História That Girl is a Goddamn Problem - Capítulo 1


Escrita por: ~

Exibições 18
Palavras 2.279
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


PARA TUDO!
É o primeiro capítulo da minha primeira fanfic aqui no Spirit, então estou meio - completamente - nervosa. Eu não revisei o capítulo por preguiça, então me perdoem os erros ortográficos.

ESPERO QUE GOSTEM

Xoxo

Capítulo 1 - %0


América's POV

Estava correndo havia horas, e eu fiquei a me perguntar como ainda minhas pernas conseguiam se mover. Quando pensei em desacelerar os passos, ouvi a sirena do carro de polícia atrás de mim, me fazendo correr mais do que antes. Meu cabelo insistia em grudar em meu rosto, o que me deixava bastante irritada. Gotas de suor escorriam pela a minha testa até meu pescoço, me agoniando.

Pensei em dar uma parada para poder respirar, mas se eu fizesse seria pega, e era a última coisa que eu queria no momento. Acelerei os passos e aos poucos a sirena foi diminuindo. Olhei para trás e um sorriso rasgou meu lábios ao ver que o carro havia sumido. Voltei a olhar para frente e avistei um beco escuro a frente. Dei uma última olhada para trás e entrei no tal beco.

Me inclinei para frente com as mãos no joelho, minha respiração falhava, meu coração parecia que estava prestes a saltar do meu peito. Sentei no chão sujo e encostei minhas costas na parede de tijolos, nunca me senti tão aliviada na minha vida.

Fechei os olhos e tentei controlar minha respiração e meus batimentos cardíacos, que aos poucos foram voltando ao normal. Quando descidi abri os olhos me deparei com dois policiais a minha frente. Arregalhei os olhos, olhando em volta, vendo se tinha escapatória, mas para o meu azar, não tinha.

- Ah não... - Soltei um longo suspiro, fechando novamente meus olhos e batendo de leve minha cabeça na parede atrás de mim.

Me levantei do chão e pus as mãos atrás das costas e me virei, já sabia como funcionava a coisa toda, não era a primeira e nem a última vez que eu faria isso, disso tenho certeza. Senti colocarem as algemas geladas em meus pulsos e me levarem para fora do beco. Abri lentamente meu olhos e olhei para os lados, um estava a minha esquerda e o outro a minha direita. Eles tinha o triplo do meu tamanho, o que dificultava as coisas.

- Que coisa, non? - Abri um sorriso de canto, arqueeando as sobrancelhas. Eles me olharam pelo canto do olho, esperando que eu continuasse a falar. - Vocês me pegaram, de novo. Estou começando a me cansar dessa brincadeira. Nunca gostei de polícia e ladrão, vocês sempre me colocam pra ser a ladra. - Choraminguei.

- Se quiser poderemos brincar de esconde-esconde da próxima vez. - Disse William, o policial a minha direita, me fazendo rir.

- É, pode ser.

Chegamos no carro deles e abriram a porta de trás para mim. Agradeci pelo cavalheirismo e entrei. Me aconceguei no banco, observando-os entrar. William deu partida, indo em direção a delegacia local de Bristol. Sulivan, o outri policial e gordo, pegou um pacote de salgadinho de queijo, abriu a pequena janela que separava o banco da frente - aonde os polícias ficavam - do banco de trás - aonde os marginais ficavam, não que eu seja uma, que isso.

- Valeu. - Agradeci.

Levantei minha mão livre das algemas - deixando bem visível para eles - e a enfiei dentro do pacote de salgadinho, pegando um bocado e logo levando a boca. Sulivan me encarava com a boca em um perfeito O, o que me fez engasgar por segurar o riso.

- Como você se livrou das algemas? - Perguntou William, me olhando pelo retrovisor.

- Segredo. - Sorri travessa para ele, que riu pelo nariz.

[...]

Antes de irmos para a delegacia, fomos ao McDonalds, aonde eu pedi um combo. Fomos o caminho todo cantando e comendo, mas tivemos que parar ao chegarmos na rua da delegacia. Não seria bom para eles se os vissem tão "liberais" comigo. Nós nos conheciamos há exatamente 6 anos. Fui eu que lhes ajudei a prender a primeira pessoa em seu primeiro dia na delegacia. Bom, como vocês já devem estar a imaginar, esse "alguém" na verdade era eu. Desde então criamos essa nossa "amizade", que era mantida em segredo, para que eles não perdessem seu emprego e eu, bom, sofrer nas mãos dos outros policiais, que não eram nem um pouco legais como eles.

Quando chegamos na delegacia, pus as algemas em mim mesma e sai do carro. - Lar, doce lar. - Falei, arrancando risadas de William e Sulivan, que me levaram para dentro do prédio.

- Olha só quem veio nós dar o imenso prazer de sua companhia. - Josh me encarou com o mesmo sorriso idiota de sempre, o que me fez revirar os olhos.

- Adoro fazer caridade. - O respondi sarcasticamente.

- Poderia fazer um e parar de fazer cu doce comigo. - O encarei com as sobrancelhas arqueadas. - Não responde as minhas mensagens nem retorna as minhas ligações. Estou com saudades, Am.

- Cada um com os seus problemas. - Sorri de canto e lhe mandei um beijo, antes de William me empurrar para dentro de um corredor que levava as celas.

Ao chegarmos em uma vazia, entrei na mesma e eles fecharam a porta da cela, deixando-a destrancada. Eles sabiam que eu não iria fugir, da última vez que eu tentei ganhei um belo de um olho roxo, que eu nem me lembro como eu o ganhei exatamente.

William e Sulivan se sentaram em uma mesa a que tibha en frente a minha cela e ficamos conversando sobre coisas aleatórias por um tempo, até ouvirmos gritos de uma mulher vindo da parte da frente da delegacia. Revirei os olhos, já imaginando quem seria.

- Essa garota só me trás problemas! - Ouvi a porta que separava as celas da frente da delegacia se abrir em um baque e logo em seguida um barulho de salto batendo no chão, a cada passo que se dava o som aumentava, mostrando que estava cada vez mais perto. - Ela tinha que ter puxado o pai dela!

Comecei a observar uma mosca sobrevoar um canto da cela, era algo bastante interessante de se ver. Deve ser uma merda ser uma mosca, sempre voando em volta de lixo e merda, pensei me aproximando do local, mas logo parei ao sentir olhares em mim. Abaixei a cabeça e um sorriso rasgou meus lábios. Me virei em direção da pessoa que me olhava e levantei a cabeça. Uma mulher alta, magra dos cabelos negros bagunçados e olhos azuis cansados me encarava atrás das barras de ferro da cela.

- Aonde foi que eu amarrei meu burro, senhor? - A ouvi dar um longo suspiro, abaixando a cabeça e negando com a cabeça, mostrando estar decepcionada.

- Olá, mamãe. - Me levantei da cama que tinha na cela e fui para perto da mulher, deixando apenas as barras de ferro nós separar.

Era em momentos como este que eu percebia o quão éramos bastantes parecidas, mas apenas na aparência. Olhei por cima do ombro dela e vi William e Sulivan babando enquanto olhavam para a bunda de minha mãe. Revirei os olhos e voltei a encarar-la, que até então estava calada. Arqueei uma sobrancelha, a espera de que ela pedisse para eles me liberarem - mesmo que não fosse preciso, mas ela não precisava saber o quão liberais os policias eram comigo.

- Podem soltar-la, polícias. - A ouvi dizer e meu sorriso aumentou ao perceber o tom hesitante em sua voz. Eu sabia o quanto ela queria me ter longe por um longo tempo, mas não poderia correr o risco de alguém da imprensa ver a "querida filha de Jullie Darkness" atrás das grades pela 107x no ano.- Por favor.

William balançou a cabeça em afirmação após sair de seu pequeno transe. Veio até a cela aonde eu estava e fingiu destrancar com a chave. Ele abriu a porta e eu sai, caminhando em direção da saída da delegacia.

- Até mais, Sra. Darkn... - William começou a se despedir, mas logo parou ao ver o olhar mortífero de minha mãe sobre ele. Ela não gostava de seu sobrenome, e deixava isso bem claro a todos. O homem encolheu os ombros e encolhiu em seco, acenando para ela. - Tchau.

Olhei para trás e a vi me seguindo, sem tirar os olhos de mim, como se eu fosse fugir a qualquer momento. Fui até o carro dela e abri a porta, sentando no banco do passageiro. Logo ela entrou e se sentou no banco do motorista, colocou a chave na ignição e a girou, dando partida em seguida.

[...]

O caminho da delegacia até em casa foi em total silêncio e eu a agradeci mentalmente por isso. Ao chegar em casa, ela estacionou o carro em frente a nossa garagem e ficou a encarar calada a rua pela a janela do carro. Abri a porta do carro e sai, logo batendo a mesma. Fui em direção a porta da frente de casa e passei a mão por cima da porta, procurando pela chave da mesma. Assim que a achei, destranquei a porta e entrei, sabendo que Jullie seguia meus passos com o olhar.

Fui até a escada e quando pisei no primeiro degrau, ouvi a porta ser aberta e ela me chamar. Me virei e a encarei, fazendo um aceno com a cabeça para que ela falasse o que queria.

- Não dá mais para continuar assim, América. - Ela encarava uma fotografia nossa pendurada na parede do hall de entrada. - Já estou cansada de ser acordada no meio da madrugada para ir lhe buscar na delegacia.

- Ninguém lhe obrigou a nada. - Disse, grossa mesmo.

- Está certa. Ninguém me obrigou a nada, eu fui por conta própria. Eu não poderia lhe deixar naquele lugar imundo. E outra, o que a imprensa pens...

- Você só se importa com a sua imagem perante a comunidade, não é mesmo? - ri pelo nariz. Olhei para o topo da escada e balancei a cabeça negativamente. Sorri e voltei a encarar-la. - Você é tão patética, sabia? Não pode peidar sem se perguntar o que as pessoas achariam de você se descobrissem. Vive se importando com opiniões aleias, e deixando de lado as coisas realmente importantes. Isso é tão ridículo, que não sei nem o que falar sobre.

Ela parou de encarar a tal fotografia e me encarou por longos minutos, provavelmente pensando em alguma resposta para me dar. Arqueei apenas uma das sobrancelhas e pus um pé no próximo degrau, ameaçando subir.

- Bom, era só isso? - Perguntei me virando para poder subir o resto da escada.

- Iremos nós mudar para Los Angeles amanhã. - Ela disse de uma vez. Arregalhei meus olhos e congelei aonde estava.

Claro. Todos aqueles sites de corretoras de imóveis no computador dela, as passagens de avião em cima da cama dela. E eu boba achando que ela planejava viajar com o novo namorado dela. Ela já havia programado tudo, e decidiu para me contar um dia antes de nós mudarmos. Eu não podia deixar Bristol da noite pro dia, deixar meus amigos, minha vida aqui.

- Eu não irei. - Dei de ombros e voltei a subir os degraus da escada.

- Claro que irá! - ela começou a me seguir, de novo - Até por que você ainda é de menor e como sua mãe você ainda é da minha responsabilidade.

- Foda-se. - Atravessei o corredor e fui em direção do meu quarto, logo adentrei o mesmo.

Peguei meu notebook em cima da cômoda e me joguei em minha cama. Liguei o notebook e entrei no Skype, verificando de alguém estava on-line.

Jullie estava parada no batente da porta com os braços cruzados. Me segurei para não rir da cara que ela fazia quando estava impaciente.

- Eu irei ficar aqui, em Bristol. Posso muito bem morar com meu pai. - Disse sem encarar-la.

- Seu pai está na preso, América! - berrou, me fazendo pegar meus headphones e conectar-los em meu notebook.

Fui em minhas músicas e coloquei para tocar The Neightorhood - Say My Name. Coloquei os headphones e comecei a batucar os dedos no notebook acompanhando a melodia da música. Senti o fone ser tirado de minha cabeça com força, quase levando minha cabeça junto. Encarei Jullie indignada, como ela ousa tirar o fone de mim? Principalmente quando estava chegando no refrão da música?!

- Mas que porra! - Gritei, ficando em pé em sua frente. - Eu não irei para porra de Los Angeles algum, principalmente com você. Não quero saber se sou de menor e essas porras toda, não quero saber de merda alguma! Não vou e não vou. Quero é ver quem é que vai me tirar dessa merda aqui, pois só saio dessa cama - me joguei na mesma, abrindo os braços de uma forma dramática - arrastada.

Ela revirou os olhos e saiu de meu quarto, jogando os meus headphones em cima de minha cama ao fechar a porta. Algo em seu olhar me mostrou que ela não desistiria fácil, mas que se foda. Não vou largar a minha vida

[...] Algumas horas mais tarde...

- Tem certeza disso, senhorita? - Ouvi vozes desconhecidas dentro de meu quarto, mas eu logo tratei de ignorar-las, achando que faziam parte de meu sonho.

- Sim, tenho.

Senti alguém me pegar pelos braços e jogar pelos ombros, como se eu fosse um saco de bosta qualquer que iriam se livrar. Gritei, olhando a minha volta, sem entender o que estava acontecendo. Meu olhar caiu em um par de sapatos pretos da Prada que estavama abaixo de meus olhos, e bufei, já imaginando quem seria.

- Pode me falar mas que merda está acontecendo? - Perguntei, sentindo a montanha-humana me carregar para fora de meu quarto.

- Estamos indo para Los Angeles. - Ouvi Jullie dizer, me fazendo bufar novamente.

Não acredito que isso está mesmo acontecendo.


Notas Finais


ENTÃO FOI ISSO

ESPERO QUE NÃO ESTEJA TÃO BOSTA QUANTO EU ACHO QUE ESTA

VLW, FLW


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