forno elétrico anunciando que o peru estava pronto e o som da campainha.

— Eu vou ver a porta. — diz Jane limpando os lábios e rindo levemente, quase ao mesmo tempo em que Kurt responde: — E eu vou ver o peru. — puxando ela de volta contra si e trocando mais alguns selinhos com ela antes de deixá-la ir abrir a porta. 

— Estamos atrapalhando alguma coisa? — pergunta Ian assim que Jane abre a porta se recompondo e arrumando o cabelo que estava ligeiramente bagunçado. Devido a convivência com ela e Kurt, ele sabia muito bem o que havia acontecido. Jane apenas ri e o empurra com o ombro, murmurando um “idiota”, e em troca, sendo puxada para o abraço de urso dele. 

— Espero que o jantar esteja pronto, porque temos uma criaturinha morrendo de fome aqui. — diz Roman se afastando para dar passagem a Patterson, que segura a criaturinha da qual Jane sentiu falta o dia inteiro e o motivo pelo qual a casa estava tão arrumada e silenciosa.

— Mamã! — grita Lilly se agitando no colo de Patterson assim que vê Jane.

— Ela está faminta porque Tasha roubou metade do pote de danoninho dela, não é Tasha? — diz Patterson entregando Lilly a Jane e empurrando Tasha, que passava por ela para abraçar Jane. 

— Culpada. — diz ela erguendo as mãos. — Mas danoninho é uma das coisas mais gostosas que existe. Não resisti. — A morena ri dá de ombros, rindo. — E ah, Sra Weller... — ela sussurra no ouvido de Jane enquanto a abraça. — Da próxima vez que você e seu marido quiserem... — ela faz uma pausa deixando as palavras subentendidas, colocando a mão no zíper de Jane que estava aberto até a metade, e o fecha até o final, exibindo sua melhor cara sarcástica. 

— Oh, sim, obrigada Tasha. Vou me lembrar disso. — Jane ri e agradece piscando para ela. — Cadê o Reade?

— Sarah acabou de ligar. — responde Kurt da cozinha. — Disse que estão chegando ja. — Kurt sai da cozinha e assim que aparece na sala e Lilly o vê, ela sorri abertamente, mostrando seu sorrisão banguelo, exceto pelos dois dentinhos que começaram a apontar agora. 

— Papa! — grita ela estendendo as mãozinhas para ele, o chamando. Kurt vai até elas e enche a filha de beijos, enquanto ela ri, enchendo o ambiente com sua risada melodiosa, a qual eles haviam sentido falta o dia todo.

— Chegamos muito tarde? — diz Sarah batendo levemente na porta e entrando, seguida de Sawyer e Reade.   

— Não! Chegaram na hora exata! — diz Jane indo até eles e os cumprimentando e bagunçando o cabelo de Sawyer que corre para brincar com Lilly.

Tasha e Patterson servem vinho para todos e em meio a muita conversa e brincadeiras entre amigos e familia, o jantar que parecia ter muita probabilidade de não ficar pronto a tempo, ficou. 

Aliás, tudo ficou perfeito. A mesa estava impecável. Pequenos arranjos com folhas e feixes de trigo foram colocados no centro e as velas que iluminavam a mesa foram cuidadosamente escolhidas nas cores laranja, verde, vermelha e marrom, fazendo referência às cores do outono. Os pratos foram dispostos ao centro. Batatas grelhadas, vegetais cozidos e grelhados, a torta de abóbora que Sarah havia trazido e também haviam muitas frutas e bolos, além do prato principal, o tradicional peru assado.

Estavam todos ao redor da mesa, Jane pegando o acendedor para acender as velas, quando Sawyer chama da sala.

— Tia Jane! Tio Kurt! — grita ele.

Jane, Kurt e Ian vêm da cozinha e todos que ja estavam lá, voltam sua atenção para o centro da sala, onde está Lilly, em pé, apoiada no sofá.

— Eu segurei a mãozinha dela e ela simplesmente ficou em pé! — diz Patterson que estava na sala com as crianças, mal conseguindo conter sua felicidade. — Ela levantou praticamente sozinha!

— Ela não tinha começado a engatinhar ha algumas semanas atrás, Jane? — pergunta Ian. — Eu me lembro que estávamos no parque e agora ela já esta andando! — Ela fica maravilhado com o desenvolvimento rápido da sobrinha, pela qual tinha verdadeiro encanto desde que ela nasceu. Jane abre a boca para responder mas a emoção a impede. 

E então, de repente, a pequena de apenas 11 meses, com seu vestidinho branco com zigue-zagues laranja, saia branca de tule e botinhas marrons, arrisca e dá seu primeiro passo. Algo tão espontâneo, natural que deixa todos emocionados e encantados.

Kurt, completamente maravilhado, se aproxima mais de onde ela está e se abaixa, abrindo os braços e incentivando-a a continuar.

— Vem filha! — chama ele com um enorme sorriso no rosto, tão feliz que seria capaz de explodir de felicidade.

Lilly olha para o pai e para a mãe, que está ao lado dele e para a todos a sua volta, parecendo ver o mundo de uma maneira diferente agora que está em pé sozinha. Ela testa seu equilíbrio e ao quase cair, solta uma de suas risadas melodiosas e altas, exatamente como a do pai, claramente se divertindo por essa nova descoberta.

— Ei filha, vem, vem pro papai minha bonequinha! — incentiva Kurt sorrindo mais do que antes, um sorriso tão radiante que é pura felicidade e orgulho.

— Vem meu amor! — Jane se junta à Kurt, chamando e incentivando a filha a continuar. 

Lilly ri para ele, mexendo em sua saia de tule, até que dotada de muita confiança em si mesma, ela dá mais um passinho e mais outro e mais outro, e vai. Passo por passo, rindo e exibindo sua nova conquista até chegar às mãos de Kurt e se jogar em seus braços. Ele a pega no colo, abraçando-a e sendo abraçado por Jane, que o beija sorrindo em meio as lágrimas da mais pura felicidade e depois enche a pequena Lilly de beijos. Kurt ergue a filha acima da cabeça, fazendo-a gargalhar e assim que a coloca no chão, ela dá mais alguns passinhos, caminhando pelo ambiente, indo ao encontro de todos que estavam ali, totalmente livre e confiante, até mesmo nas vezes em que cai sentada e se levanta praticamente na mesma hora, voltando a desfilar sua mais nova conquista.

Ao se sentaram à mesa para o jantar, a felicidade que tomava conta deles era tão plena, que era como se irradiasse pelo ambiente. Nos olhos de cada um, refletia o quanto eles se sentiam abençoados por estarem todos ali, juntos como uma verdadeira família após tudo o que passaram e conseguiram vencer para estarem ali. Discursos não se fizeram necessários.

Eles apenas olharam uns para os outros, sorrindo com lágrimas nos olhos e deram as mãos, tendo a mais absoluta certeza de que palavras não seriam capazes de transmitir tudo o que sentiam e o quão gratos eles se sentiam por tudo o que eles eram e tinham, e então, apenas os risos e gritinhos de uma bebê de 11 meses faminta e um pouco bagunceira, foram o suficiente.


Notas Finais


Essa oneshot é uma das minhas favoritas, então espero que tenham gostado!

Comentem, vou adorar saber o que gostaram e responder, surtar com vocês. ❥


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