História That Can Be Real - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Cidade, Fic, Gen, História, Jessie, Original, Romance, Zoeira
Exibições 5
Palavras 1.523
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Aqui está a continuação. Na verdade é aqui que a história inicia de verdade. Bom, aproveite, relaxe e boa leitura!

Capítulo 2 - Mais Um Dia Qualquer?


Fanfic / Fanfiction That Can Be Real - Capítulo 2 - Mais Um Dia Qualquer?

Já amanheceu? Nossa, não acredito: mais um dia de aula qualquer. Às vezes tenho vontade de ir na janela e gritar "EU NÃO AGUENTO MAIS ISSO!". Não pense besteira, a vida em Alenis é realmente boa. Mas... é muito chata! Sempre a mesma coisa, nunca tem algo diferente. Amo aqui mas QUANDO É QUE EU VOU SAIR DAQUI PRA EXPLORAR O MUNDO?! Bom, segundo meus pais, que amam essa cidade e que não querem sair daqui nunca, vai demorar. Pra mim sair daqui vou ter que terminar a escola, e... mesmo eu estando no 2° ano do ensino médio, eu não aguento mais esperar. Bom, fazer o quê? Vamos começar mais um dia qualquer.

Levanto da cama, pego a primeira roupa que vejo no armário e me arrumo. Quando noto, estou de vestido. Um vestido curto, azul e bem arejado. Não tem muito haver com o outono, mas... quem se importa? Já decendo as escadas, minha mãe grita da cozinha:

- JESSIE! O café tá na mesa!

- Sei disso, mãe. Obrigada pelo café. - Digo entrando na cozinha e beijando sua bochecha.

- De nada, querida! Não esqueça do lanche. E se apresse, está quase na hora.

Sorrio balançando a cabeça, sento na mesa e começo a tomar o café da manhã. Ovos com Bacon, típico, mas delicioso. Minha mãe se junta a mim e então meu pai chega já se sentando também:

- Bom Dia, lindas! - Ele começou a comer.

- Bom Dia, amor. - Minha mãe beijou o papai, e ele sorriu.

- Bom Dia, pai. O senhor está muito elegante. Vai trabalhar, né? - Digo a ele.

- Obrigado. Vou Sim! Claro né? Hoje é sexta, ué.

- Ah tá... - Parece que ele não tava indo pra um evento especial.

Acabo de comer, pego a bolsa e o lanche que a mamãe preparou, vou em direção à porta quando meu pai diz, terminando de comer:

- Hey, Jessie! (Uuuuuh uuuuh, Hey Jessie!) Quer carona? - Ele pega sua maleta.

- Pode ser. Então... tchau, mãe! - Falo dando outro beijo em sua bochecha, ela responde, saio e entro no carro.

- Tchau, querida. - Papai beija a mamãe, ela o abraça e ele entra no carro.

Ele liga o carro, estamos indo pra escola.

- E então? Como vai a escola? - Ele me pergunta.

- Dividida em dois times, como o resto da Cidade, como sempre.

- Ah, Jessie, já falamos sobre isso... essa é a cultura do nosso povo, precisamos segui-la.

- Na verdade a cultura do nosso povo é, ou ao  menos deveria ser, a total união. Mas não, as pessoas preferem acusar Alune, se separar das pessoas que preferem ele e desobedecer a ordem da santa Alenis.

- Nada acontece por acaso. Se alguém, há um tempo atrás, criou essa divisão, ela serviu ou vai servir pra alguma coisa.

- Hum... nunca pensei dessa forma. Mas, de qualquer jeito, é errado fazer isso com Alune.

- Jessic Baeg-Yu, por acaso você está querendo se tornar Alúnea?

- NÃO! Nunca, já disse! Quantas vezes preciso dizer que prefiro mil vezes a metodologia de Alinu? Só acho muito errado desobedecer Alenis. O próprio Alinu ficaria desapontado se visse como o povo da cidade trata seu irmão.

- Ah é? E como você sabe disso? Ele com certeza diria que é o certo, você não lembra o que Alune fez?

- Grrrrr! Ele foi perdoado! Por Alinu, Alenis, Alar, Alom, Aliri e todo o povo! Pelo menos o povo da época, porque o de agora não sabe o que é perdão.

Ele ri. ELE RI! GRRR! COMO ELE PODE RIR?!

- Ok, acho melhor pararmos de falar de A.H. (Alenis History), você fica muito nervosa.

Nesse momento eu nem consegui responder nada, de tanta fúria! (Então deve ser verdade a parte do nervosismo, hehe)

- Ótimo, chegamos na sua escola.

Eu saio do carro com as minhas coisas.

- Hey, Jessie, - Ele me chama - Que tal esquecermos essa discussão?

- Não foi uma discussão, foi um debate. Isso é bom, mesmo que você não ligue pro que eu fale.

- ...Desculpe, ok? Talvez os Alenenses (Habitantes de Alenis) tenham certas informações implantadas na cabeça desde o nascimento... mas você é especial, isso é bom. - Ele sorriu.

- É, talvez seja isso. Tchau, pai. - Dou um abraço nele e vou em direção à escola, depois ele segue o caminho ao trabalho.

Mesmo o clima tendo acabado "bem", não consegui me conter e comecei a resmungar em direção à entrada da escola.

- Aff, "Ele com certeza diria que é o certo, você não lembra o que Alune fez?"? DANE-SE O QUE ELE FEZ!

Enquanto eu resmungava e não olhava pra frente, alguém esbarrou em mim enquanto corria e me fez cair em cima dele e derrubar os livros. É O GEN! <3 Ficamos cara-a-cara, corei, saí de cima dele e fiquei imóvel.

- D-desculpa. - Ele me ajudou a levantar, pegou meus livros, os devolveu e depois saiu correndo de novo.

- T-t-tudo bem. - Falei depois de ele já ter ido embora. Depois disso vários mulekes passaram correndo atrás dele, e eu desviei senão iam me derrubar.

- Nossa, pra quê isso?

- Pra se alimentar. - Minha melhor amiga Harley chegou. - Alínuos famintos em busca de Alúneos-presas fáceis.

- Acho que você quis dizer "em busca de Alúneo-presa fácil".

- É, já é difícil ser Alúneo, imagina ser o único Alúneo da escola.

- Ai, coitado! Eu queria que ele soubesse que tem alguém aqui que não se importa com o time que ele é.

- Tem é? Achei que esse alguém não existia. Olha, se existe, deve ser a pessoa dos sonhos dele. Eu soube que até a família dele é Alínua. Dureza...

- Hum, talvez ele tenha um bom motivo pra ser Alúneo, ninguém perguntou dele ainda.

- Eu hein, não sei o que você vê nele.

Fiquei pensativa... se parar pra pensar, talvez eu seja a pessoa dos sonhos dele, mas ele não sabe ainda...

- Ok, falou. Te vejo na aula. - Disse a Harley indo embora.

- Ok... - Fui em direção ao meu armário.

Enquanto pego meus livros, adivinha quem aparece? Sim, ele tá ali. Às vezes esqueço que o armário dele é do lado do meu (QUE SORTE, MAN!).

Não conseguimos nem trocar olhares... Por que será? Queria ao menos conseguir dizer oi. Nem adianta mais tentar, o sinal já tocou, hora da aula. 

Adivinha quem também tem aula de Ciências agora? SIM, ele tá ali na minha frente. Não consigo parar de olhar pra ele, mas ele nunca olha pra mim. Até que enfim a professora chegou:

- Bom Dia, Alunos.

- Bom Dia. - Todos respondem.

-  Venho informar sobre o Baile de Outono.

- PERA, BAILE? - Harley, que está sentada ao meu lado, a interrompe. - Mas a parada agora é Halloween, não queremos baile!

- Sim, sim. Bom, senhorita... Brumhead (Harley Brumhead), ano passado, ao invés de uma Festa Halloween, tivemos um Festival Halloween, lembra? Durou uma semana e concordamos que no próximo ano seria o baile.

- AFFÊ - Harley resmunga.

- Continuando... Será neste domingo e não haverá Rei e Rainha do Baile.

- QUÊ? POR QUE NÃO? - Minha amiga Chleo brota do nada e pergunta.

- Ordens da Diretora.

Todos ficam pensativos.

- Ah é, esqueci de avisar que a Biblioteca da Cidade recebeu por doação um documento antigo sobre a A.H. - A Professora disse e eu quase desmaiei. - Vai ser revelado hoje ao pôr-do-sol.

- Mas quem poderia doar algo assim? - Chleo pergunta.

- Hum... - Ela leu algo. - Genky Sandley.

- Quem? - Harley e Chleo perguntam juntas.

- Eu. - O GEN FALOOOOOU! Pera... O QUE FOI QUE ELE DISSE?!

- Aí ô garoto Alúneo, ninguém te deu permissão pra falar. - Harley fala e eu faço uma cara brava pra ela. Gen levantou e disse:

- Desculpa ser grosseiro, mas eu tenho tanto direito de falar quanto você.

Harley levantou e se aproximou dele - O que foi que você disse? - Ela falou e eu fiquei muito nervosa.

- Olha, você anda cumprindo suas funções escolares? Pois eu sim. E segundo a segunda lei mais importante da escola o aluno que cumpre seus deveres é o que mais tem direitos. Eu me esforço pra fazer esse ano valer a pena, e você? Pincha armários? - Ele disse e meus olhos brilharam!

Todos ficaram calados, porque ninguém queria ficar do lado do Gen.

- Tá querendo arrumar mais uma inimiga definitiva? - Harley se defendeu. - Já não basta seus amiguinhos lá de fora?

- Eles... não são... meus amigos! - Ele se enfureceu e se aproximou de Harley quando a lerda da professora resolveu separar eles.

- Já chega. Vamos continuar a aula.

Os dois voltaram aos seus lugares furiosos. A aula continuou, e eu não consegui parar de pensar no documento doado e como Gen o tinha.

A aula acabou, guardei minhas coisas, me despedi de meus amigos e corri pra Biblioteca da Cidade.


Notas Finais


Eu gostei do que escrevi. Espero que você tenha gostado também. :)


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