História That's how things are - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens Jackson, Mark
Tags Lemon, Markson, One-shot, Rock, Yaoi
Exibições 75
Palavras 2.592
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, olá. Quem aí shippa Markson?
Não vou me estender muito aqui. Gostaria de dedicar essa One Shot para quem insistiu até o fim para que eu a escrevesse, até fez essa capa divosa. Essa safadeza é para você ~ChanTahSun... Espero que goste.
Vou atualizar MSD assim que o divino me permitir. Sem mais...
Boa leitura. Nos vemos nas notas finais... ^^

Capítulo 1 - Capítulo Único


That’s how things are

 

A multidão aplaudia ruidosamente a banda prestes a se apresentar. Mark tentava abrir caminho pela multidão afim de acercar-se do palco. Era seu primeiro show de rock, mesmo que fosse num lugar pequeno, nos fundos de um bar de procedência duvidosa. Seus amigos sentaram-se perto do bar para uma rodada de cerveja. Eles obviamente não se importavam se havia música ou não, contanto que estivessem bebendo.

Mas, Mark estava animado. Chegou perto do pequeno palco improvisado no fundo daquele bar e esperou que a música começasse. Quando finalmente a banda começou a tocar, Mark avistou a mais bela visão de sua vida. Ele, sim...  Ele tinha estatura mediana, olhos castanhos e expressivos, além dos lábios voluptuosos. O rosto era oval, o queixo bem delineado e aquele corpo... Mark instintivamente afrouxou a gravata que usava. Tudo no rapaz parecia chamar atenção para si. Desde os cabelos descoloridos e rebeldes apontando para todos os lados propositalmente, os muitos brincos de argola nas orelhas e aquele piercing nos lábios róseos. Até mesmo a roupa que usava tinha um toque todo especial. Uma regata preta que deixava em evidência os músculos salientes dos braços e algumas tatuagens que davam um toque todo especial ao corpo do rapaz. Além disso, as calças pretas com alguns rasgos aqui e ali não escaparam do olhar crítico do jovem empresário. Os coturnos de couro complementavam o estilo do músico. Ele era lindo, simplesmente exuberante, naquele estilo selvagem e livre.

Livre. Era uma palavra que Mark Tuan desconhecia. 

Não menos impressionante que sua aparência física era sua habilidade para tocar a guitarra. Certamente tinha estudado bastante para aprender a tocar com tanta destreza, era o que rondava os pensamentos do jovem empresário enquanto o fitava. Não fosse a expressão boquiaberta dele a sinalizar o quanto estava impressionado, não teria chamado a atenção do músico, que estava acostumado a chamar atenção, tanto de homens quanto mulheres, mas nunca de um homem daquele porte. A breve análise visual que fez do estranho revelou-lhe que era um rapaz sofisticado. Enquanto tocava, seus olhos instintivamente captaram o jovem. Ele aprovou seu todo e o brilho que os olhos castanhos do outro possuíam. Mark era bonito, e sério. Esse era o tipo de qualidade que costumava atrair o roqueiro.

Ficaram olhando fixamente um para o outro por um tempo, sem que nada ao redor fosse capaz de quebrar seu contato visual. Quando foi anunciado um intervalo no show, Jackson se retirou do palco, dando uma piscadinha para Mark. O rapaz ficou surpreso, porém sorriu de volta. Embora suas mãos estivessem suando e seu corpo parecer estar em chamas, ninguém notara o que acontecera ali.

 

Enquanto beijava os lábios carnudos que tanto o encantavam, Mark enfim sentia que sua vida de chatice teria fim ali. Sendo o filho único de um executivo rico, fazia economia na faculdade local e participava dos mesmos grupos sociais que o pai. Os jantares incessantes e conversas monótonas sobre dinheiro eram sempre as mesmas e o deixavam irritado e indignado, porém, o que poderia fazer? É assim que as coisas são... – pensava todas as vezes que era escoltado pelo pai a alguma reunião. Nem seu pai, muito menos os amigos de trabalho que vieram consigo ao bar tinham conhecimento de seu envolvimento com homens.

Por outro lado, Jackson provava o sabor doce dos lábios do garoto bonitinho do bar. Ele pouco, ou melhor, nada sabia da vida do estranho e ao menos importou-se quando ouviu um “sem romance, só diversão” dos lábios carnudos do outro. Estava acostumado a fazer coisas do tipo. Para ele, era só mais uma sexta-feira comum atrás do bar. Nada demais.

 

Logo, o que não era nada demais se tornou algo importante. Mark e Jackson se encontravam quase todas as noites num motel próximo ao bar. Não eram namorados, não eram “várias coisas”, mas apreciavam a companhia um do outro e gostavam de dormir juntos. Não havia conversas sobre o futuro ou juras de amor. Só diversão. E assim, era a relação dos dois rapazes.

 

 

Jackson acabara de tomar um banho. Os cabelos descoloridos estavam sendo secados pela toalha enquanto ele olhava pela janela do quarto de motel. O quarto era iluminado pela luz do letreiro do motel, o que dava ao local um ar mais profano. Naquele horário Mark costumava chegar, após sair do escritório. Dava aos pais uma desculpa de que trabalharia até mais tarde, para que pudesse ficar com seu amante. Logo Jackson distinguiu o barulho tão conhecido do motor do carro de seu melhor amigo se aproximar e se levantou da cama, escondendo-se atrás da porta, à espera do outro.

O corpo magro de Mark se arrastou, exausto, escada acima, após um dia cansativo. Tivera um dia difícil e girou a chave do quarto, desejando desesperadamente um banho. Ao abrir a porta, constatou que Jackson ainda não havia chegado, afinal as luzes estavam apagadas e o quarto, intocado. Se dirigiu preguiçosamente ao chuveiro, logo tirando seu paletó caro cor de giz e a camisa, expondo para os olhos curiosos que o observavam em silêncio, o abdômen perfeitamente delineado e a pele extremamente alva de seu corpo. Em seguida, despiu-se de sua calça e então de sua boxer, entrando debaixo da água morna, afim de relaxar o corpo devido ao contato com a água. Pela pequena fresta deixada aberta, Jackson teve a visão completa do corpo que o enlouquecia. Do homem que o tornara um louco, sedento por tocá-lo, beijá-lo, possuí-lo.

Após o banho relaxante, e envolto numa nuvem de vapor, Mark deixou o banheiro, completamente nu em busca de uma toalha para secar-se. Mas, antes que desse dois passos para fora do banheiro, foi pego de surpresa ao ter os olhos tapados por duas mãos frias. Seu corpo inteiro se retesou com o susto e ele pôde sentir a presença atrás de si. A respiração pesada resvalando a pele de sua nuca, que arrepiou-se instantaneamente.

- Toc, toc... – disse a voz grave tão conhecida.

Um sorriso se abriu nos lábios do jovem pálido.

- Quem é? – disse Mark teatralmente, cruzando os braços em frente ao peito.

- Adivinhe... – um beijo molhado foi distribuído no pescoço do empresário. Outro arrepio percorreu seu corpo.

- Jackson... – sussurrou, trêmulo. O músico sempre causava a si esse tipo de reação.

- Acertou. Tem direito a uma pergunta... – outro beijo, desta vez foi depositado atrás da orelha do jovem alvo. As gotas mornas molharam o rosto do guitarrista. Jackson sorriu.

- Por que não disse que estava aqui? – Mark pôs as mãos por cima das mãos que percorriam seu corpo lentamente. Fechou os olhos para se deliciar com o ato. Jackson sabia exatamente o que fazer para deixá-lo louco.

- E eu ia perder a visão de você tomando um banho relaxante? Não mesmo. – virou o corpo a sua frente, de forma que os dois rapazes ficassem cara a cara. Mark lançou-lhe um olhar repleto de malícia antes de responder:

- Ora, você poderia ter tomado uma ducha comigo...

Jackson sorriu descarado. Seus olhos correram sem pudor por todo o corpo do jovem a sua frente, antes de sugar o piercing para dentro de sua boca, desejoso.

- Tomamos uma ducha depois...

Mark embrenhou os dedos longos nos cabelos loiros e úmidos, aproximando seu corpo de seu semelhante, acabando com qualquer distância que havia entre os dois.

- Sabe o que acho? – Jackson negou com a cabeça, sem desviar-se dos lábios alheios. – Acho que você está muito vestido.

Nem deu tempo para o outro responder e alcançou a barra de sua camiseta, puxando-a para cima e tirando-a por sua cabeça. O tronco musculoso e bronzeado do músico ficou evidente e Mark quase salivava de desejo. O queria tanto. Seus lábios se chocaram afoitamente, enquanto o empresário entreabria os seus, dando passagem para a língua de Jackson explorá-lo como quisesse. As mãos do músico se fartaram nas nádegas durinhas de seu amante, enquanto ele gemia de satisfação em meio ao beijo. Logo o beijo aumentou de intensidade e Mark tirou os cabelos castanhos dos olhos antes de empurrar o parceiro até a beira da cama, onde Jackson sentou-se, tendo sua calça e boxer arrancadas de uma só vez.

- Nossa, achei que estivesse cansado... – gracejou ao ver o outro ajoelhar-se de frente para seus joelhos.

- Pra você, nunca estarei cansado.

Jackson sorriu satisfeito. O que mais poderia pedir além daquilo, afinal?

Mark iniciou uma masturbação lenta, enquanto ainda fitava os olhos daquele ser perfeito a seus olhos. Jackson fechou os olhos enquanto seu pênis ia endurecendo entre os dedos habilidosos do parceiro. Era como se ambos fossem capazes de se completar de todas as formas possíveis. Como se tivessem sido feitos especialmente um para o outro. E ele não queria que isso se findasse. Nunca.

Logo, os movimentos aumentaram e Jackson afastou as mãos do empresário de si, dando tapinhas em suas coxas, após um fervoroso beijo.

- Vem aqui, meu bem... – e deu aquela mesma piscadinha que fizera Mark mergulhar na loucura deliciosa que era estar nos braços do guitarrista. Mark beijou o pescoço tatuado do outro e sentou-se em suas coxas, imaginando o quanto era sortudo por ter Jackson em sua vida. Ele era tudo o que precisava para se sentir feliz, amado, desejado. Não poderia desejar mais nada, ou poderia? Será que merecia almejar mais? Não fazia ideia, mas internamente desejava que sim.

As coxas firmes de Jackson entraram em contato com as nádegas de Mark, causando uma fricção gostosa, enquanto o músico erguia dois dedos na direção dos lábios de seu amado fã. Sim,,  por que Mark jamais perdera outro show após aquele. Fazia questão de estar sempre ao fundo, olhando maravilhado para aquele que dera sentido a sua vida, e fazendo questão de reafirmar sua propriedade sobre o músico, mantendo-o longe de qualquer olhar que não fosse o seu.

Afinal, apesar de articularem isso em palavras, Jackson era de Mark, e Mark era dele.

Mark tomou os dois dedos entre os lábios, chupando-os com vontade, sem desviar nem por um segundo, seu olhar dos lábios deliciosos de Jackson. Sugou-os até que estivessem bem úmidos e logo sentiu o primeiro sendo inserido em si. Fechou os olhos, acostumando-se com o desconforto inicial já conhecido. Jackson tentou distraí-lo, distribuindo beijos por seus lábios, queixo e pomo de adão. Pareceu ter funcionado, já que o garoto não ofereceu resistência ao segundo. Mark fez questão de beijar com sofreguidão os lábios adornados pelo piercing, quando Jackson enfim o penetrou lentamente.

Quando sentiu Jackson completamente dentro de si, Mark começou a se mover lentamente alçando seu corpo para cima e para baixo, com a ajuda de Jackson, que o içava com suas grandes mãos em sua cintura.

- Hum, tão gostoso... – Mark murmurava coisas inteligíveis enquanto se movia para cima e para baixo, ao mesmo tempo em que tinha o pescoço maltratado pelos chupões que Jackson fazia questão de distribuir em sua pele.

- Você é perfeito... – disse Jackson chupando os mamilos alheios, circulando-os com a língua, enquanto o gelado de seu piercing fazia Mark se contorcer, e instintivamente comprimir seu membro em seu interior. Os dois jovens gemeram em puro deleite.

Ambos passaram a se mover mais rápido, Jackson sentia que seu ápice estava próximo, e acelerou os movimentos, enquanto o atrito dos corpos de forma indireta, masturbava o membro teso de Mark entre eles.

Continuaram se movimentando de forma sincronizada, enquanto o cômodo era preenchido com o som molhado do sexo, dos gemidos dos dois e do som da cama, rangendo devido aos movimentos realizados.

Logo Jackson se derramou dentro do amante, sussurrando sem querer:

- Ah, eu te amo tanto...

Jackson abraçou o corpo de Mark, que mantinha os olhos arregalados. Ele não esperava ouvir algo assim de Jackson que sempre pareceu tão satisfeito com a relação descompromissada dos dois. Antes que pudesse dizer algo, Jackson o tirou de seu colo, sentando-o na cama, e tomando seu membro em suas mãos, bombeando-o, antes de o ter completamente dentro de sua boca. Mark tombou a cabeça para trás, completamente extasiado pelo movimento dos lábios que circundavam seu pênis, primeiro na glande, e depois correndo por toda sua extensão, fazendo suas costas se arquearem enquanto acariciava a parte interna de suas coxas. Jackson reconheceu pelos arfares pesados de Mark que ele estava para gozar, e acelerou seus movimentos até que o parceiro derramou todo o seu prazer em sua boca. Jackson sorveu cada gota, se levantando em seguida e deitando-se ao lado do empresário, que tinha o rosto corado e ofegava, fitando o teto, completamente exausto. Ficaram assim, olhando o teto por alguns minutos, enquanto as respirações iam voltando ao normal. Jackson sabia que havia dito algo inaceitável para o tipo de relação que eles possuíam. Precisava desculpar-se.  Fitou Mark, ainda corado, com os olhos arregalados.

- Olha... Me desc... – Mark o interrompeu, aproximando-se até ter o rosto de frente com o dele. Os olhos arregalados fitando-o profundamente ao dizer:

- Você disse que me ama... Isso... É sério mesmo?

Jackson fechou a expressão, sentando-se na cama, coçando os cabelos já bagunçados.

- Olha, foi sem querer... Eu nunca quis jogar algo assim pra cima de você. Na hora não deu pra controlar. Esqueça isso, tudo bem?

Mark sentou-se também. Passou a mão pela coxa do outro, enquanto dizia carinhosamente:

- Ei, não precisa ficar envergonhado.

Jackson desviou o olhar.

- Eu sou um idiota, estraguei tudo.

- Quem disse isso?

- Sabe que não temos esse tipo de relação, Mark.

Mark riu levemente.

- E quem disse que não?

Jackson fitou o espelho pendurado na parede. Ele podia ver o reflexo de seu amado por ele. Preferia conversar olhando para o reflexo do que encontrar os olhos que tanto o encantavam o julgando.

- Você disse...

Mark fechou os olhos, suspirando em seguida.

- Isso foi antes... Não tem mais importância.

- Antes de que? – Jackson tornou emburrado. Ele sempre ficava muito manhoso pós-sexo, na opinião de Mark.

- Antes de eu me apaixonar por você, seu idiota. Vir ver você é a melhor parte do meu dia, será que não vê? Você mudou a minha vida... Me deu algo a que almejar.

- E o que é que você almeja? – tornou Jackson enfim olhando-o nos olhos. Mark o amava e ele não poderia estar mais aliviado. Como o outro era muito sério, nunca teve certeza de seus sentimentos.

- Ter você comigo, para sempre.

Jackson não evitou esboçar o sorriso favorito de Mark. E Mark não poderia deixar de retribuir um sorriso tão caloroso. Um sorriso que era só seu, assim como Jackson lhe pertencia.

- Sabe que vai ter que lutar com muita gente por isso, não sabe?

Mark sorriu antes de lhe roubar um selinho e disse em seguida:

- Fazer o que? É assim que as coisas são. Se tiver que lutar eu luto, oras.

Ambos riram, compartilhando mais um beijo apaixonado. Os sentimentos que rondavam aquele quarto de motel não poderiam ser postos em palavras. Nada a dizer, só sentir. Quando o ar se fez necessário, Jackson se afastou daquele que o amava tanto quanto ele o amava e disse, mudando a expressão, para uma completamente luxuriosa ao dizer:

- E aí? Que tal a gente tomar aquela ducha agora?

Recebeu um sorriso que parecia ter o poder de iluminar tudo ao seu redor e soube que, mesmo que tivessem que enfrentar as maiores adversidades afim de estarem juntos, não se importava, pois tinha certeza de que amava, e era amado.

- Nem precisa dizer duas vezes...

 

 

 


Notas Finais


Bem, pessoal, é isso aí. Espero que tenham gostado e nos vemos por aí, por que os plots eu tenho. Só falta o tempo.
Viva Markson! See ya ^^


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